Love Is Written With Blood
17 1x17 - Take Me
Notas iniciais
Amores, queria fazer uma declaração com um enorme pedidos de desculpas pela minha demora, eu tentei fazer isso mais rápido porém a escola estava me prendendo, devido á provas e etc, ate que arrumei um tempinho e vim aqui postar mais um novo capítulo, quanto as outras 3 fics que foram excluidas, se acalmem eu vou restaurar quando me atualizar, assim que terminar a primeira temporada LIWWB volto com Nothing Left to Lose que terá 15 capítulos e Heart Of Stone só quando a Lola conseguir o pc de volta porque a história em si ja temos ideia de tudo até a reta final, então o que acharam dos novos eps de TVD e TO? Eu simplesmente amei e já quero os próximos, obrigada pelas visualizações e os reviews, nos vemos lá em baixo...
– Sim, eu sou uma Petrova e tive uma filha. — Sophie diz e ele fica em choque.
– Como isso é possível? — Jeremy pergunta.– É uma longa história. — lágrimas escorrem involuntariamente de seus olhos. — Eu não aguento mais isso, Jer. — ela o abraça chorando sem parar, ele a envolve nos braços e acaricia seus cabelos.– Se quiser tenho todo o tempo do mundo para lhe ouvir. — ela sorri fraco enquanto ele limpa suas lágrimas. — Você precisa descansar.– Não. -Sophie se levanta. — Já descansei demais, vou tomar um banho.– Ok, te espero na sala. — ela assente e entra dentro do banheiro, Jeremy sai do quarto e desce sentando-se no sofá da grande sala em frente a lareira.Elena estava dormindo na cama de hóspede da casa de Caroline, seus olhos ainda se encontravam inchados e vermelhos de chorar pelo término com Damon, ela ainda não admitia que depois de um longo tempo comprovando que não se importava com as ações que Damon realizara no passado, ele ainda insistia que era ruim para ela. Caroline chegara em casa após falar com Klaus, ela sobe as escada e vê Elena na mesma posição, deitada na cama com as janelas todas fechadas e as cortinas impedindo a entrada de raios solares, Caroline deixa sua bolsa em cima da cadeira e vai até a janela e levanta a cortina.– JÁ CHEGA! — Caroline grita fazendo Elena se assustr.– O que é? — Elena pergunta sem ânimo algum.– Não aguento mais você isolada, sem ir respirar um ar puro, como se não existisse mais vida além da sua depressão. — Caroline arranca o cobertor dela. — Damon terminou com você? Foi triste? Foi, mas você sabe como ele é e você tem que parar com isso de ficar trancada, já chega se anime ou pelo menos tente. — Care senta ao lado dela.– Tá, que saco. — Elena levanta e faz um sorriso forçado. — Satisfeita?– Não. — Care se levanta. — Vai dar um trato na sua aparência e daqui a 20 minutos te espero lá em baixo, se demorar eu venho aqui te arrastar.– Está bem, mamãe. — Elena diz irônica e Caroline desce.Damon estava completamente bêbado, ele bebia uma garrafa atras da outra sem parar, já havia perdido as contas de quantas garrafas ele havia bebido, ele se sentia arrependido por ter terminado com Elena, mas em sua plena sã consciência sabia que não seria fácil tê-la de volta. Ele abri mais uma garrafa e vê Stefan se aproximando.– Já chega Damon. — Stefan tira a garrafa da mão dele.– Me deixa em paz, Stefan. — Damon tenta pegar a garrafa de volta numa falha tentativa.– Não entendo você, termina com a Elena mas fica aqui lamentando e se remoendo por ter terminado com ela, o que afinal você quer? — Stefan pergunta.– EU QUERO QUE VOCÊ SAIA DAQUI E PARE DE ME PERTUBAR. — Damon grita fazendo Stefan se assustar.– Tá.- Stefan dá de ombros, ele não aguentava mais o mal humor de Damon, desde o término com Elena, ele tinha que arranjar algum jeito para isso parar, ele fecha a porta de casa e senta num banquinho do lado de fora, ele está ali solitário e pensativo, até que vê um vulto e se levanta rapidamente sendo dominado pela estranha sensação.Klaus e Rebekah chegam em New Orleans, eles estavam em missão para descobrir o que Esther queria, afinal ela não estava morta?– Então como você pretende descobrir isso, Nik? — Rebekah pergunta.– Nem que eu torture um por um nessa maldita cidade, mas eu vou afzer de tudo para proteger minha filha. — Klaus diz com um tom de vigança, como sempre costumara ter.– Então vamos. — Rebekah diz e os dois entram num carro indo para o "French Quarter" saber o paradeiro de sua "adorável" mãe.Katherine estava sozinha na cama, ela estava na sua casa, a qual Elijah comprara, porque ela e Klaus não iriam suportar viver sob o mesmo teto, já bastava ele ter que se controlar para não matá-la a qualquer momento, Kath estava quase dormindo quando do nada vem tudo a sua cabeça, ela finalmente caíra na real que seria usada para um sacrifício.– Não, isso não irá acontecer de novo. — ela sussurra para si mesma. — Eu não posso ser utilizada para um sacrifício e do jeito que aqueles tolos são lerdos, eu vou acabar não sendo salva. — Katherine estava determinada a se salvar de uma vez por todas, a única maneira que pensara era encontrar Tessa e fazer uma proposta tentadora, antes de fazer algo a campainha toca , ela se levanta para atender e ao abrir a porta vê que é Elijah.– Elijah? — ela pergunta surpresa.– Katerina — ele sorri e entra lhe dando um selinho.– Achei que você tinha ido para New Orleans com Rebekah e Klaus. — ela diz.– Não. — ele responde. — Caso seja necessário irei ao encontro deles — Elijah sorri e Katherine disfarçadamente joga os papéis de anotação no lixo.Lola está descansando no sofá após passar a noite toda acordada tocando sua nova guitarra — a qual Kol comprara, já que a outra tinho sido destuída por ele.Thielly está descendo as escadas para encontrar Stefan, ela deixa Lola dormindo ali e ao abrir a porta se depara com Kol.
– Bom dia! — Thi sorri de forma amigável.– Oi! — Kol retibui o sorriso. — Lola está aí?– Ela está dormindo mas já está para acorda. — Thi aponta para Lola dormindo no sofá. — Bom, vai entrando já estou de saída, tchau. — eles se despede e Kol entra.Klaus e Rebekah já estavam perdendo a cabeça, já haviam perguntado para praticamente meia New Orleans se alguém tinha informações sobre ameaças à Hope, eles ao entrarem num bar movimentado no French Quarter esbarram em Marcel.– Klaus? Rebekah? — Marcel pergunta surpreso. — O que fazem aqui? — ele se cumprimentam.– Ouvimos dizer que tem uma certa bruxa conspirando contra minha sobrinha. — Rebekah responde.– Se você souber de alguma coisa fale, nem que eu tenha que matar todos dessa cidade inclusive morrer para proteger minha filha. — Klaus responde com sua forma raivosa.– Bom, acho que conheço alguém que pode ajudar — Marcel responde. — Venha comigo. — eles saiem do bar seguindo Marcel.Kol fecha a porta e sento ao lado de Lola, ele faz carinho em seus cabelos até que ela acaba acordando.– Kol? — ela pergunta confusa. — Há quanto tempo está aqui?– Uns minutinhos. — ele sorri e percebe que seus olhos estão um pouco inchados parecendo que ela havia choradao. — O que aconteceu?– Nada. — ela mente.– Não venha com essa, me conte. — ele pega em sua mão.– É que, desde que virei vampira estou mais sensível, eu sinto muita falta dos meus pais, eu me sinto extremamente péssima por ter sido um pouco culpada por ter perdido o bebê. — ela diz e percebe que Kol ficara confuso pois não sabia de sua gravidez.– Que bebê?- ele pergunta.– Antes, quando eu ainda namorava o Matt, eu acabei engravidando dele, só que acabei morrendo e virando vampira. — ela se senta. — Me desculpa por não ter te contado antes.– Está tudo bem. — Kol sorri fraco, mas trata logo de mudar de assunto, porque de uma certa forma incomodava o fato de Lola estar falando de Matt. — Vamos, vou te ensinar a caçar. — ele se levanta.– Ok! — ela sorri e vai ate a mesa para pegar sua jaqueta e eles vão no carro do Kol.Sophie coloca um vestido e uma sapatilha e desce as escadas indo para a grande sala dos Salvatore, lá está Damon sentado no sofá, em frente á lareira, bebendo um copo de Whisky.– Posso me juntar? — ela pergunta.– Claro! — ele enche outro copo e oferece para ela. — Está melhor? — ele pergunta assim que ela senta ao seu lado pegando o copo.– Acho que sim — ela bebe um gole e percebe que Damon está estranho. — Aconteceu algo?– Eu termineu com a Elena — ele responde.– Eu sinto muito. — Soph diz. — Você pretende consertar isso?– Não sei, ao mesmo tempo que eu fico louco querendo tê-la ao meu lado, eu também não quero ela aqui, temendo que eu faça alguma merda. — ele responde.– O amor faz isso com todos nós, nos torna loucos. — ela diz, Damon sorria até que Jeremy chega na sala.– Vamos? — ele a chama.– Sim — ela se levanta deixando o copo na mesinha e vira-se para Damon. — Se cuida — ele assente fraco e ela vai até Jer, eles entram no carro dele, que dirige até uma área afastada na floresta, que lembrava uma campina.– Você precisava sair daquele quarto. — ele diz lhe estendendo a mão para sair do carro.– O que viemos fazer aqui afinal? — ela pergunta.– Conversar. — ele diz.– Sobre? — ela pergunta enquanto eles andam.– Hm — ele pensa — Que tal falarmos sobre sua história, você nunca me contou sobre ela. – Minha história? — ela pergunta surpresa ao ambom sentar sobre a grama verde. — Bom, minha história não é um conto de fadas, acho que de nenhum de nós tem uma história feliz.– Se sentir mal falando sobre isso, não precisa. — ele diz.– Não, eu conto. — ela sorri fraco. — Então. — ela suspira. — Eu nasci em 1250, num pobre vilarejo que atualmente pertence a Paris, mas um pouco afastado do centro urbano, morava com minha avó e meu pai, também tinha uma irmã. Meu pai como soldado, combatia a guerra interior para disputas de terras contra a Inglaterra e nunca estava conosco. Minha mãe morrer no meu parto, ela já estava debilitada após adoecer um pouco, mas lutou para me ter, pois segundo ela eu seria especial, mas sua morte meio que afetou o fato de meu pai não ser próximo de mim, eu era muito próxima da minha avó e da minha irmã. Minha avó era um poderosa bruxa, não me lembro de qual origem, minha mãe herdou esse gene também se tornando uma bruxa, já meu pai era um Viajante, essa mistura me tornou ambos, mas minha irmã acabou sendo nenhum dos dois, porém minha avó jamais me ensinou magia, alegando que eu poderia adquirir muito mais poder que o necessário.. Quando eu tinha dez anos, recebemos a notícia de que nosso pai falecera em meio a uma batalha, assim nós tivemos que mudar porque a casa estava cheia de dívidas e não tinhamos dinheiro para pagar, e logo dois anos depois, minha irmã foi sequestrada por nós supomos que seja um clã de lobisomens e passei anos procurando por ela, nunca perdi a esperança. e agora, a outra parte da história que Tessa me fez relembrar, no meu aniversário de quinze anos, eu fui para a Vila a pedido de minha avó, só que um homem me perseguiu o caminho todo na volta e acabei sendo violentada por ele, logo depois de algum tempo me deparei grávida, eu tive a minha filha, mas minha avó a levou para adoção e logo depois apagou minha memória, vivemos normalmente até meus dezesseis anod, que foi quando minha avó foi acusada de bruxaria e assim acabou sendo condenada à fogueia e eu fui obrigada a assistir sua morte, assim sem dinheiro nenhum a minha casa foi tomada de mim, eu não tinha para aonde ir, corri sem parar pela floresta sem destino e fui parar no centro de Paris, estava sozinha e perdida, até que esbarrei em Kol, que estranhamente sentiu que teria que cuidar de mim, eu fui com ele e ele acabou se apaixonando por mim, mas não conseguia retribuir por mais que eu tentasse, assim ele me levou para a Inglaterra, onde conheci Thielly e o resto dos Mikaelson, me tornei vampira alguns anos depois, assim vivi com eles por mais dez anos, e resolvi seguir minha vida, viajei pelo mundo ate que no ano de 1492 estava perambulando pela Bulgária e esbarro em Katherine desesperada tentando sobreviver como uma vampira. — Sophie dá uma pausa.– Não me diga que você foi a mentora de Katherine. — Jer ri,– Fui, ela pode ter mais sangre frio que eu, mas ambas nos indentificamos por termos muitas perdas e por estarmos sozinhas, ela acabou sendo uma irmã para mim, ela poder ter milhões de defeitos, mas quando ela se importa é ela faz de tudo pela pessoa. — Sophie senta.– Então, algo me diz que ela ja te salvou de algo. — Jeremy conclui.– Sim. — Sophie ri. — Bom, mas ainda vamos chegar nessa parte. — Sophie respira fundo e continua. — Assim, Katherine fugiu novamente e cada uma foi para o lado, e os anos foram passando e eu tentava me acostumar com o fato de que iria viver pela eternidade e assim quando estava no fim dos anos 1800 vim para Mystic Falls para me encontrar com Katherine e assim conheci os Salvatore, eu iria ser morta na tumba mas ela me avisou para ir embora antes de ir dizendo que ia transformar Damon e Stefan e caso ela não escapasse eu ficaria responsável em ajudar eles, porém Stefan se entregou ao lado negro e Damon se foi, mas enquanto rondava por Chicago na década de 20 encontrei Stefan com Rebekah e Klaus e passei algum tempo com eles, tendo um rápido envolvimento com Klaus, e alguns anos encontrei Damon e também me envolvi com ele por um período de 5 anos, mas não havia sentimentos amorosos e assim o tempo foi passando, fui parar em Atlanta com a Thielly, e encontramos Lola orfã e sozinha, agora estou aqui em Mystic Falls sendo alvo de uma bruxa pscótica; — ela ri.– Soph. — Jer pega na mão dela. — Eu sinto mesmo por tudo que você teve que passar, mas aiba que sempre estarei aqui para o que precisar, não deixarei nenhum perigo lhe atingir. — ele sorri.– Obrigada, Jer. -ela sorri e abraça ele com força.Stefan ainda estava rondando do lado de fora, ao redor da casa, após ser expulso por Damon que estava bêbado, após Sophie e Jeremy terem saído ele entrara para atender o telefone, já que havia marcado de sair com Thielly. Ele estava esperando ela chegar, foi pegar as chaves do carro quando sente sua cabeça doer, os sons estridentes dentro do cérebo pareciam ser espetados por agulhas, ele luta contra a dor até que cai desmaiado.Thielly estava dirigindo após comprar algumas coisinhas, ela estava na estrada a caminho da Mansão Salvatore, até que vê ninguém menos que Stefan sendo sequestrado, ela sai do carro rapidamente mas já é tarde de mais.
– STEEEEEEEEFAN — ela grita mas só se escuta o barulho das árvores.
Notas finais
Então é só, obrigada por tudo novamente e não esqueçam dos reviews, amo você beijaaaaao
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