Lorien Remains
22 Capítulo 21 - Foi sem querer. Juro.
Notas iniciais
Lupi: SAI DAÍ ISA! EU VOU POSTAR...
Isa: OU CALA A BOCA OU MORRE.
Lupi: *Sai correndo*
Isa: Ok, aqui é a isa, a amiga do lupi - ou Mauro. Chame-o como quiser. -, como eu sou muito boazinha, eu - espanquei ele até ele aceitar - pedi educadamente que ele postasse o Cap hoje. Ele só queria postar amanhã, mas como eu sou demais...
Lupi: CHATA demais.
Isa: *mostra a tesoura* Eu sou muito legal.
Lupi: Você é muito legal...
Isa: ... Isso. Agora LAVRA DAQUI! Bem, aí está, gente. Tentem aproveitar essa coisa:
Então tudo fica preto por dois segundos. Sinto meu corpo cair e eu bater a cabeça no chão.
A loirinha gritava comigo a todo momento, mandando eu levantar. Imagino que ela treina isso com alguém, por que CARAMBA, ELA É CHATA!
(N/A: Isso me lembra uma pessoa COFCOF*isa*COFCOF)
Levanto-me, contrariando cada fibra do meu corpo, que mandavam-me retornar ao chão.
Ela me arrasta até as escadas. É. Tinham escadas.
Ótimo.
Vou ficar preso aqui pra sempre.
–Temos que sair daqui – Pela primeira vez, entendo o que ela fala – Precisamos subir.
NÃO ME DIGA.
Ela coloca meu braço ao redor do seu pescoço e me ajuda na subida. Demoramos dois minutos subindo os quinze degraus.
Quando conseguimos sair, eu sorrio. Acabo de botar fogo em toda a plantação redonda de trinta metros.
A loirinha olha pra mim com um misto de medo e surpresa quando vê minha expressão.
–Foi sem querer. – Falo, mas minha voz sai como um gemido – Juro.
Então recomeçamos o caminho. Eu me arrastava, enquanto ela ia à frente, atirando em alguns Mogs.
Todo músculo do meu corpo se contrai quando sinto uma dor na parte de trás do ombro esquerdo. Caio no chão arenoso outra vez.
A loirinha vira depois de escutar meu gemido e atira no Mog atrás de mim, mas não antes dele acertar outro tiro na minha perna, na parte de trás da coxa, quase exatamente no lugar onde o agente do FBI acertara.
Fecho meus olhos e dou um último suspiro antes de apagar por completo.
Quando abro meus olhos estou sendo arrastado pra longe de um monte de fumaça. A loirinha está atrás de mim, puxando-me. Ela pára do lado de um carro e me deita no chão.
–Toma. – digo, estendendo-a um canhão Mog que estava preso no meu cinto.
Ela atira na janela do motorista e eu fecho os olhos outra vez.
Quando os reabro estou no banco de trás de um carro. Meus olhos não sabem se ficam abertos ou se fecham de vez.
A garota percebe que estou acordando, mas não fala nada.
–Você é caladona... – digo, tentando manter meus olhos abertos. – Mas não parece ser tímida...
–Talvez seja por que eu não sou.
Meu cérebro estava tão lento, que ficou digerindo a última frase por meio minuto, até eu dormir outra vez.
Quando meus olhos abrem-se outra vez, o carro estava parado. Nem sinal da loirinha. Podia sentir que o sangramento na minha barriga tinha parado, mas minhas costas e minha perna ainda despejavam sangue no carro.
A porta á minha frente se abre, revelando a loirinha (N/A: Cara, ele SÓ vai chamá-la assim, nem adianta reclamar que tá muito repetitivo ou que o nome dela é Sarah. “Por que?”, você se pergunta. “Por que eu sou um fiodumégua que prefere assim”, respondo eu. Não, mentira gente. Isso vai causar reações nos personagens ao longo da fic... Então... É isso U.U) do outro lado. Ela tem uma sacola e uma chave em mãos.
Eu saio do carro e ela me guia até um hotel.
–Coloque isso. – ela ordena.
Ela me dá um sobretudo preto e felpudo. Eu o ponho e ele esconde todas as marcas de sangue do meu corpo.
~~~~~~~~~~~/Shuá, Shuá... Banho de cabelo cacheado, sempre faz um cafuné... ARIARIA, lembrei da música agora U.U/~~~~~~~~~~~~~~~~
A água cristalina do chuveiro cai vermelha no chão. Uma poça de água rubra se forma abaixo do meu corpo, cercando meus pés e gritando “você é um idiota!” pra mim. Cara, eu sei que sou um idiota, uma poça da sangue não precisa jogar isso na minha cara.
Fico embaixo do chuveiro até ficar tonto, então saio relutante do Box. Pego a toalha e me enxugo dolorosamente, sem pressa e, com certeza, sem vontade.
Deixo a toalha cair no chão e caminho até a pia. Começo á cobrir os buracos dos disparos com os curativos que a loirinha deixou na pia.
Ponho a gaze, e depois dou três voltas completas pela minha barriga, com o esparadrapo, cobrindo o umbigo.
–Garoto, aqui... – A loirinha abre a porta e põe metade do corpo pra dentro do banheiro, com um pijama na mão direita.
Ela congela ao me ver nu. Pra sua — ou minha, vai saber? — sorte, a pia ficava exatamente de frente á porta, dando-a visão apenas da parte de trás do meu copo.
Vejo, pelo espelho, seu rosto ficar vermelho e ela voltar pro quarto, jogando o pijama no chão do banheiro.
Balanço a cabeça e vejo, ainda pelo espelho, um sorriso no meu rosto. Trato-o de desmanchá-lo imediatamente.
(N/Isa: LUPIIIII, A Pettyfer já disse, repetição de...)
(N/A: DROGA, ISA, POSTA ISSO LOGO!)
Faço o mesmo tipo de curativo na minha perna. Gaze por cima do buraco e dou três voltas com o esparadrapo.
Tento o mesmo com meu ombro, mas não consigo.
Visto a calça do pijama e saio do banheiro. A loirinha está deitada em sua cama quando a chamo.
–Será que você podia me ajudar? – pergunto, estendendo a mão com o necessário para o curativo. – Eu meio que não alcanço.
Ela pega os itens da minha mão e eu me viro de costas.
–Pronto. – ela avisa, indo até o banheiro.
Deito-me na cama de bruços, enfiando a cabeça no travesseiro.
Consigo escutar o som da farmácia do banheiro sendo fechada, e a luz ser apagada antes de pegar no sono.
~~~~~~~~~~~~/Dormir é bom, não julguem/~~~~~~~~~~~~
Acordo-me com um barulho alto ao meu lado. O sol batia na minha nuca, mas não me incomodava nem um pouco. Levanto a cabeça o suficiente pra ver a loirinha apanhar a minha adaga, agora transformada em espada, do chão.
Enfio minha cabeça no travesseiro outra vez, irritado. Droga. Conheço a garota á meio dia, e ela já me acordou três vezes. Esse não é um bom jeito de se começar uma parceria.
–Se assustou? – Pergunto.
Minha voz é abafada pelo travesseiro, mas ela entende e responde:
–Um pouco.
–Acontece.
Escuto o chão ranger do meu lado, e logo depois é a vez da cama dela.
–O quê... – ela tenta falar.
–Talvez você não vá acreditar – interrompo.
–Oh, eu acho que eu acreditaria.
Viro a cabeça pra ela, olhando-a bem pela primeira vez. Ela estava com uma bermuda longa – que, provavelmente, não seria minha – e um moletom largo, que eu reconhecia ser parte do meu pijama. Ela provavelmente roubou ontem à noite. Seu cabelo loiro estava amarrado num coque, e os olhos azuis brilhantes olhavam diretamente nos meus. Mas eles não tinham um tom assustado como antes, tinham um tom mais despreocupado, talvez feliz. Pela primeira vez eu percebi como ela era linda.
(N/A: Pois é... Romance... Chato né? Prefiro explodir as coisas. É. Com certeza eu prefiro explodir as coisas. Hum Rum. Eu AMO explosões. Acho que vou explodir as bonecas da minha irmã e... Ah, é, voltando pra histór...)
(N/Isa: Ainda não. Eu gosto de romance e você vai gostar disso. * aponta a tesoura* Né, Lupi?)
(N/A: É... Claro... Voltando pra história:)
–Aquilo eram legados? – ela pergunta e arqueja. – Você... Você é o número cinco? Você não devia ser uma garota?
Eu rio.
–Não. Não sou um número. Não que eu saiba, pelo menos.
–Você é lorieno, né?
Encaro-a por alguns segundos e enfio meu rosto no travesseiro outra vez.
–Mais ou menos.
–Como assim “mais ou menos”, ou você é, ou não.
Droga. O que ela quer que eu diga? Eu nem conheço ela. Pelo que sei, ela pode ser mais uma das cobaias dos Mogs.
–Sou apenas meio lorieno. Meu pai era lorieno e minha mãe uma humana... É o que os alienígenas malucos que me perseguem todo dia me contaram, pelo menos.
Então ela faz a última coisa que eu pensei que faria. Ela ri.
Ok. Talvez não seja tão ruim ter companhia de vez em quando.
Notas finais
Espero que tenham gostado, menos ação nesse cap, e, infelizmente, mais romance =/
Enfim, acho que nesse feriadão, eu posto minha fic nova e um MONTE de caps de Lorien Remais e...
AI CARAMBA, A ISA TÁ ESCAPANDO.
TCHAU GENTE, E, SE EU NÃO APARECER DURANTE O FERIADO, LIGUEM PRA POLÍCIA!
UNT...
*Isa pula no Lupi*
AHHHH, XAAAAU!
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