Love In The 40s

2 Capítulo 2 "The new old friend of Dean"


Notas iniciais
Queria apenas dar boas vindas para as minhas leitoras. Awwwn *- kk

- Então! Me responda, ou é idiota e não sabe falar?! — Dean apertava cada vez mais forte minha cintura. Aquilo deixaria um hematoma e tanto.

- Ei vamos baixar a bola, que tal? — falei tentando acalmar o clima — Ele falou brincando, você acha mesmo que eu deixaria ele me beijar? — não sabia ao certo se aquilo era uma verdade ou mentira. Realmente gostava de Dean, mas aquele rapaz... Dean era um homem muito bonito, tinha cabelos pretos sempre arrumados em um topete perfeito, andava sempre muito bem vestido e sua famíla era multimilionária. Um dos motivos para eu namorar ele, meu pai praticamente me jogara para cima de Dean, dizendo que o pai dele iria lucrar muito nos negócios do meu. Vi o tal rapaz com uma certa feição triste, ou será que era coisa da minha cabeça?

- Você tem razão... Até porque, ele não seria louco de mexer com você, sabendo do que eu sou capaz. Você me conhece bem, não é Drew? — Dean praticamente cuspia as palavras na cara de...Drew? Espera ai, desde quando Dean se metia com os amigos de Alfred? Alguma coisa não estava certa naquilo. Mas sai de meus pensamentos quando Dean e 'Drew' chegavam mais perto, fuzilando um ao outro com os olhos.

- E você também sabe muito bem do que eu sou capaz, afinal, acho que um nariz quebrado não é tão fácil de se esquecer. — ele ria com desdém.

- Então o seu será o próximo, seu merda! — Dean foi pra cima de 'Drew', rapidamente, dando apenas lhe um soco no rosto, mas logo foi segurado por um dos amigos de Alfred, que fez o mesmo com 'Drew', que estava vermelho de raiva. Pude ver a veia de seu pescoço saltar.

- Vamos embora Lilian, essa festa esta de mutia baixa classe pro meu gosto. — Dean me puxou pelo pulso, mas fiquei em meu lugar — O que..?

- Vá você sozinho, afinal, não nasceu colado em mim. — apenas vi Dean bufar e sair pisando pesado pela multidão.

- Me descul... — 'Drew' foi falar, mas o interrompi.

- E você — me virei chegando bem perto dele, levantano um pouco o rosto para o encarar, com o dedo apontando para seu nariz — Seu... seu... arg! — dei os braços e sai furiosa dali.

Queria xingar aquele garoto de tudo quando é nome, por ter me beijado a força, por ser um baderneiro, por simplesmente ser ele. Ele me irritava, não sei porque, ele me dava uma sensação estranha...

Pedi cigarro a um estranho, que me emprestou um isqueiro, traguei uma vez e sai andando pela multidão procurando por um local menos barulhento.

- Ei... — ouvi alguém vindo atrás de mim.

- Me deixe em paz! — vi que era 'Drew', que se posicionou na minha frente, andando para trás. — Você é simplesmente...

- Atraente? — ele deu um sorriso galanteador.

- Esta mais para maluco.

- Um maluco que veio lhe perguntar, se você não gostaria de sair comigo um dia desses?

— O que?! Eu nem lhe conheço e... — fui interompida.

— Prazer, Justin Drew Bieber. Tenho 18 anos, adoro viajar e andar de barco. E gosto de beijar garotas desconhecidas e bastante atraentes. — ele deu uma piscadela para mim — Pronto agora já me conhece, não tem porque recusar.

- Ah não ser o fato de ter um namorado, que por sinal você conhece muito bem, Justin Drew Bieber.

- Um simples detalhe.

- Oh claro, sem importância alguma. — parei de andar e me sentei em uma mesa e logo ele se sentou a minha frente.

- Vamos, aceite. Vai ser legal, prometo não lhe beijar — ele ria — Ou tentarei.

- Não! E pare de tentar.

— Ótimo, então vou espalhar por ai que andei dando uns beijinhos na filha de Arthur Hummether.

- Você não teria coragem — fuzilei ele com os olhos.

- Espere para ver.

- Você acabou de levar um soco, não esta querendo outro né?! — fechei o punho sobre a mesa e ele olho pelo canto dos olhos.

- Se for forte como seu namorado, não tenho muito com o que me preocupar.

- Ok, ok. Eu aceito sair com você. — Joguei meu cigarro para ele, me levantei e ajeitei minha saia — Mas! Se você me deixar em paz. — nem esperei ele responder e fui atrás de Tutti, para irmos embora.

Ele realmente achava que eu iria sair com ele? Um cara sem respeito algum, que mais parecia um psicopata? Nunca. Até porque, eu tinha um namorado e que tipo de mulher eu seria?

Me encontrei com Tutti e ela concordou comigo (depois de muito esforço) de irmos embora. Na verdade, eu iria passar na casa de Dean e encontraria com ela em casa depois.

Dei uma boa caminhada até chegar a ''casa'' de Dean, aquilo parecia mais um palacio. Pude ver a silhueta de Dean, de longe, ele estava sentado na escadaria que dava a enorme casa. Ele levantou em um salto quando me viu e foi em minha direção, dando um sorriso bobo e logo fechando a cara, tentando parecer sério e bravo. Mas aquilo não era do fetiche dele.

Fui em direção a ele, que foi subindo a escada em direção a porta e vi que ele queria que eu entrasse com ele. Então o segui. A casa de Dean por dentro é tão luxuosa quanto por fora, é tudo muito bonito, limpo e perfeito. Tudo pensado nos mínimos detalhes.

Ele continuou andando, e vi que ele estava indo para o quarto, acho que não queria conversar ali no meio da sala, naquele horário. O quarto dele era bem bagunçado até, mas bem simples, o contrário do resto da casa. Ele parou e fiquei em pé diante dele, tive que levantar um pouco o pescoço para olhar em seus olhos, mesmo de salto, era bem mais baixa.

- Dean, me desculpe ter falado aqui para você. É que eu estava meio nervosa. Você sabe como eu sou né? Não queria que você ficasse bravo comigo. — dei um sorisso no canto dos lábios que ele respondeu. — Talvez isso ajude a convencer você. — fiquei um pouco nas pontas dos pés e lhe dei um beijo, apenas selando nossos lábios.

- Acho que vai precisar me convencer um pouco mais — ele sorriu e tornou a me beijar. Mas dessa vez pedindo passagem e lhe concedi. Seu beijo era profundo e intenso, ele segurou em minha cintura, me polpando o trabalho de ficar nas pontas dos pés. A cada movimento nosso beijo ficava mais intenso, ele então me deitou em sua cama.

Saindo de meus lábios e indo direto para meu pescoço. Me dando tempo de tomar fôlego. Ele dava leves chupões e mordiscava, me fazendo dar leves gemidos. Então passou sua mão por minha coxa, erguendo minha saia, passando por meu quadril e indo direto para meus seios.

Parei sua mão ali, eu ainda era virgem e continuaria sendo até eu estar totalmente pronta. Ele percebeu que eu não queria aquilo, então se sentou ao meu lado. Pude ver que ele tinha ficado meio decepcionado.

- Me desculpe, mas você sabe que...

- Não se preocupe, eu entendo. — Dean tinha 22 anos, 4 anos mais velho que eu e nem de longe ele era virgem. E eu sabia que ele tinha as necessidades, mas tinha que ver pelo meu lado também. Namoravamos apenas a 3 meses, eu não queria aquilo. Ultimamente tudo estava muito dificil, com guerras, brigas, medos e todo o resto. Eu ainda sentia um frio na espinha, com medo de alguém invadir minha casa, atirando na minha familia e todo o resto. — Eu desculpo você, agora vá para casa. Sua mãe vai ficar preocupada.

- Esta certo. — me levantei meio bamba, mas ele continuou sentado, fitando o chão. — Adeus. — lhe dei um beijo na testa e sai.

Dean era uma ótima pessoa, com certeza era. Mas também não era um santo, ele, como toda sua familia, ligava muito para o poder do sobrenome das pessoas. Aquilo me irritava profundamente, ele só se importava com o próprio nariz, mas fora isso, era um bom homem. Sempre respeitou meus limites, mesmo eu sabendo que era difícil para ele.

Cheguei em casa e Tutti já tinha ido dormir. Não vi nenhum sinal de minha mãe, então subi direto para meu quarto. Coloquei uma roupa para dormir e fiz a mesma coisa que Tutti. Estava um pouco difícil de pegar no sono, minha cabeça estava a mil. Queria saber qual o probelma que Justin tinha com Dean e por mais que eu não quissesse, ficava imaginando o beijo dele. E então peguei no sono.

**

— Você vai realmente sair com ele? — Tutti me perguntava em quando iamos fazer compras, já eram umas 16hrs, então tinhamos que ser rápidas. Iria ter um jantar para os que serviram no exército, em casa. Meu pai tinha chegado de manhã, bem cedo e anunciado a todos essa ideia super bem pensada. Era por isso que tinhamos ido fazer compras, meu pai queria que estivessemos em perfeito estado.

— Não sou louca, você viu ele? É só um adolescente a flor da pele. Só quer se mostrar. — entramos em uma loja de roupas — Espero nunca mais o ver na minha frente!

— Alfred falou que ele gostou de você — ela me deu várias cutucadas, me fazendo rir — E pelo visto você também gostou dele. — ela cantarolou na ultima palavra.

- Pare de ser boba! — aquela ideia era impossível.

Experimentamos vários vestidos, até achar um "perfeito". Estavamos indo embora quando Tutti me deu uma cotovelada nas costelas, me fazendo gemer de dor.

- Mas qual o seu probl... — fui reclamar com ela quando vi, que Justin vinha em nossa direção. — Meu Deus! Abaixe a cabeça, passe direto e finja que não viu ele! — falei andando mais rápido.

— Justin! — ela gritou para ele, me fazendo abrir a boca para gritar com ela, mas ele já tinha lhe visto e vinha correndo até ela.

— Olá Tutti e olá... Lily? — ele olhou diretamente para mim, com um sorriso bobo.

- Lilian pra você. E a gente esta com pressa, então se me da licença. — Fui para andar, quando ele colocou um dos braços na minha frente.

- Ok, Lilian! Eu queria mesmo falar com você.

— Não tenho nada para falar com você, então se você me deixar ir...

- Não antes de marcarmos nosso encontro.

— Eu não vou sair com você. — revirei os olhos, ia andar novamente, quando ele se pôs na minha frente.

— Mas você aceitou. Então vai ter que sair. — ele sorria satisfeito.

— Se você me deixasse em paz, mas não fez isso então também não posso comprir o que falei. — sorri forçado. — E agora se me da licen...

— Vamos Lily, que mal vai fazer? Olha ainda tem tempo para o jantar, porque não sai pra tomar um sorvete com ele? Eu dou uma desculpa qualquer pro seu pai. — Eai, topa Lilian?!

Notas finais
Gostaram? Mereço review?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.