Love Story
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Eu realmente me arrependi de ter batido a porta na cara do Elijah. Cara, ele é um original! Ele pode me matar em dois segundos! E ele pode arrombar a porta quando quiser, ele deve poder levantar o predio inteiro só com o dedinho. Ta, eu to exagerando.
*
Coloquei uma blusa xadres com uma blusa preta por baixo, um shorts jeans preto, arrumei meu cabelo em um rabo de cavalo alto, peguei meu Vans preto, coloquei e fui tomar café da manha. Eu iria até o restaurante do hotel, tomaria café e depois iria procurar alguém para, bem, fazer coisas de vampiro — le-se beber seu sangue.
( N/A: Pra quem quer ver a roupa que a Katherine tava: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=89552448&.locale=pt-br )
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Quando voltei ao quarto, Klaus não estava mais na cama. Se ele foi pra algum lugar sem mim — de novo — eu arrumo uma bruxa e mato ele. Isso provavelmente me mataria -por causa do negócio da linhagem e bla bla bla — , mais o que custa sonhar? Eu poderia pedir á bruxa para parar o coração dele, isso não me mataria, certo ?
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Quando eu menos percebi, tinha um híbrido — muito gostoso, por acaso — nu na minha frente. Mas ele estava de costas, bando de pervertidas. A bunda dele é branca. Se a bunda dele fosse bronzeada eu iria achar estranho e também meio — muito — gay.
Klaus colocou uma roupa e disse que nós iríamos ir conhecer alguns amigos dele quando anoitecesse, pois os amigos deles eram vampiros e não tinham anéis diurnos.
–Nos vamos nos, hmm -ele parou para pensar — nos divertir essa tarde — ele disse em tom de malícia e veio pra cima de mim e me beijou.
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Digamos que foi uma tarde bem, hmm, agitada. Levantei da cama e fui tomar banho, quando me olhei no espelho, percebi que estava toda descabelada e suada.
É a potência Mikaelson.
Tomei banho e coloquei uma blusa de manga comprida com a bandeira dos Estados Unidos, uma calça jeans preta e um salto preto também, fui até minha mala e peguei um colar de caveira e o coloquei.
( N/A: pra quem quer ver a roupa da Katherine: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=89622902&.locale=pt-br )
Quando voltei ao quarto, Klaus já estava devidamente vestido.
– Que horas nós vamos ? — perguntei
– Quando escurecer, porque ? — ele disse e sorriu malicioso — quer outra rodada ?
– Seu safado ! — bati nele com a escova de cabelo que eu tinha na minha mão
– Ai! Essa doeu! — ele brincou e começou a me fazer cócegas e eu comecei a rir
*
Ficamos no hotel até umas 8 horas, quando decidimos sair. Fomos até a rua principal de Nova Orleans e entramos em uma casa que parecia um bordel para vampiros. Cheio de mulheres — mortas, por acaso — semi-nuas jogas no chão com sangue em toda parte.
Nojento, mais exitante.
– Marcel ! — Klaus viu um negão e disse
– Klaus ! — o homem foi até o Klaus, os dois me ignorando, legal
– Essa é a Katherine — Klaus apontou para mim, lembrando que eu estava ali
– Eu não sabia que você levava sua propria comida para os lugares — só falta essa, aquele ser estava pensando que eu era a bolsa de sangue ambulante do Klaus!
– Ela é vampira, Marcel — Klaus disse antes que eu voasse no pescoço dele
– Agora que eu estou olhando direito, você parece com uma garota que eu conheci... — Marcel disse
– Katherine é uma duplicata Petrova, Marcel — Klaus explicou
–Eu sabia que já tinha visto esse rostinho antes ! — ele disse, ignorando o fato de ter me chamado de bolsa de sangue a 2 minutos atrás.
– Marcel, você pode vir aqui ? — um homem saiu de um quarto e o chamou
– Eu já volto, quero mostrar a cidade á vocês, na verdade á Katherine, porque você conhece bem a cidade, não é Klaus? — Marcel disse e foi atrás do homem
Eu e Klaus ficamos conversando amenidades enquanto Marcel conversava com o tal homem. Vocês diriam que eramos burros por não ouvir o que estavam falando por causa da audição que temos, mais o quarto era a prova de som.
Do nada chegaram 2 homens carregando uma mulher pelos braços, deduzi que os homens eram vampiros, e a mulher? Vampira que ela não é ...
– Ela é uma bruxa, Marcel proibiu elas de fazerem qualquer tipo de magia sem a permissão dele — Klaus me explicou depois dos homens entraram com a Bruxa em outro quarto, esse não era a prova de som, então ouvimos barulhos que provavelmente eram os vampiros matando a bruxa.
– Então, vamos? — Marcel saiu do quarto em que estava e disse. Ele nos direcionou para uma porta nos fundos, que dava em uma ruazinha.
Estava acontecendo uma festa ali, somente com vampiros, e eram muitos. Vampiros geralmente tem grupos pequenos e discretos, isso era tudo menos pequeno e discreto.
*
Depois de Marcel nos apresentar a todos os vampiros que haviam ali, eu e Klaus fomos aproveitar.
Fomos dançar junto com Marcel e seu grupo, como os outros dizem "os que andam na luz do dia" . Nem todos os vampiros podiam ter anéis diurnos, ainda mais com a regra sobre Bruxaria.
Dançamos até dizer nunca, mais não cansávamos, porque sempre traziam sangue em taças de vinho. Eu preferia sangue direto da veia, mais era o que tinha pra hoje.
Notas finais
se os links não funcionarem , aqui :
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=89552448
http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_126/set?id=89622902
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