Lovely Complex

1 Capítulo I


Notas iniciais
Oie gente! Well, por onde posso começar?
Nunca escrevi uma fic antes, mas estou aqui com uma novíssima fanfic!
Irei atualizar Todo sábado! (começando na semana que vem)
^^
Enfim, espero que curtem!

Lá estava eu, em mais uma festa de penetra. O relógio em meu pulso marcava um pouco mais das 3 da madrugada. Hora de voltar pra casa. Nunca fui muito de festas, mas fazia isso para chamar atenção dos meus ‘pais’ se é que eu posso chamar eles assim.

Sai da balada e fiquei andando pela rua um pouco deserta, tirei um maço da jaqueta, colocando na boca e acendendo. Fazia frio naquela noite. Como se a noite me falasse o que viria a seguir.

Nunca fui a “beleza” que eles queriam. Ninguém da minha família gostava de mim, por umas razões que eu gostava de ignorar. Primeiro: Meu cabelo, diferente dos parentes, tanto da parte do pai quanto da mãe não possuía cabelos dessa cor. Jack (meu pai) até acusou minha mãe de traição quando era menor, mas no exame de DNA ele era o meu pai.

Lembro-me do médico dizendo que algumas crianças nascem com cores de cabelos diferentes dos pais, mas com o passar no tempo volta ao normal. Eu tenho 15 anos e ainda não voltou ao normal. Por isso eles gostam de me chamar de “aberração”.

Segundo: A minha cara, meio óbvio não? Por causa do cigarro que fumava escondido de todos fazia-me parecer mais velho e doente. Como um drogado. Minha tia gostava de me chamar assim, por isso nunca fui muito contente com a minha vida. Ah. Também há o goggle que uso na minha cabeça. Que foi um presente que ganhei do meu avô, o único membro da família que realmente gostava de mim, agora, falecido.

Meu pai sempre diz que eu nunca vou ser um membro real da família Jeevas. E nunca queria ser, pra começar até parece que alguém vomitou no cartório e disse jeevas. Nós temos pouco dinheiro, minha mãe trabalha como faxineira, Jack não deixou terminar o colégio, um exemplo perfeito de machista.

Quando estava á uma quadra de casa joguei o cigarro fora pisando no mesmo logo em seguida. E começando a mastigar um chiclete de menta, para apagar qual quer prova o máximo possível.

Cheguei à mesma e peguei a chave debaixo do tapete, quando abri, vi simplesmente o que previ: Ambos preocupados, pelo menos minha mãe, já “papai” estava com uma cara mais de zangado.

— Andando por aí, agora me dêem licença, vou dormir. – Disse me retirando.

— Você não vai á lugar nenhum! – Jack se levantou e veio até mim. –Cansei de suas besteiras Mail! Não quero você mais morando aqui! Amanhã não quero mais te ver! NUNCA MAIS! Te dou essa noite pra arrumar suas malas e sair daqui!

Suspirei e fui para o meu “quarto” nos fundos, pegando duas malas e arrumando minhas coisas. Não via à hora de sair daquela espelunca. Parei. Pra onde iria? Absolutamente ninguém gostava de mim. Suspirei outra vez colocando a mão na cabeça, estava cansado. Tudo havia ocorrido tão rápido.

Ouvi a porta se abrir e vi minha mãe entrar.

— Querido, está mesmo arrumando as malas? Não se incomode, ele não estava falando sério. – Me virei. Ela estava mentindo. Ele com certeza nunca falou algo tão sério pra ninguém.

Não confiava na minha mãe, apesar de ter bom coração, ela tinha medo e vergonha de mim.

-Vou embora daqui, não se preocupe, vou arranjar um lugar.

Ela sorriu e veio até mim.

-Nós vamos achar um lugar. – E pela primeira vez, pra mim, ela estava falando á verdade. Como uma verdadeira mãe.

~~~~~~~~~~

Aquele lugar estava me dando arrepios, a minha mãe foi assistir um documentário de madrugada (Que adulto faz isso?). E viu a propaganda desse internato masculino.

Agora ela estava na minha frente, assinando umas papeladas. Mas que droga, não estaria aqui se não fosse aquele velho! Porque ele não tem um infarto? Eu com certeza iria ao funeral só pra rir da cara daquele grande idiota.

-Senhor Mail Jeevas? – Levantei minha cabeça. Agora virei senhor? – Poderia me acompanhar?

Levantei-me e dei um abraço em minha mãe.

-Não se preocupe. Eu virei te visitar quando puder. Tem um dinheiro que eu juntei e está na sua mala. Pagarei esse lugar, então se comporte. Quero que seja um garoto exemplar!

— Sim, mamãe. – Me virei e segui aquela mulher.

De mulher só tinha aquela a minha guia, pra onde eu olhava só tinha homem! Ah, sim. Internato MASCULINO, havia me esquecido desse detalhe.

-Vou te ditar as regras, fique atento: Nessa escola dividimos os alunos por meio do pagamento. Aqui temos filhos de pessoas importantes, então não podem ser misturar com gentinha. Você pode comer comida do refeitório, porém, se pagar, sua comida poderá ficar melhor. NADA de trazer “amigos” e muito menos amigas de fora. Proibido fumar ou levar comida para o quarto. Nada de celular. As aulas são naquele prédio, você teve o azar de cegar agora. As aulas começaram á duas semanas. Ah. E se você desobedecer a essas ordens. Irá ficar de castigo. – Disse sorrindo. – Seu quarto é número 104, no primeiro andar. Você vai começar a freqüentar as aulas amanhã, hoje levaremos seu uniforme e nada de encrencas. Muito menos traficar drogas.

Foi minha impressão, ou, ela começou a falar e drogas por minha causa? Ok, eu sei que não é nada normal usar um goggle assim, do nada, principalmente na cidade. Mas esse sou eu.

Arrastei meus pés por aquele internato e finalmente achei meu quarto. Quando entrei vi que tinha três camas, uma delas vazia. Entrei e fechei a porta com o pé, fazendo muito barulho quando se fechou.

— Quem está aí? – Pulei de susto quando vi um cara sair do banheiro. E o pior, ele estava ensangüentado.

-M-Mas... o-o que v-você? –

-Olha Lawliet, o nosso novo colega de quarto é gago! — Disse sorrindo. E vindo em minha direção. Na última cama os lençóis subiram e um cara igual ao outro apareceu.

-Eu não sou gago! Mas... Você... Porque está ensangüentado? – Disse vendo ele me abraçar pelo ombro.

-Pelo mesmo motivo que você usa óculos de piscina em pleno dia de sol! Á propósito, me chamo Beyond, mas pode me chamar de B. E esse aqui é meu irmão gêmeo Lawliet.

-Mas pode me chamar de L. — Disse bagunçando os cabelos. E saindo.

-Não se preocupe, esse é Lawliet, um preguiçoso. Como você é novo vou ditar as regras aqui.

-Não precisa. Aquela mulher da recepção já disse tudo. E se você fazer piadinha sobre drogas...

-Hahaha. O que ela fala ninguém aqui respeita. É o seguinte. Todo sábado á noite tem festa em uma casa á duas quadras daqui. É só pular o muro e pronto! Segundo: Está com fome? É só jogar a comida na mochila e pronto, e se quiser uma comida mais exótica tenho um amigo que consegue. O mesmo com drogas! – Disse sorrindo -. Só que nenhum dos mentores ou guardas podem te pegar, senão, você será punido. O mesmo sobre brigar.

— E qual é a punição? – Perguntei curioso.

— Você será leiloado e se um dos “fodões” te querer, você vira o cachorrinho dele.

— E se ninguém quiser?

— Então, ferrou pro seu lado. – Disse sorrindo.

-Entendi, mas quem são os “fodões”?

— Adolescentes ricos, que tem dinheiro pra tudo. Eles são os mimados dessa escola. Existem centenas. Mas com um você não pode se meter em especial, se não quiser se alto destruir.

— E quem é?

-Mihael Keehl.

Notas finais
Então, gostaram? espero que sim.
Estou tão ansiosa!haha.
Deixem um review para a pessoa aqui se sentir inspirada e talvés poste mais cedo?? ^^
hahaha.
Até o próximoo ~~