Love in Danger
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Ela começou a ficar inquieta na mesa, as pessoas à nossa volta com as suas bebidas coloridas e o suor escorrendo pelo corpo, era um mundo completamente diferente que eu com certeza não apreciava, pelo menos, já não.
Elena: Vem Damon, vamos dança! — Ela pediu depois que virou a sexta dose.
Damon: Não, nem vou eu, nem tu vais!
Elena: Por que não? Claro que vou! — Levantou-se da mesa e cambaleou um pouco mas segurou-se na mesa e sorriu para mostrar que estava tudo bem. — Vem comigo ou eu vou sozinha, vá lá Dam – Disse fazendo beicinho, um beicinho irresistível, mas que desta vez eu teria que ser mais forte, que o meu desejo por ela.
Damon: Não vais Elena, tu querias sair, nós saímos, querias beber, bebes-te e agora queres dançar, tu estavas a debater-te na mesa a mais de 10 minutos, considera-te dançada.
Elena: Não vens? Okay então. — Ela saiu andando sozinha para a pista de dança e eu fui atrás, ela estava bem, nenhum homem tentou nada, eu estava a uma distância segura, deixei que ela dançasse afinal era uma dança, o que é que isso teria demais? Uma música da Ellie Goulding começou a tocar e eu conhecia por causa do filme Divergente, chamem-me de maricas, mas o filme é muito louco, ela começou a dançar e conforme a música acelerava mas isso estava a chamar a atenção, os homens começaram a se aproximar e ela começou a dar brechas, ela roçava neles, sem intenção claro, eles estavam a cercá-la, e foi quando eu me enfiei entre eles e a segurei.
Damon: Ela está acompanhada. — Avisei e os quatro se juntaram e riram de mim.
Xxxx: Como se você fosse dar conta de nós quatro.
Damon: Queres tentar a sorte? — Ele aproximou-se mas a Elena segurou-me e só jogou neles.
Elena: Deixa-nos Damon, estávamos só a dançar.
Damon: Vamos para casa e é agora. — Segurei a mão dela e ela puxou caindo sobre os homens que a seguraram.
Elena: Eu não vou a lugar nenhum. — Ela não vai fazer essa palhaçada.
Damon: Sim, vamos sim. – Eu segurei-a e os homens puxaram-na, o primeiro que acertei com meu melhor gancho de direita foi o que me tentou desafiar, ele caiu desmaiado no chão, os outros soltaram-na imediatamente e eu segurei-a pelas pernas sobre o ombro, ela estava a bater nas minhas costas, a gritar, eu levei-a para o carro e ela começou a gritar de novo, eu entrei no banco do motorista e dirigi de volta para o apartamento, quando entramos coloquei as chaves sobre a bancada e ela começou.
Elena: Tu humilhaste-me, bem na frente de toda a gente, trataste-me como uma criança.
Damon: Tu estavas a comportar-te como uma criança Elena, tu querias que eu fizesse o quê? Isto foi uma péssima ideia desde o início.
Elena: Tu não tens o bom senso, eu não ia fazer nada, eu só queria dançar, divertir-me, já faz quase duas semanas que estamos a fugir o que custa a uma noite de diversão?
Damon: Por amor a Deus tu vais enlouquecer-me. — Entrei no quarto tirando o blazer e a camisa.
Elena: Então manda-me de volta para o meu pai.
Damon: É isso que tu queres? Queres voltar para o teu pai?
Elena: É o que eu deveria querer.
Damon: Então diz-me o que tu queres, eu dou-te tudo o que tu quiseres.
Elena: Eu quero te a ti okay? — Ela falou e voltou para a porta, depois de falar isso ela foge? Não, ela não estava a fugir, estava se a proteger.
Damon: Então tu não és a única que está a enlouquecer por isto. — Falei e ela virou sem entender. Eu podia negar que disse mas se ela tinha acabado de admitir, por que diabos eu iria?
Caminhei até ela e segurei seu rosto, seus lábios rosados, inchados, pedindo pelos meus eu não podia mais me segurar, não queria mais me segurar, quando a beijei tudo que deu errado parecia certo, nos trouxe até aqui, fazia sentido, eu queria-a como nunca quis ninguém, precisava dela como nunca precisei de ninguém, eu amava-a.
O vestido dela estava do outro lado do quarto, eu estava fazendo sexo oral nela de novo, era seu 3 orgasmo na noite e ela convulsionava na minha língua.
Elena: Não mais por favor, preciso de ti dentro de mim.
Damon: Com todo prazer meu anjo. — Me posicionei entre as pernas dela que se enroscaram em volta de mim e suas unhas cravaram nas minhas costas me fazendo gemer, quando a penetrei ela estava húmida e quente, tão pernada, foi se alargando aos poucos e foi quando eu me movimentei dentro dela, os gemidos dela era música para os meus ouvidos, eram movimentos ritmados, precisos, eu alcançava ela até o fundo, e ela se apertava contra mim, meu membro pulsando pela liberação que só podia acontecer quando ela viesse, eu precisava senti-la, dois, três movimentos, quatro, cinco, seis e continuei investindo contra ela, seus seios durinhos e redondos balançando perfeitamente no ritmo, perfeitos como ela, ela rasgou minhas costas pude sentir quando ela veio e eu vim logo depois, gemendo o nome dela, foi uma noite inesquecível por isso não esperava o que estava por vir.
Ela estava acariciando meu peito quando a porta da frente abriu num rompante e eu pulei mas eu já sentia o infravermelho na minha testa, a mira da arma bem no meio da minha testa e Jonh Gilbert na porta do quarto esperando a filha se vestir para sair...
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