Notas iniciais
Como havia dito, aqui estamos nós com mais um capítulo para o deleite de vocês. Obrigada aos comentários anteriores... Estou sentindo um cheiro de hentai sahuhe. Boa Leitura

"Chega de mentiras!"

– Severo...- Granger tentou tocar no namorado a fim de acalmá-lo. O garoto segurou-a pelos pulsos, estava irado e apenas queria saber a verdade.- Por favor, se acalme....- pedia com os olhos molhados tremendo de medo.

– Legillimens.- sussurrou o menino fixando seus olhos no mar castanho.

Snape viu uma Hermione mais nova gritando por ajuda em uma espécie de banheiro. Se virou e se assustou ao ver um trasgo montanhês ali e atrás deste, dois garotos aparentemente da mesma idade daquela Granger acuada, um moreno de óculos estranhamente familiar, e outro ruivo. O que se seguiu foi rápido, os meninos atacaram o trasgo e o derrubaram. Adultos logo apareceram, entre eles um homem vestido de negro.

A Griffana tentava expulsar o garoto de sua mente. Mas ele era bom, muito bom naquele feitiço.

Snape forçou a barreira de oclumência imposta por ela. Estavam em um baile no Salão Principal em Hogwarts. Muitos alunos dançavam, entre eles sua Hermione. Estava deslumbrante naquele vestido magento, os cabelos presos de forma que pequenos cachos caissem. Dançava com um garoto grande usando um traje vermelho. O Sonserino quis socar aquele que ousava tocar e olhar sua namorada daquela forma. Viu ela se afastar feliz para se juntar à dois garotos, os mesmos da outra lembrança, só que mais velhos. Granger duscutiu com o ruivo e depois chorou sentada nas escadarias. Um impulso de acalentá-la em seus braços era grande.

Logo a viu em uma casa simplória, junto de muitas pessoas de cabelos ruivos. Um deles olhava para Hermione de modo diferente. Severo não gostou nada daquele garoto que parecia idiota com aqueles olhos azuis e cara de cachorro abandonado.

– Pare, por favor!- pediu chorosa expulsando-o de sua cabeça. Hermione arfava segurando a cabeça.

– Granger, acho bom começar a falar, o porquê não me contou a verdade.- ameaçou.

– Severo, tente entender....

– Entenderia se tivesse me dito a verdade!- a garota derramava lágrimas. O moreno rangeu os dentes, por mais que vê-la chorando lhe machucasse, não podia parar agora. Tinha que saber a verdade. Tinha sido tudo uma mentira?- Diga logo Hermione!- pediu de olhos fechados.- De que ano você é? O que faz nesse tempo?- perguntou fitando-a frio.

– Foi um acidente...- lamentou chorosa soltando seu corpo no sofá.- Eu não podia contar, isso influenciaria o futuro...eu poderia deixar de existir...- gaguejava em meio ao choro.

– Iria embora sem me contar? Me abandonaria?- se juntou à ela no sofá, o coração do rapaz batia frenético no peito. Algo que ia além do medo. Puro terror.

– Eu não iria embora se isso não fizesse uma ruptora no espaço e tempo...se Harry não precisasse de mim...- confessou.

– Quem.É.Harry?-sibilou entre os dentes.- Seu namorado do futuro?- debochou amargo.

– Não!- se apressou em dizer.- Harry Potter é só meu amigo, meu melhor amigo...- Aproximou-se dele.

– Potter?- riu sem graça.- Sempre o Potter desgraçando minha vida.

– Por favor Severo, me escute.- pediu segurando lhe o rosto endurecido para que a olhasse nos olhos.- Harry é filho de Evans e Potter. Somos amigos desde o primeiro ano. Ele é conhecido no mundo bruxo como o menino-que-sobreviveu...

A menina começou seu relato para o namorado que escutava calado vendo verdade nos olhos amendoados. Hermione fungava e chorava durante a conversa. A Griffana ocultou o futuro de Severo o máximo que pode. Quando iria se referir ao professor, apenas dizia: 'o mestre em poções'. Ocultou também sua paixonite por Ronald, o Sonserino estava calmo e sabia que se mencionasse outro garoto, novas discuções desnecessárias viriam.

Snape ficou irritado ao saber a verdade. Hermione era de outra época. Sua irritação só não foi maior pelo desespero que sentiu ao constatar o óbvio. Ela teria de voltar para seu tempo, mas não queria que ela o abandonasse.

– Severo...- chamou após um breve silêncio.

– Me disseste a verdade, toda a verdade?- a encarou de sobrancelha erguida, não estava mais tão irritado com ela. Claro que não iria dizer isso já.

– Contei o que pode saber . Tem coisas que se souber afetará o meu futuro e o seu.- replicou.

– Me conhece no seu tempo?- espantou-se.- Como eu sou?- inquiriu ansioso.

– Não vou dizer.- disse categórica.- E nem adianta invadir minha mente.- adivertiu.- Já lhe contei minha história. Agora resta saber o quê Você vai fazer?- Ainda estava assustada com as coisas, se o garoto contasse para alguém, estaria perdida, coisas ruins poderiam acontecer.

– Eu ainda não sei.- refletiu. Snape se julgava egoísta demais, e não iria deixar que ela fosse embora. Procuraria uma forma de mantê-la ao seu lado naquele tempo.

– Vai parar de falar comigo? Terminar comigo?- murmurou triste.

– Mesmo que eu quisesse não conseguiria. Se eu parasse de conversar contigo, você continuaria a falar, sua sabe tudo irritante.- sorriu de lado contornando lhe o rosto com as mãos e beijando seus lábios. Hermione suspirou entregue ao beijo. Soluçou pelo choro que teve anteriormente.- Não quero mais mentiras. Não quero mais brigar.- disse voltando a beijar-lhe.

O moreno se inclinou sobre ela deitando-os no sofá. Não saberia viver sem tê-la para si, sem poder ouvir sua voz autoritária, ver seu sorriso contagiante, o gosto de sua boca, seu toque...

As mãos masculinas entraram em contato com a pele da barriga lisa da garota. Uma carícia que subia em direção aos seios afagando-os. A Moça gemeu minimamente na boca do namorado, era incrível como ele a deixava idiota, sem raciocinar direito.

Severo trilhou beijos pelo pescoço da morena. Aquele hálito quente batendo contra a sua pele arrepiada trazia sensações boas para a garota, uma chama crescente feito lava de vulcão.

O garoto se preparou para tirar a blusa dela, sendo cortado e afastado do corpo esguio em baixo de si.

– Severo...- ofegou Hermione o olhando receosa. O moreno se forçou a sentar e se acalmar. Claro que a queria, e isso era indiscutível pelo fato de ter ficado excitado apenas por estar sentindo seu cheiro.- Desculpe, mas não estou segura...

– Tudo bem.- a beijou na testa.- Vamos para o Salão jantar?- disse sorrindo para mostrar que não estava bravo com aquilo nem com o outro assunto, pois iria encontrar um jeito dela ficar ali com ele.

***************

Bellatrix andava rapidamente até a entrada da aldeia onde os lobisomens viviam. Decidiu ir até lá sozinha, aqueles mestiços eram imprevisíveis, matariam o Comensal que estivesse com ela. Não que ela se importasse, mas isso atrasaria seu trabalho.

A aldeia ficava no meio de uma floresta escura, mal se via o sol. Ainda havia os mosquitos que picavam a pele da garota.

"Grr, maldição!" Resmungava espantando os insetos.

Barulhos na mata a alertara. Fingiu estar alheia no intuito de surpreender seu predador. Caminhando entre as árvores continuou seu teatro de menina indefesa.

Um galho se quebrando atrás dela avisou a localização do oponente. Se virou aparentemente assustada apontando a varinha trêmula.

– Tem alguém ai?- falou alto.

– Chapeuzinho, não sabe que há lobos na floresta?- disse uma voz brutal e zombeteira saindo de trás das árvores. Um homem alto e forte como uma muralha apareceu para a morena. Seu corpo era coberto por diversas cicatrizes, o rosto lembrava uma fera, e seu sorriso era diabólicamente assustador com aqueles dentes pontiagudos. Assustador para ignorantes e covardes, não para a Sonserina ali, que já maquinava formas de torturas contra aquele lobsomem, caso ele se recusasse a se juntar ao Lorde.

– P-Preciso falar com Greyback.-gaguejou débil recuando, fingindo pavor ante o homem.

– Está falando com ele.- se aproximou da garota que tremia nervosamente até então.

Vendo que o mestiço na sua frente era quem procurava abandonou o teatro ficando ereta e sorrindo sádica.

– Que ótimo! Me poupou trabalho.- disse entediada lançando um feitiço em Fenrir o forçando a ajoelhar-se com os braços imobilizados nas costas.- Diga aos Seus para não se meterem na nossa 'conversinha'.- sussurrou baixo, curvando-se para ele, que ajoelhado era quase da sua altura, ficando poucos centímetros abaixo dela.

– Como ousa?- Greyback rosnou com o rosto lívido de raiva contida.- Vai se arrepender menina!

– Calado!- desferiu um tapa no rosto do sujeito. Não doeu, mas o lobisomem não gostou daquele atrevimento.- Estou aqui para propor uma aliança que será benéfica á todos.- murmurou-lhe próxima ao ouvido.- Meu mestre está dando a chance de se juntar á ele na luta contra os trouxas e sangues-ruins. Cabe á vocês escolherem um lado nesta batalha.- a voz era sedutora como um canto de sereia, hipnotizando com doçura e beleza, para depois matar sem piedade.

– E se eu me recusar?- replicou.

– Bom, se não está conosco, está contra nós.- deu os ombros rondando o homem.- E meu Mestre não é tão paciente e bondoso com seus inimigos. Mas ele protegerá aqueles que lhe forem leais.- disse passando os dedos pela cicatriz na clavícula do mestiço que ronronou.- Qual é a sua resposta?- questionou fitando os olhos dourados de Greyback.

***************

Severo observava Hermione comer a ceia. Ainda estava perturbado pela realidade que batera a sua porta. Sua namorada era de outra época, a qual teria de retornar logo. Deveria deixar que ela partisse, deixá-la livre, mas não podia. Queria ela ali consigo. Demorou muito para encontra-la, não a perderia.

Se ordenou a deixar esse assunto de lado por enquanto. Aquele era seu primeiro natal, onde não passava sozinho em seu quarto lamuriando-se de sua vida vazia.

– Quer ganhar seu presente agora?- perguntou a moça terminando de comer sua sobremesa.

– Deixei o seu presente no dormitório. Vamos para lá?- sugeriu o outro se levantando.

Ao longo do caminho até o quadro do duende, saudaram as poucas pessoas que encontraram pelo caminho. Hermione tentava não pensar em como faria o que Dumbledore lhe aconselhou para poder ir ao seu tempo sem deixar danos naquela época.

– Feliz natal, Severo.- Granger estendeu lhe um pacote.

– Obrigado.- sorriu pegando o presente. O abriu ansioso. Era um globo de neve. Dentro havia pequenos patinadores em um lago congelado. Na base de madeira tinha uma plaquinha com as iniciais S.S & H.G.- Incrível.- afirmou beijando-a.- Este é o seu.- entregou-lhe o embrulho.- Feliz natal, Hermione.- sentenciou apreensivo pela reação dela.

A garota abriu vagarosa e delicadamente o presente como que para torturar o menino. Por fim, ficou encantada com o presente. Um bracelete fino, com pequenas pedras que pareciam pequenas estrelinhas em volta da joia.- Nossa! É...lindo! Obrigada.- agradeceu emocionada. Ele realmente tinha bom gosto para jóias.

– Permita-me. — pediu pegando o bracelete e colocando-o no pulso da garota. O contraste das pedras com a pele alva dela era encantador e elegante.

A menina alisou os fios escuros. Gostava de sentir eles escapando por seus dedos, do odor que exalavam quando puxados durante um beijo. Beijo esse que estavam saboreando depois desse toque.

Os lábios moviam-se em sincronia trazendo mais ondas de paixão para os corpos colados. As respirações descompassadas elevava a temperatura daquela sala comum.

– Se continuarmos assim, não sei se conseguirei me conter...- Snape falou com uma voz rouca de desejo. Hermione riu abraçando forte aquele garoto que já fazia parte de si, que estava enraizado dentro de seu coração.

– Certo. Quer jogar xadrez bruxo?- propôs.

****************

Rodolphus estava descendo as escadas na casa dos Malfoy quando a srta. Black entrou na casa balançando seus cabelos pretíssimos. Sorriu de lado e voltou a subir as escadas entrando no quarto da garota para espera-la.

Bella teve permissão para entrar no escritório onde Voldemort a esperava ansioso pela resposta que trazia.

– Milorde.- saudou prostrando-se em frente ao mestre.

– Então, temos um acordo com aqueles mestiços?- sibilou fitando a morena com suas vestes sujas de terra.

– Certamente.- sorriu fria.- Estarão lutando ao nosso lado.- completou.

O homem analisou a garota. A maldade naqueles olhos azuis eram magnéticos. Sustentou o olhar que ela lançava á ele. Sem desviar os olhos, Tom se levantou e foi em direção a Comensal.

– Fabuloso, Bella! Com certeza isso merece uma comemoração.- pontuou parando em frente a ela passando a mão na frente do rosto ofídico que tornara-se humano antes de violar os lábios da jovem mulher.

Elevando-a, carregou a menina enlaçada a sua volta, para fora do escritório indo para o quarto da moça. Aqueles beijos eram cheios de luxúria. Black não continha os gemidos que saiam de dentro dela em pensar que aquela boca na sua era do Lorde das Trevas. Voldemort abriu a porta assustando o ocupante deitado despojado na cama.

– Bom que está aqui, Lestrange. Me poupou o trabalho de chamá-lo.- falou jogando a garota na cama ao lado do outro.- Vamos comemorar nossa nova conquista.- sorriu malicioso.- Comece você Rodolphus.- Riddle tirou sua túnica ficando de cueca e sentou-se numa cadeira a fim de observar seus súditos.

Lestrange entendendo o que seu mestre pretendia avançou para a garota que os olhava confusa.

Bella ficou estática ao ser beijada e tocada por Rodolphus. Mantinha os olhos abertos encarando Tom sentado na cadeira os olhando com um sorriso malicioso. Não conseguia relaxar, e Lestrange percebera isso.

– Não pense nele. Não agora.- riu deitando-se sobre a menina retirando sua camisa revelando os seios, os quais dedicou igual atenção sugando-os.

Black estava ficando molhada. Gemia puxando os cabelos do homem. Nem se importava mais com a presença de seu mestre ali os observando. Só estava concentrada na habilidade daquele diabo de homem capaz de lhe provocar tremores incontáveis.

Como ficaram nus, ela não sabia explicar. Só se deu conta quando Lestrange a penetrou daquela forma violenta que só ele possuía. A garota gritou prendendo suas pernas em volta da cintura do Comensal.

Voldemort olhava os amantes na cama com satisfação, já havia um tempo que estava a se masturbar vendo aquela cena só esperando para entrar em ação. Hora que não demorou a chegar.

Rodolphus se retirou da morena impondo seu membro nos lábios dela. Rugia acelerando os movimentos na boca.

– Milorde.- Lestrange rosnou para o outro homem que levantou-se da cadeira onde estava e foi até a cama.- Continue Bella.- ordenou segurando a cabeleira negra da garota que havia parado de lhe chupar.

– Vejamos seus outros talentos, srta. Black.- sibilou Riddle passando seu sexo na entrada lubrificada da moça que fechou as pernas assustada. Rindo o homem segurou os tornozelos da Sonserina e os ergueu na altura dos ombros se enfiando naquele núcleo latente e umedecido.

Voldemort movia-se lento e profundo sentindo o interior apertado de sua Comensal. Soltou-lhe as pernas e apertou a cintura fina ajudando nas estocadas que se tornaram frenéticas.

Os gemidos da moça eram abafados pela rigidez em sua boca e os grunhidos soltos de Lestrange e Riddle. Pensou que havia acabado quando os homens se afastaram. Porém, Rodolphus a trouxe para que se sentasse sobre ele. Seus seios pulavam conforme as subidas e descidas. Sentiu a presença de Voldemort atrás de si. Ele tirou-lhe os cabelos do pescoço e mordiscou ali a curvatura, fazendo uma trilha pelas costas enquanto abaixava a cabeça dela no peito de Rodolphus. Ter quatro mãos a tocando de forma possessiva era excitante. Não sabia o que estavam fazendo, mas aquilo estava sendo a melhor experiência de sua vida.

Quando a ponta do membro de Tom deslizou passando sua abertura traseira, Bella soltou um lamento que começou no estômago e terminou em um grito.

– Assim. Grita!- mandou Lestrange forçando suas investidas e sugando um de seus seios.

Riddle ainda estava movendo-se dentro dela por trás e o atrito foi o suficiente para mandá-la à insanidade total. Black gritou e Voldemort a puxou em direção ao seu peito segurando-a pelo pescoço, com seu grito ganhando volume e intensidade mordiscando sua nuca enquanto começava a chocar-se mais forte contra ela, grunhindo

Finalmente o Lorde das Trevas a soltou. Bella começou a descer para o peito de Lestrange que a apertava como uma cobra que esmaga sua presa para se alimentar. Os homens passaram a investir na direção precisa. A sensação de ambos estocando-a ao mesmo tempo era fabulosa e Rodolphus mal podia respirar diante de estar dentro da intimidade ainda mais apertada da garota. Ela estava pressionada pelo membro de Tom atrás de si e o que sentia era divino também.

Bella já perdera a conta de quantas vezes se derramou. Seus corpo pedia por descanso, mas o prazer continuava presente mandando aquele cansaço embora. Pois, aqueles dois pareciam que não iriam parar por ali.

Notas finais
Epa Epa Epa shauehe E aí o quê acharam? Comentem mesmo, e aos leitores fantasmas aproveitem para comentarem nesse e nos fazerem felizes. Aaah, nós queríamos agradecer a Rafa Riddle que foi quem deu a ideia do Hentai. Obrigada, créditos á ela. Beijos e até o próximo :3 ~Naomi