Lorien Remains

15 Capítulo 15


Notas iniciais
Heeey Guuuyyys Primeiramente: Sorry por não ter postado ontém... Mas eu tenho uma ótima desculpa: Eu estava sem NET e estava doente. PSÉ, não deu mesmo... Mas hoje tem DOS capítulos! Ah, e adiantando... Desculpem pelo cap... Mas isso tinha que contecer..

–Você tá de castigo Lily? – pergunto pelo celular.

É – ela responde – Uma semana.

Acho que seu pai não gosta muito de mim...

–Nem um pouco.

–O seu irmão também me odeia.

–Pra caramba. Culpa sua!

–Minha? Você que veio pra cima de mim!

–Você que retribui o beijo.

–Você que o começou.

–Ok, você ganhou. Meus pais vão sair as sete, será que você pode vir aqui?

–Ok, ent...

–Ah, o Zack! Tchau.

Abro a boca pra falar, ma ela desliga, me deixando com um sorriso bobo na cara.

O pai dela tinha visto a cena de ontem à noite e a deixou de castigo. Acho que nunca senti tanto medo do olhar de alguém na vida.

Ok, talvez eu tenha sentido.

Ou não.

O olhar dele era pior que o do Zack. Deve ser alguma coisa de família. Acho que eles treinam pra fazer isso...

Ativo o despertador do celular e fecho os olhos.

Acordo com um BIP do meu celular, mas não é o alarme.

Liah acaba de enviar uma mensagem.

Não venha, por favor, não venha.

“Zack”. O nome dele passa pela minha cabeça. Ele deve ter achado o celular dela e me mandou essa mensagem.

Recosto minha cabeça no travesseiro e durmo outra vez.

Dessa vez são os bips do alarme que me acordam.

Tomo um banho rápido e me dirijo até a casa dela. Estava tudo escuro, com exceção da luz do seu quarto.

Bato na porta e um minuto depois ela aparece.

–Entra. — ela diz num tom forçado e segura minha mão – Vem.

Ela me puxa escada acima até seu quarto.

Quando a luz do quarto ilumina seu rosto eu percebo seus olhos inchados. Puxo-a e ambos sentamos na cama.

–O que foi? – pergunto e a beijo, ela apenas balança a cabeça. – Diga...

–Desculpa Sky... – ela diz e uma lágrima escorre no seu rosto. Enxugo-a. – Eu não... Eles disseram que não iam te machucar...

Fico atônito.

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­–Corra! Por favor! – lembro dela me dizer – Saia daqui! Eles vão te matar!

–Sabe garoto... – Lembro de um Mog falar – Não se pode confiar em humanos... Principalmente mulheres, elas são... Bem... Mortais.

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Levanto-me lentamente e saio da casa, ainda inconscientemente — ainda em choque. Meu corpo só desperta quando um disparo de canhão passa a centímetros da minha cabeça.

Quando olho na direção do disparo todo o meu corpo gela. Meg, Zack e Sam seguram armas Mogadorianas do outro lado da rua.

“Vão”, faço com a boca. “Por favor”.

Eles atiram outra vez e erram.

Fico sem movimento quando os três correm em minha direção.

Zack é o primeiro a chegar. Ele tenta me acertar com a espada, mas, contra minha vontade, meu corpo se meche e desfere-lhe um golpe em sua garganta. Ele cai no chão sem ar.

Sam atira e o disparo passa raspando pelo meu rosto, queimando a minha bochecha direita. Ele tenta a espada, mas eu seguro sua mão, a quebro e dou uma joelhada em sua barriga, fazendo-o cair também.

Meg puxa uma espada e arranha meu tórax. Movo-me rapidamente e fico por trás dela, segurando seus braços atrás do seu corpo.

–Fuja – digo – se esconda, suma, faça qualquer coisa, mas não me obrigue a fazer isso... Por favor.

Ela dá uma cabeçada no meu queixo e se livra de mim.

Ela tenta um soco, mas seguro sua mão, a puxo e fico por trás dela outra vez. Seguro sua cabeça com as duas mãos e as movo rapidamente. Escuto o “crec” característico e seu corpo inerte cai no chão.

Pego o cinto com granadas do Zack, puxo o pino de uma delas e a deixo cair no meio dos três. Quando me afasto a explosão acontece.

Escuto um grito atrás de mim e me viro apressado. Liah está apontando um canhão pra mim, com lágrimas escorrendo em sua face.

Ela atira e eu fico parado, esperando que o tiro acertasse meu peito ou minha cabeça, mas, infelizmente, ela erra e a arma trava. Ela puxa uma faca e vem em minha direção.

–Por favor... – minha voz sai fraca – Lily... Por favor...

Posso ver o ódio em seu olhar quando ela erra seu primeiro ataque. Seguro sua mão com a faca na frente do seu corpo e prendo o outro braço.

–Lily...

Ela se debate a eu enfio a faca em sua barriga. Eu praticamente posso sentir a sua dor quando ela suspira.

Caio ajoelhado no chão, segurando seu corpo.

Mais do que nunca eu queria dizer “eu te amo”, mas as palavras ficavam presas na minha garganta.

Seus olhos me encaram compreensivos antes da vida desaparecer deles.

Deito-a no chão e vou em direção a minha casa, ainda atônito. Pego minha adaga e minha pistola, puxo os pinos de duas granadas e as deixo cair no chão do meu quarto. Pulo da janela e caio na mata um pouco antes de tudo explodir.

Ando lentamente até a clareira. A garrafa vazia ainda estava em cima do alçapão, um lembrete frio e mórbido.

A árvore em que eu abri um buraco com um soco estava do meu lado. Uma mistura das emoções que eu tinha tentado trancar surge dentro de mim, fazendo adrenalina fluir pelo meu corpo.

Soco a árvore outra vez e tudo explode em vermelho.

Notas finais
Lágrimas Héteras foram derramadas nesse cap... Psé, eu tenho essa mania de matar as pessoas... Até o próx cap então... Sorry Shippers ;)