Love Friends, Or More
10 Nome completo
Notas iniciais
Liz foi para seu chalé com raiva. Raiva por eu ter ganhado dela. Legal. Fui até o chalé 4 e bati na porta. Quem atendeu foi uma das meio-irmãs de Liz, Gabrielle, de 15 anos.
– Olá Nico! — ela me cumprimentou alegremente — Você quer falar com a Liz, não é? Pode entrar. — ela cedou espaço para eu poder passar. entrei no chalé, e fiquei atordoado.
Haviam varios tipos de planta crescendo nas paredes de troncos de árvore. No teto, mais plantas. Nas beliches, plantas. Em tudo que é lugar eu so via plantas e mais plantas, além de ver Lizzie deitada numa das camas com lençol de seda verde. Havia frustração em seus olhos, como se estivesse se perguntando como eu a havia derrotado.
– Oi Liz. — cumprimentei-a.
– Tchau.
– Nossa!, é assim que você me recepciona? Só por que eu ganhei de você uma única vez?
– Não é isso.
– Então o que é?
– Você já conheceu as novas gêmeas de Afrodite, Alicia e Alana?
– Não.
– Então nem queira conhecer.
– Por que?
– Se uma filha de Afrodite já é irritante, imagine duas! — disse ela olhando em meus olhos.
– Já vi que são malas.
– Malas é pouco.
Eu ri e ela me acompanhou. Percebi que só estávamos eu, Liz e Gabrielle — que parecia que não ouvia nada — no chalé. Era ótimo passar o tempo com Liz. Ela me entendia. Era uma melhor amiga perfeita para um filho de Hades, apesar dela ser filha de Deméter, arqui-inimiga de meu pai.
– Quer escalar a Parede de Escalada?
– Claro. Dessa vez, eu que vou ganhar.
– Vai sonhando
Quando nos encaminhávamos até a porta, alguém bateu. Nos entreolhamos e Percy colocou a cabeça pra dentro do chalé.
– Liz, tem uma entrega pra você.
– Uma entrega? — eu perguntei
– Eu não acredito que chegou! — exclamou Liz correndo pra fora, me puxando pelo braço.
Subimos a Colina Meio-Sangue. Do topo dava pra ver uma van dos correios. Descemos correndo e encontramos um homem baixo, usando um boné vermelho e segurando uma prancheta, nos esperando.
– Olá! — Liz disse.
– Você é... — ele teve que ler na prancheta — Elizabeth Astrid Rose Jensen?
– Eu vou matar meu pai! — exclamou Liz.
– Assine aqui por favor, e sua rubrica ao lado. — disse o homem.
Liz pegou a prancheta e escreveu Liz Jensen, numa caligrafia bem feita. Não sei como, já que ela deveria ser disléxica. Ela devolveu a prancheta e o homem abriu o porta-malas da van, tirando de lá uma mala grande e preta, parecia profissional.
– Espero que ele tenha mandado tudo.
– Seu pai? — eu perguntei.
– É. Me ajuda? — disse ela apontando pra mala enquanto a van já sumia na estrada.
– Claro.
Cada um pegou uma extremidade da mala e começamos a subir a colina.
– Ele mandou tudinho! — exclamou Liz quando abriu a mala.
Continua...
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