Looks Like a Lady

5 Capitulo 4- Mas me parece que você é muito ousada...


Notas iniciais
Hey Hey amores bom vim postar mais um caps e deixar um recado, a partir dessa semana eu começo a facul e não terei mais tanto tempo pra escrever e postar, mas vou manter pelo menos um capitulo por semana, então se houver atraso não me culpem! Quero dedicar o caps em especial a MissSamantha Petrova pela recomendação eu surtei, obrigada espero que a fic só agrade!

Pov Elena

Nunca me interessei nesses jantares de negócios de meu pai ou nos jantares finíssimos do hospital de minha mãe, mas isso antes desse, apesar do tal Enzo ser muito chato com seus joguinhos de sedução, ele também era muito esperto e amigo do meu professor, e o que eu mais gostei foi o efeito em que o seu jogo de charme pra mim causou em Damon, era nítido que ele estava extremamente enciumado e fazendo o que podia para chamar minha atenção, e como ele me deu essa brecha usei-a para provoca-lo e até mesmo ousar.

Não tenho a menor ideia de onde me surgiu a coragem em fazer o que estava fazendo, eu repudiava as minhas amigas por fazerem esses joguinhos com seus pretendentes, mas aquilo me instigou a seguir com Damon tão recatado e educado, ele não gostava de se mostrar e o fato que comprova isso foi o momento em que ele fugiu da mesa depois do que eu havia feito.

Esperei alguns minutos que ele havia saído para ir atrás dele, não queria dar na cara qual era a minha, até por que eu tinha que ser cuidadosa com isso tudo, meus pais poderiam ver ele como o errado e foder a vida profissional dele e o senhor Malarkey que já estava desconfiado entender a situação.

– Então senhorita Elena qual é a sua com Damon? – só porque eu acabei de pensar isso ele conclui minhas suspeitas.

– Não tenho nada a não ser admiração e respeito, ele é um grande profissional. – uso toda minha sinceridade e ele ri.

– Me engana que eu gosto docinho, pensa que eu não notei o que você fez durante a noite toda? – sínico maldito.

– Então notou errado senhor Malarkey eu não sou como essas garotinhas que bancam as inocentes e não passam de vadias que o senhor está acostumado a pegar. – assim que digo isso ele me olha espantado.

– Bem que ele me disse que você era uma fera. – eu não acredito que o Damon tinha falado de mim com esse troglodita imbecil.

– Eu não sou uma fera só não gosto de marmanjos que acham que mulheres são apenas comestíveis e descartáveis. – ele me encara serio e eu sorrio de lado. – Bom me deem licença vou ao toalete. – levanto-me e sigo até o banheiro sentindo o olhar de Enzo em mim.

Quando me aproximo do corredor fechado que dava as entradas dos banheiros espio para ver se Damon já havia saído e pela fresta da porta vejo-o encarando-se no espelho, ah bebê é agora, quando reparo que ele está saindo me ponho entra as duas entradas para que ele não me notasse e o pegasse de surpresa.

Quando ele enfim sai corro e o empurro com pouca força na parede encostando-me a ele que fica tenso.

– Aonde você pensa que vai senhor Salvatore? – levo meu corpo mais próximo ainda a ele roçando-me sensualmente a ele.

– Elena eu não gosto desse tipo de coisas. – ele tenta ser forte, porém sua voz falha e sinto sua excitação notável.

– Mas não é o que me parece ser... – refiro-me a sensação que tive do nosso contato.

Ele suspira e eu mordo seu pescoço e sugo o local sabendo que provavelmente ficaria marcado, acabo com o mínimo espaço entre nós, caramba nunca pensei que pudesse ter esse poder sobre alguém, sigo entre pequenos beijos até sua orelha e ele estremece apertando minha cintura com força.

– Damon, Damon, Damon, porque foge assim de mim, mas seu corpo nega o que sua boca diz? – uso um tom mais cordial como ele faz.

– Você é um demônio garota como ousa me provocar assim, onde já viu uma dama abordar um homem assim? – ele diz e mordisco seu lóbulo fazendo-o ofegar.

– Sou seu demônio senhor Salvatore, e mesmo isso sendo contra o que o senhor aceita em uma mulher vejo que gostou muito, seu corpo não mente, mas sua cabeça sim, deixe esse lado coretinho de lado e aproveite, eu jamais desejei ter isso com um homem, eu jamais fui para cama com um homem, se já beijei antes foi porque minhas amigas me pressionaram e não porque eu quis, mas com o senhor eu quero, eu sinto um fogo dentro de mim, eu não consigo tirar meus dedos de você, você é como um imã. – digo e ele espanta-se.

– A senhorita é virgem? – afirmo com a cabeça e vou puxando-o para dentro do banheiro masculino e fecho a porta.

– Sou e sou toda sua. – digo e o empurro ate o mármore da pia. – O senhor despertou em mim algo que nunca imaginei existir.

– Oh eu não posso, você é uma jovem pura, não posso tocá-la assim. – ele tenta afasta-se, entretanto o impeço.

– Claro que pode assim como eu posso tocar-lhe assim. – levo uma de minhas mãos ao seu membro e aperto e ele geme.

Já não aguentando todo aquele mimimi beijo-o e no começo ele resiste, todavia depois ele cede e sinto sua língua invadir minha boca de forma lasciva e quente, ele era perfeito, seus lábios encaixavam-se perfeitamente aos meus e o beijo além de um toque de luxuria havia algo que não reconheci, segurava seus cabelos puxando-os levemente e ele segurava-me pela cintura com uma mão e inesperadamente com a outra apertou minha bunda.

Quando o ar se fez necessário ele foi descendo os lábios por meu pescoço e até onde o pequeno decote o permitia, logo ele levantou o olhar a mim e já não havia mais sinal do Damon recatado, sua pupila estava dilatada e seus olhos azuis pareciam enormes.

– Mas me parece que você é muito ousada... – ele usa de um tom irônico e um sorriso malicioso. – Quem imaginaria que você virgem? Moças assim são puras e inocentes.

– De pura e inocente não tenho nada, apenas desinformada. – divirto-me com tudo isso.

Ele novamente me surpreende levando uma de suas mãos por dentro da minha saia, ele inverte nossas posições e senta-me no mármore frio, descendo seus beijos mesmo sobre o tecido do vestido, mas foi uma questão de tempo dele abaixar mais o tecido e alcançar o mais de minha pele, mas logo ele retoma a tomar meus lábios violentamente, quanto mais eu sentia sua mão subir em minha perna mais eu queimava internamente, Deus que homem é esse?

Estávamos tão dispersos e ligados ao que estávamos fazendo que mal notamos quando bateu na porta, apenas quando a pessoa pediu para que a porta fosse aberta, ele assusta-se afastando-se de mim e vejo o Damon politicamente correto voltar. Droga.

– É já vou abrir, só... Um... Um... Minuto. – ele gagueja. – E agora o que vamos fazer? – ele se desespera passando a mão nos cabelos. – Oh Deus porque me fez cair em tentação, isso é tão completamente absurdo e errado, não poderia ter feito isso, e agora? – ele andava em circulo e eu desci da pia e o segurei.

– Hey calminha, não foi nada demais só um momento de prazer para nós dois. – escuto a pessoa apressar e ele me olha sem reação. – eu vou entrar em um box e você distrai a pessoa não saia daqui antes dele sair, me dê um sinal quando eu puder me retirar, entendeu?

– Sim, oh você é uma menina má e geniosa, mas má. – ele enrola-se e eu sorrio roubando-lhe um selinho rápido e ele cora.

– Você foi ótimo delicia. – digo apertando sua bunda e ele pula se afastando, sorrio e entro em uma das cabines.

Fico quieta e ouço-o abrir a porta e a pessoa resmungar ele desculpa-se e inventa uma história louca que me dá vontade de rir, mas me seguro para isso, se não ambos estaríamos muito ferrados. Escuto o homem xingar baixo e tenho que conter a vontade de rir.

– Hey você passou bons minutos aqui dentro trancado e o que ainda faz aqui? – ele pergunta a Damon.

– Eu... Eu... É... Bom...

– Psicose, ninguém merece pessoas assim. – o homem reclama e sai.

Damon bate na porta e eu saio, e não aguento e começo a rir disparadamente e ele reclama.

– Vamos sair daqui antes que aconteça algo pior.

– Está com medo Damon? – questiono-o rindo e ele nega.

Ele me pega pelo braço e vamos saindo com ele olhando desconfiado para todo lado observando se não via ninguém, até que somos surpreendidos no meio do caminho.

– Bem que eu achei que estavam demorando muito, a rapidinha foi boa Damon? Não sabia que você era esse tipo de pegar menininhas. – petrificamos no lugar com a afirmação.

– Não... É... Não... Nós... Não é isso... – ele como se sempre encabulado se enrola na explicação.

– Que maravilhoso dona Elena para quem nunca agiu assim, você está muito espertinha e ainda se trancar com ele dentro do banheiro, que decepção.

– Não fizemos nada e eu estava no toalete, nós encontramos quando fui sair. – menti descaradamente.

– Não é o que eu percebi isso não são modos para uma dama não é Damon?

– Não eu... É verdade não fizemos nada, nós encontramos ao sair do toalete.

– Isso é desculpa de adolescentes irresponsáveis não de um homem como você, tudo bem que sua acompanhante é uma adolescente irresponsável.

– Irresponsável é a puta que...

– Olha a boca mocinha, eu já sei qual é a de vocês notei todo o jantar e a saidinha foi exatamente pra terminar o serviço, parabéns Damon, você nesse jeitinho todo meio gay que conquistou a garota marrenta primeiro. – Enzo agora ri descaradamente. – O que seus pais irão achar disso hein Eleninha?

– Cala essa boca seu cretino, vá se foder e se você abrir essa maldita boca eu juro que te faço carne moída e sirvo para seus clientes. – digo puxando-o pela gola da camiseta e o olho ferozmente.

– Oh estou tremendo de medo de uma garotinha mimada como você. – ele satiriza de mim.

– Você não me conhece e a partir disso deve ter mais medo eu não brinco quando eu prometo algo. – falo sem um pingo de humor e o empurro com força fazendo-o desequilibrar e cair no chão.

Passo ignorando-o e afasto-me em direção a mesa de meus pais, mas a tempo de o ouvir cochichar com Damon sobre meu jeito e o mesmo responder sobre o que eu havia feito com o aluno hoje, sorrio satisfeita, e volto a sentar-me em meu lugar.

– Demorou filha, o que houve? – minha mãe super protetora como sempre.

– Não houve nada só demorei a utilizar o sanitário e depois fui limpar toda aquela maquiagem. – digo tentando parecer o mais verdadeira possível.

– Ah não sei qual o motivo de sua implicância com maquiagem fica tão linda.

– Papai maquiagem e roupa feminina só são detalhes, se você é bonita tem que ser sem todas essas coisinhas de mulher.

– Realmente minha menininha é linda de qualquer jeito, só acho que deveria vestir-se como as suas amiguinhas meu anjo.

– Papai não quero discutir com o senhor aqui sobre isso, sabes que não gosto de vestir-me como elas.

– John não vai criar um atrito com nossa filha, vamos aproveitar o resto da noite sem brigas, por favor. – minha mãe intercede por mim e ele balança a cabeça.

– Certo não vou mais falar disso... Hoje.

Logo Damon e Enzo retornam a mesa e as coisas continuam tranquilas a não ser alguns olhares maliciosos de Enzo sob nós o que já estava me dando vontade de trucida-lo, mas me contive para não encrencar-me, minha mãe conversava com Damon e em alguns momentos eu me juntava a eles e meu pai terminava alguns assuntos com Enzo.

Após uns longos 30 minutos meu pai e ele dão um aperto de mão e combinam encontrar-se novamente na cede da empresa e levantam-se em sinal da nossa partida nos despedimos e para não deixar passar dou um beijo no canto dos lábios do professor delicia e saio com meus pais.

No caminho para casa meu pai para em uma pequena sorveteria que ele sempre levava Jer e eu quando pequenos, compramos nossos sorvetes e aproveitamos o momento tranquilo antes de partimos definitivamente para casa.

Quando chegamos estava morrendo de cansaço e depois de dar boa noite a eles subo para meu quarto, troco-me e coloco uma camiseta grande preta, lavo o rosto e escovo os dentes e depois o cabelo, quando me deito não demoro muito a pegar no sono, já que meu primeiro dia pós-férias foi uma verdadeira loucura.

****

No dia seguinte levanto-me bem disposta e animada aproveito que o dia estava quente e coloco uma bermuda de couro preta, coturno e uma regata do homem de ferro, faço um coque mal feito com alguns fios soltos e pego um moletom no caso de esfriar um pouco e pego minha mochila, recolho meus outros pertences e sigo escada a baixo.

Na sala encontro meus pais na mesa e dou-lhes um beijo na testa e sento-me com eles aproveitando um bom café da manhã, após terminarmos eu sigo para escola e olho o quadro de aulas de hoje.

E que delicinha tenho aula com o senhor tesão, incrível, a ultima aula.

Passo o dia todo entre o tédio agudo e o ânimo máximo, enquanto cada aula chata e intervalo ainda mais tedioso passava, mais próximo da aula dele estava perto, ouvi o mesmo mimimi das minhas amigas e mais o relato animado de Car sobre a chegada do tio Klaus e a curiosidade estranha de Bon sobre o retorno do meu irmão.

Quando por Deus chegou a ultima aula estava radiante, mas quando entro na sala já haviam todas as periguetes na frente incluindo o meu lugar, e eu não ia sentar em outro lugar se não o meu.

– Nikki vaza do meu lugar.

– Eu não sente-se em outro lugar.

– Sua vadia siliconada você não se importa com a aula e eu sim então some do meu lugar ou...

– Ok sua troglodita eu saio.

Ela recolhe suas coisas e sai do meu lugar, organizo-me ali e logo aqueles lindos olhos azuis encontram os meus, sorrio pra ele que olha para o chão desviando o olhar do meu e isso me incomoda.

A aula segue boa e hoje ele nos ensina novas coisas sobre a literatura de cordel, uma das principais no Brasil e ela se mostra muito fascinante e diferente, prestei atenção e hoje resolvi não aprontar nada com ele durante a aula.

Eu realmente tinha me interessado sobre a matéria e sempre perguntava quando algo duvidoso ficava em meu cérebro, ele passou um dever onde tínhamos que redigir um conto de cordel como nós imaginávamos que ela fosse.

No meio do exercício chamo-o com uma duvida e ele puxa uma cadeira sentando-se ao meu lado.

– Qual a duvida senhorita?

– Porque está me evitando?

– Não estou, apenas estou no meu papel de professor.

– Ok, bom eu só quero saber se é meio que assim a escrita? – viro-lhe a folha e ele lê rapidamente e sorri.

– É exatamente assim, está muito bom, assim que finalizar me entregue está muito promissor.

– Ok, posso ficar até depois da aula quero que indique-me alguns livros com essa literatura.

– Certo pode ficar e lhe darei uma lista dos melhores.

– Obrigada.

– Não por isso, é muito bom um aluno como você.

– Como que te quer todinho ou o que?

– Elena...

– Certo, vou continuar o exercício.

Ele levanta-se e volta pra sua mesa, continuo pensando em meu texto e concentro-me para fazer ele melhor impossível, assim que termino reviso e lhe entrego um pouco hesitante acho que poderia ter ficado melhor, mas mesmo assim já não tinha mais como voltar atrás disso.

Ele não expressa nada em suas feições e isso me deixa tensa, mas logo quando ele termina me olha sério, merda ficou uma bosta.

– Elena que texto foi esse?

– O que me pediu, desculpe se não ficou como você imaginou foi o meu melhor.

– Oh não, está melhor do que pensei parabéns muito bom.

– Você me assustou agora. – ele ri e eu suspiro que medo.

Passam-se mais alguns minutos e a aula enfim acaba e eu continuo ali Caroline e Bonnie vem me perguntar se não vou e digo que iria mais tarde, pois tinha ficado com duvidas e elas seguem, rapidamente a sala está vazia e eu vou até a porta e a fecho.

– Elena o que você vai fazer?

– Nada quero só a lista de livros.

– Não se faça de inocente menina.

– Certo você ganhou, eu quero terminar o que começamos ontem.

– Não vou fazer isso.

– Ah vai sim.

Sento-me em seu colo e abraço seu pescoço ele me olha e sem fazer nada ergue seu rosto e sela nossos lábios, era um beijo calmo, mas ainda sim delicioso uma de suas mãos estava espalmado em minhas costas e a outra foi para o meio dos meus cabelos.

Logo o beijo foi ganhando intensidade e nossos corpos se moviam ritmados em encontro um ao outro sua mão que estava em minhas costas logo entraram embaixo do tecido de minha camiseta e esse toque me fez estremecer, senti sua excitação latente e rebolei levemente fazendo-o gemer em meus lábios, sinto sua mão ir até a volta de meu seio e agora quem geme sou eu ele sorri em meus lábios e solta o feixe frontal e toma meu seio esquerdo em sua mão, aquele contato fez-me sentir algo no mais profundo de mim.

Logo ele solta meus lábios e desce beijando e chupando meu pescoço e seu toque em meu seio aprofunda-se mais aquilo era delicioso, logo ele libera-me e puxa a barra de minha camiseta jogando-a no chão e empurrando o meu sutiã junto.

– Deus quanta beleza inquestionavelmente irrevogável, tua beleza bestifica meu raciocínio garota. – ele diz sorrindo maravilhado.

Logo sinto seus lábios em meu seio esquerdo no lugar de sua mão e a mão no meu seio direito, ele sugava-me faminto e por vezes mordia levemente o bico sensível, ele estava enlouquecendo-me com sua língua rodeando e sugando minha pele, joguei minha cabeça pra trás e gemi logo ele troca de lado dando atenção ao meu seio direito, sentia minha intimidade molhada, levo minha mão até seus cabelos e acaricio-o, ele estava me proporcionando algo incrível...

Sem que eu esperasse ele retorna a me beijar profundamente, a luxuria pairava sobre nós e aquilo era incrível, ele pega-me pela cintura e levanta-me desabotoando minha bermuda e descendo-a junto com minha calcinha, o que eu dei graças a deus, se ele visse aquela coisa horrível poderia até broxar, ele olha-me e sorri beijando minha barriga.

– E quem imaginaria que por debaixo de toda aquela roupa larga havia esse corpo perfeito?

Ele senta-me em sua mesa e vai beijando minhas coxas alternadamente, até alcançar minha virilha, ele afasta minhas pernas e desce seus lábios até meu clitóris sugando-o e mordiscando, grito com o toque e ele afasta-se.

– Contenha-se ou eu paro, quero te levar aos céus as estrelas, mas colabore, não queremos o diretor aqui. – ele diz sedutor.

Ele leva agora sua mão até meu clitóris e com o polegar ele “massageia-o” e o com o indicador ele penetra-me, quis gritar novamente, todavia contenho-me mordendo o lábio inferior, puta que pariu que maravilha. Ele beija-me novamente e seus dedos trabalham com experiência em mim, eu nunca tinha me sentido assim.

Estava quase em meu ápice quando ele para e isso me irrita, mas logo ele me envolve com sua boca avida sobre meu sexo sedento, e foi impossível de conter-me agora e rapidamente caio em um prazer descomunal, meu corpo é tomado por espasmos e parece que ia se romper, ainda mais com Damon ainda tomando-me.

– Elena, Elena, esse só foi o começo... – ele diz e eu me animo com isso.

Estava me sentindo em um sonho delicioso e proibido...

***

Batidas fortes na minha porta me assustam e eu realmente estava sonhando? Oh deus nunca tive sonhos assim, estava molhada e com um desejo louco daquele homem, o que estava acontecendo comigo.

Caio em realidade com a voz de minha mãe me chamando, olho em volta e ainda me parecia de madrugada, pego meu celular e são ainda 2:30 hs da madrugada o que deu nela para me chamar a essas horas.

– O que foi mãe?

– Elena, Caroline está aqui meio aflita a sua espera.

– Só um minuto já vou.

Esfrego os olhos ainda afetada com meu sono, mas o que diabos trouxe Caroline aqui a uma hora dessas? Levanto-me e desço encontrando minha amiga péssima chorando e com uma mochila.

– Hey o que houve Car? – ela corre e me abraça sem dizer nada.

Vish algo muito grave foi e isso realmente me assusta, puta merda eu agora tinha que lidar com minha situação louca e com o que tanto afetou minha amiga a esse ponto dela se despencar aqui de madrugada.

Oh malditos desejos e problemas...

Notas finais
E então o que acharam? Comentem Boa Noite Xoxo