Love And Rock N Roll

25 CAP. 25/01 – LÁGRIMAS E CHUVA


Notas iniciais
Oi gente...
Segue mais um capítulo...
Betado por Kiki Cullen.. Obrigado amiga...Desculpe por te fazer sofrer... :) ♥♥♥
Patty... Vc me salvou com a música... Obrigado pelo tempo q gastou comigo e meus surtos... :)♥♥♥
Boa leitura♥
http://letras.terra.com.br/james-blunt/269090/traducao.html

Último capítulo da primeira fase


CAP. 25/01 – LÁGRIMAS E CHUVA

Edward — POV

Uma dor insuportável latejava em minha cabeça. Gritos; mãos que me apalpavam, sacudindo-me.

Eu estava zonzo. Meus olhos ardiam e minha garganta estava seca.

– Edward... você está bem? O que aconteceu aqui? – era a voz preocupada de meu pai, que tocava partes de meu corpo como se em busca de alguma coisa.

– Eu não sei pai – gemi, eu mal conseguia falar – Eu não consigo abrir meus olhos, minha cabeça dói.

– Você tem uma concussão filho, deve ter batido a cabeça no chão quando desmaiou, está perdendo muito sangue – relatou preocupado.

– Desmaiar?.. Eu... não me lembro.. O que aconteceu? – gemi novamente enquanto tentava abrir os olhos, meu corpo começando a tremer involuntariamente – Pai....

– Edward se acalme, fique deitado! Alice foi buscar o carro. Consegue lembrar o que aconteceu? – pediu, cobrindo meu corpo com uma manta.

– Rose...

– Rosalie está no banheiro com sua mãe. Está vomitando por toda a casa Edward. O que diabos vocês dois aprontaram?

– Tanya.... Vic... Victória – sussurrava em meio a lembranças truncadas. Cenas nubladas do que havia acontecido. E foi quando no meio delas, a imagem de Bella, pálida, assustada e chorando invadiam minha mente, fazendo-me tentar erguer meu corpo e um grito estrangulado sair de minha garganta – BELLA!... OH..DEUS!!.. BELLA....

– NÃO! Edward se acalme! Você não pode se levantar desse jeito – pediu segurando meu corpo – Fique deitado, Isabella não está aqui filho... se acalme...

– Você não entende... Bella ... Ela estava aqui... Ela me viu... viu......Pai ..Eu preciso me explicar... – Eu tentava falar em meio á uma dor latejante em minha cabeça, fazendo com que novamente cerrasse meus olhos – Alguma coisa está errada...por favor... – sussurrei quando um novo tremor e novos espasmos dominavam meu corpo.

– Você está drogado Edward. Suas pupilas estão dilatadas, e está tendo sintomas de overdose, consegue lembrar que tipo de narcótico você ingeriu e a quantidade? – pediu em modo profissional, deixando-me confuso.

Drogas?

– Eu.. não....

– Edward.. você está drogado e alcoolizado, seus pensamentos estarão confuso nesse momento. Alice está aqui, você acha que consegue ficar de pé? – pediu meu pai, erguendo meu tronco, e sentando-me no sofá.

– Sim.... Eu consigo... Alice.... – chamei enquanto era erguido por meu pai – Bella... Alice... Bella... – sussurrei no mesmo instante que uma onde de lágrimas invadia meus olhos. Uma perto terrível em doloroso em meu coração parecendo que ia me sufocar, um tremor ainda pior do que sentia antes, passava pelo meu corpo, apenas citando seu nome.

Onde estava minha menina?

– Eu não sei onde eles estão Edward. Eu saí para jantar com nossos pais, e esqueci meu telefone aqui, tenho várias ligações perdidas de Jasper de duas horas atrás, e agora ele não atende – suspirou.

– Eu... preciso dela... Alice... ligue pra Ela... – sussurrava grogue, jogando minha cabeça no encosto do sofá.

– Não se levante Edward! – ordenou meu pai – Vou ver como está sua irmã e iremos para o hospital.

– O que houve aqui Edward?.. O que aconteceu? – pediu Alice assim que meu pai saia da sala.

– Eu não sei... Alice... Tanya...

– Tanya estava aqui? – perguntou perplexa – O que ela estava fazendo aqui?

– Ela... chegou com Vic.. Victória... Alice.... Ela... ela... Bella.. Oh Deus!! Bella... Alice – solucei, quando os flashes invadiam minha mente – Minha menina....Por favor ligue... – implorei apertando sua mão que segurava o celular, fazendo um esforço sobre-humano para manter os olhos abertos enquanto Ela discava.

Sentia uma pontada aguda em minha cabeça, o sangue escorria por meu rosto e pingava em minha roupa. Minhas mãos tremiam, espasmos controlavam os movimentos do meu corpo. Mas nada se comparava a dor crucial em meu coração. As lembranças cada vez mais nítidas da noite refletiam em minha mente. O consumo excessivo de bebida, o ciúmes doentio, a raiva, Tanya sentando-se em meu colo, o descontrole, o beijo roubado, Bella....

O olhar devastado em seu rosto, enquanto ela presenciava a cena. Meu desespero, o levantar repentino, o tropeço em Tanya que havia jogando no chão no intuito de chegar a Bella, e depois a escuridão...

O que Eu tinha feito?...

– Alice, por favor!!... – chorei. Eu preciso da minha bonequinha. Eu precisava implorar seu perdão... Deus... Eu precisava do seu toque...

– Eles não atendem Edward... Eu já liguei para todos, e nenhum deles atende ao celular – explicou nervosa.

– Vamos – chamou meu pai entrando na sala, seguido por minha mãe e Rose, que estava visivelmente tão mal quanto Eu estava, se apoiando em seu corpo – Já avisei ao Dr. Marcus o que aconteceu, Ele está nos esperando – explicou erguendo meu corpo.

Eu estava desesperado. Uma sensação de pânico invadia meu corpo, a cada segundo. Eu não pensava em minhas dores, ou com sensatez sobre o que tinha acontecido. Eu não conseguia lembrar coerentemente de nada. Eu só conseguia pensar em Bella. E à medida que o carro se aproximava do hospital, a sensação se intensificava, fazendo-me tremer ainda mais.

– Chegamos ... Vamos! – chamou Carlisle assim que estacionou o carro, dando passagem para que alguns enfermeiros tomassem seu lugar em meu auxílio com uma maca.

– Eu não.. vou me deitar...- resmunguei enjoado.

– Edward – bufou – Esse não é o momento de ser teimoso — ralhou nervoso.

– Se me deitar vou vomitar – expliquei – Posso ir andando ... – pedi sentindo de imediato, que dois enfermeiros se posicionavam em minha volta, enquanto Rose pela primeira vez falava, também dispensando á maca.

Enquanto caminhava, sendo sustentado pelos dois homens, em minha nuvem entorpecida, notei que meu pai se afastava para conversar com Dr. Marcus. Mas não era a cena que chamava a minha atenção. Mas sim os dois veículos estacionados atrás deles. O carro de polícia de Charlie e a velha picape de Emmett, fazendo com que a sensação de pânico se intensificasse ainda mais em meu âmago.

...........................................

– Onde está meu pai? – perguntei para Dr. Marcus, enquanto ele analisava os resultados dos muitos exames que havia feito nas últimas horas.

– Dr. Carlisle está dando um depoimento para a polícia – respondeu simplesmente.

– Polícia? – perguntei sem entender – O que aconteceu? Porque a polícia esta aqui?

– Você quase teve uma overdose Edward. Você e sua irmã foram drogados. Caso não tenha feito isso deliberadamente, o que sua família insiste que não, foi uma atitude criminosa. Nós como médicos temos a obrigação de fazer uma denúncia filho, e seu Pai se prontificou em fazê-lo de uma forma mais sucinta, já que encontrou com alguns conhecidos por aqui. Hoje é esta sendo um plantão daqueles – suspirou cansado – Essa cidade vai ficar movimentada.

– O que está dizendo? Porque a cidade vai ficar movimentada? – perguntei sentindo novamente o aperto em meu peito.

– Não é toda vez que a filha do xerife tenta suicídio meu filho – disparou – Pobre criança! Você a conhece? – perguntou, levantando seu olhar dos papéis em sua frente, e depois disso tudo se tornou um borrão.

– BELLA! BELLA ! – gritei pulando da maca em um único impulso, arrancando as agulhas que estavam presas em meu braço.

– CALMA! EDWARD! – gritava Marcus tentando me segurar, fazendo-me empurrá-lo contra a parede.

– FODA-SE! MINHA MENINA PORRA! ONDE ELA ESTÁ? CADÊ MINHA MENINA? – Eu gritava em sua face, apertando seu jaleco em punhos – FALA PORRA!

– Ela está na UTI... se acalme!..

– ONDE FICA? QUAL ANDAR? ONDE FICA PORRA! – gritava desesperado, Eu não entendia nada, somente que minha bonequinha, estava no hospital e Eu precisava estar com Ela. Minha mente entorpecida, e com medo não queria registrar suas palavras.

Suicídio!

Era um engano! Um terrível engando. Minha menina era desastrada. Ela tinha um péssimo habito de subir nas cadeiras para alcançar nos armários. Ela deveria ter caído, não tinha? Ela provavelmente tinha torcido o tornozelo, ou no pior dos casos quebrado uma perna! Ela ficaria de repouso, e tudo ficaria bem. Eu iria cuidar dela. Sempre iria cuidar dela.

– Oitavo andar... Mas você não pode ir até lá ... A porta é trancada.. Eu...

– Você vai comigo! Você vai abrir a porra daquela porta e me deixar cuidar da minha menina... Ela precisa de mim..- eu tentava explicar.

– EDWARD! QUE MERDA PENSA QUE ESTÁ FAZENDO – gritou meu pai, entrando apressado seguido por dois enfermeiros que de imediato me tiravam de cima de Marcus – SEUS GRITOS ESTÃO SENDO OUVIDOS POR TODO ANDAR! QUE DIABOS HÁ COM VOCÊ! QUER SER PRESO?

– ISABELLA!... PAI... ONDE ESTÁ BELLA? – gritei apavorado, tentando desvencilhar dos braços que me prendiam. E meu desconforto era confirmando pelo olhar de terror em seus olhos, quando pronunciei seu nome. E seu olhar de tristeza, fez com que uma força repentina surgisse em meu corpo, e me fizesse desvencilhar dos dois enfermeiros e caminhar cambaleante em sua direção. – PAI ... PAI .. PELO AMOR DE DEUS!... ONDE ESTÁ MINHA MENINA? O QUE ACONTECEU COM BELLA?

– Isabella está na UTI Edward – respondeu em voz baixa, embargada – Ela... Ela atentou contra a própria vida... Foi Charlie que a encontrou... – completou fazendo-me ficar cambaleante, trazendo-me de joelhos ao chão.

– NÃO! NÃO! NÃO! VOCÊ ESTÁ MENTINDO! VOCÊS ESTÃO TODOS MENTINDO.. MINHA MENINA NÃO IA FAZER ISSO COMIGO... NÃO .. NÃO ... MENTIRA ... MENTIRA!! – gritava, com a cabeça entre as mãos – PORQUE ESTÃO FAZENDO ISSO? PORQUE TODO MUNDO QUER ME SEPARAR DA MINHA BONEQUINHA?... EU ODEIO VOCÊS! FIQUEM LONGE DE MIM!.. ISABELLA!...ISABELLA!! – gritava ainda mais, levantando e saindo correndo pelo corredor. – ISABELLA.... BABY!...

Eu corria. Corria como nunca antes em minha vida. Subia as escadas de incêndio, sem me preocupar com o latejar novamente em minha cabeça. Ou com a dor em meus braços ou pernas. Eu só precisava chegar perto de minha menina. Eu precisava constatar que Ela estava bem. Viva! Eu não podia conceber a ideia de que fossem reais as palavras de meu pai. Era impossível que Bella tivesse atentado contra a própria vida. Ela iria embora sem mim? Ela achava sinceramente que Eu poderia viver sem seu amor e sem seu sorriso? Acordar e dormir sem o calor do seu corpo? E nossos sonhos? Ela achava sinceramente que Eu poderia realizar nosso sonho americano de ter uma casa branca, com cerca azul, dois cachorros e dois filhos sem Ela ao meu lado? Eu não podia acreditar..

– BELLA! BELLA! – gritei abrindo a porta do oitavo andar, em busca dos seus olhos. Os olhos que me davam vida. Eu corria pelos corredores na exata certeza de que a encontraria sorrindo, achando graça do gesso em seu pé. Eu poderia apostar que eles seriam cor-de-rosa. Mas tudo o que Eu achava, eram olhares assustados das recepcionistas e os mortais de Emmett e Jasper.

– ONDE ESTÁ ISABELLA? – gritei assim que os vi, sentados no banco.

– Vai embora Edward! – foi á resposta amarga de Jasper.

Emmett apenas me encarava.

– Como assim vai embora? Onde Ela está Jasper? Eu preciso estar com Ela – supliquei. Será que as pessoas não entendiam? – Ela precisa de mim!

E foi essa simples frase, que desencadeou a ira de Emmett.

– SEU FILHO DA PUTA! DESGRAÇADO EU VOU MATAR VOCÊ! SEU PORRA! – gritou pulando em cima de mim, jogando-me no chão. – EU CONFIEI EM VOCÊ!

– EMMETT PARA! – gritou Jasper tirando seu corpo de cima do meu.

– MAS QUE PORRA EMMETT! QUAL SEU MALDITO PROBLEMA? NÃO TENHO TEMPO PARA SUAS CENAS DE CIÚMES AGORA... ISABELLA PRECISA DE MIM.. ELA SE MACHUCOU...- gritei de volta me levantando, ainda mais zonzo.

– VAI EMBORA EDWARD! – gritava Jasper agora – Por favor, apenas vá! – sussurrou com a voz embargada

– Jasper.. Eu não entendo o que está acontecendo! Tudo nessa maldita noite está confuso. Eu não me lembro de quase nada.. Por favor! ... Tudo o que lembro é do maldito jantar... e depois a última coisa que sei é minha namorada está internada.. O que aconteceu? Por favor.. me dê uma luz – supliquei com a voz embargada, notando que toda minha família estava agora em minha volta.

– Olhe isso Edward! – respondeu Jasper com lágrimas nos olhos – Talvez isso refresque sua memória do que aconteceu essa noite – completou me passando seu celular com um vídeo em exibição. Um vídeo que mostrava o jantar horas antes entre Eu, Rose, Victória e Tanya. Imagens de como Eu estava agindo fora de mim, dançando com Tanya, beijando Tanya. Imagens de Rose descontrolada em cenas muito íntimas e vergonhosas com Victória. Imagens que estavam destruindo minha vida.

Cena por cena dos acontecimentos da noite voltavam frescas em minha mente. Dessa vez sem nenhum borrão. Sem nenhuma dúvida. Como Eu pude fazer isso com minha menina? Como Eu pude trair um amor tão intenso? Com pude deixar-me enganar dessa forma? Será que era por isso que minha menina estava entre a vida e a morte? Será que era por isso que a pessoa que Eu mais amava no mundo tinha acreditado que morrer era a solução? Me deixar da forma mais cruel e vil? Será que Eu era tão desumano que consegui apagar um brilho tão intenso como o de Bella? E todas as respostas para as minhas dúvidas estavas estampadas no rosto do meu melhor amigo. Do meu irmão. Emmett.

O mesmo Emmett que tinha sido meu parceiro, meu confidente. A face que muitas vezes me fez sorrir, agora me olhava com desprezo e ódio.

– Eu... Ela está assim... Ela fez isso por minha causa? – pedi em uma perda de palavras.

– O QUE VOCÊ ACHA? – gritou Emmett avançando mais uma vez. E dessa vez Eu realmente queria que Ele me matasse. Eu não podia acreditar no que tinha feito com o amor de minha vida. – POR DEUS! SOME DAQUI! VÁ EMBORA! – dizia empurrando meu ombro.

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Emmett – POV

Eu queria matar meu melhor amigo. Eu sentia uma fúria tão cega dentro de mim, que Eu queria fazer com Ele o que tinha feito com Charlie horas antes. Eu queria socar sua face até que perdesse o brilho dos olhos. Queria quebrar seus dentes, até que nunca mais pudesse sorrir. Queria tirar dele todas as coisas que tinha feito minha irmãzinha perder. Eu queria que Ele pagasse com a vida, o que Ela tinha feito consigo mesma.

Eu já sabia que Bella estava bem. Os médicos já tinham nos informado que estava fora de perigo. Mas Eu seria maldito se desce essa satisfação a qualquer Cullen. Principalmente Edward. Eu queria seu sofrimento.

Eu queria vingança.

– Emmett, por favor... me deixa explicar – implorou avançando em minha direção e tocando meu braço, fazendo com que minha fúria cega me dominasse e acertasse um soco diretamente em seu rosto, jogando-o no chão, aos pés de seu pai.

– EMMETT! – gritou Carlisle, socorrendo o filho.

— Mantenha-o longe de mim – alertei — Porra Cara!... Você era meu amigo, meu irmão... Como você pode fazer isso com ela, comigo?... – eu chorava, e não tinha vergonha...


— Eu não sei o que te dizer... , eu não sei o que aconteceu.. Por favor, me perdoa... – implorou Edward, com os lábios sangrando, ficando ao lado de Alice e Rose.


— NÃO – gritei – sabe de uma coisa.. Você é lixo, podre, e me arrependo cada minuto da minha maldita vida ter conhecido você... Aliás, todos vocês são! – apontei para os três


— Emmett, por favor... Me deixa explicar.. — implorou Rose...


— CALA BOCA SUA VAGABUNDA!... Mais que todos aqui você me traiu... Amava você... Amava com minha alma... E por sua causa... Quase perdi uma das pessoas mais importantes nesse mundo pra mim... Tenho nojo de você!!


— Emmett vem, vamos embora – pediu Jasper chorando segurando meu braço. — Eles não valem à pena! – pediu quando notou alguns seguranças chegando ao andar. As recepcionistas deviam tê-los chamados por conta de nossa discussão.

– Senhores! Se não se acalmarem, serei obrigado a pedir que se retirem – avisou o guarda, com a mão na cintura, em cima da arma. Em um alerta claro.


— Só mais uma coisa... – apontei — se Ela morrer a culpa vai ser toda de vocês... E vou cobrar! Podem contar com isso – disse e me virei puxando Jasper pelo braço. Deixando para trás... Meus ex-melhores amigos e a mulher que eu amava. Olhei para meu irmão Jasper que caminhava ao meu lado de cabeça baixa, ele chorava baixinho, soluçando, pois assim como Eu perdia as mesmas pessoas que um dia amou e confiou.


— Jazz... Por favor! – chorou Alice.


— Adeus Alice, não me procure mais – pediu Jasper em um murmúrio, sem olhar para trás.


— Vamos Jasper, você tem razão, eles não valem à pena.. Bella precisa da gente, vamos cuidar da nossa pequena... – abracei meu irmão pelo ombro e juntos caminhávamos, para um novo destino...

Nós nunca mais olharíamos para trás.

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Edward-POV


Eu estava inerte.

Meu corpo não respondia aos meus comandos. Eu queria correr atrás dos meus amigos, Eu queria implorar que não me deixassem. Mas minha consciência não me permitia.

♫♫ Ver o mentiroso que queima dentro da minha vontade

Como eu gostaria de ter escolhido a escuridão ao invés do frio

Como eu gostaria de ter gritado alto,

Ao invés disso, eu não encontrei nenhum significado.

Eu acho que é hora de correr para longe; achar conforto na dor,

Todo o prazer é o mesmo: ele só me afasta do problema.

Esconde minha verdadeira forma, como Dorian Gray.

Eu ouvi o que eles dizem, mas eu não estou aqui para criar problema.

São mais que apenas palavras: são apenas lágrimas e chuva.♫♫


Eu era um monstro.


Por causa de minhas atitudes impensadas, Eu havia colocado tudo á perder. Eu havia destruído novamente uma família que estava remendada, por causa de um passado de dor.

Eu não sabia por onde andava, ou como havia chegado ao estacionamento vazio. Só me dando conta de que havia conseguido sair do lugar, por causa das gotas frias de chuva que molhavam minha pele. O céu estava em lágrimas como meu coração.

Eu me odiava.

Odiava-me por ser esse cara descontrolado. Odiava-me por não ser o filho perfeito que meus pais sonhavam. Odiava-me por não ser o melhor amigo. Mas principalmente me odiava ainda mais, que por causas de minhas atitudes inumanas Eu tinha perdido o amor de minha vida...

– ISABELLAAAAA...........OH!! DEUS!! POR FAVOR, ME AJUDE!!! – supliquei prostrando-me ao chão!

Eu não sabia o que fazer!




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Notas finais
Oiê pessoas...
WOW... Foi difícil heim? Não sei como estão se sentindo, mas depois do capítulo de Bella esse foi o mais difícil para mim. Escrever o término de um relacionamento é doloroso. Ainda mais tão intenso como desses personagens.
Edward se odeia. Se sente culpado, e infelizmente vai entrar em uma fase de auto-destruição. Que é o que acontece quando a gente se sente culpado por perder alguém.
A família Cullen vai entrar em todo um processo de perdas. Um caminho que eles precisam passar. Para depois ter os ganhos.
Nessa segunda fase da FIC:
Vou me atentar mais aos personagens principais. Edward e Bella e seu processo de cura.. Os outros vão surgir..mas nos primeiros capts.. ficaremos concentrados neles okay?
Emmett perde um poco o foco, e Jasper ganha Foco.
Rose vai aparecer mais e Alice vai ser o canal entre as duas famílias, de uma maneira sucinta. Sem intenção e consciência disso.
Carlisle se torna uma figura importante e Esme tbm.
Charlie será mencionado mais vezes.
Tenham lencinhos em mãos, e curtam essa viagem. Para ficarem tranquilas, sem mais armações, vadias ou vagabundos em cima no nosso casal.. Hummm bem..... exceto..... Mistérios...mistérios... kk
***Capítulo dedicado a Bella/ danynha - que recomendaram a FIC com tanto carinho... Tanks..Girls♥***
Beijos com carinho Lyyssa♥♥♥