Notas iniciais
Gente!! Me desculpem a demora, sério. Espero que gostem e AVISO: Quem não gosta de cenas picantes é melhor não ler esse capítulo. Comentem o que acharam do cap e o que estão achando da fic. Obrigada a todos os fav, comentários e aos leitores fantasmas o/ Beeeijinhos!

Pov. Pablo

Quando cheguei a Vilu estava saindo, não custava nada dar um carona a ela. Fiz sinal para que ela entrasse no carro, levei-a para a mansão Castillo e voltei para a casa da Angie.

– Pablo? O que você faz aqui? — Disse, surpresa.

– Eu não queria te deixar só. — Expliquei enquanto sentava no sofá e levava as mãos à cabeça, aquela dor de cabeça não me deixava em paz.

– Besta! Eu estou bem... Você que não está com uma cara muito boa, o que houve?

– Nada importante, só uma dor de cabeça irritante, mas daqui a pouco passa.

– Eu já disse que você precisa descansar. Vai dormir aqui?

– Só se você deixar. — Sorri.

– Claro que eu deixo! E você já tomou algum medicamento?

– Desde ontem eu tomo e nada.

– Você está assim desde ontem, homem? Deixa eu ver se tenho algum remédio pra você. — Pouco tempo depois ela estava de volta com um comprimido e um copo d'água — Aqui, toma logo! — Obedeci e devolvi o copo para ela.

– Mandona! Coitada dessa criança, ainda bem que ela tem ao tio. — Falei rindo.

– Você é bem pior que eu, sabia? — Retrucou com uma cara emburrada.

– Não sou não!

– Tudo bem – Disse, revirando os olhos – Se sente melhor?

– Pra falar a verdade, não. Ainda dói.

– Quer que eu faça uma massagem? — Disse, se aproximando. Ela estava próxima demais.

Nossos rostos estavam a uma distância mínima, podia sentir sua respiração um pouco acelerada e aqueles olhos que me fitavam de uma forma penetrante. Eu não consegui me conter, beijei-a. Beijei-a como sempre quis e nunca tive coragem. Levei uma mão à sua nuca na tentativa de nos aproximarmos ainda mais, como se isso fosse possível. Meu desejo estava me consumindo, queria muito mais do que aquele beijo. Deitei-a no sofá e fiquei por cima, claro, com o máximo de cuidado possível. Coloquei uma mão por dentro da sua blusa e tateei até chegar em seus seios, mas ela me afastou.

– Angie, me desculpa! Eu não devia ter feito isso... Fui longe demais... Eu... Acho melhor ir embora. — Falei, levantando-me, mas fui impedido por ela que puxou meu braço.

– Fica! — Sussurrou em meu ouvido — Eu não quero que você vá. E não precisa pedir desculpas. — E para minha surpresa ela voltou a me beijar. Fomos em direção ao quarto, mas esbarramos em algumas coisas pelo caminho.

Deitei-a na cama, voltando a ficar por cima. Depois de anos pude enfim senti-la, minhas mãos deslizavam por todo seu corpo e a cada toque seu, sentia meu corpo estremecer. Já estávamos sem as partes de cima de nossas roupas e nossas respirações se encontravam descompassadas. Eu estava com uma das mãos em sua cintura e a outra em seu pescoço, enquanto ela passava a mão pelo meu tronco e puxava um pouco dos cabelos de minha nuca. Segui com beijos pelo seu colo e passei as língua pelos seus seios, uma de cada vez fazendo-a arrepiar. Angie arranhava minhas costas e me beijava intensamente, ela deslizou suas mãos até o cós de minha calça e retirou-a com uma agilidade impressionante, me fazendo arrepiar.

–Eu te amo. — Falei, mas não obtive resposta. Angie parou o que estava fazendo e eu me arrependi por ter dito aquilo naquele momento. — Desculpa, eu...

– Ai, Pablo! — Ela me interrompeu — Não precisa se desculpar por tudo — Falou, roçando os lábios em meu pescoço e distribuindo beijos pelo local — É só que... Eu não esperava que essas três palavras fossem ditas agora. — Subiu com os beijos até minha boca. Minhas excitação era claramente visível. Angie tirou seu short e me ajudou com minha calça, estávamos apenas de boxer e calcinha, rocei nossas partes fazendo com que Angie soltasse um gemido abafado. Retirei as peças de roupa que nos atrapalhava, admirei seu corpo completamente nu, minuciosamente em cada detalhe e gostava do que meus olhos viam, mordi meu lábio inferior e senti os pelos do meu corpo se eriçarem. Angie sorriu, seus olhos brilhavam de luxúria e me fitavam quase que implorando para que eu iniciasse a penetração. Nos beijamos ferozmente. Vários pensamentos passavam por minha cabeça, mas o que me deixava mais desconfortável era o fato de que Angie, provavelmente, estava fazendo aquilo por puro prazer, não que eu esteja reclamando, mas é que eu a amo e pelo que eu sei ela já deixou claro que o sentimento não é reciproco, ela me ama apenas como amigo e isso é o bastante para mim... e se algo mudasse entre nós? Provavelmente mudaria, mas e se afetasse nossa amizade? Eu estava disposto a sacrificar anos de amizade por uma única noite de prazer? Eu não sei sabia responder. Amizade colorida? Jamais, isso vai contra os meus princípios e os da Angie também. Estava prestes a desistir quando ela sussurrou algumas coisas em meu ouvido, que eu não vou lhes contar, e logo em seguida desceu com beijos e chupões para o meu pescoço e antes que aqueles pensamentos infernais voltassem a bombardear minha mente, encaixei nossos corpos. Não pude deixar de estocar com força nela, aliás, isso não era algo que eu pudesse evitar. Já havia se tornado uma necessidade que eu a tivesse com seus gemidos abafados e sua voz rouca soando melodias em meu ouvido; ou aquelas unhas que arranhavam suavemente minhas costas e, até mesmo, meus braços; eu precisava do cheiro delicioso que seus cabelos suados emanavam. Era meu nome que ela chamava entre seus gemidos e aquilo era extremamente excitante, nossos corpos fazendo um único movimento, aquela sensação era maravilhosa. Nós não parávamos, queríamos mais. Angie suplicava por mais, seus gemidos se proliferavam pela casa, eu sorria e a acompanhava. Estava quase atingindo o ápice e sentia que Angie também quando...

Notas finais
E então?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.