Love Story

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Gente, eu estava vendo os meus documentos hoje e encontrei essa fanfic jogada por lá. Bem, eu preciso que vocês tenham muita paciência comigo, pois o primeiro e o segundo capítulos não são tão interessantes quanto o resto da história e o final pode ser bastante surpreeendente.
Ps: Desculpem-me qualquer erro sobre a vida do Joe.
Boa Leitura.

Abri os olhos lentamente enquanto uma música extremamente irritante tocava. Olhei ao redor, eu estava no meu quarto e o despertador do meu celular estava tocando uma daquelas musiquinhas que vem no celular mesmo.

Levantei enquanto bocejava e lembrava — me das minhas obrigações de hoje. Eu tinha que ir para a faculdade, depois, eu iria ao supermercado fazer as compras do mês e procuraria um emprego decente em qualquer lugar que me pague bem. Fui até o banheiro fazendo a minha higiene pessoal, então, arrastei meus pés até a cozinha procurando algo no armário para comer. Peguei uma caixa de cereal e leite na geladeira, misturando tudo em uma tigela e enfiando uma bela quantidade com a colher em minha boca.

Alguns minutos depois, lavei a louça e fui novamente ao banheiro para escovar os dentes. Em meu closet peguei uma calça jeans preta, uma blusa preta escrito com uma bela caligrafia I love rock e roupas íntimas, claro, vestindo tudo em seguida. O meu tênis surrado completou o meu visual e peguei uma escova para arrumar o meu cabelo no caminho. A minha mochila estava sobre o sofá e coloquei a em apenas um ombro, peguei as chaves do apê e do meu carro, e, finalmente, saí de casa.

Peguei o elevador que fica, basicamente, na frente da porta do meu apartamento. Moro no quinto andar que é o último desse prédio e aqui em cada andar tem apenas um apartamento. O elevador chegou ao subsolo que é a garagem e caminhei até a minha picape branca de 2000. Não é um carro caro, aqui em LA nem é um carro digamos... popular, mas, essa picape sempre foi meu bebê, pois, eu que comprei, o dinheiro saiu do meu bolso com o suor do meu antigo trabalho. Coloquei a minha mochila no banco do passageiro e girei a chave, de início falhou, na segunda vez também, mas, na terceira o carro ligou e saí dali. Liguei o som e coloquei em uma rádio tranquilo onde as pessoas não ficavam gritando, eram músicas country que me lembravam do meu estado "natal": Texas.

*


Finalmente, depois de enfrentar um trânsito enorme cheguei à faculdade e estacionei o carro. Esqueci-me de falar que hoje é o meu primeiro dia nessa faculdade, que eu vim do Texas há uma semana, que eu curso medicina estou no 3º período -, que meu nome é Elizabeth e que eu tenho 21 anos? Bem, agora falei.

Ao sair, coloquei a minha mochila em um ombro e caminhei até a sala que estava escrito o número 501. No caminho, todas as pessoas ficaram me encarando como se eu tivesse alguma doença ou sei lá o que.

Escutei comentários como: Quem é ela?, Meu Deus, olha a sua roupa que ridícula, como ela pôde vir para cá assim?, Você viu o carro dela? Ela tirou do lixão?.

Pensei em cantarolar "Vão a merda" e mostrar-lhes o dedo do meio. Mas, eu não estava afim de arranjar uma briga no primeiro dia de aula — até porque eu não sei brigar com ninguém...

Até ouvi algum tarado dizer: Ah, até que ela é bonita, porém foi cortado por uma garota qualquer "Ah, pois é, ela é a Miss Classe Baixa" e todos riram.

Sacudi minha cabeça tentando desligar essas vozes e segui com o nariz empinado, eu não iria deixar ninguém me colocar para baixo. Cheguei na minha sala e percebi que em cada fileira tinham duas mesas juntas, era para os alunos sentarem em duplas, sentei na última, pois, sabia que iriam me excluir mesmo. O sinal tocou e todos os alunos entraram, a maioria me olhou com desprezo e o resto não demonstrou sentimento algum, era como se eu não existisse. O professor finalmente entrou e fechou a porta começando a sua aula, prestei atenção em tudo que ele dizia anotando o que me era considerado importante. E assim a aula seguiu, o professor explicando a matéria, eu anotando e o resto da turma me ignorando, mas, pelo menos era melhor que ser criticada.

O resto do dia escolar foi tranquilo e quando eu vi, eu finalmente já havia saído daquela escola e estava no mercado, conferindo o que tinha dentro do meu carrinho e vendo o que faltava para completar a lista de compras. Só faltava sucrilhos para acabar o que eu estava precisando, então, fui até a prateleira do sucrilhos e peguei um que tinha um cara bonitinho na embalagem, coloquei dentro do carrinho e me dirigi ao caixa. A mulher passou tudo e entreguei o dinheiro para ela que me deu o troco e a notinha.

Bem, você deve estar pensando: Como ela tem dinheiro para comprar comida se está desempregada? Bem, é que os meus pais são ricos e sempre colocam dinheiro na minha conta, e eu sei que não é legal depender dos meus pais, por isso estou procurando emprego. Deixei meu currículo no supermercado e fui até o meu carro colocando as compras na parte de trás depois, entrei no carro dirigindo até minha casa.

*

Chegando em casa guardei as compras e estudei bastante, embora não tivessem próximas avaliações na faculdade eu precisava estudar se não eu ficaria perdida. Finalmente, comi alguma coisa e me joguei na cama dormindo.

*

Aos poucos os dias passaram, eu não tinha nem sinal de um emprego, mas, fiz dois amigos na faculdade, a Rachel e o Erik, eles eram bastante divertidos e eles passavam horas aqui em casa, ambos cursam medicina igual a mim, estão no 5º período também e quando estou com dúvida pergunto a eles e vice versa.

Eu estava em casa assistindo TV — quase dormindo — quando escutei o telefone tocando, então, fui atende lo.

– Alô — Falei sonolenta.

– É a Elizabeth Hawkins? — Perguntou uma voz feminina no outro lado.

– Sim, porque?

– Você acaba de ganhar um sorteio.

– Hum... Que sorteio?

– Eu sou a empresária do Joe Jonas e há alguns dias você comprou uma caixa de sucrilhos e automaticamente você estava concorrendo a um encontro com Joe Jonas e você ganhou.

– Sério? — Perguntei nem um pouco empolgada, eu estava morrendo de sono e as pessoas queriam me passar trote Ah, que bom! Falei ironicamente.

– Será amanhã, ás 20;00 horas, uma limusine irá pega la.

– Olha, embora eu esteja morrendo de sono, ainda estou de bom humor, então fique feliz por eu não denuncia-la por estar passando trote, então contente-se com um " Vai tomar no cu, sua retardada, ai passar trote para outro" Falei e desliguei o telefone.

Que ótimo, uma mulher me passando trote em um momento que eu só queria estudar e queria um emprego e, agora, eu queria dormir. Ninguém merece! Joguei me no sofá e tudo logo apagou.

*

Acordei com o barulho irritante da campainha, me arrastei até a porta e abri vendo uma Rachel alegre e um Erik sério, típico!

– Oi — Falei e eles responderam entrando em casa.

–Você está bem? — Perguntou Erik abraçando-me.

– Sim, porque? — Perguntei. É claro que eu estava bem, só um pouco sonolenta, mas, estava bem.

– Porque você não foi hoje para a faculdade! Falou Rachel visivelmente irritada.

– Não fui, é? — Perguntei, eles com certeza queriam me trollar.

Olhei para o relógio eletrônico que indicava serem 17: 00 horas Merda!

Olhei para a Rachel e para o Erik que riram e jogaram-se no sofá, assistindo TV. Fui até o banheiro, escovei os dentes e tentei dar um jeito no meu cabelo. Olhei-me no enorme espelho que tinha ali, eu estava com um short jeans minúsculo e um blusão. Quando voltei eles estavam arrumando o meu apartamento, que irritante essa mania deles por limpeza. Mas, como eram os meus amigos ajudei os.

Bem... era uma droga eu ter perdido aula hoje, mas depois eu pegava o conteúdo com algum colega.

Olhei o meu apê. É, eles eram bons e rápidos, aquilo estava bem organizado. Joguei-me no sofá entre eles e começamos a assistir um filme qualquer quando o telefone tocou.

– Ótima hora para esse maldito telefone tocar! — Resmunguei e deixei a pipoca em cima do sofá. Tirei o sal da pipoca que estava na minha mão, passando-o em minha roupa e atendi o telefone

Alô?

– É a senhorita Elizabeth Hawkins?

– Sim, porque?

– Estamos esperando-a aqui embaixo para levá-la à um salão de beleza.

– Hum... quem é que está falando? O que vocês querem? — Perguntei levantando uma sobrancelha

– Lembra-se que a senhorita ganhou um sorteio e terá um encontro com Joe Jona?¿

– Um encontro com Joe Jonas!?... Olha, moça, eu já disse para deixar-me em paz e parar de me passar trote! Falei já irritada e Rachel caminhou até o meu lado. Eu ia desligar o telefone, mas, ela tomou-o da minha mão.

– Encontro com Joe jonas? Quem está falando? — Ela deu uma pausa engolindo em seco, então me fuzilou, parecia que iria me matar a qualquer momento Aqui é a Rachel Moore, a melhor amiga da Elizabeth Hawkins — Pausa — Ok, a Lizzi já está descendo Ela desligou o telefone Eu juro que eu vou te matar Elizabeth Hawkins!

Ih... A baixinha se irritou. Deu de ombors e caminhei até o sofá, sentei ao lado do Erik, encostando minha cabeça em seu peito e voltei a comer a pipoca.

– Ei, coloque uma roupa de sair e vá lá para baixo agora! Ela gritou.

– Ah, sinto muito, mas, eu não vou! Falei.

– Como assim!? Você ganha um encontro com o Joe Jonas e não quer ir?

– Isso é trote Falei.

– Não é, aquela mulher é realmente quem cuida de todos os shows do Joe, você ganhou um encontro com ele e vai ir nem que seja a força.

Erik encarou-me

– Você ganhou um encontro com o Joe Jonas? — Ele perguntou.

– Sei lá, mas, eu não vou de qualquer jeito.

– Porque não? — Gritou Rachel.

– Porque eu não quero. Vai você! Falei.

– Eu não, se fosse pelo menos o Nick, o irmão dele...

Rolei os olhos.

– Cara, se você chegar no irmão dele fica mais fácil você chegar nele! Dã! Falei.

– Esse não é aquele cara famoso que todas as garotas têm um ataque quando escutam sobre ele?

– Eu não tenho um ataque, por exemplo, tenho um "encontro" com ele e não estou nem um pouco a fim de ir — Fiz aspas no ar com a palavra "encontro" — Ele é apenas uma pessoa qualquer, só que todo o mundo conhece ele, é simples.

– Mas, porque você não quer sair com ele? — Perguntou Rachel.

– Porque ele é chato e se acha como todos os outros.

– Vá, por mim! Falou ela. Rolei os olhos.

– Eu não vou nem morta! Falei decidida.

*

Eu realmente não estava acreditando que a aquela baixinha havia me obrigado a vir para esse maldito encontro, realmente, não acredito! Bufei com raiva.

Ai, desgraça! Eu nem acredito que iria sair com um atorzinho que se acha.

O elevador chegou rápido demais no térreo e, infelizmente tive que caminhar para fora dele. O Jonas estava me esperando fora do carro, era inevitável notar a sua beleza, mas, todos são iguais e não quero virar mais uma dele.

– Olá — Ele falou assim que passei na sua frente. Seus olhos cruzaram com os meus e suspirei irr itada, respondendo com um oi ríspido e entrei na limusine com ele logo atrás de mim. Entrei no carro e esperei ele sentar-se, e quando ele o fez sentei no outro banco. Enquanto ele falava coisas inúteis, tratei de desligar a sua voz da minha cabeça, pensando em quanto eu odeio a Rachel e em maneiras de mata-la lentamente.

Notas finais
Eu preciso de alguns comentários para postar o próximo capítulo, se não nem rola e irei excluir a fanfic, pois vou entender que não tem jeito e ela é um enorme fracasso. Bem, é interessante a possibilidade de adicionar um personagem inspirado em algum leitor lá para o meio da história, mas isso depende do fato de vocês gostaram da ideia.
É isso, até o próximo capítulo - ou não se vocês não gostarem -.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.