Notas iniciais
Eu já disse que esqueço que tenha conta aqui? Desculpem-me, sério. Ando com a cabeça nas nuvens e esqueço de postar o que já está escrito aqui 3 Acho que tenho mais 9 caps prontos pra postar aqui. Esse cap é mais tristinho e vocês vão ir para o passado e.e A música é Easy do BEAST uhuhuh Boa leitura ♥

15 de dezembro de 1998

Não se vá, não se vá

Eu acordo abalado depois de sonhar com você

Hoje, amanhã, sem você

Muitos dias que não consigo suportar

A garota de longos cabelos pretos abriu seus olhos lentamente, percebendo que estava sendo coberta por um manta azul. Sentou-se no banquinho e respirou fundo. Pensou que quando acordasse tudo ficaria melhor, entretanto, aquela sensação ainda estava em si. Aquela sensação de tudo ter sido uma mentira. A garota se enrolou direito na manta e fungou. Não queria chorar, não depois de ter passado uma noite em lágrimas.

Olhou envolta e viu que tinham deixado ela dormir ali, pois no momento encontrava-se em um parque de diversões fechado, sentada em um dos banquinhos perto do carrossel. Por que deixaram uma garota de dezessete anos dormir ali? Deus, seus pais deveriam estar preocupados. Sua prima também deveria estar, afinal, foi ela que a viu naquele estado caótico. A menina sentia seu rosto inchado e sabia que devia estar com uma aparência horrível, mas não era algo que podia evitar. Não depois de ontem. Ela ainda se lembrava do que aconteceu naquela triste tarde.

Vem fácil, vai fácil

Onde está o amor?

Temos que fazer, nós não precisamos dizer adeus

Nós nos amamos apaixonadamente como nos filmes?

Nos amamos com tristeza como nos filmes?

Lamento minha tolice de não ter feito nada após nossa separação

14 de fevereiro de 1998

Park Bom sempre foi uma garota animada, desde sua infância. Todos amavam o jeito divertido e fofo da garota, que também possuía uma bela aparência, atraindo vários rapazes que sempre tentavam algo com a garota.

Bom nunca se interessou em ter algum relacionamento amoroso com alguém, pois sempre tivera a companhia de seus primos e amigos, todavia, isso mudou quando ela conheceu o garoto transferido do 3ºC, coincidentemente, no dia dos namorados.

Chang Minho mudou-se para aquela escola no dia em que Park Bom chegou atrasada. A mesma nunca chegava atrasada, e para seu pesar, justo no dia em que teria uma prova de química, sua mãe resolveu que ela teria que passar na casa de seu tio para deixar uns papéis importantes com sua tia. Mesmo reclamando bastante, Bom fez o que sua mãe pediu e por isso se atrasou, afinal, a casa de seu tio era longe da sua e ela só tinha dinheiro para duas passagens de ônibus, o que infelizmente, era o que precisava para chegar na casa do tio, o que significa que a menina teve que ir para a escola andando pois ninguém dirigia na família de seu tio. A caminhada extremamente grande até a escola resultou em seu atraso, a menina com certeza teria que implorar para o seu professor deixá-la fazer a prova em outra aula. Pensando nisso, a garota de longos cabelos pretos não olhou por onde andava e trombou no novo aluno da sua escola. O trombo foi tanto que ela quase caiu no chão, senão fosse pelo movimento ágil de Chang Minho que a segurou pela cintura.

A cena em si parecia coisa de filme, e consciente disso, as bochechas de Bom ficaram coradas. Mas o que fez seu coração bater rápido e deixá-la com uma vermelhidão no rosto não foi o fato dele segurá-la daquele jeito, foi o olhar do rapaz. Chang Minho possuía os olhos mais bonitos que Park Bom já havia visto em toda sua curta vida. O cabelo meio comprido e a franjinha na testa combinava perfeitamente com suas sobrancelhas erguidas de susto e seus olhos impactantes que expressavam surpresa.

— Você está bem? — a voz rouca do garoto causou borboletas no estomago de Bom.

— Ne, eu estou bem — com certa dificuldade a garota respondeu. O rapaz deu um suspiro aliviado e puxou Bom para que a mesma ficasse em pé direito.

— Me desculpe por isso, eu não tinha visto que você estava vindo — ele fez uma reverencia e Bom piscou os olhos. O rapaz parecia que tinha saído de algum filme de romance. Ele endireitou-se e abriu um sorriso que o deixava ainda mais bonito, e para Bom foi difícil respirar — Prazer em conhecê-la, eu sou Chang Minho. Acabei de me transferir.

E foi com essa simples apresentação que Park Bom se apaixonou pelo garoto, assim como nos filmes.

Primeira vez, primeira vez, primeiro amor, primeiro amor

Achei que estava amando, eu não conheço a amor

Tão doentio, tão doentio, tão triste, tão triste

Você tinha que me deixar?

Não quero dizer adeus, dizer adeus (adeus), dizer adeus

Eu e você nos tornamos assim agora?

Não quero te deixar ir, deixar ir (deixar, deixar), deixar ir

Vem fácil, vai fácil

Você só estava brincando comigo?

Eles viraram amigos rapidamente. Sempre que a turma de Bom juntava-se com a de Minho, eles faziam o trabalho juntos. Sentavam na mesma mesa do refeitório e combinavam de chegar minutos antes do horário de entrar na escola para ficarem conversando, e na hora da saída Minho sempre insistia em levá-la até sua casa, mesmo sabendo que a casa dele ficava na direção oposta. A amizade começou a ficar mais forte quando Bom passou a frequentar a casa do rapaz e vice-versa, indo quase todo final de semana jogar vide game com o mesmo, resolver as questões mais difíceis das matérias ou simplesmente ficar jogando conversa fora. E constantemente iam ao parque de diversões que tinha ali pelas redondezas, chegando seis da tarde e saindo somente as onze, tornando aquele lugar, o refúgio dos dois. A mãe de Bom até mesmo tratava Minho como um segundo filho e os pais dele amavam Bom como uma segunda filha.

14 de junho de 1998

As coisas começaram a mudar no quinto mês do ano, onde eles começaram a se ver com outros olhos. Afinal, tanta intimidade assim acabaria por gerar algo mais, principalmente se uma das partes já estivesse apaixonada. Toques de mãos começaram a ocorrer com mais frequência e de um modo diferente de antes, sorrisinhos secretos, bochechas vermelhas e olhares mais impactantes que o normal. Mas foi no sexto mês — no dia 14, conhecido como o Kiss Day, onde os casais se confessam um para o outro e se beijam apaixonadamente — que Chang Minho se confessou para a garota. A cena também foi como nos filmes. Minho pensou em tudo para a garota e sua declaração começou logo de manhã, quando o mesmo ligou para ela e disse que queria falar algo importante, mas só falaria se ela seguisse todas as pistas que a levariam para a direção certa, ou seja, até ele. Bom não entendeu nada nesse telefonema, mas conforme o dia entendeu o que o garoto disse. Em sua casa antes de ir para a escola, um bilhetinho azul foi colado em sua geladeira com os dizeres "Hoje faz cinco meses que nos conhecemos, ainda se lembra exatamente onde foi?", Bom intrigada, foi para a escola e parou exatamente no corredor em que se trombaram e para sua surpresa, perto do extintor de incêndio tinha outro bilhetinho, dessa vez rosa, "Fico feliz que se lembre, pois eu nunca esqueci. Vá para sua aula de matemática, mas não se esqueça de revisar alguns exercícios de química, afinal, eu não vou estar ai hoje para te ajudar". A garota seguiu até a sua sala de aula — passando antes na sala de Minho somente para constatar que o mesmo não foi para a escola — e sentou-se em seu lugar de costume. Mas em vez de abrir a apostila na parte de matemática, a garota foi para a parte de química, e no ultimo exercício que Minho lhe explicou tinha outro bilhetinho, dessa vez amarelo "O intervalo ainda vai demorar um pouco, mas não hesite em pedir seu doce preferido hoje. Soube que eles estão vendendo na escola". E assim no intervalo, quando chegou à cantina e pediu seu doce preferido — torta de maçã —, a mulher lhe sorriu e entregou o doce — no caso, só um pedaço — , juntamente com um bilhetinho roxo. Bom ficou vermelha e se apressou a ir sentar em alguma mesa, para comer seu doce, enquanto lia o que estava escrito no papel. E foi assim pelo resto do dia, até mesmo suas amigas estavam participando disso, lhe entregando papeizinhos de cores variadas quando a pista indicava alguma delas. No final, o último papelzinho, dessa vez vermelho, dizia para Bom não ir para a casa depois da escola e sim ir até uma cafeteria onde eles sempre iam quando tinham dinheiro suficiente, pois a cafeteria é muito cara. Bom andou até lá sentindo as borboletas em seu estômago se agitarem mais que o normal e suas mãos começaram a ficar suadas, demonstrando seu nervosismo e ansiedade do que estava por vir. Quando chegou a cafeteria, antes de abrir a porta, respirou fundo.

Quando adentrou a cafeteria, seus olhos se arregalaram. Todos estavam lá, seus pais, seus amigos — como eles haviam chegado lá antes dela? —, até mesmo alguns de seus professores. Pendurado de um lado ao outro da cafeteria, uma faixa enorme tinha os seguintes dizeres:

"Park Bom, você descobriu todas as pistas. Agora está pronta para receber seu prêmio?"

Chang Minho saiu em meio as pessoas com um buquê de tulipas nas cores rosa, branca, amarela e laranja. Bom sentiu o coração bater rápido como nunca e seu estômago se contorcer. Isso é mesmo real?

— Park Bom — Minho disse e deu uma risadinha, sendo acompanhado pelos demais no local — Você está curiosa para saber seu prêmio?

— S-Sim — Bom gaguejou e mordeu o lábio inferior. Seu rosto adquiriu um tom vermelho e ela não conseguia olhar nos olhos do amigo.

— Olhe para mim, Bommie — Minho se aproximou de Bom e a mesma respirou fundo antes de olhar nos olhos do amigo — Não foi tão difícil, ne? Eu acho que esse prêmio que vou te dar é mais meu do que seu — ele deu risada e pousou uma mão no rosto de Bom que arregalou os olhos — Bem, eu espero que você aceite meu presente, pois ele é do fundo do meu coração. Park Bom, você me daria a honra de ser minha namorada?

14 de outubro de 1998

Estou ficando cansado do nada,

mesmo só de olhar para você eu fico louco

Por causa da sua beleza,

me sinto mal porque estou ficando cada vez menor

Pego minha caneta para escrever o que sinto,

mas quando finalmente te vejo, eu perco as palavras

De novo meu punho se prende na tristeza, eu choro

Tudo começou a desandar no quinto mês de namoro, no nono mês de amizade. Bom sempre soube das qualidades de Minho, por exemplo, ele sempre fora carinhoso e educado, gentil e muito criativo para tudo. E para completar, sempre foi um rapaz muito belo. Antes deles começarem a namorar, Minho vivia cercado de garotas tentando chamar sua atenção. Com Bom também não era diferente, entretanto, a mesma nunca teve olhos para outra pessoa além de Minho. Depois que eles começaram a namorar, a quantidade de garotas envolta de Minho aumentou consideravelmente, o que fez Bom ficar muito preocupada, apesar de Minho garantir que só tinha olhos para ela. Todavia, o que preocupava Bom não era só a quantidade de garotas que ficavam em cima de Minho e sim a amiga que ele tinha. Kwon Soyoung, uma delicada garota que era do 3º C assim como Minho, de cabelos tingidos de loiro na altura dos ombros, mediana e com um belo sorriso. Ela se tornou amiga de Minho ao mesmo tempo que Bom, e antes que o relacionamento de Minho com Bom começasse, ela sempre tratou Bom como uma amiga, entretanto, depois da declaração de Minho, Soyoung começou a ficar fria com Bom e sempre que podia andava junto à Minho.

Mas é claro que nada poderia acontecer entre eles, afinal, Minho namorava Bom, e apesar da tensão que se formava sobre os dois por causa de brigas bobas e algumas opiniões divergentes, eles ainda se gostavam. Era possível ver isso só de olhar para os dois.

O casal perfeito.

14 de dezembro de 1998

Para mim tudo mudou,

Mas pra você deve ser o mesmo desde que foi embora, oh no

Segurando o telefone, eu não consigo fazer nada,

a possibilidade de que você pode ligar ao pensar em mim

Park Bom se encontra dentro da cabine do banheiro de um restaurante. Seu rosto está molhado pelas lágrimas e a mesma se encolhe no chão, apertando os braços envolta das pernas. Se alguém a olhasse agora não entenderia como uma garota tão linda como ela, que até mesmo algumas horas atrás estava toda sorridente, pois hoje completaria sete meses de namoro com Chang Minho e a garota tinha planejado um jantar especial para o rapaz. É incrível como uma simples imagem pode acabar com o dia da pessoa.

— Bom, abre a porta, por favor — Sandara Park batia na porta da cabine, preocupada com a prima.

— Vá embora — Bom disse entre as lágrimas — E-Eu não quero ver ninguém agora.

— Você não pode ficar ai para sempre — a garota suspirou e se apoiou na porta — Eu te ajudo a sair daqui sem que ele perceba.

— Ele que se exploda! — Bom gritou e então soluçou. As lágrimas começaram a descer com mais força — Por que ele fez isso, Dara?! Eu não fui o bastante? Se isso é amar, então eu não quero nunca mais amar...

— Não fala isso, Bommie — Sandara começou a chorar também e bateu mais duas vezes na porta — Por favor, abre a porta. Deixe-me te ajudar.

Primeira vez, primeira vez, primeiro amor, primeiro amor

Achei que estava amando, eu não conheço a amor

Tão doentio, tão doentio, tão triste, tão triste

Você tinha que me deixar?

Naquela caótica tarde, Bom combinou de ir almoçar no restaurante preferido de sua prima com a mesma, afinal, nunca havia ido até lá. Quando chegou no local — muito bonito, por sinal —, tratou de pegar um bom lugar para sentar com sua prima, porém, nada a preparou para o que viu ali. Ele dava risada de algo que a garota sentada ao seu lado disse e então bagunçou os cabelos dela, que cobriu seu rosto com suas delicadas mãos com unhas pintadas de vermelho. Eles pareciam combinar tanto, era algo bonito de se ver.

— Mas o que...? — Sandara olhou na mesma direção que Bom e arregalou os olhos. O que ele estava fazendo ali? Dara tinha escutado muito bem quando o mesmo disse a Bom que não poderia almoçar com elas porque teria que ir em um almoço do trabalho de sua mãe, então por que raios, ele se encontrava ali? Tudo não teria passado de uma leve brincadeira?

O destino é uma coisa engraçada. Ou talvez seja apenas a Lei de Murphy agindo sobre a pequena Bom. A mesma já sentia algo errado com ele desde o último mês e estava com medo de algo realmente dar errado em seu relacionamento , e bem, acabou por dar errado. Como diz a Lei de Murphy, "Se algo pode dar errado, dará".

E esse errado nunca foi tão dolorido assim.

A última coisa que Bom viu antes de sair correndo para o banheiro mais próximo do restaurante foi Chang Minho, seu namorado, se abaixar e beijar delicadamente a amiga, Kwon Soyoung.

Não quero dizer adeus, dizer adeus (adeus), dizer adeus

Eu e você nos tornamos assim agora?

Não quero te deixar ir, deixar ir (deixar, deixar), deixar ir

Vem fácil, vai fácil

Você só estava brincando comigo?

— Bom, abre a porta, por favor — Sandara tentou mais uma vez apelar para a prima.

Para sua surpresa a mesma abriu a porta e saiu correndo. Dara não conseguiu parar a prima e para piorar a situação — pois se algo pode dar errado, dará —, Bom trombou com ninguém menos que seu namorado, que andava de mãos dadas com Soyoung até a saída.

— B-Bom? — os olhos dele, aqueles olhos que ela tanto amou estavam com a mesma expressão do dia que eles se conheceram, a surpresa estampada neles. Entretanto, ela também via algo que faltava algo. Antes aqueles olhos sempre a observavam com carinho e amor, fazendo-a querer se esconder deles, todavia, nesse exato momento Bom não conseguia identificar o olhar de seu amado. Ela sabia que o amor que tinha ali havia ido embora.

Bom fungou e desviou os olhos para as mãos entrelaçadas dos dois amantes a sua frente. Um soluço lhe escapou. Como ela não percebeu os sorrisos forçados, os olhares cansados e com pena? Por que só agora, ela finalmente entendia o porque das brigas bobas?

— Bom, espere, isso não devia acontecer assim...

A garota não esperou para ouvir o resto da frase, virou-se e saiu dali correndo. Tudo o que ela quer é que essa dor acabe.

Sua voz diferente de ontem,

Agora, suas expressões diferentes

São deixadas no meu coração como cicatrizes, lágrimas caem como pingos de chuva

Oh não, não, não, não

Não quero dizer adeus, dizer adeus (adeus), dizer adeus

Eu e você nos tornamos assim agora?

Não quero te deixar ir, deixar ir (deixar, deixar), deixar ir

Vem fácil, vai fácil

Você só estava brincando comigo?

15 de dezembro de 1998

— Você está bem? — um rapaz surgiu de repente, sentando-se ao lado de Bom que se cobria com a manta — Eu que lhe cobri de noite — ele apontou para a manta e a garota nada disse — Bem, se você não quiser falar, eu entendo. Você parecia bem...Bem perturbada ontem, eu trabalho aqui e fico no período da noite, então, resolvi te deixar dormir aqui. É c-claro que não te deixei sozinha, até porque é contra regras alguém virar a noite no parque, mas eu senti que era necessário.

Bom apenas ficou encarando o rapaz que a olhava sem saber o que fazer. Ele mordeu o lábio inferior e depois de um tempo suspirou, virou o rosto para frente e ficou ali em silêncio.

Depois do que acontecera no restaurante, Park Bom correu mais do que nunca em sua vida, e por incrível — ou triste — que pareça, seus pés lhe levaram ao seu refúgio secreto, ou melhor, ao refúgio secreto deles.

Ali Bom chorou como nunca chorou antes. Se Chang Minho não queria mais nada com ela, por que continuou com a mesma? Por que a traiu assim? Bom não era somente sua namorada, acima de tudo, também era sua amiga. Como ele pode trair-lhe a confiança? Mentir tão descaradamente assim? Por que se apaixonar doía tanto? Se possível, Bom nunca mais passará por isso de novo. A garota fungou e olhou para frente, assim como o rapaz ao seu lado. Tudo nela doía, o corpo, a mente e principalmente o coração, esse em especial parecia totalmente quebrado. Bom sabia o que aconteceria de agora em diante. Chang Minho provavelmente terminaria com ela e oficializaria seu relacionamento com Kwon Soyoung, ou não, pois Bom não conhecia mais o namorado depois dessa traição. Mas ela sabia que a relação deles havia chegado ao fim, entretanto, a garota não está preparada para dizer adeus. Como ela poderia esquecer tudo o que passaram? As risadas, os abraços, os beijos, os carinhos, até mesmo as brigas? Como superar isso tudo?

— Se você quiser alguém pra conversar, pode se abrir comigo. Talvez falar com alguém de fora melhore as coisas — o rapaz disse depois de minutos em silêncio — A propósito, meu nome é Lee Dong Wook.

Demoraria a esquecer? Claro, essa é uma resposta obvia. Mas Park Bom esqueceria, mesmo não querendo, mesmo doendo demais, ela esqueceria. Pois é o melhor, o certo a se fazer.

E mesmo as vezes o certo parecendo errado, ela sabe que tem que fazê-lo.

Não quero dizer adeus, dizer adeus (adeus), dizer adeus

Eu e você nos tornamos assim agora?

Não quero te deixar ir, deixar ir (deixar, deixar), deixar ir

Vem fácil, vai fácil

Você só estava brincando comigo?

Diga adeus, diga adeus, diga adeus

Eu não quero dizer adeus, dizer adeus, dizer adeus

Notas finais
Bem triste né? Que dó, gente ///////////////////3 Mas vocês viram que apareceu o Dong Wook ai? Sim, ele é o professor de física JDUSHFUDHFUH isso quer dizer que a Bom e o Dong tem uma ligação povo :v Sandara aparecendo primeiro em um cap tão triste ;--; As traduções das músicas podem ficar um pouco diferente das traduções das outras pessoas mas é porque eu que traduzo mesmo (na maioria das vezes :v) JDSAUFDUDHFUH Espero que tenham gostado ♥ Bjsbjs PS: link da música https://www.youtube.com/watch?v=ZEKR3lfsW28 tão linda essa música, mds ;---------;