Lorien Remains
30 Capítulo 28 - Mentirosos.
Notas iniciais
Aqui estou eu de novo *-*
Ah, sem ação nesse cap guys! Ah, e eu nem revisei ainda, pq eu estou carregando os episódios novo de Dois Homens e Meio e The Big Bang Thory carregando nas outras abas *-*
Então, se acharem algum erro, avisem-me :)
Enjoy:
“Dirija”, eles disseram. “Vai ser divertido”, eles disseram.
Estava dirigindo a mais de cinco horas seguidas. A loirinha dormia no banco de trás com a cabeça no colo de Quatro, que também dormia. Seis roncava no banco do passageiro ao meu lado. Nove dirigia á nossa frente, sendo constantemente acordado pelas minhas buzinadas. Pego meu celular e ligo pra ele.
–Você está desmaiando – digo pelo telefone – Vamos achar um hotel e descansar um pouco.
Não preciso esperar a resposta para sabê-la:
–Ok.
Alguns minutos depois, achamos um. Estacionamos e descemos do carro, logo após – gritar e assustar – acordar delicadamente os outros. Pego uma camisa emprestada com Nove e alugo três quartos, sem me importar com o fato de estar de pijama. Estendo-os as três chaves e explico:
–Somos oito pra três quartos. Dois deles tem três camas e um deles tem duas. – Quatro rouba a última chave, a do quarto com duas camas, e vai em direção ao elevador. – Ok... Garotos num e garotas noutra?
–Bem... – Nove opina – Nós podíamos...
–Mas nem pensar! – Seis interrompe-o, pegando uma das chaves.
Ela aproveita a expressão assustadora que usou em Nove e olha pra mim. Ela aproxima-se e sussurra em meu ouvido:
–Quero falar com você. Espere no seu quarto, antes do almoço.
–Que horas são? – Sete pergunta, bocejando.
–10:47 – Respondo.
–Ah, então não vai dar tempo de descansar?
–Temos quarenta minutos até o almoço. – Seis observa – Isso é tempo suficiente pra se acomodar. Descansamos depois.
Todos concordamos e vamos em direção ao elevador. Aperto o botão com o número seis e subimos. Cinco andares depois chegamos ao corredor dos quartos. O nosso era em frente ao das garotas, que era do lado de onde o casal oxigenado estava. Entramos nos respectivos quartos.
Ele era todo branco, com lençóis de cama cinza. Existiam mesinhas de cabeceira de madeira escura ao lado de cada cama. Nove joga a mochila na primeira cama e Oito na última. Ele se teleporta pro banheiro e tranca a porta. Segundos depois escuto o barulho de água espatifando-se no chão.
Jogo-me na cama do meio, enquanto nove procura algo em sua mochila. Enfio minha cara no travesseiro e escuto os barulhos do quarto:
A cama de Nove rangendo; Um pombo pousar na janela; Nove espantar o pombo; Carros passando descontrolados na rua; O barulho da tevê, que Nove ligara; Oito sair do banheiro; Nove entrar no banheiro; Alguém andando fora do quarto; O som da água caindo outra vez; O chão ranger enquanto Oito se veste; Nove sair do banho e um dos garotos se jogando na cama.
Levanto-me e arrasto-me até o banheiro. Tomo um banho frio demorado, pra manter-me acordado, enrolo-me numa toalha e saio do banheiro. Na minha cama, uma cueca Box, uma calça jeans, uma camisa gola V preta e uma All Star também preto estavam depositados.
–As meninas mandaram te dar isso – Oito explica, levantando-se da cama – Também disseram que só iam te dar isso, que era pra você se virar.
Pego a roupa e volto pro banheiro. Visto-as rapidamente e saio do quarto, pra ver que eles já tinham descido, sem me esperar.
Saio do quarto e me dirijo ao elevador, andando lentamente.
–Ei! – Seis chama. Viro-me e vejo ela na porta do quarto. – Vem!
Cara, eu deveria ficar feliz por uma garota me chamar pro seu quarto, certo? Mas não. É a Seis. A garota mais durona da face da Terra.
Arrasto-me até seu quarto.
–Senhora? – pergunto, entrando.
Ela estava perto da janela, vestida com um shorts preto que ia até o meio da coxa e uma camisa folgada branca de estampa. Seu cabelo moreno estava amarrado num coque, exceto por algumas mechas, que molduravam seu rosto.
–Hum... – ela olha pela janela – O quê que você tava fazendo com a marina hoje mais cedo? Quer dizer... Vocês dois estavam sozinhos lá. E estava de madrugada.
Sinto meu rosto queimar. Por que as pessoas insistem em falar sobre essas coisas? E por que é tão difícil responder essas perguntas? E por que ela estava perguntando isso?
–Sabe – ela continua – a Marina também ficou assim quando perguntei pra ela.
–Não sei do que está falan—
–Ah, por favor – ela vem em minha direção – Você sabe muito bem do que estou falando.
–Mas não aconteceu nada.
–Tem certeza? – ela chega até mim e puxa minha gola, aproximando seu rosto de uma forma nada legal. Meu corpo gela.
–Te... Tenho, Seis.
Sua expressão de raiva desaparece um pouco, dando a visão de seu rosto verdadeiro. Diferente do que eu pensei, nenhuma ruga de raiva ou preocupação estavam estampadas nela, tornando-a ainda mais bonita. Se é que isso é possível. Então termino o espaço entre nossos rostos, colando nossos lábios. Ela não pareceu nem um pouco surpresa quando fiz isso, nem tentou me jogar longe, apenas... Continuou. Ela solta minha camisa e entrelaça os dedos no meu cabelo. Minhas mãos descem pra sua cintura, e puxam-na pra mim. Desço minha boca até seu pescoço e o beijo.
–Era por isso que você estava tão incomodada? – sussurro em seu ouvido, com um sorriso vitorioso estampado no rosto.
–Não seja convencido – ela branda baixinho e tenta se afastar.
Seguro sua cintura e jogo-a contra parede. Pressiono-a contra ela e beijo seu pescoço. Ela puxa minha cabeça e me beija.
Ela me empurra ao escutar um barulho á nossa direita, na direção da porta.
Viro-me pra ver uma das piores visões da Terra: Um nove encarando-me como se decidisse de que jeito me matar.
E esse jeito vai ser bem doloroso.
Notas finais
COMOASSIMLUPI? QUEQUEVCFEZ?
Gente, gente, gente... Eu fiz isso aí. U.U
Eu achei que já tava na hora de parar um pouco da ação e pus issaê, But Don't Worry! Próx cap a açaum recomeça.
:3
Acho que amanhã posto outro cap :3
Ah, e... BOBBBYYYYYYYY *-----------------------------------------------------------------*, Td bem que ele não voltou - FIKDIK ERICK - mas matei a saudade dele *-*, meu tio favorito tá no céu agora *-*
EEEEnfim,
Byeeee o/
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