Love Strong
2 Capitulo 2: Na vida também se encontra anjos!
Notas iniciais
Pov. Bella
Hoje seria o primeiro dia que eu lecionaria para o primário da escola de Forks... Não foi pra isso que me formei porém eu necessitava de juntar mais um dinheiro para poder realizar meu sonho e ir lecionar em minha terra natal, Londres, e assim viveria junto de minha família lá, bem... apenas meus primos e meus tios.
Respirei fundo e andei rapidamente até a sala da diretora, a senhora Flowers parecia ser uma senhora bondosa e assim uma boa diretora. Bati na porta e logo entrei, ela me deu uma lista de presença, algumas instruções e fomos em direção a minha sala...
– Aqui está sua sala senhorita Swan, tenha um bom dia!– Falou simpática, respirei fundo e adentrei a sala.
Lá dentro se encontrava várias crianças dentre 4 e 5 anos, estavam bem agitadas corriam de um lado pro outro, riam, brincavam e gritavam muito também. No entanto no fim da sala se encontrava um menininho de cabelos castanhos e de olhos extremamentes verdes, porém os mesmos eram tristes e apagados demais para uma criança, ele estava com os braços cruzados em cima da mesa e a cabeça apoiada neles me fitando atentamente.
– Bom Dia Alunos!– Exclamei alto e aos poucos eles iam parando e se sentando em seus lugares.– Eu sou Isabella a nova professora de vocês.
– Bom dia tia Isabella!– Falaram juntos.
– Me chamem de tia Bella.– Falei sorrindo, os fazendo sorrir também.
– Bem quais de vocês já sabem ler?– Perguntei e a maioria levantou a mão, inclusive o menininho que se sentava lá trás.
– E escrever?– Um pouco menos levantou a mão, mas ele levantou novamente.
– Muito bem, então hoje iremos praticar um pouquinho e para aqueles que não sabem quero que venha um por um começando por essa fileira.– Apontei para a que estava do lado da porta.– Venha primeiro, enquanto aos outros quero que pegue uma folha de caderno.– No instante seguinte só se ouvia as folhas se rasgando, sorri.– E agora escrevam seu nome completo nela, não tem importância se não sabem , quero que escrevam como vocês imaginam ser... – E assim continuei as explicações e minha aula...
[...]
Depois de muito rir com eles, ajudar a aprender bastante também, além de receber beijos das meninas e abraços de alguns meninos chegou finalmente a hora do recreio, todos correram animados pra fora da sala de aula, mas aquele menininho que descobri se chamar Antony, não foi... cheguei perto dele e me abaixei ao seu lado.
– Não vai ir brincar pequeno Tony?– Perguntei e ele se virou e me olhou espantado.
– Ninguém me xama de Tony.– Falou pronunciando errado, o que o deixava ainda mais fofinho e lindo.
– Mas você gosta deste apelido?– Ele assentiu com a cabeça rapidamente e me deu um sorriso tímido, o deixando ainda mais encantador se possível. – Então não vai brincar com seus amiguinhos?
– Não teno amiguinhos.– Disse abaixando a cabeça.
– E por que meu pequeno?– Ele me olhou novamente e senti meu coração em pedaços... ele estava chorando.
– Pulque o Edard disse que não posso te amigos, pulque sô um meninho luim.
– Quem é ele?
– Meu papai...
– E porque não o chama assim?
– Ele diz que num pode, que eu fui um menino mau e matei a minha mamãe, mas que ela pla mim ter molido no luga dela.– Arregalei os olhos quando ele disse isso.– Mas eu não quelia te matado ela... E e-ele não acledita em mim.
– Ele fala isso pra você?
– Xim...– As lágrimas desciam descontroladamente pelo rosto dele.
– Ele é que não merece ter um filho lindo e inteligente como você.
Foi então que ele fez algo que me surpreendeu, ele me abraçou apertado e logo o retribuí... o fazendo chorar mais ainda, sem saber o motivo comecei a chorar junto dele também... Meu bebê teria a idade dele agora... respirei fundo e afastei esses pensamentos que sempre me deixavam pra baixo e isso não aconteceria... Tony então se afastou de mim.
– Disculpa pelo ablaço.– Falou me olhando temeroso.
– Não tem por que se desculpar pequeno.
– É que eu não posso ablaçar ninguém, eles brigam comigo e dexam de catigo no cato isculo e eu fico cum medo.– Falou.
– Me conta tudo pequeno?– Ele assentiu e eu me sentei ao seu lado escutando atentamente tudo que o pequeno Tony contava pra mim.
[...]
Já estava deitada na minha cama no pequeno apartamento, quando me lembrei de tudo que Tony me contou... como um pai poderia fazer isso com o filho? E ainda deixar que a madrasta do mesmo o batesse? Era muita crueldade isso sim... Adormeci pensando que quanto mais eu via do mundo, mais eu me surpreendia com a maldade que existia.
A semana se passou rapidamente e cada vez mais eu me apaixonava por crianças, mas um em especial já estava marcado a ferro no meu coração. A cada dia que se passava Tony estava mais apegado a mim e chegava ansioso na escola e voltava triste para casa, mas no fim de semana ele chorou dizendo que não queria ir, com muito custo ele foi com o motorista que sempre vinha busca-lo.
Pov. Edward
Aquele moleque só me trazia problemas e mais problemas... não sabia o porque dele não ter morrido no lugar de minha Caroline, minha amada Caroline, ela deveria ter ficado comigo e não ele... Por isso nunca o tratei bem, a culpa era dele e só dele... Quando ele estava com três anos conheci a sexy loira e fogosa Tânia Denalli, logo começamos a sair e em seguida a namorar... mas ela não queria saber de Antony então passei a trata-lo ainda pior, e sabia que ela não o tratava bem também e isso pouco me importava.
Minha família não aprovava o jeito que eu o tratava, diziam que era frio demais com Antony, mas eles nem desconfiavam de como eu o tratava em casa e assim era melhor... Eu o proibia de chamar meus pais de vô e vó, e meus irmãos de tio, era apenas senhor, senhora ou pelo nome... Minha família sempre tentou mudar isso, mas ele tinha medo de mim e isso era algo bom, pelo menos eu acreditava que sim...
Essa semana eu passei inteiramente na casa de Tânia que se tornou minha noiva e deixei o fedelho em casa com os empregados, porém minha mãe me ligou para levar Tony para jantar e dormir lá hoje, sexta-feira, e não tive como recusar já que ela não o via á quase quatro meses.
Cheguei em casa lá pelas 16:00 horas da tarde e se ele já não tivesse lá, logo estaria chegando. Entrei e fui diretamente para meu quarto
tomar banho e trocar de roupas rapidamente, assim que saí do banho ouvi o barulho de carro chegando, logo passinhos ecoaram pelo corredor rapidamente e um choro se intensificava cada vez mais.
Respirei profundamente e fui em direção ao quarto do Antony
, abri a porta e o encontrei com a cabeça dente um travesseiro chorando de soluçar, bati na porta e ele levantou a cabeça rapidamente e me fitou com os olhos amedrontados, inchados e completamente vermelhos.
– Vá tomar um banho que vamos na casa dos meus pais.– Falei rudemente.
– M-Mas P-papai...
– Não me chame de pai moleque, já falei para não me chamar assim.– Grhuni com raiva. – Você não é meu filho, deixou de ser quando matou sua propria mãe, quando matou minha mulher.– Falei rosnando, ele soluçou novamente e me senti mal, mas logo afastei esses pensamentos, ele merecia... ele matou minha Caroline. – Pare de chorar e vai logo se arrumar.– Saí do quarto irritado e logo fui me trocar esperando aquele peste aparecer.
... 3 meses depois ...
Já fazia três meses que Tony tinha a tal professora da Isabella, e cada vez mais ele parecia empolgado, feliz e também apegado á ela... Rá deve ser uma velha horrenda que nem teve filhos, por isso fica alugando Antony, só pode ser essa explicação para aguenta-lo. Irei me casar em oito meses com Tânia mas como condição ela pediu-me para me livrar de Antony, e isso era algo que sempre quis fazer mas minha família nunca aceitaria mas agora isso pouco me importava se ninguém o quizesse ele iria para um orfanato e ponto final. Ouvi batidas na porta e falei um 'entre' audível e logo a babá do Antony andentrou meu escritório rapidamente.
– Com licença senhor.– Falou ela.– Mas a professora de Antony está pedindo para que amanhã o senhor vá até na escola pois ela necessita de falar com o senhor.
– Vá você e resolva isso, eu não tenho tempo para essas frescuras.– Disse grosso.
– Desculpe senhor, mas ela disse que só pode falar disso com o senhor...
– Mas que merda! Essse garoto só ferra com a minha vida.– Gritei e ouvi um soluço, olhei pra porta e o vi parado lá me fitando.– O que está fazendo aqui Antony? Saia daqui seu estorvo.– Esbravejei e o mesmo saiu correndo, me virei para a babá.– Diga a professora que amanhã irei comparecer, mas não irei demorar, tenho mais o que fazer.– Ela assentiu.– Pode se retirar.
No dia seguinte fui juntamente de Antony para a escola, ele parecia animado e ao mesmo tempo temeroso, mas pouco me importei com ele queria logo ir pro hospital e depois iria chamar Tânia para jantarmos hoje.
Fui andando pelo pátio recebendo olhares de luxúria pelas mães dos alunos, por professoras e outras funcionárias da escola, mas nada disso me importava, Antony me levou rapidamente até a sala ao qual sua professora me esperava, que por um acaso era a sala dos professores, porém parecia vazia.
Bati e ouvi um doce e agradável "Entre!", eu Edward Cullen achando algo agradável e doce? há me poupe... Entrei na sala rapidamente e quando olhei pra frente estanquei no meu lugar. Em minha frente, em pé, se encontrava não uma velha feia como imaginei, mas sim uma jovem garota de cabelos castanhos e pele de porcelana, a jovem era baixa e usava um vestido acima dos joelhos que deixavam evidentes sua coxas grossas e seu quadril arrebitado e redondinho, tirando o fato de que seus seios eram fartos e me pareciam deliciosos... mas o que era mais espetacular eram seus olhos... de um incrível tom de castanhos chocolates... parecia um anjo...
– Você deve ser o senhor Cullen.– Queria ouvi-la gemer isso na hora do sexo, isso sim.
– E você seria a professora de Antony?
– Exatamente... Isabella Swan, é um prazer senhor.
– O prazer é todo meu professora.– Logo minha mente vagou mais uma vez em mim comendo-a em cima daquela mesa...
– Queira se sentar por favor... prometo que serei breve.
– Ficaria grato com isso, afinal meus pacientes me esperam.
– Claro, afinal eles são mais importantes que seu filho.– Disse irônicamente.
– Sim eles são.– Respondi friamente.
– Bem então seremos práticos... o senhor não passa de um canalha, idiota, egocêntico, insensível, moralista, frio, arrogante e simplesmente patético.– levantei com fúria... quem essa professorazinha de merda pensa que é para falar deste jeito comigo?
– Quem você pensa que é para falar assim comigo?– Esbravejei me sentindo tremer de raiva.
– Sou uma pessoa que todo dia vê o quão triste seu filho é, o quão infeliz e carente ele é e o quão você é ausente e indiferente á ele.
– Pouco me importa como aquele fedelho é, ele deveria ter morrido no lugar da minha esposa e não ela.– A bela jovem inconsequente na minha frente estancou.
– Não sei como um pai pode tratar o filho desta maneira.– Falou.
– Ele não é meu filho, e logo irei me livrar dele.– Ela arregalou os olhos.– Vai prum orfanato bem longe ou então prum internato, tanto faz...– Falei friamente voltando a minha compostura normalmente.
– M-mas.... m-mas...– Arqueei uma sombrancelha.– D-Deixe me adota-lo então...– Ela realmente estava me propondo isto?
– Quer ficar com o fedelho para você?– Perguntei incrédulo.
– Sim.– Falou convicta, e então um plano mirabolante se apossou de mim completamente, me fazendo abrir um de meus famosos sorrisos tortos que ninguém conseguia resistir e ela não seria diferente.
– Então creio que possa lhe fazer uma proposta senhorita Swan.– Disse ainda com o sorriso estampado no rosto.
– Que proposta senhor Cullen?
– Bem... lhe darei a total guarda de Antony assinada e legalizada por lei, o tornando seu filho...
– E em troca... ?
– E em troca senhorita, você terá de passar uma noite comigo e saciar todos os meus desejos sexuais, por assim se dizer.– Falei firmemente ampliando meu sorriso ao ve-la empalidecer mais e dar um passo para trás...
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