Notas iniciais
Música: Nothing Like Us - Justin Bieber. Espero que gostem! Boa leitura!

Sam

Já faz 1 mês que Sam e eu decidimos terminar naquele elevador, e antes da meia-noite, tivemos nossa última vez juntos.

Naquele dia nos entregamos inteiramente um ao outro, sem medo de nos amar, sem medo nos machucar.

Foi apenas ela e eu, nos amando intensamente.

Terminar tudo que tivemos foi doloroso, mas ela achou que aquilo seria melhor para nós dois.

Disse que não éramos compatíveis, que eu merecia uma garota melhor que combinasse comigo.

É claro que eu sempre irei discordar disso, pois ela é minha alma gêmea, não importa o quão sejamos diferentes.

Somos opostos e opostos se atraem, mesmo que ela não combine em nada comigo.

Sam sempre será a única garota que eu quero, que eu desejo profundamente e amo incondicionalmemte.

Eu não disse que a amava em vão e sei que ela também não disse que me amava da boca pra fora.

Fomos verdadeiros e trocamos aquelas palavras novamente, no momento em que estávamos fazendo amor.

Ultimamente tenho pensado

Pensado sobre o que tivemos

Eu sei que foi difícil

E isso era tudo que sabíamos, sim

Será que ela sente minha falta da mesma maneira que sinto a dela?

Será que ela pensa em mim antes de dormir?

Será que ela também está sofrendo assim como eu?

Você tem bebido

Para aliviar essa dor?

Queria poder te dar o que você merece

Pensando bem, eu vou acabar com essas dúvidas e vai ser hoje.

Olho as horas no celular ainda são 20h:25min da noite.

Troco de roupa e pego as chaves do meu carro.

[...]

Estou rumando para a casa da minha amada, mesmo sabendo que corro o risco de ser rejeitado ou levar uma surra de Meia de manteiga.

Que se dane, vou me arriscar, pelo menos eu tentarei.

De repente, vejo uma garota atravessar correndo na frente do meu carro e por pouco não atropelei ela.

Consegui freiar bruscamente, e logo escuto alguns xingamentos e batidas na janela esquerda.

Abaixei o vidro e me deparei com a garota que quase atropelei.

– Só podia ser o nerd idiota mesmo! — Reclama ela e eu contenho a vontade de sorrir por vê-la ali, toda descabelada e suada, parecia que tinha acabado de participar de uma maratona de corrida.

– Você que atravessou correndo na frente do carro que nem uma doida! — Falo e ela revira os olhos.

– Eu estava fugindo. Abre logo a porta e me leve para bem longe daqui, no caminho eu te explico tudo! — Disse sorrindo travessa e eu deixei ela entrar, e dei partida.

[...]

– Quer dizer que você estava fazendo compras e na hora de pagar viu que tinha esquecido o dinheiro? Então, jogou todas as mercadorias na mochila e saiu correndo sem pagar? — Perguntei incrédulo e ela assentiu rindo.

– Você queria o quê? Eu realmente esqueci a droga da grana. Pegar tudo e sair correndo foi o meu único jeito senão eu iria passar fome, minha geladeira está vazia! — Explicou.

– Mas, Sam, isso foi errado, roubar é crime! — Falei tentando repreendê-la.

– Blá, blá, blá... Acha que eu não sei disso, patetão? — Perguntou revirando a mochila e retirou um pacotinho de Bolo Gordo.

– Você é maluca! — Falei rindo e ela me ignorou, e começou a devorar sua guloseima preferida.

– Para onde está me levando? — Perguntou de boca cheia.

– Na verdade, stou te sequestrando! — Respondi sorrindo.

– O quê? — Exclamou e depois começou a tossir, mas logo se recuperou.

– Foi isso mesmo que você escutou! — Avisei acelerando.

[...]

Parei o carro numa estrada, na verdade, na saída de Seattle.

Ela surtou quando viu que estávamos longe de nossas casas, gritou comigo e quase me bateu, quase.

Porque eu segurei seus pulsos antes que ela pudesse me agredir.

O bom é que ela não poderia fugir, dessa vez ela teria que escutar tudo que eu tenho pra dizer.

– FICOU MALUCO, SEU IDIOTA? POR QUÊ ME TROUXE AQUI? ME LEVA PARA A CASA AGORA! — Gritou vermelha de raiva.

– Foi você quem pediu para que eu levasse para bem longe. — Falei calmo e ela se soltou do cinto e saiu do carro, fiz o mesmo indo atrás dela.

– Espero que tenha um bom motivo para ter feito isso! — Reclamou, irritada.

– Eu realmente tenho...

– Então, fala logo! — Pediu exaltada.

– Quero voltar com você. Sam, estou sofrendo muito, nunca deveriámos ter terminado. Você é tudo que eu preciso, eu não aguento mais ficar longe de você. Quero que seja minha novamente. — Confessei e ela ficou me olhando surpresa.

– Você sabe porque terminamos e por esse mesmo motivo, não podemos ficar juntos. — Disse com os olhos marejados.

Percebi que ela também estava sofrendo.

– Nós nos amamos e é isso que importa, nós estamos sofrendo. Temos que colocar um fim nisso, eu te amo. Volta comigo, apenas aceite! — Pedi me aproximando, ela não recuou.

Porque nada nunca

Poderá lhe substituir

Nada pode me fazer sentir como você faz, sim

– Eu aceito ser sua novamente, mas só se você prometer que sempre irá me presentear com presunto e bacon extras! — Disse sorrindo.

– Prometo, faço tudo por você e você sabe disso, meu amor! — Falei agarrando-a pela cintura, trazendo-a para mais perto de mim, juntando nossos corpos.

Você sabe que não há ninguém

Com quem posso me conectar

Sei que não encontraremos um amor tão verdadeiro

Nos beijamos matando a saudade, eu sabia que ela voltaria a ser minha essa noite.

Porque nada pode mudar o que sentimos, e agora nada jamais poderá nos afastar.

Se depender de mim, ficaremos juntos para o resto de nossas vidas.

Não há nada como nós

Não há nada como você e euJuntos, enfrentando a tempestade

Não há nada como nós

Não há nada como você e eu juntos

Unidos somos mais fortes, nosso amor é nossa fortaleza.

Venceremos qualquer barreira juntos.

Porque juntos somos invencíveis e nada poderá destruir o que sentimos um pelo outro.

Aprofundamos o beijo e minhas mãos apertavam sua fina cintura, e suas mãos estavam em meu cabelo, fazendo carícias.

– Eu quero você! — Murmurei pausando o beijo roçando meus lábios no dela. — Aqui. Agora... — Sussurrei pausadamente com a voz rouca.

– Também quero. — Sussurrou sorrindo maliciosa.

Voltamos para o carro e a deitei no banco de trás, já estávamos apenas de roupas íntimas, trocando carícias e nos beijando desesperadamente.

– A mamãe aqui gosta disso! — Sorriu safada, apertando meu pau por cima da cueca.

Gemi sentindo sua mão apertando-o e me deixando ainda mais excitado.

Ela se livrou do sutiã e minha boca salivou só de olhar para seus seios fartos e com os mamilos já durinhos, prontos para serem abocanhados por mim, e foi o que eu fiz.

– Aaah! Porra, Nerd! — Gemeu quando mordi seu seio direito, sugando-com força.

Ela se contorceu, e eu passei a língua por ele e assoprei onde eu havia mordido, ficou vermelho.

Me afastei um pouco do seu corpo e tirei sua calcinha.

Abri suas pernas deixando sua boceta bastante exposta.

Passei dois dedos ali, sentindo sua umidade, ela estava tão quente e molhada.

– Anda logo com isso! — Pediu com a voz rouca, dopada de desejo.

Abaixei minha cabeça e passei a língua por sua cavidade, sugando o seu delicioso melzinho fazendo-a gemer mais alto e agarrar meu cabelo,be rebolar contra minha boca.

Assim que minha boca acabou de lhe dar prazer, ela me fez deitar no banco e arrancou minha cueca.

E me fez enlouquecer, nunca pensei que sentiria tanto prazer com apenas a sua boca.

Cessamos as preliminares e eu a posicionei em cima do meu pau, puxei seu quadril ajudando-a deslizar por ele, encaixando seu corpo no meu.

– Porra, Sam, como consegue ser tão gostosa e apertadinha? — Perguntei entre gemidos, sentindo ela descer e subir em mim, sua boceta deslizando pelo meu pau, me apertando e me levando à loucura.

[...]

Chegamos ao nosso limite, esgotamos todas as nossas energias.

Foram dois rounds, ficamos exaustos.

– O que foi, amor? — Perguntou ainda deitada sobre mim, eu estava calado e pensativo.

– Esquecemos de nos previnir. — Falei lembrando desse pequeno e importante detalhe.

– Ah! É isso? — Murmurou calma até demais para o meu gosto. — Nerd, você não percebeu? — Perguntou se afastando, ela ainda estava nua.

– O quê? — Perguntei, confuso.

– Que eu já estou grávida! — Disse passando a mão sobre a barriga.

Pisquei atônico e me levantei com cuidado para não derrubá-la.

– Não brinca, Sam! Não estou vendo barriga nenhuma... — Comentei olhando para onde ela acariciava sorrindo.

– Não seja bobo. Só estou com um mês de gravidez, por sorte ainda dá de esconder. Se minha mãe percebesse, ela já teria me matado! — Disse ela rindo.

– Quando iria me contar? — Perguntei um pouco chateado por estar sabendo só agora.

– Eu não sei... Fiquei com medo, não fica bravo. — Pediu fazendo bico.

– Tá bom. Medo de quê? — Indaguei.

– Medo de não aceitar! — Respondeu.

– Ah! É claro que eu aceitaria, sua boba! Na verdade, bem que eu te achei mais cheinha. Só não quis comentar com medo de apanhar! — Confessei acariciando a pequena saliença em sua barriga que antes era lisinha e chapada.

– Idiota! Cheinha é a sua vó! — Resmungou ela batendo no meu peito.

– Você sabe que eu te amo, né? — Indaguei sorrindo e ela assentiu.

– Eu também te amo, futuro papai! — Disse ela acariciando meu rosto.

Sorri puxando-a para um beijo calmo e apaixonado.

– Estou muito feliz em saber que você está esperando um filho meu! — Confessei e me abaixei beijando sua barriga. — Foi por isso que me pediu presunto e bacon extras?

– Sim! — Sorriu, sapeca.

– Vou adorar fazer suas vontades. — Comentei. — Que tal outro round? — Sugeri sorrindo.

– Acho uma ótima ideia! — Sorriu e eu a beijei, a deitei com carinho no banco do carro, me encaixando entre suas pernas.

E nos amamos de novo.

Agora sim, estou me sentindo realizado, vou pedí-la em casamento.

Emfim, será apenas nós dois com o nosso filho ou filha, felizes para o resto de nossas vidas, sempre unidos.

Não há nada como nós

Não há nada como você e eu

Juntos enfrentando a tempestade

Notas finais
Gostaram??? Bjs
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!