Love PLUS
2 Barrera!!!
Notas iniciais
u.u
Tinha tudo para ser um dia perfeito, fui acordada por um Armim eufórico, dizendo que hoje era dia de bolo de morango no café, saímos correndo, porém, só o Armim conseguiu o bolo, encontramos o pessoal e eu vi Levi, perfeito como sempre, guardando dois pedaços de bolo, nos beijamos para cumprimentar e então ele me deu o doce.
Ficamos namorando por um bom tempo, até anunciarem a chegada de um novo membro na tropa e designarem-me para recepcioná-lo. Foi aí que tudo começou a ficar mal. Ele se chama Akise e tem dezoito anos, 1,74 de altura, curto cabelo albino e grandes (perfeitos) olhos azuis. Fiquei encantada, é claro, porém, meu lindo e perfeito é o Levi, e deixei isso bem claro quando nos encontramos, ele entendeu e foi o mais gentil possível.Lhe mostrei toda a base, apresentei à todos, até o levei para conhecer o Levi, foi aí então, que meu erro surgiu. No começo ele foi o mesmo ignorante de sempre, mas depois começou a ficar mais grosseiro até expulsar o garoto de seu aposento. Fiquei brava com o mesmo e lhe perguntei o motivo, ele não admitiu estar com ciúmes, só falou: –Eu não gosto do jeito que ele te olha! Sorri e lhe beijei por cima de sua mesa (irritadamente organizada), causando certa surpresa no mesmo. –Pode admitir, você está com ciúmes... -Ele apenas bufou e virou o rosto pro lado. Sentei em seu colo, abracei-o e fiquei fazendo carinho em seu cabelo. –Eu te amo e sei que você retribui o sentimento. -Dei-lhe um selinho. Ele apenas colocou a cabeça na minha barriga, como uma criança mimada. –Você é só minha... -Ouvi sua voz abafada, causando-me cócegas. Ri um pouco e respondi sarcástica: –Cabo Levi agindo como uma criança? Essa eu tenho que gravar! Para o meu espanto, ele me prensou contra a mesa e sussurrou em meu ouvido, sedutoramente: –Lhe mostrarei a criança... Arrepiei-me e ele começou a espalhar beijos por todo o meu pescoço, fazendo-me corar ao extremo. Depois, foi para a minha boca e me beijou ferozmente, onde deu uma esquentada na sala. –Escute-me senhorita Arisa, você é a única dona de meu gélido coração, espero ser o mesmo... Sorri e lhe beijei, desta vez carinhosa e amorosamente. –Óbvio que sim! Eu te amo! -Trocamos mais alguns beijos e provocações, no final, saí de seu escritório ofegante, sem poder esconder o rubor que havia tomado conta de minha face. -Se as meninas me verem... Prevejo irritações. Fui procurar Akise, afinal, ainda teria que acompanhá-lo em seus treinamentos até o jantar. Encontrei-o lutando com Eren, ambos sem camisa, deixando-me mais envergonhada ainda. –Oi Arisa!!! -Exclamou o Jaeger, assim que avistou-me encostada na entrada do ginásio. Acenei de volta e aproximei-me para cumprimentá-los melhor. –Vejo que está aproveitando bem seus treinamentos Akise, bom, aguardarei o término. -Disse, após sentar em uma bancada. Fiquei assistindo-os até o fim e, vez ou outra, sentia o olhar de Akise sobre mim, incomodando-me. –Até o almoço Jaeger. -Eles fizeram um toque de mãos e o albino veio sentar-se ao meu lado. Por um momento fiquei paralisada. Gente, socorro. Ainda prefiro meu Levi mas que deus grego é esse? –A... Risa? -Akise balançava freneticamente as mãos na frente de meus olhos, atingindo meu direito. –Ai! Ah, o que foi Akise? -Acariciei meu olho. –Desculpa! Ah... Realmente, mil desculpas Arisa... -Ele parou assim que a distância entre nós era mínima. Eu tentei me afastar mas ele me abraçou, colando completamente nossos corpos. Ele ia aproximando-se cada vez mais até eu dar um tapa em sua cara. –Está louco Akise?! -Exclamei me afastando o máximo possível sem sair do ginásio. –Des... Desculpa Arisa... Eu não sei o que deu em mim, eu... –E é bom não repetir... -Disse uma voz linda e familiar ameaçadoramente. Levi veio por trás e me abraçou possessivo. Depois, deu-me um beijo no pescoço, caramba, que me fez perder o fôlego. Como se estivesse marcando território. –Levi? Que surpresa! O que faz aqui? -Perguntei, tentando disfarçar meu alívio. –Te protegendo oras! Escute aqui pirralho, ela é minha então, se você encostar um dedo sequer na Arisa, eu mesmo me encarrego de te jogar no meio dos titãs famintos. -Seu olhar afiado (mais conhecido como o famoso olhar gélido do Levi) deu calafrios no albino e em mim. –Que eu saiba, ela não é sua propriedade! -Rebateu Akise, infantil demais para entender que Levi não mentia. –Mas é minha namorada, se você tem algo contra, fale, ao invés de ficar com essa cara de merda e paquerar Arisa. -Levi praguejou friamente. –Akise. Ouça-o. -Falei, curta e clara. –Nos encontramos no jantar... -Quando ele passou ao nosso lado, fez questão de trombar seus ombros com os do cabo. –Esse moleque não sabe seus limites... -O moreno trincou os dentes. –Obrigada Levi. -Beijei-lhe. –Não foi nada... -De repente, estávamos a metros de distância. O que aconteceu? Fui para meu quarto abalada. No caminho encontrei Hanji e Mikasa, pedi ajuda e as duas responderam que Levi estava apenas incomodado por nunca ter tido ciúmes antes.
Não acreditei e perguntei para Historia e Armim. A loira Disse-me que o cabo estava realmente apaixonado. –O cabo Levi é indecifrável. -Respondeu Armim, enquanto arrumava nossas camas. -Mas ele deve realmente estar preocupado sob influência do ciúmes, Akise não é um oponente fraco. Observando a situação, talvez o cabo até esteja inseguro em relação à situação de vocês dois. Ele deve achar que você ama ele menos do que antes. Ri com seu comentário. É possível amar menos uma existência linda, sedutora, fofa, fria e misteriosa como a de Levi? Depois de tudo que passamos, posso até dizer que a cada dia eu amo mais esse moreno. –Então, o que devo fazer para ele se dar conta de que está errado? -Foi aí que eu me ferrei. Ele abriu um sorriso malicioso, antes de disfarçar com uma risada nervosa. –Geralmente, são os homens que precisam de ações super românticas, então, se você seguir tudo direitinho, creio eu que tudo se acertará. Estava tão desesperada que só percebi na encrenca que eu me meti quando estava já fora do escritório do Levi. Palavras e mais palavras rodeavam minha cabeça. "-Nos encontraremos no telhado, depois do jantar." O que eu fiz? Mesmo com a ordem oficial do Erwin, eu ignorei completamente Akise durante o dia. Já estava nervosa demais com tudo que está acontecendo. O medo só me atingiu quando estava no refeitório, isolada do mundo e de todos, terminando minha última refeição. Não peguei leite, nem maçã, não dei atenção à ninguém, só subi no telhado. Minhas pernas abalaram ao vê-lo sentado, observando as estrelas, de uma forma tão descontraída que fez meu coração acelerar. Ele estava tão em paz consigo mesmo que me deu culpa de interrompê-lo. –Ah... Levi? -Hesitei. Ele apenas resmungou algo como um "sente-se", fazendo-me obedecê-lo. Senti meu rosto esquentar ao perceber que sua camisa estava desabotoada por completo, exibindo parte de seu peitoral e abdômen. Não parece, mas ele é forte... –Arisa. Quer parar de me admirar e prestar atenção no que falo? -Reclamou. Nos encaramos. Seus profundos olhos negros exibiam uma confusão, desejo, dúvida... Até que ele, finalmente, me beijou. Um beijo que mostrava o quanto incerto ele estava, frio, mas quente, delicado, mas feroz, carinhoso e egoísta, possessivo.Quando nos separamos, perguntou algo que eu já esperava. E não concordava. –Arisa, você... Você está querendo terminar não é? Para ficar com aquele moleque. -Sua voz não revelava nada, apenas um tom de pergunta e grosseria. Ri. Gargalhei. Tanto que até comecei a chorar, deixando um Ackerman furioso e surpreso. De repente, lembrei o que aconteceu no seu escritório. Nada demais, na verdade. Um simples "seu idiota". Não fiz nada que o Armim mandara. –Le... Levi... -Recuperei-me, ainda secando as lágrimas, soltando uma ou outra risadinha. -Acho que essa foi a coisa mais estúpida que você já disse até hoje. -Passei meus braços em volta de seu pescoço, virando um pouco seu tronco. -Eu te amo, como nunca amei nem amarei qualquer outra pessoa na face do planeta, por que eu ignoraria tudo o que passamos para ficar com um novato qualquer? Está certo que não faz nem uma semana, mas esses poucos dias... -Encostei minha boca no lóbulo de sua orelha. -Foram os melhores da minha vida. Ele ficou atônito por um momento, mas depois abriu um sorriso mínimo, de canto, e me puxou para sentar em seu colo. –Vão ficar cada vez melhores... -Sussurrou, então começou à espalhar beijos e carícias pelo meu pescoço, me fazendo suspirar. Eu só consegui fazer carinho em sua nuca, lugar onde notei que ele era bem sensível. Seus lábios foram subindo, deixando uma trilha de beijos, até minha boca. Começamos à nos beijar ferozmente. Passava a mão por toda a parte de cima de seu tronco, vez ou outra apertava, fazendo-o soltar alguns grunhidos. Chegamos num ponto em que ele também começou a me tocar. Quando suas mãos alcançaram a barra da minha blusa, senti um arrepio... Foram subindo devagar e desviaram do meu sutiã, ato que rendeu um suspiro de insatisfação e um riso. Foram para minhas costas e seus dedos frios contornavam linhas imaginárias, causando certa excitação em ambos, pois senti um volume em sua calça... Quando ele estava prestes à tirar minha camiseta, parou. –Arisa... Melhor esperarmos. Não vou fazer nada que não queira. -Não consegui conter uma expressão frustrada. –Mas eu quero! -Resmunguei. Ele riu. Rir do modo Levi, é seu famoso pedaço de sorriso. Outra meta, fazê-lo gargalhar. –Por hoje, só... -Ele rapidamente tirou as mãos de dentro da minha blusa e puxou um pouco ela para baixo, deixando à mostra parte direita do meu sutiã. Puxou um pouco ele e deu um chupão um pouco acima do bico, ato que me fez gemer e depois tapar rapidamente a boca com as mãos, deixando o local vermelho. -Isso é para te lembrar que ainda não acabamos... Após isso, nos arrumamos e ele me deixou no meu quarto. Nos beijamos para despedir e ele acariciou a "marca" por cima da roupa. –Quando voltarmos da missão, concluiremos esse pequeno ato de namorados... -Fiquei na porta até vê-lo sumir. Entrei no quarto com um sorriso maroto e super corada. –Olha... Pelo visto o plano deu certo... -Armim surgiu do nada na minha frente, sorrindo do mesmo jeito que eu. –Eu nem executei o plano, projeto de gente que fica se pegando com um certo Kirschitein assim que ficam sozinhos. -Sorri inocentemente ao vê-lo extremamente corado. –Boa noite Arisa. –Boa noite Armim. Só não foi perfeito pelas discussões e por não termos terminado aquele pequeno carinho.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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