Love Strong

9 Capitulo 9: Quem acredita sempre alcança, ou neste caso, encontra!


Notas iniciais
Bem, como estão vocês? Muitooo obrigada as lindas que comentaram e que favoritaram a fic, sejam bem vindas leitoras novas!!! galerinha vamos lá né, tem mais de 205 pessoas acompanhando a fic e não consigo nem 50 reviews em um capitulo? Poxa isso desanima um pouco p.p Mas.... vamos deixar o drama de lado afinal vocês estão ansiosas para o capitulo??? Leiam as notas finais é importante hein... Boa Leitura!!!

No capitulo anterior...

Já fazia nove meses que eu não via nem meu filho nem Isabella e isso estava me matando cada vez mais e mais... Laurent não tinha mais pistas e a dois meses ele tinha viajado para a Europa para tentar acha-los, mas não estava sendo bem sucedido na procura e isso estava matando cada vez mais minhas esperanças... Mas eu me mantia forte graças a minha família que tinha tantas esperanças de encontra-los que me contagiavam também... Mas ainda assim era difícil para mim, meu mau-humor continuava e admito que continuava um grosso e muitas vezes insensível, mas eu estava tentando mudar, era difícil, mas eu estava.

Para passar o meu tempo, eu ficava o máximo que eu podia enfurnado no hospital com a cabeça no trabalho e na casa dos meus pais... Só voltava pra casa para dormir, isso quando eu não dormia na casa dos meus pais, afinal toda vez que eu voltava para minha casa lembranças me atormentavam...

Eu continuava apenas ali... sem nada por dentro, vazio, oco... E pior de tudo é que isso era culpa minha... E essa era a minha única certeza...

***

Pov. Edward

Eu estava completamente exausto, e não era apenas exaustão física mas mental também, eu me encontrava jogado em minha cama, ignorando tudo e todos, afinal eu precisava de um pouco de silencio, um pouco de paz, e estava satisfeito por meus empregados respeitarem isso... Bem pelo menos isso eles respeitam já que vivem me xingando pelas costas, mas sei que não posso exigir nada, afinal eu sempre fui um monstro sem coração e impiedoso com todos.

O barulho irritante do toque da porra do meu celular, me tirou de minha paz momentânea... mas ao mesmo tempo a esperança surgiu ao imaginar que poderia ser Laurent com notícias boas para mim. Mas logo ela se foi ao ver que era apenas minha irmã ligando, já que "Baixinha irritante" piscava na tela.

Ligação On:

– Fala.

– Bom dia irmãozinho, como você está neste dia ensolarado e lindo?

– Fala logo Alice que não estou com paciência para você hoje.

– Nossa seu grosso, estúpido, que educação hein, acordou com o pé esquerdo hoje por um acaso? Eu hein...Que mau humor...

– Não estou com paciência nenhuma toquinho de amarrar jegue, já falei... E tenho certeza de que você não me ligou para ficar questionando o meu humor e testar minha paciência, não é?

– Então me diz, quando é que você realmente está com alguma paciência Edward? Me poupe homem, as vezes eu acho impossível você conseguir voltar a ser aquele Edward de antigamente, sabia? Você as vezes é muito arrogante e prepotente...

– Fale logo de uma vez Alice, pelo amor de Deus criatura...

– Tá bom, tá bom, cacatua estressadinha...– Respirei resignado, meu mau humor estava terrível e ela nunca ajudava em nada...– Vem almoçar aqui amanhã...E isso não é um pedido Edward, é uma intimação.

– Alice olhe só eu realmente não pos...– Comecei a recusar o 'convite', ou melhor, intimação, quando a mesma me interrompeu.

– Edward agora quem pede pelo amor de Deus sou eu... deixa de ser imbecil. Merda! Ou você por um acaso se esqueceu que daqui a uma semana é o aniversário da mamãe? Da nossa mãe? Eu, o Emm e o papai queremos combinar uns detalhes para irmos jantar fora e fazer uma surpresa para ela no dia, e você aí sendo egoísta, eu sei que você quer mudar e deixar de ser um arrogante metido que só pensa em si mesmo, mas isso não está dando muito certo não, sabia? Você ainda está se comportando como um idiota. – Passei a mão livre despenteando ainda mais meus cabelos... Droga, fiquei tão focado em encontrar meu filho e Isabella, na minha própria dor que me esqueci que o aniversário da minha mãe se aproximava.

– Tudo bem baixinha. eu vou, eu vou, okay?

– Que bom, é baixinha é a puta que te...

– Alice, não xingue nossa mãe okay? Ela não tem culpa de você não ter crescido.

– Argh, tchau Edward.

– Tchau tampinha, baixinha, anã, barra toquinho de amarrar jegue.– Eu queria irrita-la

– Cacatua cabeçuda desgraçada de uma figa.– Exclamou antes de desligar, o que me fez gargalhar como a muito tempo eu não fazia.

Ligação Off.

Me joguei novamente na cama e deixei a inconsciência me dominar em pouco tempo, estava tão pensativo que nem havia me dado conta do tão cansado que eu estava.

*** 5 meses depois

Fazia exatos um ano e dois meses que eu não tinha notícias de Isabella e de meu filho Antony, eu já não tinha quase que nenhuma esperanças de procura-los, mas jamais dizia isso para minha família e também jamais disse isso para Laurent que continuava os procurando incansavelmente, acho que no fundo um único fio de esperança ainda estava, mas era algo minusculo comparado com a desilusão e com a dor que ocupa todo o resto.

– Edward?– Levantei meus olhos fitando meu pai entrar na cozinha de sua casa, tinha resolvido passar este final de semana.– Venha comigo filho...

– Aconteceu alguma coisa pai?

– Laurent está ao telefone... Acho que ele os achou meu filho... acho que ele finalmente os encontrou, depois de tanto tempo... finalmente creio que ele os tenha achado...– Abri um imenso sorriso e praticamente corri até a sala, onde minha mãe andava de um lado pro outro, Alice e Emmett tinham um sorriso grande no rosto e minha vó sorria olhando pela janela, perdida em pensamentos... a esperança fluía em mim de uma maneira inacreditável...

Fui até o telefone ainda mais rápido, sentindo o coração palpitar fortemente no peito, me sentia como se a qualquer momento ele fosse saltar de mim pela boca...

Ligação On:

– Laurent?– Estava tão ansioso para ele me dar a notícia que tinha os achado finalmente, que até me esqueci de saudá-lo corretamente e de trata-lo pelo sobrenome.

– Sr. Cullen... Eu finalmente os achei. – Abri um sorriso maior ainda e senti meu coração se encher de felicidade e esperança.

– Antes de tudo me chame apenas de Edward, já falei isso... Agora diga-me aonde eles estão Laurent? Em que lugar? – Questionei já ansioso para ir até onde fosse e implorar, de joelhos se fosse preciso, o perdão dos dois.

– Em Londres senhor Cul... er ... quer dizer Edward...– Ele respirou fundo antes de voltar a falar.– Ela é a filha única de Charlie Swan, se o senhor tivesse conhecimento deste fato eu a teria achado em pouquíssimos meses, ou até mesmo dias.... mas o importante é que eu consegui encontra-los...

– Então ela é realmente filha do magnata de hotéis Charlie Swan?

– Sim Edward, a única herdeira de toda a rede de hotéis dos pais falecidos á alguns anos...– Eu ainda não conseguia entender o motivo ao certo da mesma morar num apartamento como aquele e ainda por cima morar nesta cidade sendo que poderia estar em qualquer outra do mundo.... realmente ela era diferente, especial e principalmente única...

– Okay então, mas onde posso encontra-los exatamente? Como eles estão? Você os viu? Chegou a falar com eles? Ou com ela? Como meu filho está? Estão precisando de alguma coisa? Meu filho está feliz?

– Calma. – Ele riu.–... eu apenas a reconheci de longe, ela estava com Antony sim, eles estavam no shopping fazendo compras, estavam numa loja de artigos infantis...Ela o deixou escolhendo brinquedos quando ia olhar algumas roupas de crianças e barracas de acampamento infantil também, mas sempre o observando, muito zelosa, tenho que acrescentar. – Sorri.– ... eu me aproximei dele e conversei com ele apesar dele insistir que não podia conversar comigo pois eu era um estranho e a mãe dele dizia que não podia conversar com estranhos.

Eu ri, meu pequeno rapazinho já deveria estar quase que com seis anos, deve ter crescido bastante e eu não estava junto para acompanha-lo... e tudo por minha e exclusivamente minha culpa....

– Mas ainda assim ele conversou um pouco comigo e me falou seu nome, Antony, e o da mãe, Isabella mas que a mesma prefere ser chamada apenas de Bella, me contou também que vivia no mesmo prédio dos padrinhos dele, Jasper e Rose, que são primos de Isabella, Jasper e Rosalie Hale são sobrinhos de Charlie Swan, ele me contou também que tinha muitos amiguinhos na escola... Posso dizer que conversamos cerca de 10 minutos mais ou menos, ele me contou que morava perto do shopping e que a madrinha dele vivia o levando lá e essas coisas, ele começou a me contar sobre o pai... – Nesta hora eu gelei mas ao mesmo tempo me senti feliz por ele se lembrar de mim, ou pelo menos, ainda me chamar de pai.–... mas nessa hora a Isabella chegou e me olhou desconfiada, logo em seguida chegou um cara loiro e a chamou para ir embora dizendo ia enlouquecer se uma tal de Rose ligasse mais uma vez para ele brigando por não terem levado-a ao shopping também.

– Ótimo! Vou pegar o primeiro voo que tiver para amanhã mesmo, irei para Londres, depois você me envia o endereço e tudo certinho.

– Sr. Cullen...

–Edward...

– Desculpe, Edward eu não sei onde ela mora mas sei que é perto do shopping, mais algum tempo e eu descubro.

– Tudo bem.... Ainda assim amanhã mesmo já estarei desembarcando aí.

– Ficarei aguardando o contato, assim que chegar me avise para nos encontrarmos para lhe dar mais detalhes.

– Tudo bem, muito obrigada.

– Só fiz o meu trabalho Edward e tenho que dizer que demorei demais para finalmente conseguir encontra-los, mas felizmente eu consegui... – Ele ficou um minuto em silencio, mas o pouco que eu já o conhecia tinha certeza de que estava sorrindo aliviado.– Até logo Edward, colherei mais informações até amanhã, quando o senhor chegar...

– Até logo então...

Ligação Off.

Me virei para minha família ainda com um sorriso no rosto e todos me fitavam do mesmo modo, finalmente depois de um ano terrível. Logo recebi uma mensagem de Laurent me informando o bairro e o shopping onde ele os encontrou, logo informei minha família e meus pais abriram um sorriso ainda maior.

– Irei amanhã mesmo para Londres encontra-los e fazer de tudo para traze-los de volta para minha vida...

– Todos iremos com você meu filho.– Falou minha mãe me surpreendendo, como assim?

– Mas não há necessidade mãe, vocês não precisam deixar sua vida aqui para me acompanhar, eu fiz a merda toda e isso é apenas uma consequência do meu ato, vocês não tem que se importar, pelo menos não com isso...

– Na verdade Edward, eu fui transferido para o hospital perto deste shopping, fica no centro de Londres e é um dos mais conhecidos de lá... Eu e sua mãe iríamos nos mudar para lá ainda essa semana, já que a casa que compramos está toda mobiliada, ontem contamos ao seus irmãos e eles já fizeram a transferência da faculdade para lá e sua vó...

– Eu também vou querido, vou ver se consigo arranjar um inglês gostoso para mim sabe...– gargalhei alto, sendo acompanhada por meus irmãos, minha vó jamais mudaria.

– Então vocês vão mesmo amanhã mesmo comigo para Londres encontrar meu filho e a mulher da minha vida?

– É claro que sim.– Exclamaram todos e logo em seguida Alice soltou um gritinho histérico e correu escada á cima parecendo desesperada e soltando mais de seus gritinhos histéricos...

– O que foi que houve com ela? Parece que vai tirar o pai da cruz...

– Ela provavelmente foi terminar de arrumar as malas, ela já tinha começado ontem mesmo... E disse também que iria precisava de tempo para saber tudo o que levar e agora, eu duvido, que ela durma pensando em todas as roupas, sapatos, acessórios e toda a baboseira que terá que levar.– Falou Emmett num fôlego só, para logo em seguida respirando fundo. e nos olhar normalmente.

– Minha nossa Emmett... respire na hora de falar...– Exclamei estupefato. – Que fôlego que você tem...– Resmunguei ainda atônito por ele ter falado tudo aquilo sem respirar.

–Isso por que você não viu a tampinha... O fôlego dela é algo assustador... Ela não cala a boca um segundo se quer, é bizarro... muito mais do que ela...– Comentou Emmett.

– Emmett.– Ralhou meus pais.

– O quê?– Perguntou com cara de indignado.

– Isso não é jeito de falar da sua irmã.– Disse meu pai sério.

– Ah qual é pai, a toquinho de amarrar jegue fala pra caramba mesmo...– Me segurei para não rir do apelido...

– Emmett, não fique dando esses apelidos toscos para sua irmã, quantas vezes vou ter que repetir isso?

– Ah mãe, mas ela é bem baixinha...

– Eu também sou.– Retrucou.

– Não, você tem até que uma altura legal... mas a Alice parou de crescer aos dez anos...

– Eu ainda vou crescer mais seu armário sem cérebro.– Olhamos para a escada e lá estava Alice com os olhos cerrados.

– Não vai nada o anã de jardim, não se deve alimentar falsas esperanças sabia?

– Claro, afinal pra você ser inteligente só nascendo de novo...

– Você qu...

– PAROU.– Todos fitamos dona Esme vermelha com as mãos na cintura, extremamente brava.– Não quero saber destas briguinhas infantis que não levam a lugar nenhum, agora um peça desculpas para o outro e...

– Mas ele que começou...– Reclamou Alice.

– Não interessa, agora os dois peçam desculpas um pro outro e vão para o quarto arrumar as malas...

– Não somos mais crianças mãe.– resmungou Alice.

– Mas enquanto se comportarem como uma serão tratados como tal.

Depois da cena 'infantil' e engraçadíssima os dois se desculparam e subiram as escadas com bicos enormes, sem reclamar mais...

– Acho que você deveria ir para casa e arrumar suas coisas filho... Venha para cá amanhã assim que acordar, tomaremos o desjejum juntos e depois vamos rumo á Londres.

– Tudo bem pai, eu já estou indo.

Me despedi de todos da minha família e fui rapidamente para minha casa, assim que cheguei lá pedi para minha governanta, dar férias para todos os empregados, afinal eles necessitavam de cerca de dois a três meses de férias, então já as concedi de uma vez, pedi para a mesma mandar uma faxineira duas vezes por semana para limpar a casa toda com sua supervisão, ela assentiu e logo se retirou, mas não sem antes eu ver seu sorriso de satisfação...

Depois subi e arrumei minhas malas, afinal não saberia ao certo quanto tempo iria ficar fora, coloquei o essencial e logo liguei para o hospital pedindo minha transferência temporária para o mesmo hospital que meu pai fosse trabalhar em Londres.

Quando me deitei para dormir, minha cabeça trabalhava tanto que eu me sentia mais desperto do que nunca, meu coração ainda batia fortemente no peito eu me sentia como nunca antes... Uma ansiedade sem fim, mas ainda sim muito temeroso por não saber o que encontrar depois de tanto tempo, e sabia que ainda demoraria um tempo para tudo se tornar perfeito, mas não desistiria disso jamais...

Notas finais
Próximo capitulo dia: 12/12;2014 ~~~*~~~ Spoiler do próximo capitulo... – Mas, creio que não podemos ir até a porta de Isabella bater e dizer "Oi, desculpa o incomodo e me perdoe por aparecer assim depois de mais de um ano e meio, mas é que coloquei um detetive atrás de você, Isabella, e gostaria de saber se posso ter você e meu filho na minha vida novamente." Seria imbecil demais caso eu fizesse isso, o mínimo que eu iria ganhar seria um belo tapa na cara e Isabella fechar a porta na nossa cara, ou pior, o noivo dela estar lá.– Fiz uma careta ao mencionar o 'noivo' de Isabella, mas continuei.– e estragar ainda mais as coisas que vamos combinar, estão pra lá de negativas... – Edward está certo Emm, temos que agir com calma.– Concordou Alice. ~~~*~~~ Então resolvi fazer um tipo de perguntas e respostas nos capitulos, se quiserem participar vai ser assim, nos reviews você diz o nome do personagem ao qual quer fazer uma pergunta e ao lado sua pergunta para o personagem que vou responder pelo ponto de vista dele no capitulo seguinte, e algumas perguntas apenas serão selecionadas, com isso vocês podem tirar alguma dúvida ou qualquer coisa do tipo... Mereço reviews? Favoritamentos? Recomendações? XOXO