Love Me Again

16 Finalmente - Parte 2


Notas iniciais
Oi oi amores ♥ JÁ ESTOU DE FÉRIAS! Estou feliz demais kk Sinto que vão gostar deste aqui ihihih Beijo, beijo ♥

• Elena •

Elena? – Perguntou confuso

A única! – Sorri fraco

Lembro-me que da última vez que nos vimos, estavas dispensada, Elena – Ele me olhou sério e suspirei

Por favor, deixe-me voltar! Eu preciso de trabalhar, estou a dar em doida. Por favor, John! – Pedi que nem os meus filhos

Elena, tu prometes-te que nunca mais tocarias naquele caso e o que fizeste? Tu voltaste a abri-lo! – Ele continuava com aquele olhar sério

Eu sei, e eu peço imensa desculpa, mas só o fiz porque a Katherine tem o direito de saber o que aconteceu. Desculpa. – Pedi suspirando – Ela é a minha prima e, o Senhor sabe que eu faço tudo pela minha família, eu só quero justiça, John.

Eu sei, por isso é que és a melhor detetive que tenho aqui. – Ele suspirou e sorri

Isso significa que posso voltar? – Perguntei sorrindo

Bem-vinda de volta, detetive! Devolveu-me o meu distintivo, sorrindo

Ah… Falta a minha arma… — Disse sorrindo forçado

Não, não falta. – Disse e o olhei sério – Elena, estiveste um mês fora, só te dou a tua arma quando fizeres uma prova de armas de fogo.

Está bem! – Suspirei revirando os olhos. Saí da sala e deparei-me com o Damon a falar animadamente com o Kai.

Estava a perguntar ao Kai, quando ia ser o casamento? – O Damon explicou-se e olhei para o Kai, entusiasmada.

Não tem casamento, Lena! — Ele disse revirando os olhos, acho que ando a pegar a minha mania às outras pessoas…

Oh, então?! – Perguntei triste

Não tem casamento, estamos bem como estamos, estamos a viver juntos à um bom tempo e está a resultar. Estamos bem e felizes assim.

Sim, claro! Kai, vocês têm que casar! Vai ser lindo – Falei apaixonada

Vocês vão ter um filho… — O Damon argumentou e interrompi-o

Ou uma filha. – Conclui a argumentação

Vocês amam-se… — Voltei a interrompê-lo

E nota-se claramente que querem ficar juntos! – Conclui de novo

Tu e o Damon têm a Beatriz e o Duarte e não estão casados. – Falou

Quem disse que não estamos? – O Damon perguntou e ele olhou para nós

Sim, podemos ter casado em Franças. Sabes, Paris, a cidade do amor e tudo mais. – Falei divertida

E ias casar sem nós, os teus melhores amigos? – Perguntou em deboche

Uma cerimónia pequena e reservada… — O Damon respondeu

Sem os teus pais? – Voltou a perguntar, desta vez em dúvida

Tinha os meus filhos, que são o mais importante para nós – Retruquei apontando para mim e para o moreno ao meu lado

E onde estão as vossas alianças? – Perguntou sorrindo vitorioso

Tá, tudo bem, não estamos casados. – Disse sorrindo e ele sorriu vitorioso – Mas vocês não são nós! – Falei sorrindo de leve – Vocês merecem ser felizes Kai! – Sorri – E esse bebé, vai ser a coisa mais preciosa que vai existir nas vossas vidas e vai querer uma família feliz e principalmente, toda junta… — Disse, apercebendo-me que era isso que os meus filhos sentiam e suspirei sorrindo de leve

E mais ainda, vocês não estão a ficar novos… — O Damon falou e levou um tapa no braço, logo de seguida

Estás a chamar-me velha, Salvatore? – Perguntei e ele negou rindo – Enfim, eu tenho que ir, vou fazer uma prova de armas de fogo. E tu, Malachai, pede a nossa melhor amiga em casamento! – Semicerrei os olhos

O que ela disse. – O Damon falou rápido – Vou contigo! – Correu até mim – Não vou perder isto por nada! – Conclui entusiasmado o que me fez rir

•••

Uau! Acho que vou pensar melhor da próxima vez que me meter contigo – Sorriu de lado, vendo o papel da prova que eu acabara de fazer, onde todos os tiros estavam, claramente, no centro do papel, ou seja, no peito do boneco

É, bem, eu já te tinha avisado, Salvatore – Sorri de lado

Também posso fazer? – Perguntou entusiasmado e fiquei a olhá-lo sem saber o que responder

Bem, penso que sim, quero dizer, tu estás na delegacia, então penso que possas – Conclui confusa e ele sorriu. Peguei numa das folhas, prendi nas preguinhas e carreguei no botão para que a folha fosse para o seu devido lugar. Já havia guardado a minha prova. Entreguei-lhe uma das armas para as provas e o mesmo sorriu convencido

Prepara-te, vais experienciar algo nunca visto. Vou acertar tudo no centro. – Falou convencido e segurei o riso, dando ordem para ele começar. Mas não aguentei e comecei a rir, bastante! Quando a folha voltou, os buracos das balas, estavam em todo o lado, menos no desenho do boneco e não conseguia parar de rir

Oh sim, algo nunca visto! – Disse a meio de gargalhadas – Acho que nem eu conseguiria tal maestria, Salvatore! – Não conseguia parar de rir. Passado uns minutos lá me consegui acalmar. Ele me olhava sério – Desculpa – Disse tentando-me acalmar de vez – Desculpa. – Disse tentando esconder o sorriso – Que tal fazermos assim… — Ele me olhou – Eu ajudo-te – Sorri e ele semicerrou os olhos e depois assentiu, desdobrando os braços, o que me trouxe uma grande insatisfação, pois quando os seus braços estavam cruzados, dava para e notar bem os seus grandes músculos, por debaixo da sua camisa social. Abanei a cabeça de leve, na tentativa de afastar os pensamentos – Bom, primeiro, tens que ter as costas direitas – Ele endireitou as costas – Segundo, tens que usar as duas mãos – Ele colocou as duas mãos, de forma errada. Cheguei-me perto dele e reposicionei as suas mãos de forma correta – Assim. –Falei me virando para ele, o que foi um erro, pois estávamos perto demais, tão perto, que dava para sentir a sua respiração, o que fez a minha respiração ficar acelerada. Fechei os olhos, na tentativa de afastar quaisquer pensamentos. – Ter-Terceiro, tens que olhar atentamente para o alvo e para onde queres acertar – Falei afastando-me rapidamente, na tentativa de regular a minha respiração. Quando o papel voltou a vir, estava melhor, já não estava à volta do boneco e sim no boneco – Até que nem te correu mal – Disse rindo e ele me olhou. Quando reparei estava presa entre a parede e o corpo, maravilhoso, dele – O-o que estás a fazer? – Perguntei tentando controlar a minha respiração e ele soltou uma gargalhada gostosa. Sem hesitar, ele beijou-me, um beijo cheio de luxuria, saudade e sentimento. Parei o beijo e o mesmo me olhou confuso e sorri, fazendo o sinal de silêncio. Abri a porta da sala de arrumações e fechei-a logo assim que entramos. Sorri para maliciosa para ele, que retribuiu imediatamente. Não dá muito jeito fazer numa dispensa, mas eu não estava mais aguentar o homem que tinha ao meu lado todo o dia. Iniciei um novo beijo, urgente e profundo, não demorou muito para que ele o correspondesse, entrelacei os meus braços no seu pescoço enquanto ele percorria o meu corpo com as suas mãos. Paramos o beijo para respirar e sorrimos ao mesmo tempo, ele começou a trilhar um caminho da minha boca até os meus seios. Aproveitei para ir desabotoando a sua camisa e deixando-a cair no chão, não demorou muito e estava sem camisa também, desapertei a minha saia lápis enquanto ele se livrava das suas calças. Mais uma vez sorrimos, quando os nossos olhos se encontraram. Ele pegou-me ao colo, me sentando numa das prateleiras e voltou a beijar-me, aproveitando para desapertar o meu soutien, durante o mesmo, largou os meus lábios, e trilhou um caminho até os meus seios de novo, desta vez apoderando-se do direito enquanto estimulava o esquerdo, deixei escapar um gemido baixo, pelo toque do moreno, arranhei o seu peito, de forma a tentar descontar os gemidos. Senti o sorriso dele contra o meu peito, desci um pouco mais as mãos, e alcancei a sua intimidade, apertando-a, fazendo-o escapar um gemido, que o silenciava contra o meu seio, livrei-me dos seus boxers e comecei a estimulá-lo, enquanto ele soltava gemidos repetidos, iniciei um novo beijo, de modo a que ninguém nos ouvisse e senti ele me apertar as coxas, fazendo-me soltar alguns gemidos, estava necessitada demais pelos toques deste homem. Ele subiu um pouco as mãos e penetrou um dedo na minha intimidade, enquanto em simultâneo, eu usava gestos repetitivos de forma a estimulá-lo. Gememos os dois em simultâneo durante o beijo – Pre-preciso de ti .. – Tentei falar, pela respiração ofegante

N-nem precisas de pedir d-duas vezes – Disse sorrindo malicioso e sem mais hesitação, ele penetrou-me, desta vez com o seu membro e não com os dedos, o que posso dizer que foi ótimo, sentia saudade de o ter dentro de mim, não demorou muito e ele começou com estocadas mais rápidas e fortes, fazendo-me gemer o seu nome. Ele iniciou outro beijo, rápido e sedento, de forma que acompanhasse as estocadas rápidas dentro de mim, o que resultava em vários gemidos dos dois, entre o beijo. Não demorou muito e as minhas pernas começaram a ficar sem força, o Damon percebeu e segurou no meu quadril, para me manter no lugar, até que atingi o orgasmo, assim como o Damon, depois de mais umas estocadas fortes e rápidas. Caiu exausto em cima de mim, o que me fez encostar na parede, igualmente exausta, tentando regular a respiração. Quando já estávamos mais calmos, o Damon desencostou-se de mim, tirando o seu membro de dentro de mim, o que causou um gemido de insatisfação da minha parte, e provocou uma gargalhada gostosa da parte dele, olhei para ele sorrindo e o mesmo tirou-me de cima da prateleira, colocando-me no chão, seguido de um beijo calmo, concluindo com vários selinhos. Sorri carinhosa para ele e dei-lhe um selinho. Começamo-nos a vestir e tentei ajeitar o meu cabelo, da forma como tinha antes de vir para aqui. – Preciso de um banho – Suspirei sentindo a minha pele toda suada e ele sorriu de lado – Precisamos os dois – Falei passando a minha mão na sua testa e o mesmo sorriu malicioso, me fazendo olhá-lo ameaçadoramente.

•••

Lembras-te do combinado? – Perguntei mais uma vez. Já tínhamos ido a casa tomar banho e aproveitando o banho para algo mais…

Sim, ninguém aqui pode saber que temos “atividades extracurriculares” – Fez aspas com os dedos, sorrindo maliciosamente

Não é permitido, que colegas de trabalho, tenham qualquer de contacto demasiado íntimo – Falei, ajeitando o cabelo no espelho do elevador e o Damon abraçou-me pelas costas, depositando um beijo no meu pescoço e sorri, fechando os olhos, com o gesto

Isto quer dizer, que estamos de volta? – Perguntou e quando ia para responder, o elevador abriu e o Matt estava bem em frente à porta

Oh, Elena, Damon, já voltaram? – Perguntou e o Damon ia falar algo, pelos vistos ele pensava que o Matt estava a falar de nós e não da viagem

Sim, chegamos ontem de Paris, vim falar com o capitão hoje – Disse sorrindo, o que fez o Damon assentir meio envergonhado. O que me leva a pensar que sim, ele não a pergunta do Matt

Que bom! Falamos depois, tenho uns assuntos para tratar – Falou rápido e entrou no elevador, despedindo-se de nós

Já te ias desbocar todo! – Falei apontando com o dedo para ele e o mesmo sorriu

Mudaram de roupa? – O Kai perguntou assim que passamos pela secretária dele

É, eu sujei-me, fiquei com uma nódoa enorme e tive que ir mudar de roupa – Disse a primeira coisa que me veio à cabeça, o que até teve um bom resultado

E eu, sujei-me com o óleo do carro, ele teve um problema e acabei por me sujar – Disse sorrindo e o Kai ficou a olhar para nós, desconfiado

Eu… Vou falar com o capitão – Sorri forçado e lancei um olhar mortal ao Damon, que assentiu

Então, e o casamento? – O Damon perguntou e foi a última coisa que ouvi antes de entrar na sala do capitão

Voltei! – Anunciei com o papel na mão – E agora quero a minha arma, por favor – Sorri e o John me olhou

Mudaste de roupa? – Perguntou e suspirei

Sim, fiz uma nódoa enorme, com a comida e tive que trocar – Sorri forçado e ele apenas encolheu os ombros, não ligando muito e agradeci mentalmente por isso

Muito bem, uma vez mais, me deixas orgulhoso, Elena – Sorriu e sorri abertamente – Aqui tens a tua arma. – Entregou-me a arma – Agora vai ver com o Kai e com o Matt, os casos que têm. Adeus! – Despachou-me sorrindo, mas não estava nem aí, pois tinha a minha arma de volta!

•••

Tive que sair sem o Damon, primeiro, tinha que encontrar o Matt para perguntar pela Katherine, ele me pareceu bem estranho, quando toquei no assunto, mas não deu em nada. Depois fui buscar os meus ursinhos, e tive que os ir buscar lá dentro, pois estavam de castigo, resolveria quando chegasse a casa. Fui às compras, pois um mês fora, já não tenho comida então decidi reabastecer a casa. Passei ainda na casa dos meus pais, porque a minha mãe havia feito uma tarde de morango e queria que levasse para os meus filhos comerem. Meus filhos comerem? Fui esquecida e trocada pelos meus filhos! Até que finalmente cheguei a casa, fui por a tarte no frigorífico e arrumar as compras, enquanto os meus filhos faziam os trabalhos de casa e ainda o extra por terem ficado de castigo, enfim… Quando acabaram de fazer os trabalhos, o que não demorou muito, pois eles estão no infantário, fui dar-lhes banho, deixei-os tomar de banheira, para despachar os dois de uma vez.

Mamã linda? – O Duarte pronunciou-se fazendo-me sorrir

Sim? – Perguntei embrulhando os dois nas suas toalhas de ursos

O papá vem cá hoje? – Perguntou a Bea e congelei

Ah… O pai? Ah… Não sei, ursinhos, se ele quiser – Disse constrangida enquanto vestia o pijama dos dois

Então se ele quiser vir jantar connosco, ele pode? – Perguntaram e assenti tentando terminar logo aquela conversa. Assim que os despachei, deixei-os a brincar no quarto e fui fazer o jantar, decidi fazer lombinhos de pescada com arroz e camarões pequenos, eles adoram os camarões

Ouvi dizer que havia jantar grátis por aqui – Aquela voz, a voz que eu tenho estado a ignorar, mais ou menos, o dia todo. Virei-me e vi aquele sorriso de lado estampado na sua cara e sorri forçado

Hey! – Cumprimentei – Como entraste aqui, exatamente? – Perguntei confusa

Os nossos filhos, foram lá a casa me chamar para jantar – Ele sorriu e fiz cara de compreensão

Devia ter previsto isto, com a conversa deles de cá virem jantar – Suspirei – Podes chamá-los para a mesa? – Pedi e ele assim o fez. Para minha sorte fiz peixe a mais. Agora vou ter que não ignorar a pessoa com quem tive relações numa sala de arrumações. Ótimo! – Meninos, podem começar a explicar porque estavam de castigo hoje – Comecei assim que nos sentamos todos à mesa e eles suspiraram

O papá está cá, não podemos falar disso noutra altura e aproveitar que o papá cá está para estarmos todos juntos? – O Duarte perguntou, me deixando boquiaberta

Então eu sou uma distração? – Perguntou fingindo tristeza e eles apressaram-se a explicar

Não! Nós amamos-te papá, assim como amamos a mamã e queríamos estar convosco! – O Duarte continuou. Já sei como funciona, o Duarte inventa desculpas e a Bea conta a verdade.

Beatriz, queres-te explicar? – Perguntei a olhando séria e ela suspirou

Tudo bem! – Falou por fim, levando um olhar do irmão, que levou outro meu, de repreensão – Bom, tem uma menina na nossa turma, ela é minha amiga, ou pelo menos, ela era, ela chama-se Chloe, é aquela menina loira, de olhos verdes, bastante extrovertida – Assenti lembrando da menina. Ela fazia-me bastante lembrar a Caroline, mas seria impossível ela ser filha dela, pois nunca mais vi a Caroline na vida – Ela hoje começou a tirar-me tudo, copiou o meu trabalho e ficou com os loros, o que fez ser a copiadora e não a copiada, depois não me deixou brincar no parque e depois, fez-me uma rasteira e eu caí, mas ralei só a mão – Ela mostrou, não se notava muito, mas estava um pouco vermelho – E eu comecei a chorar porque na altura doeu e o mano viu-me a chorar e eu contei tudo para ele e ele foi falar com ele, e eu fui atrás e eu depois bati nela, porque ela me tinha magoado todo o dia – A minha menina falava com os olhos com lágrimas – E ela não lhe aconteceu nada, eu e o mano fomos os únicos que ficamos de castigo… – Ela já chorava a esta altura – Porque ninguém acreditou em nós! – Levantei-me e abracei a minha filha, fazendo carinho no cabelo dela

Pronto amor, já passou. – Agora me sentia culpada por não ter resolvido na hora – Olha para mim – Ela olhou – Já passou, coração. Não foste correta ao bater nela, quero que saibas isso – Ela assentiu – Mas também não devias ser a única a ficar de castigo, quando ela te fez uma rasteira. Mas não quero que voltes a repetir, está bom? – Pedi e ela assentiu. Limpei-lhe as lágrimas – Tens uns olhos tão lindos meu amor, não é para chorar – Falava calmamente com ela e ela acabou por se acalmar – Agora acabem lá de papar para irem brincar um pouco ainda! – Falei sorrindo e eles assim o fizeram

És fantásticas, sabias? – Ele me olhava com carinho e sorri, terminando de por a loiça na máquina

Ela é nossa filha, e não esteve assim tão mal – Rimos os dois – Olha… Eu queria-te pedir desculpa – Ele me olhou atentamente – Por não te responder e por te ter evitado a tarde toda

Desculpas aceites – Sorriu de lado – Mas já que tocas no assunto – Ele aproximou-se, agarrando-me pela cintura e sorri – Onde nós íamos? – Perguntou

Eu ia adormecer os nossos filhos, e tu ias para casa – Respondi sorrindo e ele revirou os olhos me soltando. Fui até o quarto dos meus filhos, me impressionando quando os mesmos já dormiam, em cima dos lençóis. Abri as camas e deitei-os lá dentro. – Bom, parece que metade já está feito – Sorri sem jeito e ele encurralou-me, de novo, entre a parede e ele. – De novo? – Perguntei sorrindo e ele apenas assentiu e colou os nossos lábios, iniciando um beijo calmo e profundo. Encaminhei-o até o meu quarto, sem descolar os nossos lábios. Como estava só de pijama, fiquei nua rapidamente, o que lhe agradou, mas a mim não, pois era muita roupa da parte dele, comecei a despi-lo e troquei de posições, ficando por cima dele. Cada toque seu, causava um gemido leve, estava tão necessitada dele na minha vida, quem nem parece que ele já me havia feito sua, duas vezes, só hoje e iriam fazer ainda, uma terceira vez. Sem preliminares, ou qualquer tipo de preparação, estava carente demais para isso, e afinal de contas, acabei por perceber que estávamos a fazer amor, estávamos a expressar o quanto nos amávamo-nos, pelos toques, beijos e as estocadas ora rápidas, ora lentas, dentro de mim. Por 4 anos eu esperei que este homem voltasse para a minha vida, para que tivesse nos seus braços de novo, fui muito tola por deixar o orgulho interferir, mas não podia estar mais feliz com tudo até agora. Céus, como eu amo este homem! – Porque estás com essa cara? – Perguntei encarando-o sorrindo, estávamos deitados, apenas com um lençol a cobrir os nossos corpos, estava deitada sobre o seu peito, enquanto ele me fazia carinho no cabelo

Estou feliz! – Respondeu sorrindo – Tenho o amor da minha vida nos meus braços, pela terceira vez hoje – Sorri com aquilo, depositando um selinho nos seus lábios

Sim! – Disse passado um pouco, o que o fez me olhar, confuso – A resposta à tua pergunta, se estamos de volta, é sim! – Disse sorrindo e ele me olhou com os olhos a brilhar – Sim, estamos de volta! – Conclui sorrindo e ele selou os nossos lábios, num beijo calmo e apaixonante

Finalmente! – Disse entusiasmado, o que me fez rir. Iniciei um novo beijo apaixonado e aconcheguei-me no seu peito, uma vez mais, o fazendo rodear o meu corpo com os seus braços, e acabamos por adormecer assim, nos braços um do outro! Passados 4 anos, finalmente juntos, e não podia estar mais feliz!

Notas finais
Entãããão?? ♥ Que acharam ?? Ai eu fiquei tão entusiasmada por esse, mas o próximo, ficou engraçado demais também kkkk Bom, nos vemos nos comentários ou no próximo capítulo ♥ Beijo, beijo ♥