Notas iniciais
Queria começar pedindo... Desculpas!
Gente, é sério, de joelhos. Eu fiquei mt enrolada com meus trabalhos e testes e realmente, nem tive tempo de sonhar com isso daqui. Ás vezes eu até atualizava o Ipod e vinha dar uma olhada, mas nem tinha como. Tô doida mesmo.
Agora, de manhã, mais uma bomba: Meu facebook foi bloqueado, acredita? E está acusando que eu entrei nele ontem entre 20h e 21h, o que é mentira. Conclusão, estou que nem uma maluca aqui, pq meu facebook tem de tudo: Desde fotos de familia, minhas, grupos com MEUS amigos e com MINHAS coisas, grupos de bandas falando só merda HSKJSKDKLSD É o único contato que eu tenho com amigos, tem textos meus. puuuuuuuuuuta que merda. Mas já liguei pra minha mãe e ela pediu pra mim esperar e ficar calma. Sério, se eu descobrir eu mato. PORRA. Sem falar do susto de pensar que tudo meu havia sido hackeado.
Enfim, vou bolar algo grande aqui ♥ Ou tentar.
Beijos, DESCULPA MESMO!
BOA LEITURA!
Gerard sentiu a cabeça pesar e o corpo doer por inteiro. As luzes da manhã iluminavam o quarto, e a medida que ele despertava, todas as lembranças e memórias despertavam também. Droga, quantas vezes ficara bêbado e nunca lembrou de uma unica palavra?

-merda, merda, merda — ele baixo, para si mesmo, no quarto branco ilumado, ouviu passos.

-Bom dia, Way — Brian entrou radiante

Gerard sentiu um turbilhão de emoções o tomar. Era o arrependimento, ódio, dor...

-Está tão sério! Relaxe, assim como foi noite passada. Alais, não vai me perguntar o que está fazendo aqui?

-Não — Gerard disse emburrado, levantando e procurando suas roupas — Porque eu lembro e... Meu Deus...

-Foi uma loucura, não foi? Melhor que antigamente, Iero te preparou bem...

Gerard sentiu uma faca do peito quando Molko falou de Iero. Frank nunca iria perdoa-lo, muito menos agora.

-Loucura foi o que eu fiz, meu Deus, foi... O pior erro da minha vida. Todos os momentos que eu passei com você foram os piores — Gerard pos a blusa e saiu do quarto.

-Aonde vai? Nem tomou o café especial.

-Para casa de alguém especial, antes que eu termine mais infeliz.

Por sorte, a casa de Brian era próxima de um ponto que ônibus, por sorte ontem a noite foi paga pelo mais velho. Lhe sobrava alguns trocados, que serviriam para leva-lo aonde queria.

Gerard retornou a casa amarela, sentindo uma facada maior ainda ao ver o local. Era uma nostalgia filha da puta, que quase o enlouquecia e deixava-o tonto. Era fenda entre o passado e o presente, o pedaço que lhe restava.

Way parou em frente a casa, tocou a campainha, bateu na porta. Tudo trancado. No meio do desespero começou a gritar com todas as suas forças.

-Frank! — Porém nada nem ninguém respondia, a casa parecia abandonada. — Frank, por favor, abre essa porta! Eu sei que você está ai.

Ele fez uma pausa para respirar. Novamente, ninguém respondeu.

-Frank, por favor, me perdoa!

Ele fazia um escândalo em frente a casa de Iero, porém ninguém respondia. Gerard sabia que havia uma pessoa que saberia aonde ele estava.

A casa de Quinn era apenas em um quarteirão, e não precisou nem apertar a campainha duas vezes. O loiro abriu a porta em silêncio, sem nem perguntar o que o moreno fazia ali, parecia até que já sabia. Quando entrou no hall da sala Way percebeu a presença de Bert.

-Sente-se — McCracken disse calmo, quase com pena. Gerard esperava um "sente-se" imperativo, ou até mesmo grosso, mas não.

-Frank não está em casa! — Way exclamou — Aonde ele está?

Quinn mordeu o lábio e disse que não aguentaria contar, Bert acentiu e apenas deu na mão do confuso Gerard, a carta que Frank deixou.

Gerard leu até o final, tremendo, como se tivessem jogado em cima dele um balde de gelo, as lágrimas caiam devagar, sem pressa.

-Ele foi... Embora? — perguntou desolado.

-Foi. — Quinn respondeu sincero — Linda volta semana que vem, e trás consigo um bilhete que ele escreveu especialmente para você. Frank me ligou mais cedo, ele está em Washigton e Gerard... Ele vai ser feliz lá.

-Jura? — Gerard gritou — Ele vai ser feliz? Que ótimo!

O maior chorava inconformado.

-É isso mesmo? Eu o tirei dos melhores amigos, da cidade natal, da casa da mãe? Ele foi embora... Por mim?

-Foi. — Era só isso que McCracken conseguia responder.

-Mas ele vai ser feliz, certo? — Way perguntou com um olhar perdido.

-Sim, ele vai. — Allman tentou acalmar o moreno.

-Tudo bem — Gerard disse sentindo seu corpo pesar como nunca.

Way permaneceu com os amigos até um certo horário. Foi andando devagar até em casa, sentindo o coração bater devagar e a mente trabalhar rápidos. Ele sentiu a perda, havia perdido Frank e ele sabia disso. Ao chegar em casa Donna estava preocupada, mas entendia que ele havia passado a noite com Frank, Gerard riu, e contou a verdade a mãe, que foi carinhosa e o afagou nos braços, pedindo que ele tomasse um banho e descansasse.

Gerard esperou que Mikey chegasse, mas era tarde e nenhum sinal do menor, então começou a escrever uns poemas e contos, uns ficaram inacabados, pois Mikey chegou com grandes novidades. Contou que estava namorando com Alicia e que havia dado uma aliança a ela.

-Isso é incrível! — Gerard declarou. — Muito bom, estou orgulhoso de você!

-E você... Passou a noite fora... Fez as pazes com o Frank em grande estilo?

-Frank foi embora — Way cuspiu rapidamente a verdade.

-Como? — Mikey ficou apavorado.

-Frank foi para Washington, com o irmão. Me deixou, pronto, feliz? Ele deixou uma carta, para os amigos e tudo mais, deixou também um presente para você, lembrança.

Mikey ficou calado e pasmo. O rosto de Gerard começava a ficar vermelho e os olhos, encherem de lágrimas, mas ele as segurava com orgulho. O menor não encontrou palavras e apenas abraçou o irmão. "Vai ficar tudo bem" ele sussurou, Gerard apenas respondeu "Ele vai ser feliz". Depois de horas, Gerard adormeceu e Mikey deixou o irmão ali. Pediu para que a mãe o levasse até a casa de Quinn e se reuniu com ele e McCracken para falar do assunto. A conclusão era rápida e sem erro: Frank havia ido embora, e Gerard, comido vivo pelo arrependimento.

O maior acordou no meio da madrugada e pegou o caderninho ,que nunca usava para nada, finalizando alguns contos e poesias e escrevendo mais e mais. Era a única coisa que o aliviava, era isso, ele seria escritor.

Notas finais
EU TENTEI. SKLDKSLLFÇS~ÇF
BEIJOS!