Lost World

2 Probably hell


Notas iniciais
Oi gente!Desculpe pelo atraso, tive que estudar muito, estava em época de provas e acabei atrasando o capitulo, mas estou muito feliz com o comentário da Leitora, e agora, eu estou muito feliz, tipo muito mesmo. Espero que gostem do capitulo.

Quando chegamos até o Alby ele olhou pra mim com uma cara...Mas sabe aquela cara de superioridade que te faz sentir um cachorro minúsculo perto de um grande? Pois é, é assim que eu estava me sentindo agora, antes ele foi até gentil, mas agora...Me deu muito medo.

—Bom Fedelha...

—Fedelha?

—É, Fedelha.

—Eu tenho um nome sabia?_ Se bem que... Eu não me lembro do meu nome... O Newt me deu esse apelido, mas acho que é importante eu lembrar o meu nome, acho que se eu lembrar dele vou ficar sabendo sobre mais coisas sobre mim.

—Ah, e qual seria?

—É... Er... Sky?_ Tá bom, sei que isso não é muito correto, mas eu precisava ganhar essa “discussão”.

—Seu nome é Sky? Realmente? Você já se lembrou?

—Na verdade não... O Newt que me deu esse apelido.

—Não, você vai ter que se lembrar do seu nome, vamos te chamar de Fedelha até você lembrar._ É sério isso? Vão me chamar de Fedelha até eu me lembrar? Eu sinto que eu não tenho uma boa memória, pelo visto vou ter que agüentar isso._ Como hoje é o seu primeiro dia, você não vai precisar fazer nada, mas amanhã vai começar a ser como nós e essa sua “roupinha” chique não vai sobreviver nem uma semana.

É sério, ele só pode estar de sacanagem comigo, acabei de chegar e já: Acordei em um lugar estranho,subi em uma árvore, caí da árvore, dei um soco na cara de alguém, me chamaram de Fedelha e daqui a pouco vão fazer bullying comigo por causa das minhas roupas, muito bem Sky, grande jeito de começar sua vida de novo.

—Bom, Fedelha, já que você não vai fazer nada por hoje, eu vou fazer as minhas “obrigações”..._ Interrompi ele com uma cara de ofendida.

—Opa, espera aí, eu não era a “Sky”?

—Não, o Alby tem razão, não devo colocar apelidos em você, só Fedelha, fui.

Ele me abandonou ali, conversando com o vento, sem saber o que fazer. Olhei pra uma árvore que tinha uma sombra em baixo e me sentei por ali mesmo, eu tenho tantas perguntas...Por que diabos nós estamos aqui? O mundo explodiu e achamos um lugar para nos refugiar? Por que estou sem memória? De onde conheço Newt e Thomas? Estou tão confusa, parece que minha cabeça vai explodir com tantas perguntas, acabei dormindo, estava muito exausta.

Quando acordei e fui até a Clareira, parecia que os garotos tinham perdido algo e nunca mais iam achar. Me aproximei do Newt que também estava procurando a mesma coisa que os garotos.

—Ei, Newt, o que vocês estão procurando exatamente?_ Ele olhou pra mim com uma cara de surpresa e depois fez uma cara de bravo, a única coisa que consegui pensar foi... “Ih, ferrou”.

—Onde você estava cabeça de mértila?! Estávamos te procurando!_ Ele meio que “gritou” comigo, aí eu já fiquei puta de raiva com ele.

—Ué, eu estava dormindo embaixo da árvore ali e não grite comigo._ Apontei pra árvore mais isolada de todos.

—Nunca mais suma desse jeito!_ Nossa que grosso, está achando que é meu pai ou o que? De repente, eu fiquei triste, muito triste, será que eu tinha uma família antes de vir pra cá?Será que estão bem?Sentindo a minha falta? Ou será que foram eles que concordaram me trazer pra cá?

Fiquei tão presa nos meus pensamentos que nem percebi que o Newt já tinha saído de perto de mim e eu estava boiando, pelo visto ele gosta de me deixar falando com o vento, bom, pelo menos o vento é meu amigo por aqui, espera, eu realmente pensei isso?Que idiota da minha parte...

Comecei a andar pelo lugar tentando achar alguém conhecido, não achei ninguém, o garoto que eu soquei o rosto estava conversando com o Alby e olhando pra mim, o Thomas estava conversando com um garoto que parecia ser...Coreano? O Newt, estava trabalhando, é, pelo visto não vou conseguir muitos amigos por aqui...

Bom, sei que o Thomas me disse pra não entrar na floresta, mas eu queria entrar lá, talvez possa haver uma saída por ali ou até mesmo uma pista de como sair daqui. Eu entrei na floresta e fiquei olhando pro céu, gosto do céu daqui –Não que eu me lembre do céu de outro lugar-, estava tão distraída que tropecei no galho de uma árvore e caí no chão, só podia ser comigo mesmo. Quando me levantei e olhei pra frente tinha algo brilhando eu fui até lá e sinceramente, eu fiquei com uma cara muito engraçada, ou eu bati a cabeça no chão muito forte ou aquilo ali eram roupas? E o que estava brilhando era um colar? Eu peguei as roupas no chão e coloquei o colar, tinha um bilhete escrito:

“Cruel é bom”

Tudo bem...Isso é bem estranho, mas pelo menos ganhei umas roupas novas, eu andei mais um pouco na floresta, mas não achei nenhuma pista e eu já estava ficando exausta de tanto andar.

Voltei pra Clareira, mas já estava à noite, quando olhei bem, eles estavam fazendo um tipo de...Festa? Coloquei minhas roupas “novas” no lugar onde eu ia dormir, eu supus que ali era o quarto do Alby, mas ele falou que ia me deixar ficar no quarto dele por um tempo até achar um lugar pra eu ficar.

Depois de deixar minhas roupas por lá, eu coloquei minha blusa xadrez porque já estava ficando frio e me sentei escorada em um tronco que estava no chão mesmo, tirei o colar e fiquei olhando o pingente, é bem bonito, mas quem será que deixou essas roupas lá na floresta? Estou ficando muito confusa por causa disso, tenho tantas perguntas...

Antes que me desse conta uma certa “Pessoa loira” se sentou do meu lado, me fazendo levar um baita susto.

—E aí, Fedelha._ Ele estava com um bafo horrível e com uma garrafa na mão.

—... Oi..._ Fiquei olhando pra garrafa me perguntando se eu pedia um pouco ou não, será que na minha “Antiga vida” eu bebia muito? Nossa com todas essas coisas acontecendo e a coisa que eu me preocupo é com bebida, literalmente eu devo ser uma alcoólatra.

—Uau._ Ele olhou pro colar e depois olhou pra mim._ Onde arrumou isso? Nunca tinha visto um desses por aqui.

—Na floresta, estava andando por aí, achei o colar enterrado e depois eu o lavei._ Não vou contar que eu achei roupas limpinhas e que “alguém” tinha me dado esse colar, não confio nesse povo direito e eles podem achar que eu tenho algo haver com isso.

—Hum, legal._ Ele ficou olhando pra frente e eu fiquei olhando os meninos em volta da fogueira.

—O que eles estão fazendo tecnicamente?

—Ué, nós às vezes também fazemos festas. Quer um pouco?_ Ele estendeu a garrafa pra mim, eu peguei, mas quando aquilo foi na minha boca eu cuspi tudo e ele começou a rir.

—Que porcaria é essa?!_ Ele pegou a garrafa da minha mão e depois bebeu um pouco.

—Uma mistura que o Gally fez._ Ele riu de novo com a minha cara de nojo pra aquela bebida estranha que eu estou supondo que é uma “mistura” bem nojenta com coisas que o Gally achou por aí._ Bem vinda a Clareira, Fedelha._ Ele se levantou e se juntou aos rapazes que estavam “festejando” em volta da fogueira.

Notas finais
Espero que tenham gostado, eu sei que o capítulo ficou pequeno, mas vou recompensar no próximo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.