Looks Like a Lady

4 Capítulo 3- Mas me parece que você gostou...


Notas iniciais
Hey Hey amores desculpe a demora mas tive uns contratempos esse caps será dividido em dois pq ia ficar muito longo. Então aproveitem

Pov Damon

Eu não estava com a mínima vontade de sair com Enzo, mas no final eu não poderia reclamar, por mais que meu consciente negue o máximo que for é mentira, aquela menina mexeu comigo, o que é ridículo, já que eu já estive com muitas mulheres maduras e com os mesmos ideias que eu, entretanto, algo nela me atraia, estremecia-me, ela é única, mas eu realmente odiava aquelas atitudes masculinas dela.

Quando Enzo virou e cumprimentou seu futuro sócio eu não fiz questão inicial de virar-me e fazer o mesmo, já que não era de meu gosto estar ali, mas quando ele tocou em meu ombro sabia que não poderia mais adiar isso, primeiro viro-me e olho ele com cara de lobo babão, provavelmente sobre a filha ou esposa do tal investidor, mas quando olho as pessoas a nossa frente meu coração acelera e minha mente entra em parafusos, era ela...

Não era a minha aluna de mais cedo e sim uma lindíssima jovem de família, seus longos cabelos soltos levemente presos na frente, um vestido que lhe dava um ar delicado e marcava um pouco seu corpo, uma maquiagem leve com mais atenção a seus lábios extremamente chamativos e tentadores, jaqueta e para meu espanto ela calçava um tênis, eu visualizei em minha mente ela com uma sapatilha ou sandália fechando o conjunto de uma dama perfeita, mas ela soube como quebrar minhas expectativas com um maldito tênis nos pés, ao voltar meus olhos vejo seu pingente era uma gargantilha com um pequeno revolver, balanço a cabeça e volto a fitar seus olhos de cor chocolate embriagantes.

Ela estava com um enorme sorriso agora em seu rosto, diferente de quando virei me e fitei-a, ela pisca pra mim e vejo aqueles lábios se moverem para falar comigo, meu consciente mau queria agarrar ela ali mesmo, toma-la em meus braços e beija-la até faltar-me o ar, mas me concentrei e ouvi sua voz reverberar meus ouvidos como música.

– Olá senhor Salvatore, quanta coincidência não, duas vezes no mesmo dia, acho que é o destino nos unindo! – ela diz e eu devolvo o sorriso beijando-lhe a mão.

– Eu acho que é senhorita Gilbert. – viro e pego uma rosa vermelha que estava no pequeno arranjo da mesa e lhe entrego sorrindo de lado. – Olá senhorita é um prazer lhe conhecer qual o vosso nome? – resolvo fazer uma nova apresentação com ela.

– Olá senhor sou Elena Gilbert e você? – ela diz entrando no clima e isso é encantador.

– Oh belíssimo nome, eu sou Damon Salvatore. – admito o que já tinha achado.

Como um bom cavalheiro, guio-a até seu assento e puxo-lhe a cadeira na qual ela agradece e senta-se, vou até o meu que fica de frente a ela que me parece mais animada do que antes, Enzo e os pais dela já conversavam sérios sobre seus assuntos empresariais e ela me fita descaradamente mordendo o lábio inferior e eu ruborizei como um adolescente tímido e bobo quando a menina que ele gosta super popular fala com ele.

– Então senhor Malarkey quem é o seu amigo que já não sabe tirar sua atenção para outra coisa se não minha filha? – o senhor Gilbert fala rude e Enzo que estava ao meu lado sorri e me dá um tapa nos ombros.

– Esse é Damon Salvatore, meu melhor amigo, ele está uns tempos hospedado em minha residência, já que se mudou há pouco tempo de volta. – ele fala e dá outro tapa forte em meu ombro, odeio esses modos dele.

– E de onde você vem senhor Salvatore e qual sua profissão, acho que já ouvi esse nome no meio empresarial. – o senhor Gilbert se volta diretamente a mim.

– Bom sim meus pais tinham uma empresa e que meu primo Michael administra para mim, mas eu vim do Reino Unido estava me aperfeiçoando em minha área profissional... – antes que terminasse Elena me corta.

– Papai ele é meu novo professor de Literatura e seu conhecimento é fascinante ele é o meu melhor professor, eu o desejo desde o primeiro momento, eu queria esse cérebro cheio de conhecimentos. – ela faz uma piada de duplo sentido que me faz corar novamente.

– Oh então o senhor é o professor tão excepcional que minha princesa falou?

– Você falou de mim para sua família? – pergunto a ela que sorrindo assenti. – Oh, bom sim sou professor de literatura e assim que me formei fui fazer especialização, eu já havia lecionado antes, mas parei para estudar mais e agora retornei.

– E porque seu primo que administra sua empresa? Onde estão seus pais? – o pai dela questiona e isso me entristece.

– Bom meus pais há 5 anos pegaram um voo para o Brasil e o avião teve alguma falha e caiu no meio da mata e não encontraram nenhum sobrevivente, então desde o fato eu tomei posse de todos os bens deles, mas não queria seguir o caminho deles e como meu primo tinha o conhecimento e eu confio nele, deixei-o a encargo dela e somos como sócios, eu sei sobre o meio empresarial, mas não me atrai.

– Oh eu sinto muito senhor Salvatore, perdas são sempre doloridas e inesquecíveis. – Elena diz colocando a mão sobre a minha e acariciando.

– Perdoe-me se o assunto foi inapropriado senhor, só tive curiosidade sobre o fato.

– Não tem problema senhor Gilbert, isso é algo que acontece. – digo em um tom triste.

Logo as coisas se dispersam e o assunto retoma, fico imerso em pensamentos aleatório a tudo, fitava um ponto qualquer, mas logo eu comecei a ouvir o assunto deles e o que me espanta, Elena começou a discutir com eles sobre os termos da sociedade e do empreendedorismo que há no mercado de restaurantes e bares, ela começou a dar novas ideias a Enzo sobre o que ele poderia colocar de novidades e diferenças para atrair novos clientes.

Deus novamente ela me surpreendendo, fico olhando-a com tamanha admiração e atração, porque ela não pode ser sempre assim?

– Oh menina Elena você é a mulher perfeita para mim. – escuto Enzo dizer com aquele ar sedutor dele e ela sorri me senti mal com aquilo.

– E onde fica o Enzo que não quer relacionamento? – não aguento e falo isso, estava furioso e ele gargalha.

– Com uma mulher como essa quem não ficaria quieto em casa? – ele diz me provocando.

– Você não me conhece senhor Malarkey. – ela fala convicta e me orgulho disso.

– Estou aberto a te conhecer melhor Elena, posso te mostrar como sou o homem perfeito pra você.

– Oh senhor Malarkey minha filha é difícil de se convencer, nunca a vi com algum namoradinho. – senhor Gilbert fala e me animo.

– Mas sei ser bem convincente e por Elena posso não medir esforços pra isso, sua beleza é tão espetacular quanto sua inteligência, o que é um corpo bonito e uma mente bonita, eu desejo essa mulher comigo. – ele continua com a ideia me olhando como desafio.

– Realmente eu também vi que Elena é mais que aparenta, tua beleza nada significa se tuas ideias são tão perfeitas e seu conhecimento tão magnífico conseguem atrair o verdadeiro homem. – digo e eles riem de mim.

– Nossa Senhor Salvatore realmente levou a literatura em todo seu ser, fala como se fosse o próprio Shakespeare. – a senhora Gilbert fala animadamente.

– Mamãe esse é seu charme o modo como ele dá aulas assim é incrível. – Elena diz em meu favor.

– Oh cheguemos de conversas e rasgação de seda para o Damon, vamos pedir nosso jantar e hoje com cardápio especial do Chef Malarkey. – Enzo se engrandece.

Ele levanta e estende a mão para Elena e sorri sedutoramente pra ela, filho de uma mãe, maldito ele viu como eu a cumprimentei e ainda sim ele está cortejando-a? Que belo amigo arrumei, está querendo me passar a perna e roubar minha dama? Não posso deixar as coisas assim.

– Posso acompanha-los Enzo? – pergunto com um leve teor de ironia.

– Eu acho melhor...

– É claro que ele pode, venha Damon. – Elena diz toda sorridente cortando Enzo.

Ele vai à frente e ela vem mais atrás comigo, na verdade ela estava no meio, segurando a mão dele e eu ia atrás dela, estava tudo bem, se não fosse aquela mãozinha ousada me tocar... Ela levou sua mão facilmente ao meu membro e por mais que eu não gostasse da situação aquilo me excitou, meu corpo se arrepiou e eu senti meu membro criar vida própria e latejar, senhor me resgata. Segurei um gemido quando ela apertou-me, mas quando ela ia fazer novamente meu amigo para abrir a porta e ela me solta, suspiro pesadamente.

– O que houve Damon está passando mal? – meu amigo preocupa-se e nego com a cabeça. – Certo então vamos entrando no meu lar. – ele dá-nos espaço para passarmos.

Os funcionários corriam para todos os lados para prepararem os pratos e me admirava a habilidade e garra deles, e novamente aquela menina maluca me deixa espantado com o que faz, ela pegou um avental prendeu os cabelos em um coque mal feito, enxaguou as mãos e com um sorriso tomou o lado de uma das cozinheiras de Enzo, ela havia ficado ainda mais bela e sedutora daquela maneira, oh céus.

– Deus que mulher deliciosa é essa? – ele a fita imerso a seu desejo. – Imagine-a só com esse avental, nua preparando-me algo, e depois termos a noite completa de sexo animal, só de pensar meu cérebro já voa. – imaginei com ele a cena e novamente senti-me pulsar dentro das calças.

– Eu tenho que te falar algo Enzo. – não iria deixar ele conquistar a garota assim, o que é ele perto de mim? Não sou nem a metade do homem que uma mulher desejaria, já ele o contrario. – Lembra-se da aluna que lhe disse hoje mais cedo? – ele assenti sem tirar os olhos dela que parecia uma pequena fada se movendo com maestria entre as labaredas dos fogões e panelas. – É ela...

– Ela quem? – ele pergunta aéreo.

– A Elena, ela é a aluna. – digo suspirando fundo.

– Não você disse que ela não era nada feminina. – ele enfim me olha debochado. – Se deseja a moça use seus próprios poderes meu amigo, não invente as coisas.

– O que ela falou na mesa? Quem era o professor? – digo e ele realmente agora me dá atenção e balança a cabeça.

– A gostosinha ali é a aluna que se bem lembro você disse que pegou na sua bunda e depois lhe deu um beijo? – ele questiona-me escandalizado.

– Sim é ela, e não foi um beijo foi um leve selar de lábios.

– Você é muito gay cara, não gostar desse tesão pegar na sua bunda e não passar de um selinho é ser muito viado.

– Não é isso, só não é o certo.

– Oh eu estava dando em cima da sua garota? – assinto. – Estou quebrando a regra e você seu cretino nem me avisa?

– Mas ela não é bem minha garota.

– Mesmo assim você a deseja isso já é contra os três votos que fizemos com Alaric.

– Eu sei, mas como eu te contaria, na frente dos pais dela?

– Não seu vacilão me chamasse de canto e falasse “Olha irmão não mecha com a garota ela é minha”, eu tive um tesão do caralho em cima da garota que te beijou, seu maldito. – rio e quando ia responder ela se aproxima rindo.

Depois disso dispersamos a conversa e deixamos a cozinha retornando a mesa e aos assuntos que eles realmente estavam ali para tratar, e aquela pestinha sempre que podia fazia algo para me provocar até pedir para a mãe trocar o lugar já que a mesma estava ao meu lado, e a cada cruzada de pernas ela esfregava o pé em mim, até sua mão malcriada novamente ela usou colocando-a debaixo da mesa sobre meu membro apertando e massageando-o, seu sorriso era enorme e eu me segurava cada vez mais, pois estava tão insano pelo desejo que me passou na cabeça tira-la dali e leva-la ao toalete e a toma-la para mim, já estava no meu máximo quando os pratos chegaram e ela para com o que fazia e dá atenção a refeição.

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Já saboreávamos a sobremesa e tudo ia normalmente, quando ela voltou a atacar. Ela “derrubou” o guardanapo e ao invés de ouvir seu pai que lhe disse para deixar ela se abaixa e entra debaixo da mesa “procurando” o dito guardanapo até que sinto-a me atiçando novamente, tento afasta-la ela “mordeu-me” lá sem conseguir conter um gemido com o susto e o prazer todos me olham, e eu fico sem jeito ouço sua risada maléfica e ela retoma o seu lugar com o guardanapo e cara de anjo.

Conversávamos aleatoriamente e ela me provocava e estimulava-me como fazia antes estava quase atingindo meu ápice quando resolvo envergonhadamente ir ao banheiro, levanto disfarçando o volume totalmente aparente em minha calça e sigo ao banheiro.

Senhor ela é louca, ela é o próprio demônio em corpo de garota, eu não queria ter aquela reação, mas seria impossível ser diferente, ela me instigou a isso, se fosse qualquer outro já teria perdido a linha.

Estava saindo quando sinto um corpo chocando-se ao meu e prensando-me na parede.

– Aonde você pensa que vai senhor Salvatore? – ela força mais seu corpo ao meu se esfregando em mim.

– Elena eu não gosto desse tipo de coisas. – digo, entretanto minha voz falha.

– Mas não é o que me parece ser...

Ela se aperta mais a mim e meu corpo traiçoeiramente me trai.

Maldição...

Notas finais
e ai o que acharam? Em breve volto com mais! Boa Noite xoxo anna