Love Chronicles
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Não sei se ficou muito bom, mas... Me esforcei! E gomen se ficou pequeno... Prometo me esforçar para fazer um capítulo maior da próxima vez! =D
Espero que gostem! ^^/
Kirino POV’s
Eu estava deitado em minha cama pensando em Akane. Droga, como isso foi acontecer? Se eu contar a Shindou, ele vai querer arrancar minha cabeça fora! Fiquei pensando nisso a noite inteira. Mal consegui dormir. Quando consegui dormir o despertador tocou. Maldito! Eu só queria dormir um pouco! Peguei aquela praga barulhenta e joguei com tudo na parede. Caramba! Vou ter que comprar outro despertador na volta pra casa... Porcaria, mais essa pra começar bem o dia... Levantei-me e fui ao banheiro fazer minha higiene matinal. Tomei um banho rápido e fui tomar café da manhã. Depois, peguei minhas coisas e fui caminhando lentamente até a Raimon. No caminho encontrei Shindou.
“Bom dia Ran!” Ele me cumprimentou com um sorriso no rosto.
“Bom dia Shin!” Sorri de volta.
“E aí, dormiu bem a noite? Você está com uma cara péssima...” E agora? Eu minto ou falo a verdade? Se eu mentir ele vai saber que estou mentindo, se eu falar a verdade, ele vai perguntar o por que eu não dormi direito... O que eu faço?
“Não dormi muito bem...” Optei por falar a verdade... É só não falar o motivo!
“E qual o motivo?” Droga Shindou! E agora? Internamente comecei a ficar desesperado, mas tive que inventar alguma coisa e rápido!
“É a prova de química que está chegando... Vou ter que me esforçar mais pra aprender a matéria...” Ufa, ainda bem que eu lembrei dessa prova!
“Sei como é... Boa sorte então!” Ele, mais uma vez, sorriu para mim.
Me senti mal por ter mentido pra ele... Mas se eu falar que gosto da Akane, ele vai querer me degolar! Eu amo muito minha vida, não quero morrer ainda! Por azar meu, no meio do caminho encontramos Akane.
“Bom dia Shin-sama! Bom dia Kirino-san!” Ela lançou um sorriso lindo para nós.
“Bom dia Akane...” Shindou falou meio corado.
“Bom dia Akane-san...” Falei dando um sorriso meio que forçado pra ela.
“Shin-sama, você poderia me emprestar seu caderno depois? É que eu faltei ontem e não tenho a matéria...” Akane disse sem jeito. Achava aquilo uma graça.
“Gomen Akane, mas fui embora cedo e não tenho toda a matéria...” Shindou abaixou a cabeça. Até imaginei o que ele estava pensando.
“Se quiser, eu empresto pra você...” Pronunciei receoso.
“Muito obrigada Kirino-san! No fim do dia eu pego com você então!” Ela me lançou o sorriso mais lindo que conseguia fazer, e, aquilo me deixou meio fora do ar.
Depois desse papo todo, seguimos até a escola juntos. Akane e Shindou conversavam animadamente, enquanto eu, ficava perdido em meus pensamentos. Durante todo o caminho, senti que estava olhando só para ela. Aquilo ainda iria me trazer problemas... Chegamos à Raimon. Eu tratei de ir a um bebedouro mais próximo beber água, depois fui ao banheiro passar uma água no rosto. Nem notei que estava sendo seguido.
“Bom dia senpai!” Ouvi uma voz conhecida ecoando atrás de mim, logo notei que era Kariya.
“Kariya... Se veio aqui zoar com a minha cara logo cedo, pode ir tirando o cavalinho da chuva!” Falei bravo e ameaçando sair do banheiro.
“Eu vi o jeito que olhava para Akane. Está apaixonado por ela?” Ih caramba, tava tão na cara assim?
“N-não sei do que está falando...” Virei e comecei a encará-lo.
“Senpai, posso ser do primeiro ano, mas não sou idiota que nem o Tenma... Vamos, pode contar pra mim...” Ele me olhava sério.
“Como se eu fosse idiota o bastante pra fazer isso!” Agora ele tava querendo me testar mesmo, só pode.
“Ué, se você não se abrir comigo, vai se abrir com quem? Shindou? Ele te mata se souber que está afim da Akane!” Ele tinha razão... Mas contar pra ele é a mesma coisa que contar pro Shindou! Ele vai acabar dando com a língua nos dentes! Droga...
“Você adora me ferrar, com certeza vai correndo falar pra ele sobre nossa conversa!” Falei bravo.
“Nossa senpai, que imagem você tem de mim...” Falou numa voz debochada.
“...” Nada falei, só fiquei encarando-o.
“Pode contar, tem horas que sou um bom amigo também, sabia?” Ele me encarava sério de novo.
“Bom, como você não vai me deixar em paz... Vou contar o que está havendo. Mas, se eu souber que você contou a alguém... Tu ta perdido, fui claro?” Dei um sorriso a ele, que assustou com o ato.
“H-hai, não conto a ninguém! Afinal, não quero morrer ainda!” Ele falou.
“Ótimo, vamos para o terraço, lá é mais seguro...” Falei indo em direção a porta. Ele me seguia em silêncio.
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