Notas iniciais
[Notas da NanamiUchiha >>>] Antes de qualquer coisa, agradeço às pessoas que deixaram o seu Review no Capítulo anterior - Nekochibiwalker e Dalila Araujo - um muito obrigada meninas, por continuarem a acompanhar e a fazer as nossas delícias com os vossos comentários. Também agradeço aos 7 leitores que já nos acompanham, e só pedia que deixassem o vosso Review para que saibamos o que estão a achar da história, pois ele é muito importante. :Esfregando as mãos: Ora bem, agora... Dado que a Sahh ontem me deu margem de manobra ao pôr o nosso querido casalinho já juntinho na mesma caminha, eu resolvi ser um bocadinho :um tudo naaaaaaaada: Pervertida :P É isso mesmo pessoal :soando fanfarra: Este Capítulo tem um leve sabor a Hentai... '-' Não acredito que acabei de fazer tal trocadilho, vocês vão perceber ao ler. Antes que eu dê mais alguma dica que não deva, aqui fica o Capítulo de hoje o/ Espero que gostem e encontrem a Sahh nas notas finais o/

Sentia o meu peito praticamente ronronar a cada respiração. Ainda ponderei sobre se seria a gata da Wendy que teria subido para lá, mas não sentia nenhum peso extra. Eu é que já não dormia num sítio tão confortável e quente há anos. Sentia a respiração da Erza ao meu lado direito, suave e lenta, ainda embalada pelos sonhos, tal como a minha. Somente despertei quando a senti virar na cama, abraçando-se ao meu tronco. Caramba!! Ela estava gelada!! Como é que ela aguentava estar gelada, o tempo todo? Já desde menina eu sabia que ela era assim e parecia que nada havia mudado. Mas pensando bem… Ela só não era gelada quando me tinha ao lado dela.

Abri os olhos, escudando-os depois com a mão ao receber com a luz do sol directa na cara. Levantei mais o cobertor de modo a este me tapar a cabeça, ficando só ali debaixo da roupa da cama com ela. A luz que penetrava no tecido era mais do que suficiente para iluminar aquele cenário. Vi o rosto dela descontrair-se ao sentir-se mais tapada e, consequentemente, mais quente. Mesmo assim, os ombros ainda tremiam, uma reacção natural do corpo. Passei-lhe as mãos pelas costas gentilmente para não a despertar, estreitando-a mais contra o meu corpo, procurando-lhe depois a testa com os lábios.

Ela moldou-se mais ao meu corpo, como se de uma peça de puzzle se tratasse. Os braços curvaram-se um pouco mais para se juntarem ao meu peito. O rosto procurou a depressão do meu pescoço. As pernas encaixaram-se nas minhas e a respiração dela atingiu-me no peito, fazendo-me sorrir levemente com a sensação. Encostei a testa à dela, numa carícia constante, durante vários minutos.

Talvez não o devesse ter feito.

Quando abri os olhos, desfrutei de uma visão com que já não me deparava há anos. Com os braços mais juntos ainda contra o meu peito, o decote da camisa de noite dela descera, evidenciando os dois montes suaves e quentes que eu sabia serem o peito dela. E eu sempre fora louco pelo peito dela. Talvez ainda mais que pela zona da barriga… Era algo que simplesmente me tirava do sério. E agora tinha-o ao meu alcance, passados anos, em que eu combatera tais impulsos e me obrigava a mim mesmo a pensar noutras coisas.

Ohh não… Não levantes agora!!

– Hmm… – A sério que ela escolhera logo aquele momento para murmurar entre o sonho? Aquilo só me fez lembrar das vezes em que ela me sussurrava ao ouvido, para me provocar, chegando às vezes a morder-me a orelha quando via que eu demorava a reagir como ela queria. Mas agora não era o caso. Eu já estava a reagir e ela… Se se continuasse a chegar assim para mim e a procurar o meu corpo com o seu, ela iria mesmo… Não, vá lá, está lá quietinha com a perna, não a subas assim pela minha, porque eu já sei onde a vais encaixar e sei bem como vou reagir…

OK, talvez… Talvez fosse melhor eu… Tentar subir-lhe o decote e esconder a atracção principal, dado que o tecido cada vez resvalava mais pela pele dela, aumentando mais o meu campo de visão, bem como a tensão dentro dos meus boxers. Isso mesmo… Devagarinho agora… É só puxares um bocadinho mais para cima e tapares as senhoras… Vá, só mais um bocadinho…

Paralisei.

Uns olhos castanhos fitavam-me, confusos, indo da minha mão para os meus olhos. Um enorme matiz começou a espalhar-se pelo rosto dela, e eu sentia que o mesmo acontecia comigo.

– Aa…

– O que é que…?

– O… O teu decote, ele… Estava demasiado para baixo, eu estava a tentar levantar para… – Cala-te. Cala-te, não digas que era para tu próprio baixares, cala a boquinha…

Ela desviou os olhos, simultaneamente envergonhada e triste ao mesmo tempo. Mas eu não... Não podia dizer que não me estava a conseguir controlar, tendo o corpo dela assim tão perto…

– Eu… – Ela puxou o decote para cima, apesar dos gritos do meu eu inferior para ela fazer o contrário. – Desculpa… – Senti o corpo dela tentar desencaixar-se do meu. Sentia o rosto dela ferver, dado que ela só olhava na direcção do meu peito para disfarçar a vergonha. Vi depois os olhos dela procurarem de novo os meus, quando a perna dela passou, sem querer, pelo meio das minhas e eu me retesei todo na cama.

– Isso é…?

– É…

– Teu…?

– Dizem que sim…

– Ohh, meu Deus, desculpa… Quer dizer, é claro que é teu, eu… – Vi-a levar as mãos à boca, como quem se esforça para não se rir, mas sem conseguir evitar.

– Achas graça, é?

– Desculpa, é que não fazes ideia da expressão que tens no rosto agora.

– Quê? Um misto de expressão de tarado com “eu não acredito que ela me apanhou assim”?

– Exactamente.

Fiz as minhas mãos assaltarem o corpo dela, escudando-lhe a cintura e pressionando no sítio certo onde sabia que as cócegas lhe faziam mais impressão.

– Olhem lá a piadinha que ela tem.

– Ah, pára!

– Agora é castigo, até eu te ver com a mesma expressão no rosto.

– Eu não estou excitada a esse ponto. – Ela riu-se de novo, tentando retirar as minhas mãos da cintura dela, mas sem forças para tal. – Jellal, pára, se eu me continuar a rir vou acordar a menina…

– Eu posso pôr-te… – Disse baixinho, ao ouvido dela, dado que ela tinha de novo escondido o rosto no meu peito e eu tinha a cabeça apoiada no ombro dela. A respiração dela acalmou, ainda por entre risos, levantando se novo o olhar para encontrar o meu.

– Como assim?

– Tu disseste: “eu não estou excitada a esse ponto”… – Repeti, ficando o meu olhar nos lábios dela, que repousavam a menos de cinco centímetros dos meus. – Eu posso pôr-te… Se quiseres.

– Jellal…

– Schh…

Os meus lábios mergulharam nos dela, com a mesma urgência com que os dela fizeram. As minhas mãos rodearam sua a cintura, da mesma maneira que os braços dela me procuraram e enlaçaram o meu pescoço. O que começou por ser um simples roçar de lábios rapidamente evoluiu para algo mais urgente, mais carnal e desesperado, demonstrando bem o quanto necessitávamos um do outro. Não demorei muito a sentir as lágrimas dela transferirem-se do rosto dela para a minha pele.

– Erza…

– Tinha tantas saudades tuas…

– Não chores, por favor. Não estou habituado a ver-te chorar tanto assim. – Disse, beijando-a levemente na ponta do nariz, enquanto limpava o rosto dela com as costas da mãos.

– Não consigo não chorar… Dói tanto…

– Onde está a Titania? Essa sim, é que fazia doer.

Um sorriso iluminou o rosto dela, enquanto combatia as lágrimas.

– Continuas um porco, ainda te lembras disso?

– Claro que lembro, deve ter sido dos melhores sonhos tornados realidade que eu já tive.

– Vê lá se queres que te amarre outra vez.

– Já não o fizeste? – Inquiri, fazendo menção a como o corpo dela estava a restringir todos os meus movimentos, os braços no meu pescoço, as pernas na minha cintura, os olhos dela nos meus, os lábios dela entreabertos. – Eu já estou amarrado, Erza. A ti.

Ela fitou-me durante vários segundos, um sorriso a brincar entre os lábios dela antes de abanar a cabeça.

– Cala-te e beija-me.

Os braços dela puxaram-me pelo pescoço, fazendo-me rolar para cima dela. Tive de apoiar as mãos no colchão para não a fazer suportar todo o meu peso, mas correspondi aos beijos dela com igual pressão e desejo. As minhas mãos seguiram depois o caminho da cintura dela, elevando-lhe aos poucos a camisa de noite. Ela sabia bem qual seria o meu primeiro destino. Se ela não se tinha esquecido, eu tinha uma ordem predilecta no que dizia respeito a explorar o corpo dela. O riso contido dela, assim que lhe passei as mãos pela barriga, disse-me que ela ainda se lembrava de tal. Os meus lábios abandonaram os dela, beijando-a apenas uma última vez no queixo. A última coisa que vi, antes de virar a minha atenção para outros domínios, foram os olhos dela a fechar, os lábios entreabrirem-se levemente e o inferior ser levemente mordido.

Passei pelo peito dela, sem me deter nele. Naqueles meios eu gostava sempre de ter primeiro a sobremesa, depois a entrada e por fim o prato principal. Beijei-a sim pela barriga, sentindo os músculos dela contraírem-se perante o meu toque, a pele a ficar arrepiada e os dedos dela entrelaçarem-se no meu cabelo, para não me deixar sair dali. Levantei somente um pouco os cobertores para conseguir atirar a camisa de dormir dela para fora do meu centro de acção, voltando novamente a explorar aquela parte do corpo dela.

Para meu desalento, aquela parte do corpo dela já não era tão lisa e suave como outrora fora. Havia demasiadas marcas, algumas ainda recentes e eu também via algumas nas pernas dela. Mas, naquele momento, o meu desejo e excitação levou a melhor sobre todos os sermões que eu lhe queria dar.

– Ahn… Jellal… – Até porque gemidos como aquele começaram-me a soar demasiado tentadores para eu parar. Além do mais, eu sentia que ela se estava a conter, muito provavelmente para não acordar a Wendy, mas ela sabia que eu não gostava quando ela se continha. Porque ela normalmente não se continha em nada, logo não era ali que ia começar. Rodeei o umbigo dela com vários beijos e o toque húmido da minha língua, fazendo-a gemer mais e forçar a minha cabeça uns centímetros mais a baixo. Ela raramente me pedia para fazer aquilo daquela maneira, o que só me dava a conhecer o quão desesperada por um momento assim ela esta. Eu não estava muito diferente… A minha erecção já se tinha formado há tanto tempo que só o mero toque com o tecido dos boxers me chegava a causar dor.

Mas eu sempre fui de a satisfazer primeiro.

Deslizei a minha boca para o baixo-ventre dela, recebendo de bom grado o calor e a humidade, devido à sua excitação, que só aumentou ainda mais quando a minha boca lhe explorou, calmamente e sem presas, toda a extensão do sexo. Os gemidos sucederam-se, agora não só mais do que palavras de puro de desejo, mas como pedidos de quem implorava por tudo para eu não parar. Mal sabia ela que parar era coisa que eu não queria, naquele momento. O sabor dela continuava igualzinho, talvez levemente mais salgado, mas eu não me queixava de um pouco mais de tempero, naquela altura. No momento exacto em que a minha língua procurou o ponto mais sensível do sexo dela e os seus gemidos ameaçavam elevar-se, ouvi o trinco da porta a tentar fechar, após um sussurro sobressaltado.

– Wendy…?!? – Tentei logo tapar-nos o mais possível. O rosto da Erza ficou tão vermelho quando os seus cabelos, enquanto ela puxava de novo o edredão para cima da cama e tapava os seios com ele. Estupidamente, ainda consegui ter ciúmes daquele cobertor, numa situação daquelas.

– Desculpem, desculpem, eu não vi nada, eu prometo que não vi nada. – Dizia ela, num tom meio assustado, ainda com as mãos a taparem os olhos.

– Calma, pequenina, está tudo bem… – Tentei dizer, procurando uma almofada, dado que notava-se muito bem o sítio onde o cobertor cobria algo que teimava em não descer. Acabei por tirar a da Erza, que olhou para mim ainda mais atrapalhada. Fiz-lhe só um movimento que, rapidamente, lhe levou a perceber o porquê da minha necessidade pela almofada dela.

– Por favor, não se zanguem comigo… Eu acordei e… Ouvi a mamã, eu… Pensei que ela estivesse doente.

– Ohh, amor, não tem mal, ninguém aqui está zangado contigo, linda. – Disse de novo, fazendo um sinal à Erza para ela ir ter com a menina. Ela levantou-se, amarrando o lençol em volta do corpo dela, ainda sem ser aparentemente capaz de proferir uma única palavra. Pegou na Wendy ao colo, deixando a menina encaixar-se nos seus braços, dado que ela não se segurava aos ombros da mãe por ainda estar a tapar os olhos. Assim que a Erza se sentou, com ela ao colo, levantei as mãos da Wendy, revelando-lhe um olhar muito envergonhado. – Olá, coisa linda do pai.

– Desculpa papá…

– Não tem mal querida, está tudo bem, o pai não fica zangado.

– Prometes?

– Prometo linda.

– Então… O que é que estavas a ver na mamã?

O riso da Erza fez coro com o meu, perdendo-se depois nas mexas azuis do cabelo da nossa filha, que se riu também, somente por nos ver a nós naquele estado.

– O pai estava a ver se a mãe… Ainda tinha o sinal.

– Sinal?

– Sim, um sinal que as meninas grandes têm. – Continuou a Erza, percebendo a minha ideia, enrolando uma das madeixas da Wendy entre os dedos.

– Deixa ver então.

– Só os rapazes é que conseguem ver, bebé. – Esclareci logo, muito rápido, ao ver a Erza ficar de novo toda corada. – É algo que só os rapazes assim mais maduros conseguem, eles conseguem levantar assim um filtro na visão e ver esse sinal.

Ela olhou-me, muito séria, percebendo toda a minha patranha.

– Pensas que eu não sei que estavam a fazer bebés? Eu já sou uma menina crescida, já sei algumas coisas sobre isso.

– Ahh, menina muito informada então. – O meu coração falhou uma batida, confesso. Que raio ensinavam aos miúdos, hoje em dia? Eu só aprendera sobre como fazer bebés quando, efectivamente treinara para fazer um.

– Muito. – Ela espevitou muito o nariz, muito senhora de si. Depois baixou os ombros, de novo confusa. – Mas, lá está, não percebi o porquê de estarem como estavam. Tens de usar isto aqui – Ela bateu-me sobre a almofada, não se deixando enganar tão facilmente quanto ao meu estado como eu pensara –, E não a boca.

– Aa… Wendy… Lembraste daquela conversa que a mãe disse que ia ter contigo, quando tu fosses um bocadinho mais velha?

– Sim, lembro.

– Pronto, este tópico também será abordado, sim?

Ela olhou muito a Erza, como quem tenta averiguar se ela estava a mentir ou não. No fim, encostou o indicador ao queixo dela.

– Olha que vou cobrar, ouviste? Vou apontar e tudo para não me esquecer.

– Já te disse que gosto muito de ti hoje?

– Não desvies o assunto mam… Ahh, não faças cócegas!! – Juntei-me à Erza, ajudando-a a deitar a menina na cama, e enquanto ela lhe fazia cócegas no pescoço eu levantei-lhe a parte de cima do pijama e assoprei forte contra a barriga dela, fazendo as gargalhadas explodirem em dobro. – Isso pica, papá!

– É, o pai já está a precisar de fazer a barba, já. – Senti a mão da Erza suave pelo meu rosto e sorri ao ver os olhos completamente deliciados da Wendy, quando eu beijei a mão da mãe.

– Olha, olha, isto quer dizer que tu e o papá já estão bem?

– Quer sim, Wendy. – Respondi logo, não dando tempo à Erza para me olhar com indecisão. – O pai ama a mãe. E agora tem a certeza que ela sente o mesmo. A gente vai tentar de novo, por ti. Sim?

– Yattah!!

– Wendy, não pules na cama tonta, sabes que o colchão já é velhote e quem sofre depois são as costas da mãe.

– Mas eu estou tão feliz mamã!

– Minha tonta… – Os lábios da Erza encontraram a testa dela, antes de lhe bater levemente no rabinho. – Vá, agora vai-te vestir para ires comer. Pode ser que a gente saia os três, de tarde, quando eu voltar do trabalho, sim?

– Siiiiiim!! – Os gritos de felicidade da Wendy percorreram a casa toda, há medida que ela corria pelo corredor até ao quarto dela. A Erza tornou a levantar-se para fechar a porta do quarto. Tive apenas um leve vislumbre a pele dela, antes de o lençol que lhe rodeava o corpo ser atirado à minha cabeça.

– À procura de um sinal que só os meninos crescidos podem ver nas meninas crescidas, han?

– Foi a primeira desculpa que me veio à cabeça.

– Aviso-te já, não a tentes enganar. Ela é esperta de mais, percebe logo.

– Não faz mal, a mãe dela parece ainda cair nos meus truques, para compensar.

– Ahh, cala-te!

Notas finais
[Notas da SahhChan >>>] Ahahahahah, eu ri-me tanto com estes três, acreditem. A sério... Agora aqui entre nós... Não acham que a Nanami tem um grande jeitinho para cenas Hentai? kkk' Eu já lhe tentei dizer que sim, já lho garanti, mas ela parece não acreditar em mim kkk' Brincadeirinha :3 Bem, espero que tenham gostado deste Capítulo e até ao próximo, minna !! Sayonaraaaa o/