Love in Danger
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Jonh: Lindo, a família toda reunida, esqueceste de convidar o pai meu anjo. – Ele falou enquanto olhava para a Elena. – A minha mulher está com o meu inimigo, o sequestrador da minha filha é o noivo e a família dele provavelmente acha que eles eram namorados antes de se casarem, parece uma novela, não acham? — Ele perguntou ao exército armado atrás de nós. – Por favor! Não parem por mim, se bem ouvi era a melhor parte do casamento, a parte do "Pode beijar a noiva!"
Elena: Pai…
Jonh: Cala a boca Elena! – Ele gritou para a filha que se assustou, engoliu em seco e aproximou-se de mim. — Vamos Damon, não é? Beija a noiva! – Ele insistiu e eu não me pude mover. – Rapazes ele precisa de uma inspiração, pega na rapariga. – Ele pediu e um dos homens pegaram na April.
Damon: Não! – Gritei em resposta.
April: Damon. – Ela chorou.
Jonh: Vamos Damon, beija a noiva ou os miolos da miúda vão enfeitar o tapete vermelho da capela. – Segurei na cintura da Elena e beijei-a, eu segurei-a do meu lado e olhei para o Jonh que ainda mantinha a minha irmã junto dele. – Segura-a por mais um tempo eu gostei dela.
Damon: Solta-a! — Eu pedi com raiva.
Jonh: Ou o que Damon? O que é que podes fazer?
Caroline: Ele não pode fazer muito senhor Gilbert, mas eu garanto-lhe que a minha 38 pode fazer muito. – A loira de olhos azuis apontou a arma bem no meio da testa dele e sorriu confiante para nós.
Jonh: Caroline Forbes, não é? A nova namorada do Enzo, outro imbecil, temo que ele seja a ovelha negra da família também. — Ele olhou para o homem que segurava a April e assentiu. – Atire.
Damon: Não! – Gritei e ele levantou a mão, a April estava a chorar tanto, ele ajoelhou-a no chão e ela tentou engatinhar mas o homem agarrou-a pelos cabelos.
Jonh: Não gosto de ser ameaçado Damon, pede à tua amiguinha para tirar a arma dela da minha cabeça.
Damon: Care, por favor... – Ela afastou-se segurando a arma e foi para o lado do Enzo e da minha família.
Elena: Pai.. Por favor, larga-a – Disse com lágrimas no olhos – Ela não tem culpa de nada pai…
Jonh: Já te mandei calar Elena, eu é que sei!
Elena: Pai! – Gritei com raiva – Larga. Já. A. April. – Disse pausando com a raiva
Jenna: Jonh, não faças mais disparates, larga a rapariga..
Elena: Por favor pai, eles não têm culpa, por favor solta-a..
Jonh: Calem-se todos! Suas putas acham que vou fazer o que querem? Eu sou Jonh Gilbert, ninguém manda em mim!
Alaric: Mas que raio de homem és tu para chamar à tua mulher e à tua filha de putas?
Jonh: Disseste bem meu... meu… — Ele parou a frase com tanta raiva que ele estava – MINHA mulher e MINHA filha!
Enzo: Elas não te querem Jonh!
Jonh: Cala a boca, seu desgraçado! – Disse e levantou a mão dando ordem para que batessem nele
Caroline: Parem! Largem-no já! – Disse com a arma apontada aos dois brutamontes que batiam no Enzo — Parem ou disparo!
Jonh: Pronto, já chega, não queremos deixar a rapariga sem namorado, né? – Disse e todos os homens dele gargalharam e pararam.
Caroline: Seu.. Seu..
Jonh: Cuidado com a língua minha menina!
Elena: Pai! Já chega!
Jonh: Já te mandei calar! – Tentou dar uma bofetada à filha, mas eu pus-me à frente
Damon: Tu não tocas na minha mulher! – Disse gritando de tanta raiva
Jenna: És um homem desprezível Jonh, mereces tudo o que te está acontecer, tinhas uma família linda e vê só o que lhe aconteceu, o teu filho morreu por causa das tuas ambições, a tua filha teve que fugir para ser feliz e eu o mesmo. Tu não mereces nem um pouco daquilo que nós te demos.
Jonh: Eu já vos mandei..
Elena: Não pai, não nos vamos calar, sempre foi tudo à tua maneira, uma maneira brutal e nada saudável, não nos iremos calar perante ti, porque já não és nada, já não vivo debaixo do mesmo teto que tu para me dares ordens, não sou mais a tua menininha, cresci e cresci muito bem, com o amor incondicional da minha mãe, pois tu nunca foste homem o suficiente para te fazeres de meu pai, quando eu mais precisei de uma palavra de confiança, comparavas-me sempre ao Kol e como achas que me sentia cada vez que o mencionavas? Eu sentia-me uma merda, porque apesar de me esforçar para ser uma filha de orgulho, tu sempre me rebaixavas e me comparavas com o meu irmão morto por tua causa, se quiseres que te agradeça, eu só irei agradecer pelo facto de teres sido tão horrível, porque isso levou-me a conhecer o homem fantástico que tenho agora como marido e amor da minha vida. – Disse interrompendo o pai – Agora larga já a minha cunhada, — Disse gritando -, e deixa-nos a todos em paz, tanto a família Salvatore, como a família Saltzman, nunca mais te quero ver pai... Nunca mais – Disse com raiva e sem conseguir controlar as lágrimas que saiam dos seus olhos.
Jonh: Eu quero a minha mulher e a minha filha no meu carro. – Disse desprezando a filha com frieza
Elena: Podes continuar a desprezar-me à vontade, já estou habituada desde que nasci mesmo, por tanto é me minimamente indiferente que o faças..
Jonh: AGORA! – Disse gritando para elas
Damon: Eu creio que isso não seja possível, a minha mulher já é maior de idade e pode muito bem fazer as escolhas dela, como escolher ir ou não, e como já entendeu ela não quer, aliás ela quere-o bem longe de todos nós. E a tua mulher eu temo ser o portador da informação mas ela também está casada com outro homem como podes bem ver.
Jonh: E eu lamento ser o portador do cheque que vai pagar a morte da tua irmã.
April: Por favor não. — Ela chorava como nunca, o desespero no seu rosto era incomum, ela não devia estar nisso. Olhei para os rostos dos meus familiares e me entristeci, todos estavam desesperados pela minha irmã e com motivo, uma arma daquele tamanho apontada para a sua cabacinha de vento e pronta para atirar, só tinha uma decisão a se tomar e só demorei um segundo para pensar.
Damon: Jonh...
Xxx: Pai. – O homem chamou-o atrás dele e todos viraram para a porta da capela que agora estava vazia a não ser por nós que lá estávamos dentro.
Zanya: Não pode ser.. – Ela disse levando as mãos à boca.
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