Lost in the Dark

1 Capítulo 1 - Encontro


Notas iniciais
Vamo la né, tentarei no maximo um cap por semana.por favor comentem, minha 1 fanfic.

Uma pessoa andando a luz da lua cheia, com a chuva despencando do céu sem dó. Essa pessoa usava um casaco preto largo que descia até os pés, na costa dele, havia duas espadas e também na altura do quadril uma pistola preta com detalhes brancos, e segurando na mão esquerda uma katana mais longa que às comuns. Seus cabelos eram pretos e pele branca, e os olhos eram castanho bem escuros, além de ter um olhar vazio, perdido...

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Meu nome é Haseo, nasci na Terra de Prata, num vilarejo ao oeste da cidade central onde ficava a Guild Cavaleiros de prata. Não era nada de mais, um vilarejo comum com pessoas comuns, viajantes iam e viam em busca de informações, tesouros perdidos, e de um futuro não tão grandioso...

Esse foi o meu pai, um guerreiro, que vivia em guerras, mas desertou cansado de tanta matança. Ele conheceu minha mãe e aqui permaneceu. Mais quando eu completei 5 anos, as pessoas me olhavam com medo, terror, horror... Nunca deixei de notar isso e fui falar com o meu pai do motivo:

–Por que eles me odeiam. Falei segurando o choro.

–É por que você é especial. falou com aquela voz serena.

–Como assim especial? Estava bastante curioso.

– Talvez um dia te conte hahahahaha. Falou ele entre risos.

Na manhã seguinte entendi o que ele falou, minha sombra se mexia conforme minha vontade, achava aquilo incrível, meu pai apareceu na minha frente e falou que eu tinha esse dom natural, o dom de controlar a sombras. Ele havia um sorriso grande no rosto, mas por algum motivo senti tristeza...

Quando completei 6 anos, meus pais pediram para comprar algo na cidade vizinha, e fui rapidamente pra voltar rápido, meu pai falou que ia me treinar ''finalmente !'' eu pensei. Mais quando voltei ao por do sol, meus olhos se arregalaram, vi os cidadões mortos, esquartejados, o intenso vermelho cobria todo o chão, logo meus pais vieram na minha mente, e sair correndo para casa... Quando virei a esquina vi m-meus pais no chão esquartejados.

–Mentira... falei entre lagrimas tentando não desabar.

–Sobrou um aqui chefe! um home com armadura gritou.

– Hum... Um garoto? ele me analizava me olhando de cima pra baixo.

–Oque fazemos com ele? perguntou um homem com uma lança.

–Não é obvio, mate ele logo. o chefe falou a sangue frio.

Logo o lanceiro me deu um soco no rosto, eu ainda estava paralisado com o ocorrido, meus pais mortos, minha unica família... Eles mataram todos a sangue frio, isso é o ser humano?! Meu pai sempre me avisava, me instruía a proteger as pessoas. Eu tenho que proteger isso!?

–Por que fazem isso? perguntei a eles.

– por que? hahaha isso é divertido hora. falou um deles rindo.

– So os fracos encontram a morte cedo. Falou o chefe.

Meu mundo virou de cabeça pra baixo, proteger isso? Não, o mundo não precisa disso! Eles mataram todos por apenas diversão, e riam da miséria dos outros.

–Apenas os fracos encontram a morte, não é? sussurrei me levantando.

–Hum!? Mas o q-que é i-isso!? ele estava aterrorizado.

–Então o mesmo serve pra vocês, vermes. Falei com minha mão travesando o peito do lanceiro.

–Estão e-esperando oque ma-matem ele! gritou o chefe.

Não perdi meu tempo, eram cinco contra um, mais eles exitavam um pouco, eles estavam com medo. Soltei um leve risada, e o primeiro partiu pra cima de min, ele usava uma espada, ele deu um golpe de cima pra baixo, mas, eu segurei ela com as próprias mãos e a quebrei, e com o braço esquerdo o decapitei. Os outros já não estavam com vontade de atacar, então eu que fui, o segundo que ataquei usava uma lança também, ele de tão assustado atacou para frente, então eu pulei encima da lança e chutei a cabeça dele pegando a sua lança onde a cravei no seu peito. O terceiro se perdeu na loucura, ele vei para cima, usava uma foice bem grande até, ele atacou da esquerda para direita, eu agachei e dei uma rasteira nele peguei a foice dele e o cortei no meio e na mesma hora lancei-a atingindo o quarto.

–Mo-mo-monstro!!! gritou desesperado o quinto.

– Você não tem o direito de falar nada. falei frio.

Peguei a foice que lancei, e de tanta raiva que estava decidi brincar um pouco, coloquei sobre os meus ombros e fui andando lentamente até o quinto que de tão assustado caio no cão. Havia uma aura negra saindo do meu corpo, mais não soube explicar o que era... Eu tinha uma sensação de poder, sede de vingança, estreitei os olhos parei na frente dele e o matei.

As lembranças não saiam da minha cabeça, virei o olhar em direção ao chefe que saio correndo para a floresta, já estava escuro, não seria uma boa ideia entrar lá agora... Usei meu poder, usei a sombra dele para mata-lo.

–Hum... só isso que sabem fazer. falei com odio no olhar.

Não podia permanecer lá, arrumei rapidamente uma mochila com comida, fui ao quarto dos meu pais e peguei a katana de guerra de meu pai, junto com uma arma. Quando sai de casa vi luzes e vozes da floresta, aposto que era os Cavaleiros de Prata, me aprecei e corri floresta dentro e antes da imagem da vila sumi, de vista de uma ultima olhada, ainda estava pegando fogo, logo virei meu rosto virei-me para lua cheia e derramei mais uma lagrima e sai correndo.

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–Hum, mais oque é aquilo? falei percebendo luzes e escutando gritos.

Sai correndo pela floresta, e encontrei uma aldeia pegando fogo, provavelmente eram bandidos... Decidi virar as costas e sair dali o quanto antes, já devem ter enviado ajuda também. De repente, imagens do passado passaram na minha mente.

–Droga! Fui correndo até o vilarejo.

Quando cheguei lá, não eram bandidos, mais sim monstros: goblin e orc. Apesar da aparência eram bem fracos, apenas usei minha pistola, não queria sujar minha katana também, aliás, foi mais rápido que parece, más não havia ninguém vivo por perto. Apenas corpos, dos aldeões e dos monstros.

–Fazer o que. Virei-me em direção a floresta.

–Você ai! Alguém gritou não tão distante.

Virei-me e vi um sujeito de cabelos brancos e pele branca também, albino? Pode ser sim um.

–O que você quer? me adiantei falando.

–Foi você que causo isto? Seu olhar era serio, e tinha a mão na bainha da katana se preparando para atacar.

–Quando cheguei já estava assim, tentei ajudar, más desperdicei meu tempo. Tentei me manter calmo, ele poderia atacar a qualquer instante.

–Desperdiçou? Desde quando salvar vidas é um disperdiciu ? Ele estava bem irritado com minha resposta.

–Desde sempre. Mantive meu tom frio, esperando espanta-lo.

Quando terminei de falar, ele avançou contra min, rapidamente saquei minha katana, onde ela se chocou com a katana dele. Ele não tinha muita força, mais eu também não. Tomei uma distancia, fiquei em postura de ataque, e avancei no mesmo instante que ele, no momento do choque de katanas, nós a colocávamos ela de volta na bainha e sacávamos, de tão rápido que foi os movimentos via se somente fleches e barulhos delas colidindo. Esses movimentos continuaram, pouco tempo depois começou a chover, o que dificultou a visão e o movimento.

Notas finais
É ta mais ou menos, por enquanto só isso...Me digam oque gostaram e não gostaram.