Notas iniciais
Oii Cupcakes ♥! E o dia de dizer adeus chegou. Aqui estamos no capítulo final de LA. É sempre uma grande emoção finalizar uma história. Mesmo essa sendo a minha oitava fanfic nesse universo dos Romances Mensais, eu sempre me pego extremamente grata e emocionada para dizer adeus. Não é fácil atualizar diariamente e imprevistos surgem com frequência em nosso dia a dia, mas estou muito feliz por conseguir chegar até aqui. E eu realmente só tenho a agradecer a todo o apoio que me deram ao longo dessa história. Espero ter sido capaz de fazer vocês se apaixonarem por Sam, Freddie, Carly, Gibby e toda a família Barton. E quero convidar todos vocês a continuarem acompanhando os Romances Mensais. Eu ficarei extremamente grata por ter vocês comigo por mais um mês. Muito obrigada AndreaNeves, Samantha, thais oliveira e Mari pelos comentários no capítulo passado e todo amor que vocês me deram. Espero que gostem. Boa leitura...

ROMANCES MENSAIS

LIVRO VIII – LOUCURAS DE AGOSTO

EPÍLOGO

O inverno havia chegado na cidade e trazia todo aquele clima de animação e aconchego das festas de fim de ano. Sam observava discretamente a neve cair intensamente pela grandiosa janela da sala de reuniões do prédio sede das Corporações Puckett, ouvindo os resultados apresentados da última análise do setor financeiro da empresa.

Ela se sentia orgulhosa ao ver os números na tela de apresentação. Desde que assumiu a presidência da família e renomeou a irmã como vice-presidente, Sam teve que enfrentar muitas provas e comentários maldosos dos velhos da diretoria e os acionistas da empresa. No entanto, com muito trabalho duro e dedicação, as irmãs conseguiram provar que eram mais do que qualificadas para herdar a empresa da família.

Nenhum deles puderam se opor as decisões tomadas por Sam e Beth depois que conseguiram o milagre de duplicar o faturamento da empresa em apenas três meses. Então, para permanecerem lucrando com seus investimentos, eles tiveram que aceitar que as Corporações Puckett fossem comandadas pelas duas jovens com menos de trinta anos e mulheres. E no fundo, ela sabia que também precisava agradecer ao cunhado por ter aberto o caminho para que as duas conseguissem trabalhar.

Sam nunca sequer cogitou que sua vida pudesse mudar tanto em tão pouco tempo. Em um dia, ela era a diretora de vendas das Corporações Puckett, tinha o pai ao lado como presidente e acreditava que nunca seria capaz de amar alguém de verdade. No outro, se viu lutando contra o tio para sobreviver e preservar a empresa da família.

Apesar de toda a dor que passou e a frustração que sentiu, Sam também havia vivenciado momentos inesquecíveis e conheceu pessoas incríveis enquanto esteve na França. E ela era muito grata por isso, ainda que não conseguisse expressar tão bem seus sentimentos.

Freddie foi o primeiro a aparecer em sua vida. De maneira inusitada e totalmente maluca, exatamente como eles sempre foram. Mesmo com todos os motivos para virar as costas para a garota, Freddie resolveu confiar nela e acreditar na sua história surreal. Sem pedir nada em troca, ele arriscou o emprego e a própria vida para proteger Sam e garantir que ela pudesse voltar para casa sã e salva.

E então veio Carly e Gibby. O casal mais estranho e amoroso que ela já conheceu. De uma forma nada convencional, eles se completavam e eram felizes juntos. A psicóloga se tornou uma de suas melhores amigas e apesar de todas as loucuras, ela também tinha um grande carinho pelo namorado da garota. Eles eram pessoas maravilhosas e Sam sabia que tinha sorte de ter os conhecido.

Depois de ter resolvido todos os problemas de família com seu tio e assumido a presidência das Corporações Puckett, Sam ainda retornou mais uma vez com Freddie a Paris para ajudar o namorado com a mudança de volta aos Estados Unidos, reparar todos os problemas que havia causado em solo francês e agradecer de forma apropriada por toda a ajuda que recebeu daqueles malucos do Troubled Waters Mental Hospital que ela tanto havia se apegado no pouco tempo em que aquele manicômio foi o seu lar.

E falando sobre o Troubled Waters, o lugar havia mudado por completo. Depois da morte de seu diretor, todas as armações de Louis Leblanc foram expostas. Algumas pessoas acabaram sendo presas por manterem seus familiares em um sanatório sem necessidade. Isso resultou em uma grande polêmica e muito caos pelo país.

Para tentar manter o controle do hospital psiquiátrico e melhorar a situação, que de certa forma também era culpa da CIA, a agência de inteligência americana fez um acordo com a DGSE, a agência de inteligência da França, para transformar o Troubled Waters em um local de recuperação para agentes que foram vítimas de operações arriscadas em ambas as organizações.

O futuro ainda era um pouco incerto, mas ao menos, nenhum dos pacientes que tinham o hospital como lar precisariam sair de suas casas e os bons enfermeiros do lugar permaneceriam com os seus empregos. Quanto a direção do hospital, ele foi passado a Hillary, que era a pessoa mais capacitada para lidar com as responsabilidades do cargo, já que possuía dupla nacionalidade e era uma agente da CIA. E por esse mesmo motivo, a garota nomeou Gibby como o gestor da Troubled Waters, assim, poderia sair em missões e ter alguém de confiança para cuidar de seu segundo lar e ser os seus olhos quando não estivesse por perto.

Mesmo se sentindo inseguro com tamanha responsabilidade, Gibby estava mais do que feliz por finalmente ter forças para garantir a segurança daquelas pessoas com a qual tanto se importava. E seu relacionamento com Carly não poderia estar melhor. Mesmo com as discussões por assuntos bobos e sem sentido, eles não conseguiam viver longe um do outro e estavam sempre em contato com Sam e Freddie.

Para o desespero de sua mãe, Freddie retornou para Hawkins e passou a morar com Sam na casa da garota, que estava sozinha, desde que a irmã se mudou definitivamente para a casa de Daryl. Ele também tomou coragem para enfrentar o temperamento complicado de Marissa Benson e seguir seu sonho de se tornar engenheiro de Software. Ele começaria a faculdade no próximo semestre, mas já realizava alguns trabalhos nas Indústrias Stark e cuidava de todo o sistema de segurança das Corporações Puckett.

Com seu talento e desempenho para fugir do sistema de segurança do Troubled Waters e invadir o sistema do ginásio de Hawkins, Freddie acabou chamando a atenção de Tony Stark, que via no brilhante e corajoso jovem a chance de passar todos os seus conhecimentos e o tornar seu sucessor na CIA. O agente sabia que Freddie tinha potencial.

Ainda era difícil para Sam lidar com a sogra. Todas as vezes em que conversavam, Marissa fazia questão de jogar na cara da garota todas as vezes que seu amado filho havia se ferido por culpa da Puckett. Mesmo tentando se controlar, não era segredo para ninguém que Sam não era exatamente um exemplo de paciência, então mesmo tentando ignorar os aborrecimentos da sogra, no fim, elas acabavam envolvidas em longas e escandalosas brigas, que sobravam para Freddie resolver.

Mas o casal não tinha muito para reclamar. Eles ainda discutiam com frequência. Eram poucas as vezes em que eles concordavam em alguma coisa e seus temperamentos fortes contribuíam e muito para que eles passassem a maior parte do tempo implicando um com o outro quando estavam juntos. No entanto, depois de todas as aventuras que viveram, eles não conseguiam mais ficar um dia longe. Ver as pessoas que amam morrer e lidar tantas vezes com situações de risco de vida havia ensino ao casal que cada minuto juntos era precioso demais para ficarem afastados.

E entre as pessoas que mais tiveram as suas vidas mudadas, Hugh foi o mais afetado. Depois de ter sido espancado por Sam, tendo inclusive que passar por algumas cirurgias para colocar pinos nos ossos quebrados de maneira violenta pela loira, Hugh foi enviado para uma prisão de segurança máxima e se tornou a principal fonte de informações da CIA e do FBI, que também estavam envolvidos no caso da organização criminosa mundial que vinha trazendo muitos transtornos as principais agências de segurança dos Estados Unidos.

Sam e Beth não haviam tido muitas notícias do homem desde que ele foi preso, mas conhecendo Clint como conheciam, sabia que Hugh não teria paz tão cedo dentro da prisão. Todos sabiam que Clint Barton conseguia ser uma pessoa bastante vingativa e dificilmente conseguiriam provas de seu envolvimento com os ataques que Hugh sofreria na prisão.

— Obrigada pela apresentação, Jimmy. – Beth agradece, assim que a apresentação do atual diretor de vendas das Corporações Puckett chega ao fim. A vice-presidente encara cada um dos acionistas, investidores e diretores da empresa, analisando seus rostos. – Com isso, finalizamos o nosso relatório mensal. Alguma pergunta?

— Como vão as negociações com os representantes do iogurte biofortificado? Alguma previsão de quando podemos lançar o produto no mercado? – Questiona Michonne, encarando as irmãs com atenção. Sendo a maior e mais atual investidora da empresa, Sam não estava surpresa com o interesse da mulher sobre o produto que prometia grandes lucros.

— Nós fechamos os últimos detalhes do contrato e o assinamos ontem. Beth já cuidou de todo a parte legal do projeto como legislação de cada país para receber o produto, cuidados que devemos tomar com a contratação e o uso de matéria-prima local. Os representantes já desenvolveram novos sabores do iogurte de acordo com as frutas presentes em cada país. Eles irão produzir algumas amostras essa semana e devemos ter uma reunião até semana que vem para a degustação e acerto de detalhes como embalagem, marketing e logística. – Responde Sam, fechando a pasta que continha o resumo das apresentações dos resultados do mês da empresa. Ela dá um sorriso esperançoso para a investidora. – Estamos na fase final do projeto. Mais perto do que nunca te realizarmos os nossos sonhos.

— Excelente notícia, Samantha. Estamos ansiosos para ver esse projeto na prática. – Responde Rick Grimes, marido de Michonne. O homem encara Beth, sorrindo animado. – Parece que tudo está mesmo indo conforme nos prometeu, Beth.

— Eu disse que poderiam confiar em nós. Como minha irmã disse, estamos mais perto do que nunca de realizar o nosso sonho. Aos poucos estamos colhendo os frutos de nossa parceria, que nós esperamos que seja bastante duradoura. – Comenta Beth, também fechando sua pasta.

— Se continuarem a fazer esse bom trabalho, eu tenho certeza de que será. – Afirma Michonne com um sorriso amável.

Sam observa as pessoas da sala conversando com animação sobre os resultados e o desenvolvimento do projeto que havia iniciado com o seu primo Barry e a namorada do rapaz. Um iogurte biofortificado que buscava erradicar a desnutrição com um baixo custo de produção e, consequentemente, um valor muito menor para o consumidor. Era um projeto fantástico e se sentia muito grata pelo primo ter confiado em si para expandir a produção do iogurte.

Suspirando cansada, Sam desvia o olhar para a porta de vidro da sala de reuniões e acaba sorrindo ao notar a presença do namorado, esperando-a com um copo que ela tinha certeza que era um Fat Shake, o milk-shake de Bolo Gordo que a loira era viciada. Eles trocam um sorriso cúmplices e Sam se sente muito mais disposta.

Despedindo-se rapidamente de todos os presentes na reunião, Sam avisa a irmã que sairia mais cedo para se arrumar. Ansiosa para se ver livre dos saltos desconfortáveis e experimentar o delicioso milk-shake, a loira não demora a deixar a sala de reunião. De frente para o namorado, ele entrega o copo a ela e trocam um rápido beijo antes de seguirem para o escritório de Sam para pegar suas coisas e irem para casa.

Durante o trajeto, eles riem e contam como foi o dia um do outro. A confortável rotina trazia aconchego a Sam, que já não conseguia mais imaginar a sua vida sem o seu nerd usando os termos complicados para falar de assuntos tecnológicos que ela nem mesmo entendia o que eram. Mesmo sendo tão diferentes, Sam finalmente sentia que havia achado o seu lugar. E ela nunca esteve tão feliz em toda a sua vida.

— Eu estou tão animada para ir ao karaokê. Faz tanto tempo eu não vou a um. – Comenta Sam, assim que estacionam o carro de frente em casa. – Nós temos que ganhar.

— Falar é fácil. Difícil será superar a sua irmã e a dupla Austin e Ally. – Responde Freddie, pegando os casacos que estavam no banco de trás do carro. Apesar da neve ter dado uma trégua, o frio ainda era intenso no lado de fora. Eles vestem suas roupas e o rapaz lança um sorriso divertido para a namorada. – Na verdade, a família inteira de vocês canta. Vai ser uma batalha acirrada.

— Vamos focar na apresentação. Eu tenho certeza de que vamos acabar apostando e eu quero ganhar para esfregar na cara deles que eu ganhei. – Retruca Sam, abrindo a porta do carro. Freddie ri e faz o mesmo que a garota. – Eu estou falando sério.

— Tudo bem. Eu prometo me esforçar. – Garante Freddie, procurando a chave da casa no bolso do casaco.

Enquanto observa o namorado, Sam escuta o barulho de um carro se aproximando. Ao olhar para trás, a loira ver um carro luxuoso parar de frente a residência. Freddie também nota a presença do carro e olha na direção da namorada, tentando entender o que acontecia. O rapaz observa o motorista sair do veículo e se surpreende ao ver as roupas que ele usava.

O terno elegante, gravata, luvas brancas e o quepe davam a impressão que estavam diante de um daqueles motoristas de pessoas ricas que acabaram de sair de algum filme. Freddie tinha a impressão de que já tinha visto aquele homem em algum lugar. Por outro lado, Sam não demora a abrir um grande sorriso ao reconhecer o homem.

— Tio Bernard! — Cumprimenta Sam, assim que o homem os alcança e retira o quepe de sua cabeça para cumprimentar os jovens.

— Quem é ele? – Questiona Freddie, encarando a namorada com curiosidade. — Eu tenho a impressão que o conheço, mas...

— Não se lembra? Esse é o Bernard. Ele é o braço direito do tio Clint. Era ele quem organizava os aniversários da Elena. – Responde Sam, encarando o homem com carinho.

— Boa noite, srta. Puckett e sr. Benson. Lamento incomodá-los a essa hora da noite. — O motorista dá um fraco sorriso. — Como não se lembra de mim, sr. Benson, creio que eu deva me apresentar. Assim como a srta. Puckett informou, eu me chamo Bernard Hanks e trabalho para o Sr. Barton.

— Qual o problema, tio Bernard? Aconteceu alguma coisa com o tio Clint? — Questiona Sam, preocupada. Já fazia algum tempo em que não tinha notícias do tio e sabia que ele tinha uma enorme tendência para se envolver em problemas.

— De forma alguma, srta. Puckett. — Nega o motorista, sorrindo gentilmente. Ele retira um envelope preto de dentro de seu terno e o estende a Sam, que o pega com curiosidade. — Ele apenas pediu que eu entregasse o convite de seu quadragésimo aniversário.

— Uau! Um ano já se passou desde aquela festa épica de tema Mágico de Oz? – Comenta Sam, relembrando com um sorriso divertido nos lábios. – Você precisava ter visto. Tinha mágicos, leões e diversos cenários do filme. Eu me sentia a própria Dorothy. Todos ficaram bastante encantados com as apresentações do pessoal do musical da Broadway. Foi tão impressionante que eu fiquei sem fôlego ao fim.

— Elena me contou sobre como se divertiu nessa festa. – Comenta Freddie, relembrando da animação da prima ao narrar todos os acontecimentos da noite. No fundo, ele havia ficado com vontade de ir na comemoração com Elena só para ver as excentricidades de Clint Barton. – Sendo sincero, eu já nem me surpreendo mais com as ações extravagantes de seu tio.

— Qual é o tema desse ano, tio Bernard? – Questiona Sam com curiosidade. – Eu realmente espero que seja algo surpreendente.

— Eu recomendo que leiam o convite, srta. Puckett. — Responde o motorista, sorrindo de forma educada.

— Ah, claro. – Concorda Sam, voltando sua atenção para o envelope em mãos. Ela o abre e sorri agradecida ao homem. — Muito obrigada por nos trazer o convite, tio Bernard.

— Agora que o convite foi entregue, eu terei que partir. Boa noite mais uma vez, srta. Puckett e sr. Benson. — Despede-se Bernard, colocando o quepe de volta na cabeça.

Assim que o homem entra no luxuoso carro novamente, fazendo uma última reverência antes de ir embora, Freddie se aproxima de Sam, curioso para ver o que havia no envelope. O convite em formato de lupa era preto e possuí as bordas e as letras em caligrafia elegante em prata.

Olá, Caros Detetives.

É com um imenso prazer que eu os convido para celebrar meu tão aguardado quadragésimo aniversário. Como um amante de mistérios, aproveitaremos a ocasião para desvendar um caso sem respostas até então. Estejam preparados para embarcar nessa perigosa e excitante aventura na primeira noite de dezembro, em uma sombria noite de Lua Nova. E lembrem-se: nunca confie em ninguém.

Atenciosamente,

Clint Barton.

— Então teremos um jogo de detetive. Isso definitivamente será interessante. – Responde Sam, sorrindo animada.

— Eu deveria me preocupar? – Questiona Freddie, encarando a namorada com as sobrancelhas erguidas. Sam ri e nega, divertindo-se. – Você é muito competitiva, Sam.

— Felizmente, meus primos também são. E conhecendo tio Clint como eu conheço, esse jogo vai testar nossas habilidades físicas e de raciocínio lógico. – Retruca Sam, dando de ombros. Seus olhos brilhavam de excitação só de imaginar como a competição iria agitar a família.

Freddie observa a namorada e suspira, abrindo a porta para que eles saíssem do frio e pudessem se arrumar para o karaokê da família Barton. Ele acaba dando um discreto sorriso ao ver que ela continuava vidrada no convite em suas mãos, como uma criança ansiosa segurando os ingressos de um filme que desejava muito assistir.

Como um bobo apaixonado, ele puxa a namorada pela cintura, surpreendendo-a com o movimento repentino. Freddie encaixa o rosto na curvatura do pescoço de Sam e inspira seu perfume, fazendo-a se arrepiar e soltar um suspiro rendida.

— Eu te amo. – Ele sussurra, envolvendo-a em um forte abraço.

— Eu também te amo. – Sam sussurra, afastando-se para beijar seus lábios.

Aquela era uma vida completamente diferente da qual eles imaginaram para si. No entanto, eles não poderiam ter desejado melhor. Sabiam que ainda enfrentariam muitos desafios pela frente, afinal, Sam era uma Barton e como tal, em algum momento acabaria se envolvendo em problemas. Mas para Freddie, era isso que tornava a vida tão emocionante. Porque Sam era um pouco da loucura que ele precisava para colorir seu mundo preto e branco.

Notas finais
Então é isso, Cupcakes! Muito obrigada a todos que acompanharam LA. Eu realmente não tenho palavras para expressar a minha gratidão por vocês. Eu peço desculpas se em algum momento decepcionei e espero que vocês possam continuar a ler as próximas histórias da série Romances Mensais. Amanhã eu voltarei aqui apenas com a sinopse e o link da nona história da série, que será protagonizada por Beth Greene e Daryl Dixon. Beijocas! Família Cupcake 2.0: https://chat.whatsapp.com/BbOG6KJnuHy2dQIs1sC9Ss Cupcakes da Lara: https://www.facebook.com/groups/677328449023646 Instagram: @_cupcakesdalara