Love For Love.
3 Capítulo 3 - Feelings?
Notas iniciais
Allyson
Fazíamos o caminho para Miame Beach animadamente, como se nada tivesse acontecido a 1h atrás. Era assim que vivemos, seria impossível mudar isso. É claro que se nós o matarmos primeiro, teremos como ter uma vida normal.
3 anos, em uma escola, e saber que não poderia se aproximar de ninguém por medo, medo de que possamos coloca-los em perigo.
Lembranças de viagens com meus pai venho em minha cabeça, fazendo com que uma lágrima solitária caísse. Music Boom. Prendi meu pensamente na loja. Se queríamos pelo menos tentar construir uma nova vida, poderíamos começar arrumando um emprego.
– Nó vamos trabalhar — falei olhando para Trish e Dez pelo o retrovisor.
– Ótimo. Quanto mais dinheiro, melhor. — Trish disse, e a olhamos, e ela só deu de ombros.
Se existisse o prêmio de garota que mais ama dinheiro com toda certeza iria para Trish. Coloquei meus óculos e abri o teto solar, e todos riram sabendo o que eu iria fazer. Já tinha virado rotina, eu sempre sair pela janela e sentir o vento em meu rosto, era como se nada existisse, problemas, assassinos, caçadores. Nada. Só eu e o mundo.
Bem-Vindos A Miame beach
Li a grande placa e sorrir. Já era noite quando chegamos, e fomos direto ao Shopping Avenue. Dez ria calorosamente enquanto Trish revirava os olhos. Austin estacionou enfrente e olhei a hora em seu relógio de pulso, que eu acho incrível ainda não ter quebrado, já iria dar Meia-Noite.
Andamos pelo grande Shopping, ainda tinha pessoas ali. Chegamos enfrente da loja e peguei uma chave que permanecia encima da porta, e abri a loja. Ela estava todo suja de poera, tinha instrumentos, mas todos com poera. Dez soprou um trompete fazendo toda a sujeira ir direto para a cara de Trish, que o bateu no braço.
– Amanha resolvemos o assunto da casa — Austin disse, procurando algum pano para limpar ali. — E depois trazermos algumas coisas parar limpar esse lugar — Comecei a andar pelo lugar achando uma mesa em poerada com um baralho encima da mesma.
– Acho que dá ultima vez que meu pai venho, jogou baralho com os amigos — Falei pegando aquele jogo, e quando peguei mais uma carta um celular. — Austin — O chamei que venho até, lhe entreguei o celular.
– Esse é realmente da época que ainda eramos bebês — Falou o olhando — Amanha tentamos pegar as coisas que haver nele — Falou e guardou em seu bolço.
Subi para o andar de cima, tinha 4 portas. Abri a primeira, sala de ensaio.
Na primeira sala, havia um piano de calda preto, as paredes eram pitadas com um bege claro, 2 janelas, tinha outra mesa com várias cadeiras encima da mesma, tinha outra porta a abri e era o closet.
Na segunda sala, havia um quarto, tinha uma cama de casal, as paredes era azul bebê, havia apenas uma janela que dava claridade total ao local. Tinha um guarda-roupa marrom, e alguns quadro espalhado pela cama ou pelo chão.
Na terceira sala, também era um quarto, só que com 2 camas de solteiro, também havia só uma janela, havia um grande guarda-roupa ele era amarelo.
Na quarta sala, era o escritório, assim que entramos dava a visão da mesa que tinha um computador, e papeis organizados, uma mesa redonda com 3 cadeiras nela, apenas 1 janela , quer era bem grande ela dava a visão completa do shopping inteiro.
– Achei o banheiro – Ouvi ao gritar, desci as escadas, e encontrei Trish limpando o pequeno sofá que havia ali. Austin limpava o balcão, e Dez, sendo o Dez. Ele saio de uma porta com um sabonete em mãos.
– Acredita que o sabonete ainda estava lá? Intacto. — Ele disse, e Trish tomou de suas mãos jogando para fora da loja, acertando alguém que passava ali, que logou entrou.
– Poderia saber que me jogou um sabonete? — Um moreno alto, de olhos cor de mel com um topete perfeito, e atrás dele vinha mais 3 pessoas, uma loira uma morena e outro moreno.
– Foi ela. — Dez disse acusando Trish, rolei so olhos.
– Desculpa, é que nós acabamos de chegar, e estávamos vendo as coisas até que ela se incomodou por ele está passando o sabonete em seu nariz e o jogou. Desculpa — Austin disse vindo em minha direção.
– Tudo bem. — A loira se pronunciou — É que o Elliot dá esse tipo de surto de vez em quando — Disse se desculpando pelo o amigo.
– Tudo bem. — Respondi dando um sorriso.
– Se quiserem conhecer a cidade — O outro moreno disse — Sou Dallas — Falou se apresentando.
– Kira — A morena disse.
– Cassidy — A loira falou sorrindo animada.
– Sou... Você já sabe — O moreno disse emburrado. Se despediram, e saíram da loja.
Austin
Eles saíram da loja, e Trish e Ally foram arrumar os quartos, enquanto eu e o Dez tentávamos limpar alguns instrumentos. As meninas ficavam rindo muito alto, o que fazia a curiosidade ficar grande. Dez, olhou para mim sério e arquei a sobrancelha.
– Como anda o coração? — Perguntei e o olhei, suspirei.
– Batendo — Falei, e ele rolou os olhos.
– Austin eu sou bobo, mas não burro! — Falou se aproximando de mim.
– O que você quer que eu diga? — Pergunto ainda limpando a bateria.
– Austin,a 3 dias você se diz está gostando da Ally, e agora não sente nada? — Perguntou, e revirei os olhos.
– Eu sinto — Falei o olhando — Amizade. — Falei e ele bufou.
– Não dá para falar com você — Disse voltando a se sentar no banco.
Allyson
– Volto já. — Trish disse saindo do quarto.
Peguei meu celular, e vi o Wallpaper, suspirei triste, e agradeci mentalmente por Trish não estar aqui. Porque ela iria pergunto o porque do suspiro e que ia acabar em um conversa sem fim. O quarto já estava completamente limpo só faltava lençóis, que foi o que a Trish foi procurar.
Eu não podia, eu não poderia gostar dele. Porque ele nem deve gostar de mim, ele só me vê como a sua amiga e que deve protege-la, não podendo deixa-la sozinha a qualquer circunstância. Cai na cama fechando os olhos, e suspirando, e querendo imaginar meu futuro normal, sem estar morta ou ainda sendo caçada.
Fale com o autor