Notas iniciais
Oi gente,
Segue mais um capítulo..
Betado por Kiki Cullen.. obrigado meu anjo♥
MÚSICA..PLEASE!!
http://www.vagalume.com.br/avril-lavigne/wish-you-were-here-traducao.html

CAP. 40/02 – COMPLETOS.

Bella-POV

As luzes se apagam, a multidão ovaciona!

Era assustador olhar a quantidade de pessoas que esperavam o inicio do Show. Em minha mente, ou em meus sonhos mais ousados, nunca poderia imaginar a cena que observava do backstage.

Era surreal.

- Bells... você está bem? – perguntou Jasper ao meu lado, colocando o braço sobre meu ombro.

- Isso é ... é... – apontei em direção á plateia, em uma perda de palavras.

- Eu sei... louco não? – suspirou um pouco tenso.

- Demais.... nós merecemos tudo isso Jazz? – murmurei, procurando seu olhar.

- Nós merecemos ser felizes como qualquer outra pessoa Bella. Todos nós já sofremos demais não? E você mais do que ninguém merece isso – sorriu em minha direção.

— Você está sorrido mais vezes – comentei, notando sua expressão mudar para um sorriso ainda maior – isso tem a ver com uma certa baixinha de cabelos negros longos que insiste em me fazer de cabide de roupas? – provoquei cutucando sua cintura com o cotovelo.

- Ela é tudo pra mim... – suspirou – ela me trouxe uma paz .. uma sensação nostálgica de segurança que eu não sei como explicar, você me entende?

- Claro que sim, ela é a parte boa do seu passado, não poderia ser diferente – sorri tristemente.

- Ele vai estar aqui Bells.. eu sei disso – respondeu entendendo que eu falava de Edward.

- Eu preciso muito dele aqui – confessei. – E se ele não quiser vir? E se não sentir mais nada por mim? E se me culpar por tudo? – lamentei meus medos com a voz embargada.

- Você não acha que são muitos “ e se”? Pare de achar as coisas! Você nunca foi assim Bells, nunca se deu por vencida depois de tanto tempo e não vai começar agora, não quando tudo está para mudar – acariciou meu rosto, pegando meu queixo entre os dedos, fazendo-me encontrar seu olhar com os olhos marejados – Edward te ama demais, está tão aflito — se não mais — de saudades de você! Aquele cara vive por você! – me confortou – Agora, vamos botar essa multidão para cantar – piscou, fazendo-me sorrir e sentir um pequeno alívio em meu peito com suas palavras carinhosas.

- Eu te amo Jazz, obrigado por tudo – agradeci o abraçando com força.

- Eu também te amo maninha – murmurou beijando minha cabeça.

- Vocês também me amam ainda? – perguntou a voz tímida de Emmett atrás de nós, que observava nossa troca de olhos marejados.

- Emmett... — chamei carinhosamente abrindo um dos meus braços o chamando para junto de nós – eu nunca vou deixar de te amar irmão urso – respondi contra seu peito, seus enormes braços cobrindo a mim e Jasper.

- Me perdoem por tudo.. eu prometo que vou me esforçar ainda mais – confidenciou a nós dois – eu não posso perder vocês.

- Nós te amamos cara – respondeu Jasper com a voz também emocionada – nós vamos ficar bem, eu sei disso.

- Eu também amo vocês – sussurrou, beijando nossas cabeças, e se soltando de nossos corpos – Vamos arrebentar? Está na hora! – sorriu, limpando os olhos molhados com a manga da blusa – Vai está arrasando princesa – elogiou, me encarando.

- Você está um gato Emmett – provoquei, admirando sua roupa.

- Eu acho que a sua está muito curta! – resmungou, fazendo com Jasper revirasse os olhos, fazendo-me sorrir.

Emmett .. meu irmão amado estava de volta!

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A adrenalina tomava conta do meu corpo. As pessoas gritavam, as luzes ofuscavam minha visão, os gritos eram ensurdecedores. Eu podia sentir a energia que vibrava em nossa direção, era tudo muito intenso, muito voraz.

Mas me faltava algo.

Meus sentidos estavam em alerta, em busca de uma energia muito conhecida, muito desejada. Meu coração ansiava e desesperava-se para encontrar aquela corrente elétrica que dominava meu corpo, a energia que sempre estalava no ar quando Edward estava próximo de mim.

E eu podia senti-la no ar. E em meio á multidão e cega pelos flashes de luzes, meus olhos procuravam freneticamente aquele que tinha meu coração e minha vida na palma de suas mãos macias, e foi impossível segurar o rompante de um sorriso em meu rosto, quando ali, em meio a tantos olhares, o seu estava preso ao meu.

Edward. Meu Edward. O menino homem que combatia seus próprios demônios. A pessoa mais forte e fraca, o mais experiente e imaturo, o mais seguro e inseguro ser que eu conhecia.

Minha outra metade.

Eu estava novamente completa. O rosto lindo e ainda mais perfeito que por tanto tempo foi minha maldição e minha salvação, sustentava os olhos mais saudosos e o sorriso mais intenso que por tanto tempo eu pedi para ter novamente.

Ele estava de volta e eu não queria mais me conter.

Nunca mais eu deixaria as pessoas recriminarem minhas emoções, em relação aos meus sentimentos por Edward. Eu o amava demais, e nunca teria receio disso. Eu gritaria ao mundo meu amor para o homem mais incrível de minha vida.

Eu precisava de nossa bolha, como eu precisava do ar para respirar.

- Boa Noite Port Angeles! – gritei sorrindo, agitando o público – É muito bom estar em casa! Essa música que vou cantar agora foi feita por minha falecida mãe, e eu a dedico para uma pessoa muito especial em minha vida, uma pessoa que é minha vida – anunciei sem nunca tirar meus olhos dos seus — Edward Cullen eu te amo baby, essa é para você! – ofereci com a voz embargando ao notar a expressão surpresa em seu rosto e tentando desesperadamente controlar o pânico que crescia em meu peito, quando após algumas notas, o observei saindo, fazendo-me errar uma nota.

- Bells se acalma! – pediu Jasper preocupado ao meu lado, gritando acima da música.

- Oh.. Deus Jazz – murmurei, no final da música, saindo apressadamente do palco.

Minhas pernas tremiam.

Eu não podia perdê-lo – Por favor meu Deus!.. por favor! – eu implorava, caminhando em direção ao camarim, ignorando o chamado de Gianna atrás de mim – De novo não.. eu não vou suportar isso... tudo menos isso – chorei, escutando vagamente um comoção na entrada do corredor, um pouco distante de mim.

-- BELLA! BELLA! – gritou a voz que alimentava meu corpo, fazendo com que meus passos travassem.

Edward.

– Bonequinha? – chamou novamente, diante do meu silêncio – Por favor olhe para mim – suplicou.

- Você não foi embora? – sussurrei baixo com medo que tudo não passasse de uma ilusão de minha mente apavorada e meu coração saudoso.

- Nunca! nem mesmo se você me mandasse ir, meu coração está com você e eu não sobrevivo sem vocês dois – respondeu com a voz embargada – Eu preciso de você .. Eu te amo tanto.

- Edward....... – chorei girando meu corpo. E ali, parado a poucos metrôs de mim, de braços abertos, os olhos vermelhos e o lindo rosto banhado por lágrimas, estava o amor de minha vida – Edward – chorei correndo em sua direção e jogando-me em seus braços.

- Bella... Bella.. minha bonequinha.. meu amor...meu amor...minha vida – dizia e repetia freneticamente beijando meu cabelo, apertando meu corpo fortemente de encontro ao seu.

- Eu te amo, eu te amo, eu te amo – chorei, beijando cada centímetro de seu rosto, desejando que de alguma maneira, eu pudesse me transportar para dentro do seu próprio corpo e nunca mais sair – Não me deixe.. não me deixe.. eu preciso de você! – implorei.

- Nunca.. nunca mais... minha menina, minha ninfa – nunca mais – repetiu com a voz rouca, tomando minha boca em um beijo sôfrego e desesperado – Deus... nunca mais .. eu não posso... nunca mais.. você.. eu e você sempre – murmurava desconexo, beijando e respirando em minha pele.

Desejo. Paixão. Crua necessidade. Esse era o nosso amor.

- Não me deixe mais... nunca mais... Bella... eu não vivo sem você – pediu aflito.

- Nunca mais meu amor... Eu te amo tanto Edward.. tanto – sussurrei em seus lábios. Nós tínhamos tanto para conversar e o momento não poderia ser mais importuno.

- Bella? – chamou Gianna, a nossa frente – Bem... hum... você precisa se arrumar, e voltar – pediu confusa, encarando a cena.

- Estou indo – murmurei, sem nunca desviar meus olhos de Edward, sentindo o aperto de suas mãos em meu quadril.

- Bella...

- Eu não vou embora Edward...nunca mais – assegurei sentindo sua tensão. Tínhamos acabados de nos reencontrar, e nenhum dos dois poderia se afastar ainda.

Eu acreditava que jamais poderíamos novamente.

- Eu não sei posso deixar você ir ainda – confessou – eu preciso sentir que isso não é um sonho, que você está verdadeiramente em meus braços – confessou, encostando sua testa na minha.

- Isabella .. – chamou mais uma vez Gianna, dando-me nos nervos.

- Você consegue andar comigo em seu colo até o camarim? – sussurrei no seu ouvido, ignorando Gianna.

- Como se eu fosse te soltar minha ninfa – sorriu, ajeitando meu corpo em seu colo e caminhando comigo grudado ao seu pescoço – você consegue abrir a porta? – sussurrou em meu pescoço parando em frente ao camarim.

- Não... eu não quero te soltar – resmunguei, enfiando as mãos ainda mais em seu cabelo um pouco grande.

- Nem eu – riu em meu pescoço – nós podemos morar aqui na porta pra sempre – brincou, fazendo-me rir e esticar um braço de má vontade, girando a maçaneta – O que você quer fazer? – sussurrou em minha bochecha, lambendo.

- Me ame.. por favor me ame – implorei, desesperada para sentir novamente nossa conexão.

- Faz tanto tempo bebê... eu não vou conseguir... Eu não sei ...

- Por favor! – implorei novamente, me esfregando em seu colo, sentindo a necessidade dominar meu corpo e o velho sentimento de posse se acender em mim. Eu sabia que Edward nunca me trairia, que mesmo separados ele esperaria por mim, mas escutar isso dos seus lábios, ateava fogo em velhos costumes, que eu sabia que sempre estariam lá.

- Você também?... – pediu, puxando meu cabelo suavemente para olhar em meus olhos.

- Nunca.. só você...só você – respondi sua sentença incompleta.

Era o que éramos; ciumentos, possessivos e com a necessidade constante de afirmação de pertencer. Porém sem mais os medos e completamente seguros e conscientes de nossos sentimentos.

- Foda-se!... Minha...minha... – resmungou, tomando meus lábios nos seus novamente, tropeçando ambos até o sofá, deitando seu corpo acima do meu – minha menina....

- Meu... meu Edward.. – sussurrei lambendo sua mandíbula, trabalhando freneticamente com as mãos em sua calça. Em breve alguém bateria na porta. Eu sabia que tínhamos que conversar, mas no momento eu precisava do seu corpo no meu, necessitava ser preenchida com seu amor, ou temia que iria desmaiar de um desejo inexplicável. Uma necessidade doentia.

- Gostosa... muito gostosa – murmurava, beijando meus seios que nesse momento já estavam fora do decote, quebrando a lateral de minha calcinha em um único golpe – Muito curta essa roupa... preciso falar com Alice – rosnou em minha pele, colocando minha perna em seu ombro, acariciando meu clitóris inchado e molhado – sempre pronta pra mim bebê... –gemeu, acariciando seu pau em mim.

- Oh...Deus .. por favor... por favor.. – choraminguei desesperada, estava quase gozando apenas com o contato – AHHHHHH.... – gritei, quando me penetrou em uma única investida.

- AHHHH PORRA!!.... Bella... .... – rosnou, com o corpo imóvel, tentando se acalmar – apertada... bonequinha eu não vou.. Bella.. goza amor.. não vou conseguir me segurar – implorou, buscando meu clitóris entre nossos corpos – começando a se movimentar.

- Ohh... Edward... Edward... – gemi, deixando o desejo me levar o trazendo comigo.

- Foda-se! Foda-se!... Bella... te amo... – repetia em meus lábios, enquanto me preenchia com seu clímax quente.

Ansiosas e desesperados. Sentimentos pertinentes a dois anos de saudades e desejos contidos pela separação.

- Eu te amo... te amo... – repeti entre soluços, deixando a paixão sufocante dominar meus sentidos – Eu te amo demais – chorei, beijando seus cabelos e sentindo seus próprios soluços em minha pele.

- Bella? – chamou Alice, através da porta – Edward está com você?

- Quem é Edward? – brinquei, escutando seu riso do lado de fora, e um beliscão em minha cintura.

- Me usa e esquece meu nome? Quer que eu te refresque a memória bonequinha? – pediu mordendo e chupando meu pescoço.

Que saudades de minhas marcas!

- Uma rapidinha está de bom tamanho – brinquei, tentando aliviar o clima, quando na verdade o que menos queria era sair dos seus braços, mas era necessário.

- Ohhh... esta me chamando de ligeirinho? – provocou, entrando no clima.

- Só se eu for a papa léguas! – devolvi, fazendo-o gargalhar – eu não quero sair, mas precisamos – expliquei acariciando seu rosto.

- Eu sei baby – bicou meus lábios, saindo de dentro e de cima de mim – nós vamos ter todo o tempo do mundo não é? – perguntou com um traço de insegurança, ajeitando sua roupa.

- Para sempre – sorri, acariciando seu rosto, me levantando e correndo no banheiro para me limpar.

- Edward? Você está aí? – perguntou Alice novamente.

- Não estou Alice! – respondeu, fazendo-me gargalhar do banheiro.

– O que foi amor? – pedi um tempo depois, através do espelho enquanto retocava a maquiagem, notando-o sentado no sofá, observando todos os meus movimentos minuciosamente.

- Você é tão linda... eu estava com tanta saudades... Bella...eu...

- Shhh... Edward não... – corri ao seu encontro, silenciando seus lábios com a ponta dos dedos – nós temos muito que conversar, eu tenho tanta coisa para te contar, assim como quero te ouvir, mas agora nós temos um show para terminar e depois vai ser apenas nós dois... eu prometo. – expliquei, parando á sua frente.

- Eu entendo... depois somente nós dois certo? – pediu, encostando sua cabeça em minha barriga.

- Somente nós dois – confirmei acariciando seu cabelo.

- Nós não usamos proteção – disparou, beijando meu estômago carinhosamente – você está tomando alguma coisa? – pediu, buscando meus olhos.

- Não.. eu não estava com você, nunca precisei disso – confessei, sorrindo. Eu já tinha tido essa conversa comigo mesma, enquanto limpava o restante de sua semente em mim. E deliciei-me com o fato de que não me importava com o descuido e sim estranhamente me confortava.

- Então... quer dizer...que então... – pediu com os olhos arregalados, em uma perda de palavras.

- Nosso bebê pode estar aí nesse exato momento – murmurei, preocupada com sua reação, que foi completamente banalizada pelo imenso sorriso brotando em seus lábios.

- Nosso bebê – reverenciou subindo mais minha blusa, correndo os dedos como pena em minha barriga reta – eu te amo... eu não estou com medo.. você está? – perguntou de olhos marejados.

- Eu nunca tenho medo quando você está comigo Edward, com você eu sinto que posso vencer o mundo. Você é o meu mundo. – respondi com sinceridade.

- Você também é o meu mundo – respondeu com a voz embargada – eu vou fazer tudo para você sempre, eu prometo.

- Eu sei! – sorri – E preciso que você faça uma coisa agora – sorri, sentindo-me extasiada com minha ideia.

- O que é isso princesa? – perguntou, enquanto me desvencilhava do seu braço em minha cintura e caminhava até os instrumentos, voltando com uma guitarra em minhas mãos.

- Venha tocar comigo Edward, venha tomar de volta o lugar que sempre foi seu! – pedi sorrindo, entregando o instrumento em sua mão.

“As vezes você perdoa uma pessoa porque a falta que ela faz em sua vida é maior do que o erro que ela cometeu.”

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Notas finais
Hey Girls..
A bolha voltou!!! Uhuu...
É lindo esse amor... na verdade o amor de todos.
Emmett é uma coisa fofa demais, que delícia de irmão... merece muito um final feliz!!! Gianna Bitch!! :P
Nosso casal tem tanto á conversar, mas o desejo e a saudade falou mais alto, bem típico deles, não podia ser diferente. E sim! que momento mais lindo para se criar um bebê? No auge do amor, do perdão, no auge da bolha intensa de amor...
Será que Edward vai aceitar tocar na banda? Emmett vai aceitar o ex-amigo, dando chance assim a uma nova fase na vida de todos?...
Hummm... eu conto!!
Somente depois dos comentários..rs
Obrigado por ler..
Beijos c/ carinho Lyyssa♥♥♥