Love Me Again
7 Capítulo 6 - Caroline Forbes
Notas iniciais

~ Damon ~
A noite de ontem tinha corrido bem demais! Conheci finalmente os meus filhos, claro que eles tinham que ser meus filhos! Eles são lindos demais para serem filhos de outra pessoa. E a melhor parte foi finalmente ter beijado a Elena, de novo! As saudades que eu tinha daqueles lábios, daquele corpo, daquele cheiro, daquele sorriso…
Bom dia Damon – A morena cumprimentou-me assim que abri a porta – Estás pronto? – Perguntou desconfiada tentando espreitar para dentro de casa
Bom dia! Sim, tudo ótimo – Tentei sorrir o mais convencível possível – Desculpa, mas não vou conseguir ir… — Rápido, o que eu digo? Não posso dizer a verdade… Sério, quando eu preciso de uma desculpa, a minha cabeça não as cria? – Estou a tratar de uns assuntos para o Stefan – Cocei a cabeça
Oh… Okay… Tudo bem, depois falamos – Sorriu fraco – Vamos meninos, digam adeus ao Damon
Adeus tio Damon! – As crianças disseram em uníssono assim que deixaram o botão do elevador. Acenei sorrindo e fechei a porta suspirando
Vês como sabes ser um bom menino quando queres!? – Disse levantando-se do sofá
Diz logo o que queres – Disse revirando os olhos e servindo para mim whisky
Damon, Damon… — Pegou no meu copo – Sabes muito bem que não é assim que se fala comigo – Me olhou feio – Obrigada pela bebida já agora – Bebeu a minha bebida e a olhei incrédulo – Oh não me olhes assim, sabes que não consigo resistir a esses olhos lindos – Ela pegou nas minhas bochechas e desviei
Já chega, Caroline! – Irritei-me e ela me olhou feio – Como é que me descobriste? O que queres? Mostra de uma vez o teu jogo! – Gritei com ela
Damon, querido! Onde quer que estejas eu irei sempre te encontrar – Ela sorriu inocente e bufei – O que? Mostrar o meu jogo e acabar com a diversão? – Riu, mas não havia humor ali – Pensas que é assim tão fácil, amor?
Não me chames de amor! – Disse rígido – E não vejo diversão nenhuma nisto – Suspirei
Oh, por causa da Elena? Não te preocupes, eu não me importo de te partilhar – Ela sorriu de lado – Oh tu achavas muito divertido antes querido!
Antes de conhecer a Elena, antes de voltar aos eixos, antes…. – Interrompi-me suspirando
Antes de seres papá? – Ela completou e a olhei assustado – O quê? Pensavas que não iriamos descobrir? Somos nós! – Ela riu
Pois acontece, Caroline, que eu não quero mais ‘’me divertir‘’! – Fiz aspas com os dedos – Apenas me deixem em paz, eu afastei-me dela, como pediram, mas eu não consigo mais! EU AMO-A PORRA! E EU TENHO FILHOS! – Gritei prestes a chorar – Se tu ainda tens um pouco de humanidade em ti, por favor, acaba com isto!
EU TAMBÉM TINHA UMA FILHA E NO ENTANDO A ELENA NÃO TEVE PIEDADE QUANDO A MATOU! – Ela exaltou-se e pela primeira vez quase que pensei que ela tinha humanidade. A Caroline é a aquela pessoa que faz tudo o que for preciso para ter o que quer, se tiver que matar, ela faz, ou manda outro fazer por ela, o que foi o meu caso, quando tinha 16 anos, na altura eu estava sozinho em Portugal, vivia apenas com a minha tia (que não queria saber de mim) e foi também quando conheci a Caroline e o Klaus, na altura eles tinham 16 e 18 e eu não raciocinava como deve ser…
(10 anos atrás)
Caroline! – Sorri ingénuo
Damon! – Sorriu entusiasmada
Então Damon, tens a certeza que queres fazer isto? – Perguntou Klaus mais uma vez e assenti sorrindo de lado
Vês, eu disse que ele sabia o que é certo – A loira sorriu convencida – Bem Damon, é muito simples, só tens que colocar isto – Ela mostrou um frasco – E coloca-lo na cozinha – Apontou no mapa – Achas que consegues fazer isso? É na realidade muito fácil, mas se não conseguires, nós podemos achar outra pessoa, mas claro, tu não ganharias os 100.000€ — Disse sorrindo fraco
Não! Eu faço! – Sorri de lado – Afinal, isso é muito fácil, certo?
Certo! – A loira sorriu de lado e olhou de relance para o loiro que também sorriu
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Nessa noite, fui até a morada que o casal loiro me deu, na hora que disseram que não estaria ninguém em casa, abri a porta com uma chave que estava debaixo do tapete… Sério? Quem deixa a chave de casa, por baixo do tapete? Coloquei o código do alarme que me tinham dado e resultou! Estava dentro de casa, rapidamente fui para a cozinha onde coloquei o frasco… Espera, onde eu tinha posto o frasco mesmo? Onde eu deixei o frasco? Não, não… Assim não ganho os meus 100.000€, porque a minha tia tinha que me chatear logo hoje?
Temos que nos despachar, a Elena deve estar quase a chegar – Ouvi a voz de uma senhora. Merda, o que eu faço agora? As minhas mãos estavam a suar, procurei dentro da minha mala e encontrei uma arma, peguei nela de imediato, eu não podia ser descoberto, eu tenho 16 anos, dois anos e fico preso…
Espera, não ligaste o alarme quando saímos? – Perguntou um senhor desta vez
Liguei, porquê? Não acabaste de o desligar? – Perguntou rindo e a luz da sala foi acesa e engoli em seco, o que eu iria fazer agora?
Dispara Damon – Alguém sussurrou ao meu ouvido, virei-me para trás e era o Klaus
O que estás aqui a fazer? – Perguntei nervoso – Ajuda-me
Dispara Damon! Agora! – Ele mandou e eu o olhei incrédulo
Acho que tem alguém cá em casa… — O homem sussurrou
Dispara agora, Damon! AGORA! – Ele estava a obrigar-me?
Deve ser a Elena que já chegou e nos quer pregar uma partida. Elena, querida, já chegamos! – A mulher foi-se aproximando. Fechei os olhos, senti as mãos dele em cima das minha e disparei, assim que os abri estavam os dois estendidos no chão. O que eu fiz? Oh meu Deus, o que eu tinha feito? Eu matei duas pessoas… Guardei a arma na mala e sai dali de imediato
Eu matei-os … — Disse paralisado sentindo lágrimas descerem pela minha bochecha – Eu esqueci do frasco e encontrei esta arma e eu apenas disparei e eu matei-os! – Chorava paralisado e fui abraçado pela Caroline
Não faz mal, Damon, já passou! Olha para mim – Ela afastou-se de modo a que olhasse para ela – Eles eram pessoas más, eles têm uma sobrinha, a Elena, eles ensinaram-na a matar pessoas, eles são todos maus, a sobrinha deles, matou a minha filha, eu tinha uma menina de 2 anos e a Elena simplesmente a matou – A loira limpou algumas lágrimas que ameaçavam cair – Olha para mim, tu não fizeste nada querido, eles eram maus, tu apenas te defendeste!
(Atualmente)
Tens a certeza que a Elena matou a tua filha de propósito? – Perguntei paralisado e ela assentiu tentando não chorar – Eu tenho a certeza que ela não fez de propósito, Care, tu conheces a Elena… — Ela interrompeu-me
Exatamente, eu conheço a Elena, tu não! A Elena antes não era nada do que tu pensas que ela é agora, eu tenho a certeza que ela matou a minha filha de propósito! – Fechou os olhos e respirou fundo – Mas tudo bem, eu compreendo que não acredites em mim… Apenas não te queixes quando acontecer o que estou a tentar que não te aconteça! O que achas que a Elena vai fazer quando descobrir que matas-te os padrinhos dela? Achas que ela vai acreditar que era em defesa? Achas que ela vai confiar em ti? Achas que ela te vai deixar ver os teus filhos? Pensa Damon, se te obriguei a afastar, foi porque foi necessário… Eu não vou dizer para voltares a desaparecer, porque eu quero que tu vejas o que vai acontecer, ela não te ama, ela não ama ninguém… Porque achas que eu fiquei escondida quando ela tocou à campainha, porque ela me odeia, e a partir do momento que ela souber de ti, ela vai fazer de tudo para que não te aproximes dela!
Mas, eu não consigo… Não te lembras, dos momentos em que tu ficavas sem fôlego só de ver a pessoa que tu gostas se aproximar? Ou daqueles momentos que te sorri de volta, com um sorriso encantador, que te deixa noutro mundo? Ou até mesmo quando se abraçam que és só tu e ele?
Não. – Disse suspirando
Como não? Já tiveste namorados! – Insisti
Mas, não assim… — Desviou o olhar e suspirei
Caroline, eu só preciso que o que seja que vocês têm contra ela, que parem... Já passaram 10 anos, ela matou a tua filha, tu matas-te os padrinhos dela… Bem, eu matei, mas já tiveste a tua vingança…
TU NÃO ENTENDES, DAMON! – Gritou – Ela matou a minha filha, ela matou a única coisa que eu tinha na minha vida, ela matou a única coisa que me fazia uma pessoa, ela transformou-me num monstro, ela não sabe o que é a dor de se perder tudo o que tens, o quê? Achas que a morte dos padrinhos, se equivale à morte de um filho? Ela não tem ideia do que eu sofri, do que eu sofro, mas não te preocupes que ela vai ter! – De repente a cara de choro da Care desapareceu e apareceu uma cara vingativa, um sorriso irónico e uns olhos sem alma – Eu vou eliminar toda a gente da vida dela, um por um, talvez comece com os pais dela, e um ano depois, o irmão dela, mais um ano e os melhores amigos dela, até ela ficar sozinha, e a única coisa que tenha sejam os filhos dela e ai… — Riu rouca – Ai, sim, ela vai saber o que eu senti, pois finalmente ai, eu irei matar os seus preciosos ursinhos – Soltou uma risada demoníaca, ela é louca, nunca tinha visto a Caroline assim
TU NÃO TOCAS NOS MEUS FILHOS! – Ameacei
Ou tu o quê? – Ela provocou – E se pensares impedir-me, serás o primeiro a morrer, porque ao contrário de ti, meu amor, eu não deixo os meus sentimentos se intrometerem nas minhas obrigações!
Que sentimentos? – Ri debochado e ela me olhou feio
Impressionante, como nunca percebeste… Estás assim tão apanhadinho por ela? – Ela riu sem humor – Nunca percebeste que eu gosto de ti? Oh bem, que pena que te tenha que matar, daríamos um par tão bom, em todos os sentidos, se é que me entendes – Ela sorriu maliciosa – Aproveita estes meses, Damon, serão os teus últimos meses de descanso – Anunciou sorrindo de lado e saiu
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Bonnie Bennett ao seu serviço! – Entrou toda animada na minha casa. Havia lhe mandado uma mensagem à 5 minutos, suspeito que estava na casa da Elena, por ter demorado tão pouco…
Estás animada, para quem se despediu do amor da sua vida! – Provoquei sorrindo de lado
Tu e a Elena foram mesmo feitos um para o outro! – Bufou irritada, sentando-se no sofá
O que se pode fazer? Somos bons juntos – Pisquei o olho – E separados também, pelos vistos – Rimos juntos
Vocês devem combinar antes de eu chegar ao pé de vocês – Disse chateada e sorri negando – Mas porque me chamaste?
Tenho uma pergunta para te fazer… Quer dizer, algumas… — Suspirei e ela ajeitou-se no sofá – A Elena conheceu alguma Caroline Forbes? – Perguntei sem rodeios
Sim, quando era mais nova, a Elena tinha uma melhor amiga, ela chamava-a de Care, elas eram muito unidas, pelo que me lembro dela me contar, ainda cheguei a conhecê-la, foi quando me mudei para cá, com 8 anos e elas eram da minha turma, elas eram as meninas populares, foi ai que a Elena se começou a dar comigo e a Caroline, acho que ficou com ciúmes, mas passado dois anos ela foi-se embora, os pais viajaram e ela teve que ir com eles, ela era 2 anos mais velha que nós, no entanto nós divertíamo-nos bastante com ela, ela era cheia de vida, sempre pronta para brincar e para nos divertirmo-nos, eu gostava muito dela… Acho que a Elena a encontrou a alguns anos atrás, 13 acho eu, mas não correu muito bem… Enfim, mas porquê? – Perguntou sorrindo
Nada, apenas não me lembro de alguma vez vocês a mencionarem…
Oh, nunca mais a tínhamos visto, nem mantido contacto com ela, apenas deixamos de a mencionar… — Sorriu fraco
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Posso entrar? – Perguntou a morena assim que abri a porta e assenti dando passagem – Vim ver da Bonnie, eles estão impacientes para o jogo que prometeste – Ela sorriu e a Bonnie lembrou-se do jogo prometido
Oh meu Deus, o jogo! Eu esqueci-me completamente, vou indo! – Levantou-se do sofá apressada – Adeus Damon, depois falamos – Abraçou-me muito rápido e saiu correndo e ri da figura dela e a Elena parecia avaliar a minha casa
Sempre a mesma coisa, essa BonBon! – Sorri olhando para a morena – Precisas de mais alguma coisa?
O quê? – Perguntou saindo do transe – Desculpa – Sorriu – Eles sabem que a Bonnie estava aqui, então… Queres vir jantar connosco? – Perguntou deixando-me surpreso com a pergunta – A não ser, claro, que não possas… — Ela olhava ao redor para ver se encontrava algum vestígio de… mulher?
Claro que posso! O mais provável seria eu encomendar algo para comer – Sorri e ela riu
Oh, tu cozinhas bem! – Deu-me um empurrão de leve me fazendo sorriu – Anda, eles estão á espera – Ela foi andando na frente. Peguei nas chaves de casa e sai, fechando a porta atrás de mim
TIO DAMON! – Gritaram, saltando no meu colo assim que entrei na casa deles
Como vocês estão hoje, ursinhos? – Perguntei dando um beijo na bochecha de cada um e os dois riram – O que foi? – Perguntei rindo
Isso é o que a mamã nos chama! – Eles riram olhando para a Elena que olhava para eles sorrindo
E a mamã aqui gostava de saber, porque é que os ursinhos estão cheios de chocolate na boca? – Ela pegou a Bea do meu colo e eles sorriram sapecos para nós dois
A culpa é da tia Bon! – Eles disseram em uníssono
Bonnie Bennett! – A Elena chamou e os nossos filhos saltaram dos nossos colos e correram até á sala rindo – Chocolate antes do jantar, Bon? – A Elena lamentou-se e as crianças riram, um riso tão gostoso, a Bonnie apareceu com cara de ‘’não fiz nada‘’
Eu não fiz nada… — Ela falou e eu ri – Que eles não pedissem – A Elena suspirou e eu ria junto das crianças
Claro, tu fazes tudo o que eles pedem, é impressionante! – Ela sorriu olhando de relance para as crianças sujas de chocolate – Vão lavar as mãos, amores, depois podem comer como pessoas civilizadas – Ela sorriu apontando para a casa de banho
Mas nós somos ursinhos! – Eles gritaram da casa de banho
Uns ursinhos muito porquinhos! – A Elena gritou de volta e só se ouviu as gargalhadas deles na casa de banho
Ela também é uma criança, mesmo dizendo que não! – A Bonnie falou enquanto olhava para ela
Eu ouvi isso, coisa! – A Elena sorriu e eu mais uma vez comecei a rir – Estás a rir do quê? Tu vens para a cozinha comigo! – Ela ordenou e eu levantei as mãos em rendição seguindo para a cozinha – E tu, não quero mais chocolate antes do jantar! – Ralhou e a Bonnie assentiu ligando a Wii
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Tio Damon, como sabias que esta é a minha comida preferida? – A minha filha perguntou com a boca cheia de comida. Eles são as minhas pedras preciosas, não vou deixar que a Caroline lhes toque… No entanto, parte-me o coração ouvir os meus filhos me chamarem de tio…
Ei, eu fiz esta comida na semana passada e vocês não disseram nada! – A Elena fez bico e as crianças riram
Mas mamã, esta papinha está muito boa! – A Beatriz defendeu-se
É verdade, mamã! – O Duarte apoiou e a Elena fuzilou-os – Acho que devíamos raptar o tio Damon, que achas Bea? – Os dois olharam para mim com cara de sapecos e olhei para a Elena pedindo ajuda
Tu enfeitiçaste-os com a tua comida, tu arrecadas com as consequências, querido! – Ela mandou beijo no ar, fazendo os nossos filhos e a Bonnie rirem
Então? – O Duarte perguntou
Podemos ficar com ele? – A Bea completou
Primeiro, o Damon não é nenhum animal de estimação para pedirem assim e segundo, não, ele não pode ficar, ele tem a casa dele, as coisas dele! – A Elena numerou – Se quiserem passar mais tempo com ele, tudo bem, agora não podem tratar o tio como um animal, não é meninos? – Perguntou e eles assentiram, mas pareceu que tinham entrado a 100 e saído a 200, pois eles voltaram a olhar para mim, esperançosos.
Jogas connosco? – O Duarte perguntou ao fim de um tempo a mastigar a macarronada e assenti sorrindo carinhoso para o meu filho
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Só temos 4 volantes, como fazemos, mamã? – A Bea perguntou quando já estávamos os cinco na sala
Bem, vocês os quatro podem jogar, quem perder troca para a mãe e assim por adiante, pode ser? – Estabeleceu a estratégia e todos assentimos, começando a jogar
Passamos o inicio da noite a jogar Mario Kart, na Wii, de vez em quando jogava só eu, a Lena e a Bon, outras era eu, os miúdos e a Bon, outras eu, os miúdos e a Lena e outras a Lena, os miúdos e a Bon, quando deu 21:30, com a meia hora de prolongamento que a morena deu, tivemos que acabar com o jogos
Amanhã é dia de escola, amores – Repeti o que a morena havia dito e ele fizeram beicinho
Se a mãe deixar, amanhã voltamos, pode ser? – Bonbon abraçou-os e ele assentiram com carinha de choro, deu muita pena ver os meus filhos assim, sabendo que estou a passos de distância da minha família, dos meus filhos e da mulher da minha vida…
Até amanhã tia Bon, tio Damon! – Eles despediram de nós com dois beijinhos e um abraço e agarram-se à perna da mãe deles
Adeus meus amores – A Bonnie despediu-se – Adeus miúda, vemo-nos amanhã – Beijou a testa da morena e saiu, esperando por mim no corredor
Adeus coisas doces da minha vida – Fiz cócegas neles e encolheram-se rindo – Adeus Gilbert – Pisquei o olho e sorri de lado
Salvatore – Piscou o olho e sorriu de lado e fechou a porta assim que sai
Vocês estão melhor, não? – Perguntou enquanto estávamos a passar a ponte
É, acho que estamos quase lá! – Sorri de lado
Owwn! O meu melhor amigo está apaixonado! – Ela sorriu dando pulinhos
E onde está a novidade? – Perguntei rindo
É… Tens razão! – Riu – Adeus coisa feia, vemo-nos amanhã – Abraçou-me
Pensava que ficavas mais um pouco… — Fiz bico e ela fez careta, mencionando trabalho – Não sei do que te queixas, estás a fazer o que sempre quiseste!
Pelos vistos, também tu! – Prontificou uma resposta
Digamos que eu adoro brincar aos polícias convosco – Piquei o olho e ela negou sorrindo enquanto chamava o elevador, entrando nele de seguida e fazendo uma pequena vénia antes do mesmo fechar. Sorri negando e entrei na minha casa, fechando a porta atrás de mim…
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