Notas iniciais
Bem gente, eu sei que ficaram preocupadas com o facto de o Damon ter ter feito aquilo á Elena e porque o fez! Mas tudo tem um propósito para acontecer! Aqui ele explica tudinho!

Já estava longe o suficiente, já estava completamente molhada e ofegando, olhei para os lados e notei um banco, estava numa praça, sentei-me e só olhei os carros irem e virem, nem o tráfego estava caótico hoje, era domingo afinal, encolhi-me no banco e lembrei do Damon, sua expressão assassina para mim, suas mãos tirando-me a vida sem remorso, o seu olhar de preocupação e seus gritos, desesperados para que eu não fugisse...

Damon: Achei-te. Graças a Deus. – Olhei-o e levantei-me, o medo tomou conta de mim e eu não pude esconder. — Calma Elena por favor, eu só.. — Ele aproximou-se e eu afastei-me.

Elena: Não te aproximes. – Disse com lágrimas nos olhos, mas estava a fazer de tudo para as prender

Damon: Deixa-me explicar, desculpa-me por favor.

Elena: Não te aproximes! – Disse deixando as lágrimas escaparem

Damon: Por favor Elena, acalma-te..

Elena: Acalmar-me? Tu ias matando-me Damon!

Damon: Elena.. Desculpa, deixa explicar, mas por favor acalma-te – Ele suplicou com lágrimas nos olhos

Elena: Eu.. Eu confiava em ti, e tu ias matando-me..

Damon: Desculpa Elena, eu nunca te faria mal algum, nunca irei alguém te fazer mal e nunca, mas mesmo nunca mais, irei te aleijar.. Nunca..

Elena: Como eu posso confiar em ti agora?

Damon: Da mesma maneira que confias-te em mim quando te sequestrei e da mesma maneira que confias-te em mim quando estavas prestes a cair do prédio, por favor Elena, por favor..

Elena: É diferente Damon..

Damon: Por favor Elena… Deixa-me explicar, por favor – Ele disse aproximando-se mais de mim

Elena: Não te aproximes! – Disse tentado parar as lágrimas

Damon: Tudo bem, eu não vou, só deixa explicar. Por favor Elena..

Elena: Está bem – Disse meio a medo, limpando as lágrimas

Damon: Lembras-te que eu disse que o Enzo me ensinou tudo o que eu sei?? — Acenei com a cabeça afirmando e ele continuou — Ele era o meu sargento no exército, ele fazia certas abordagens perigosas que nos forçava a reagir da mesma forma, eu ainda tenho reações como essas obviamente, apesar de todos os anos que passaram, é psicológico, involuntário, por isso preciso que tu me desculpes, Elena. Eu sei que não te vai trazer a confiança de volta, mas eu não te posso perder Elena..

Elena: Por que precisas do meu perdão? Sou apenas tua refém.

Damon: Nós dois sabemos que és bem mais que isso.

Elena: Não precisas de fingir que te importas comigo, Damon.

Damon: E quem disse que eu estou a fingir? — Ele deu um passo na minha direção e eu continuei a olhá-lo, sentindo a água da chuva escorrer pelo meu rosto, a mesma água escorrendo pelo abdômen despido dele — Não sou tão bom ator.

Elena: Tu certamente podes surpreender.

Damon: Posso aceitar isso como um elogio?

Elena: Por que vieste atrás de mim, eu saberia voltar e eu voltaria, não tenho dinheiro e não estou vestida para viajar.

Damon: Porque eu precisava, não te ter na casa dos meus pais parece errado.

Elena: Isso nem de longe faz sentido.

Damon: Não precisa de fazer. — Ele voltou a andar na minha direção e seus olhos estavam em chamas, meu corpo parecia minúsculo com ele próximo assim, ele segurou meu queixo levando-o pra si. – À muito tempo Elena eu perdi alguém importante e eu acabei me perdendo, não vou deixar que isso aconteça de novo. — Ele baixou o rosto e mantia os olhos nos meus, respirei profundamente e o deixei se aproximar cada vez mais, eu podia sentir o cheiro de sua pele fria, e a vermelhidão que se formou nas minhas bochechas, estava tão perto que tremia em ansiedade...

Elena: Damon.. Eu.. – Ia dizer quando perdia a coragem – Eu quero ouvir essa história… Se não te importares claro.. – Disse tímida, ele abriu um pequeno sorriso e eu podia sentir ele a aproximar-se cada vez mais de mim..

Stefan: Achei mãe. — Ele gritou e eu me afastei do Damon, olhei para o Stef e toda a família se materializou logo atrás dele, sorrindo completamente aliviados.

Miranda: Graças a Deus. — Ela andou até mim e me abraçou enquanto eu olhava para o Damon que se recusava a retribuir, eu o perdi, eu sabia... — Vem, vamos para casa. — Ela me abraçou e fomos andando na frente de todos, logo estávamos em casa, quente e reconfortante... Mas eu teria que falar com o Damon outra vez, mais cedo ou mais tarde.. Eu gosto dele porra e ele ia me matando.. Mas ele também já explicou que não foi de propósito.. Eu queria tanto voltar ao que eramos antes de esta manhã.. Ele sempre a chamar-me de amor e o beijo na testa, tudo isso contribuiu para que o que aconteceu esta manhã doe-se ainda mais do que o normal..

Notas finais
E então já não me querem matar, ou ainda estou na vossa mira? Até amanhã minhas lindas! Beijo*