Love In War

25 Noite do Dia 3 - Carta, Laços e um travesti.


Notas iniciais
Veigas: ...AGORA CHEGA, VAI! Já faz mais de um mês! Só se você fizer escudo contra os tomates, tiros, porradas e bombas. u.u Veigas: Argh! Ok,ok, vai. Yo Leitores queridos! Como todos sabem, final de ano pra estudantes é uma dor no kokoro, por isso não ando escrevendo nem na fic e nem na outra. Veigas:...Eles não sabem da outra, BAKA. ¬¬'' ...Bem, atualmente faço parceria com a Drii-chan no social spirit fazendo uma fic de Fairy Tail chamada "Virtual Life" e que em breve trarei para o Nyah, mas paciência, uma coisa de cada vez. Esse cap devia ter vindo antes, mas o bug que deleta o cap todo levou o final dele pro brejo várias vezes, o que me frustrou muito. De toda forma sei que desculpas não corrigem erros, mas é o que tenho pra dizer. Para todos que ainda leem, boa leitura =3 Veigas: Não se esqueçam de me amar por trazê-la de volta S2

–Dio Narra-

Meu dia já estava ruim, mas se fosse pra escolher a pior parte dele, eu escolheria esse momento. Descobrir que esse ser...Não! Essa criatura vai morar no mesmo ambiente que eu por tempo indeterminado.

PORRA ERNASIS, EU JÁ NÃO SOFRI O SUFICIENTE CACETE?!

– Olá Dio, olá Rey. Quanto tempo.- Diz ele, sorrindo.

Aquele sorrisinho nojento. O que eu não daria para quebrar ele em mil pedacinhos?

– Oi Veigas. — Responde Rey com a mesma "boa vontade" que eu.

Por que tanto ódio? Bem...Veigas vem de uma família tão rica quanto as nossas, por isso tem o contrato. Mas a questão não é o dinheiro, é a maneira que ele vem pro bolso da família dele.

A família Terr é uma das mais destrutivas do continente de Elyos, com uma árvore genealógica criada encima de muito sangue.

Pra se ter uma ideia de como ela é, uma tradição que ela possui é:

Se o mestre da família -pai que possui o dinheiro como herança- e a sua esposa tiverem três filhos, para decidir o herdeiro, os três devem ser postos em uma arena onde lutarão até a morte pra descobrir qual é o mais poderoso e mais digno de receber a herança.

Se por acaso TODOS morrerem, o mestre e sua esposa terão que produzir mais filhos para fazer o mesmo processo novamente.

Basicamente, é isso.

E além de se matarem, eles também matam outras pessoas por variados motivos: dinheiro, poder... E principalmente, prazer.

Eles desprezam a vida de qualquer um que não concorde com a filosofia deles.

Antigamente, Veigas, Rey e Eu éramos amigos.

Fazíamos tudo juntos. Íamos a escola, brincávamos...Coisas de crianças.

Até o dia em que Rey adoeceu.

Quando isso aconteceu, acabamos nos separando e fazendo novos amigos. Mas diferente dele, eu nunca deixei de visitar Rey.

Quando ela ficou melhor -anos depois- nós fomos a procura de Veigas, mas ele havia se tornado mais um asmodiano irritante e esnobe. (N/A: Legal fera, mas espelho em casa, você tem?)

Depois disso nunca mais nos vimos, e com certeza nunca mais iríamos procura-lo.

– Parece que já se conhecem, isso é bom.- PRA QUEM QUE ISSO É BOM?!– Veigas esse é o Gadosen, e aquelas duas são Cazeaje e Elena.-dizia Duel apontando para cada um.– alguma dúvida?

– Onde é meu quarto?

– Bem ali, do lado do quarto de Dio e Gadosen. — PUTA QUE PARIU, ERNASIS, POR QUE ME ODEIA?!– qualquer outra dúvida pergunte aos seus colegas. — após terminar some em um rápido teleporte.

Por que estaria com tanta pressa?

– Duel Narra -

Abro as portas de aço frio e sinto o olhar de meus superiores sobre mim.

– Eu continuo não entendendo. Por que me pediram para levar Veigas agora?Vocês combinaram comigo que seria amanhã.-Digo.

– Achamos melhor deixarmos eles terem mais tempo para se conhecer antes de trabalharem juntos. A vitória que nos deram hoje vai ser bem recompensada.- Explica Setesh calmamente.

– Mas não te chamamos para falar sobre isso.- Diz Vulcanus.- Isso chegou ontem até nós.- Ele põe uma carta sobre a mesa.- Leia em voz alta o remetente e destinatário, Duel.

Imediatamente peguei a carta e obedecendo a ordem, li:

– De Lupus para Duel. – Suei frio. O que poderia ter acontecido com ele a ponto de me mandar essa carta?!– Vocês leram?

– Sim, óbvio. Mas achamos que você gostaria de ler, afinal, ela é destinada a você.- Admite Nemophila enquanto analisa minha reação.– Por que você não lê?

Vou abrindo devagar o envelope em minhas mãos e inicio a minha leitura...

– Não acredito...- São as únicas palavras que consigo dizer perante a carta.

– Sieg Narra -

Ando devagar até o jardim, e só paro quando me deparo com a seguinte cena:

– VAI LASS, DESCE DESSA ÁRVORE ANTES QUE EU TE DERRUBE!-Arme gritava para o albino, irritada. Ela segurava um vestido rosa brilhante da Amy enquanto a rosada segurava uma caixinha de maquiagem.

– NEM MORTO! SE EU DESCER VOCÊS ME TRANSFORMAM EM TRAVESTI! — Ele grita de volta, um pouco assustado por estar em desvantagem.

– Ah, Lass eu aposto que você ficaria uma gracinha de maquiagem!- Diz Amy de forma doce.– Agora desce — ...menos na última parte, essa foi sinistrinha.

Lucy ria bastante da situação.

– Com licença, eu odeio interromper o processo de transformação de Lass em diva mas...Eu posso falar com a Lucy um pouquinho? -Digo me aproximando e preparado pra subir na árvore, caso as meninas resolvessem me travestir também.

– Claro. Lucy, quando a gente tirar o Lass-kun dali de cima a gente te chama tá? -Diz Arme calmamente enquanto bate na árvore com o cetro.– DESCE LOGO DAÍ!

– NUNCAAAA- ele gritava de volta.

Me afasto junto com Lucy.

– E então Lucy o que está achando do lugar? — Digo enquanto sorrio e me agacho á sua frente.

– Ah, ele é cheio de gente legal! E também parece ser divertido morar! Afinal aqui é bem grande, né?- Dizia animadamente. Pensando melhor a casa da qual a resgatamos não era lá muito espaçosa.

– Sim, é! Você já viu o jardim e a horta que a Lire e o Ryan bolaram?

– Não...

– Não? Então você quer ir ver? — pergunto estendendo minha mão para ela.

– Quero! - responde alegremente, logo segurando minha mão.

A conduzo até lá.

Os olhos da pequenina brilhavam enquanto admirava o campo florido.

– É tudo tão...Bonito!

– É...Eles se dedicam muito nisso, sabe? Eles acordam de 5:30 ou 4 horas da manhã pra deixar tudo isso impecável.

– Nossa...Deve ser difícil!

– Uhum. É, mas vamos concordar que os resultados desses esforços valem muito a pena. – comento enquanto entramos mais e mais no jardim.

– Sim,sim! Sabe...Mamãe adorava flores! Ela sempre dizia que queria ser herbalista. Poder usá-las pra fazer poções e remédios para ajudar os outros, era seu maior sonho.– O brilho nos seus olhos some lentamente dando lugar a lágrimas.– Sieghart...Seja honesto comigo...

– Serei. –confirmo enquanto as limpo com as mãos. Não queria que ela chorasse.

– Eu verei minha mamãe? – sussurra essa pergunta de maneira aflita.

O que eu diria?

– Estamos procurando ela. Se você nos ajudar nós podemos encontrá-la.–Digo calmamente.– Tenha fé. – Sorrio.

Não queria dar falsas esperanças para ela, afinal , essa sim seria a pior coisa a se fazer.

Ela respirou fundo e me encarou bem.

– Está bem, irei ajudar! –fala com convicção.– Minha mamãe chama-se Hikari Mikami. E ela tem um cabelão muiiiiito comprido de cor roxa, não tem erro!

– Entendi. Mais alguma informação?

– Hmmm...Ela gosta de gatinhos!– Diz sorridente.

Ri de leve. Isso não ajudaria a achar ela, mas de certa forma foi engraçado ver Lucy dizendo isso.

– Quantos anos você tem Lucy?–pergunto.

– Vou fazer 12 próximo mês!– a empolgação continuava, isso era bom.– Por quê?

– Promete guardar segredo?– Digo baixinho. Ela afirma com a cabeça com um olhar curioso.– é que você me lembra minha irmã mais nova quando era pequena. Ela era bem fofinha, mas era capaz de muita coisa.

– Sério?

– Sério.- termino enquanto bagunço os seus cabelos negros.– Mas e aí, quer ver se o Lass virou diva ou não?

Ela ri e diz um sim.

Quando voltamos ao jardim Arme estava ajudando Amy a subir na árvore, enquanto Lass se aproximava mais e mais do topo.

– LASS, ESSA É SUA ÚLTIMA CHANCE! SE NÃO DESCER AGORA, VAI SER COM SALTO AGULHA!- Arme ameaçou.

– AI MINHA SANTA ERNASIS, ME LARGA AMY!- Gritava Lass desesperado enquanto sacudia sua perna em uma tentativa falha de se livrar das mãos de Amy, que já haviam o alcançado.

– LASS, PARA COM ISSO, EU VOU...WAAAAAAA

E quando Amy estava prestes a cair de cabeça no chão, Jin -que estava "casualmente" passando por ali- a pegou.

– Você está bem?

– Sim! Muito obrigada Jin! — Agradece logo depois dando um beijo na bochecha do ruivo que logo fica mais vermelho que seus próprios cabelos. Tô de olho nesse Jin espertinho.– Mas você pode me ajudar?

– Claro! Em quê? — Responde, meio abestalhado por causa do beijo.

– Não importa o que façamos o Lass não desce, você poderia trazê-lo até aqui?- Pede enquanto pisca os olhos.

– Agora mesmo.

Antes que Lass tentasse protestar, Jin dá um chute poderoso na árvore, que derruba o albino.

– Muito obrigada Jin, você é o meu herói.-Diz Amy logo ajudando Arme a arrastar um Lass desesperado.

– De nada.-Diz ainda meio idiota. Quando ele vai voltar ao normal?

Lucy seguiu as duas para ver os resultados, enquanto eu e Jin fomos atrás de informações á respeito de sua mãe.

Uma criança feito ela não pode ficar sozinha em um mundo destes. Não mais.

– Lire Narra -

Já fazia um tempão que Ryan e eu estávamos ajudando Holy, Tammy e o resto das enfermeiras a cuidar dos feridos. O grande setor branco e cheio de quartos estava lotado de feridos.

O fedor de sangue e medicamentos que o local emanava já estava começando a me deixar tonta.

Ryan me dá um leve tapinha no ombro para me deixar alerta. Eu não posso parar agora, isso poderia custar vidas. Vidas que podem ser salvas se me manter assim; bem alerta.

Holy estava exausta. Não parou de usar sua cura a tarde toda e nem agora o faria.

Tammy aplicava bandagens em várias vítimas, com tamanha habilidade e concentração que em 1 minuto três já estavam medicados e descansando.

Ryan espalhava totens de cura por toda parte. Ele também ia e voltava com alimentos, água e alguns medicamentos.

Eu? Bem, eu estou cuidando das crianças. Alguém precisa ficar de olho nelas para garantir que não bebam álcool hospitalar, ou coisa assim.

As tarefas são mais difíceis do que parecem e me manter acordada mais difícil ainda.

Em poucos minutos Ronan, Lin , Sieghart e Amy surgem para dar apoio.

– Finalmente! Onde estava Amy? — pergunto um pouco irritada. Era raro isso acontecer, mas ela devia estar aqui ajudando a Holy.

– Travestindo o Lass, ele ficou uma gracinha. - termina sorridente.– Precisava recuperar o poder mágico que gastei hoje.

Havia esquecido deste pequeno detalhe. Ela nos curava em batalha e Arme usou toda sua mana no teleporte; não podia culpá-las por isso.

Suspiro pesado, estava tarde e eu não aguentaria nem mais um segundo ali.

– Já está tarde. Quer ajuda pra pôr as crianças pra dormir?- pergunta Lin, gentilmente.
– Não, não...Acho que consigo aguentar mais um tempinho.- Sorrio da maneira mais bem humorada e gentil que consigo.
– Ah não, podem ir.Vocês já passaram horas aqui! Estão uns trapos!Vão tomar um banho, sim? — Diz Amy de maneira maternal enquanto nos empurra até a escada que nos levaria aos quartos.– Assumimos daqui.
– Obrigada Amy! - Diz Holy sorridente e abraçando a rosada.
– De nada, agora vão. -Amy estava me lembrando a minha mãe.

Obedecendo as ordens da dançarina, subimos as escadas para nossos quartos.

– A-ahhh...Agnécia tenha piedade da minha alma...- Holy diz, antes de desmaiar de sono.
Antes que pudesse tentar carregá-la, Ryan se oferece e me diz pra ir pro meu quarto.

Agradeço, digo um "boa noite" sonolento e continuo rumo a minha cama.
Quando chego me atiro meu corpo cansado no colchão, o que acaba derrubando Sid — que já estava dormindo — da cama.
Para minha sorte, fênix não são rancorosas. Ele se deita novamente ao meu lado e caio no sono absoluto.

– Ronan Narra -

Andava do lado pro outro ocupando a posição de Ryan. Lin e Amy cuidavam das crianças enquanto Sieg dos mais velhos; Todos aproveitando -em cada oportunidade- para perguntar pela mãe de Lucy.
Por mais algumas horas, permanecemos na mesma. Quando o trabalho finalmente termina, damos boa noite a todos e subimos as escadas.

– Descobriram alguma coisa? — pergunta Sieghart, esperançoso.

– Nada. — indago, um pouco desapontado comigo mesmo por não ter conseguido nada– Acabei não falando muito com as pessoas, desculpe.
– Não,não, sem problemas. Você fez o que pôde, e é isso que importa! — Afirma Lin.
– Sim, verdade. - o moreno concorda,o que acaba me reanimando.

Seguimos em direção da cozinha, acompanhando-o.

– E vocês garotas? Conseguiram algo com as crianças? — pergunta abrindo a geladeira e pegando uma fatia de bolo.
– Elas não sabiam quem era Lucy. — diz a rosada, seriamente.– Nunca a tinham visto, muito menos ouvido falar.
– Foi muito estranho.

– Um dos...Hmm,Bem..."Anciãos" me disse que Lucy não tinha pais. — indaga enquanto enche um copo de água.
– Então o que faremos? — Pergunto.
– Não se preocupem. Daqui em diante, é comigo. — afirma.
– Se precisar de ajuda, estamos aqui!- diz a albina, ainda radiante.
– Sem problemas, obrigado. — diz sorridente.– Ah sim, Ronan...Cuidado.-termina, de um jeito sombrio, logo se retirando.

As meninas dão um risinho, tenho um mau pressentimento.

– Do que ele estava falando? — pergunto á Amy.

–Sabe...Hoje eu e Arme fizemos uma mega produção no Lass: Maquiagem,penteado, manicure, acessórios, roupas, saltos...Mas a gente teve um pequeno contra tempo.
– E...O que seria? — suo frio.
– ...O cabelo dele era curto demais, o que acabou prejudicando nossas ideias e nosso talento.- responde, com um sorriso maligno no rosto.– Entende o que quero dizer?
– Acho que sim.
– Então...Está avisado! Nos aguarde Ronan, e boa noite...- Lin a segue escada acima.

Eu simplesmente fico ali, inerte, no meio do corredor. Continuo assim por mais alguns minutos quando ouço passos se aproximando, me viro na direção deles e vejo...

... Um Lass travestido.


– Sieg Narra -

Posso ouvir altas gargalhadas do corredor, acho que Ronan acabou de encontrar a amostra grátis do seu futuro estado.

Ignoro, entrando no meu quarto e dando de cara com a pequena garotinha de cabelos negros com seus olhos curiosos focados no livro -grande e pesado- entitulado: "As aventuras de um grande herói".

Assim que me vê ela fecha o livro e diz:

– Desculpa, é que o senhor estava demorando e eu pensei em ler um pouco até você chegar e...

– Está tudo bem. Livros foram feitos para serem lidos não é? - sorrio.– De toda forma, trouxe isso pra você. — ponho o prato com a fatia de bolo e o copo na bancada de madeira e logo ela se senta para jantar.

– Obrigada senhor! — agradece movendo levemente sua cabeça pro lado.

– De nada. Pensei que estivesse com fome, não te vi jantar hoje então me preocupei.- Continuo sorrindo até fazer uma pausa.– ...Lucy?

–Sim? — ela para para me responder.

–Você não tem mãe...Tem?-pergunto.

Antes que ela dissesse algo, a corto:

– Por favor, seja sincera.
Ela continua comendo por mais um curto intervalo de tempo.

– Não. Hikari apenas...Cuidava de mim. Ela era uma amiga distante da minha mãe antes dela e o papai sumirem. — faz uma pausa dando umas garfadas no bolo– ...Ela não teve escolha. Era a única pessoa qualificada para cuidar de mim. Ás vezes a acompanhava no trabalho, mas na maior parte do tempo permanecia em casa.

– Isso explica porque nenhuma criança te conhecia. Estudava em casa?
Ela assente positivamente com a cabeça.

– Uma vez ela me disse que eu lembrava minha mãe.Talvez por isso ela fosse tão super protetora.- Confirma.

–Entendo...

– Desculpe moço...-termina tristemente tanto sua frase quanto sua refeição.

Lágrimas rolavam pelo seu rosto, tinha que dizer algo.

– Não se preocupe, eu entendo. Apesar de tudo ela era o mais próximo de mãe que você tinha, certo? — ela assente de novo.- Está tudo bem, aposto que todos vão entender.

– Você acha? — Ela olha pra mim com seus olhos chorosos.

– Tenho certeza.- Seco suas lágrimas e digo para escovar os dentes, estava tarde, e ela precisava dormir.

Quando deito em minha cama, o cansaço toma conta do meu corpo. Quanto estava prestes a cair no sono, a criança ao meu lado murmura:

– Não consigo dormir.

E agora? O que eu façoooo?!

De repente, tenho uma ideia, pego o livro e escolho uma história.

– Acho que talvez você goste dessa...Era uma vez...

Passo um bom tempo lendo a história, exausto, até perceber que a criança — agora encolhida em meus braços- já havia adormecido a tempos.

– Boa noite. - sussurro de uma maneira quase inaudível e apago a única luz restante.


Continua...

Notas finais
Veigas: O que será que houve com Lupus? Será que Dio vai me suportar? Será que Lissy vai me trazer mais vezes? Descubra no próximo cap. Se ele fica ou não é por conta de vocês. Mas aqui no finalzinho de hoje, eu queria agradecer a todos os comentários, favoritos, recomendações e visualizações da fic. Vocês são demais =3 Agora Veigas, como ensaiamos... Veigas e Lissy: Beijos e Bye bye~~~
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.