Looks Like a Lady
12 Capitulo 11 – Bônus – Proibido
Notas iniciais
Pov Caroline
Assim como não sabia onde estava Elena o resto da festa, não a vi sair e então por isso em certo momento resolvi pedir para meu titio me levar para casa, pois estava “cansada” ele super preocupado logo pegou o carro e quase me carregou para dentro, estava me fazendo de pobrezinha com um intuito e ele ao menos notou.
Eu já tinha todo um plano arquitetado para que ele sucumbisse, para que ele cede-se ao que eu queria, ia ter aquele corpo que vem me atentando tanto nu na minha cama, sou nova e já tem alguns meses que não transo e as provocações do meu tio só afloram meu desejo sexual por ele, sabia que ele não resistiria muito que ficaria por um fio, pois facilitei sempre mostrando-me a ele e que a resistência seria pouca ou nenhuma.
Em um “X” momento do caminho bocejei e encostei-me em seu ombro como se quisesse dormir e ele acaricia meus longos e louros cabelos com carinho e devoção.
– Lembro-me de quando você tinha seus quatro ou cinco anos e dormia no meu colo e eu já era adolescente.
– Só que agora tio já sou uma mulher.
– É uma adolescente maluca Caroline.
– E você não tem ideia do quão maluca sou. – carrego o duplo sentido, mas ele não percebe ou finge não perceber.
– Você está muito crescida, me sinto um velho te vendo assim, toda linda e crescida.
– Você não está velho, e o que acha lindo em mim?
– Ué sei lá você é uma menina muito bonita, deve chamar atenção dos rapazes. – levanto minha face e sorrio para ele.
– Tio você me acha gostosa?
– Como assim menina?
– Ué gostosa tio, tipo peito e bunda bonito e atrativo, do tipo que os caras tem sonhos quentes a noite. – ele freia bruscamente o carro e me olha atônito.
– Que ideias são essas, sei que seus pais não lhe deram essa educação. – ele é ríspido e me encolho.
– Não disse por mal tio, não conta a eles, é só que você já é um homem vivido e gostaria de saber o que acha de mim, provavelmente já encontrou muitas mulheres atraentes, por isso quero saber. – olho inocentemente e ele suspira.
– Esse tipo de pergunta se faz a outros caras mais velhos, não a alguém que lhe é parente e assim próximo. – ele tenta matar o assunto, mas pego sua mão e coloco em cima do meu peito.
– Ele é bonito, é algo que lhe provoca desejo? – aperto minha mão sobre a sua e ele prende a respiração e tenta tirar a mão. – Você gosta? – com minha mão livre chego a bainha de sua calça e aperto seu pau. – Gosta desse toque? – o atrito que criei entre o tecido de sua roupa e minha mão o fizeram gemer.
– Caroline isso é proibido, pare! – meu riso histérico corta o silencio do carro.
– O proibido é mais gostoso. – inclino-me até sua orelha e sussurro mordendo seu lóbulo e lambendo a pele exposta de seu pescoço.
Ele para o carro no acostamento e puxa meus cabelos com força e vejo algo em seus olhos que não reconheço e um sorriso maldoso cortar sua bela face sempre tranquila.
– Queria saber aonde você aprendeu a ser essa vagabunda safada e não a menina doce que minha irmã e cunhado ensinaram tão bem. – aquele xingamento que deveria me fazer lhe dar um tapa na cara, me deixaram ainda mais louca.
– E é preciso ter um ensinamento pra sentir desejo por alguém?
– Acho melhor resolvermos isso em casa, não será uma boa imagem pra você ser pega em plena estrada sendo fodida. – ele traz meu rosto para perto de si e toma meus lábios sem o menor carinho, era um beijo bruto que chegava doía meus lábios. – Vou foder até seu cérebro garota, e você vai aprender a nunca mais brincar com o que não conhece.
– É isso que eu espero titio. – debocho de seu discursinho, pouco me importava com o resto, ele empurrou-me para o banco passageiro com força.
Esse desejo está me aborrecendo e me torcendo ao estremo, eu queria e queria agora, embebedar-me de seu corpo, o amor não me leva a lugar nenhum, entretanto esse desejo me leva a loucura, estou tão obcecada e obstinada a tê-lo me possuindo que esse momento parecia um tormento, essa espera me faz surtar.
Mesmo com o carro em movimento sou ousada e desço seu zíper e curvo-me tirando aquilo que tanto quero e abocanhando-o pela metade, enrolando minha língua nele, seu gemido profundo foi o estopim para continuar – sabia que era arriscado por estarmos em plena estrada em alta velocidade, mas se morrer morro feliz – tomo-o por completo e fricciono meus lábios com anseio, ele puxa meu cabelo pela raiz.
– Isso não funciona como você quer! E se fizer de novo vai se arrepender. – ele me coloca no lugar.
No percurso quando sua mão não estava ocupada com a direção do carro era com meu corpo passeando e provocando por todo lugar, ele não, media seus toques ou recatava-os, pelo contrario ele parecia um devorador. Mesmo com todas paradas que dávamos chegamos intactos fisicamente.
– Agora você não me escapa loirinha. – sem que eu notasse ele já estava na minha porta e me tirando pelo colo.
Ele me beijou com força enquanto caminhava comigo, esfregava-me em seu corpo e isso só o deixava mais voraz, sua mordida forte em meu lábio foi dolorosa, porém muito delirante, mal percebo que já chegamos à porta, apenas quando meu corpo choca-se com força lá.
– Não dá pra segurar, eu quero meter meu pau em você agora. – sua voz estava rouca.
– Então faça o que quer agora aqui! – balbucio.
Ele me põe no chão e me vira de costas forçando e fazendo-me ficar com a face tão empresada na madeira quanto o resto do meu corpo, ofego ao sentir sua mão rasgando as costas do meu vestido ao invés de soltar os botões e o puxar fazendo-o cair e revelar que estava sem sutiã, minha calcinha se tornou meros pedaços de nada com a brutalidade que ele usou para arrancá-la ele abre o botão e zíper da calça e deixa seu pau pra fora.
– Sua putinha toda rosinha, delicada e lisinha, pena que não vou ser bonzinho. – ele beija minha nuca arrepiando-me.
Pego sua mão que seguia ao caminho da minha buceta e coloco seu dedo indicador e médio na boca chupando como se fosse seu pau seu gemido alto rasgou o silencio da noite, dei mais três chupadas em seus dedos e os coloquei todos em minha boca fazendo com que eu recebesse uma mordida forte no ombro, seus dedos saem dos meus lábios e vão direto para minha buceta e com a perna ele afasta ainda mais as minhas tirando minha instabilidade pelo salto.
– Vou te arrombar sua vadia, você não quer, pois bem terá. – seu tom rude me excitava mais.
Seus dedos socavam com força e fundo minha intimidade e seu polegar massageava meu clitóris com força, queria gritar, mas ele sussurrando sacanagens e sua mão trabalhando em minha vagina me deixaram muda, o movimento de seus dedos eram grosseiros e sem piedade, algumas vezes chegava a doer e eu tremia com isso, mas ele continuava ainda mais bruto e com isso não aguentei muito e gozei.
– É fraca princesa gozou tão rápido, mal aguentou minha brincadeira. – sua boca corria minhas costas e sua mão brincava na região baixa do meu corpo. – Primeiro vou fode-la aqui, provar essa bocetinha suculenta, depois aqui. – seus dedos brincam em minha bunda e me arrepio.
– Ai não. – tento pedir, entretanto ele me cala.
– Você fará o que eu quero, você quem procurou agora aguenta. – ele tira sua mão de lá e chupa seus próprios dedos melados e aquilo foi muito sensual.
Sem aviso ele mete aquele pau enorme em mim me fazendo gritar um pouco pela dor e também pelo susto, sua mão queima minha pele da bunda com o tapa forte que deu.
– E cada grito leva outro entendida? – não respondo e ele continua socando fundo.
Com uma mão ele segurava meu cabelo em um rabo de cavalo e a outra apertava e beliscava meu mamilo, gemia tentando controlar os gritos sentia suas bolas baterem em minha bunda e os seus rugidos, ele parecia um animal fodendo sem se importar, ele sai deixando apenas sua cabeça e entra ainda mais forte que antes, não contenho e gozo meu corpo perde as forças, porém ele não para e ia ainda mais forte parecia que meu corpo se rasgaria em mil e gozei copiosamente varias vezes e ele ainda se segurando.
– Não vou gozar dentro de sua boceta quero essa boquinha mimada e falante nele. – ele me vira de frente e me faz ajoelhar.
Segurei seu pau e coloquei o máximo na boca, ele gemeu e socou ainda mais me fazendo engolir quase que por completo, lambia toda sua extensão, tirei minha boca e mordi de leve sua cabeça.
– Sua piranha engole meu cacete.
Ainda mais fundo e rápido lambia, chupava, mordia e engolia e ele gemia coisas desconexas desde xingamentos até meu nome, ou que sobrinha gostosa como nunca aproveitei isso antes, ele já estava perto de gozar quando começo a massagear suas bolas e a arranhar meus dentes a cada estocada, ele meteu ate minha garganta e gozou me fazendo tomar todo seu liquido, quando ele parou levantei com um sorriso malicioso e o beijei.
– Acho melhor entrarmos não sei do que sou capaz. – ele vai me empurrando porta adentro e me sentou na mesa que tem ao lado da mesma. – Preciso fazer algo. – ele fecha a porta trancando-a e se abaixa abrindo minhas pernas no máximo.
Sua boca chega no meu grelo inchado e passa a língua me fazendo jogar a cabeça pra trás, ele chupa meu clitóris finalizando com uma mordida até enfiar sua língua em meu centro, seus mãos instigavam e brincavam com meu seio intumescido e me esquentava como nunca fiquei, sua boca me devorava sem piedade sua língua ia funda gostosa e gulosa, ele sugava toda minha buceta, não aguentando levei minha mão ao meio de minhas pernas alcançando meu clitóris e o esfregando com gana empurrava cada vez mais para sua boca e o atrito de meus dedos, mas logo sinto sua mão me parar e a sua tomar lugar, ele pegou aquele pedaço de musculo e pressionou entre seus dedos e mordeu minha intimidade, não me segurei e gozei em sua boca. Ele se levanta assim que bebeu todo meu orgasmo e com um sorriso maquiavélico me beijou e pude sentir aquele gosto desconhecido e estranho de mim mesma.
– Agora sim podemos fazer qualquer coisa. – ele diz beijando meu corpo e me ajudando a levantar dali e me guiando sala adentro, ele me empurra de quatro no sofá. – Ah que cena maravilhosa essa bunda linda aqui na minha frente, pena que ainda não posso fazer o que penso com ele. – ele se esfrega ali e isso me assusta um pouco, noto que ele já voltava a ficar duro e jogo minha bunda criando um atrito com seu pau ainda maior. – Sua vadia provoca que eu meto nesse rabo sem nem me importar.
– Ah como meu titio Niklaus tão bonzinho está tão mal comigo hoje.
– Caroline, Caroline, você não sabe o que faz.
Com a mão direita ele segura minha cintura com força e com a outra minha nuca prendendo-me completamente naquele sofá, mas aquele momento mais pesado me fez vibrar mais, gostava daquela brutalidade, gemi com a força que ele empunhava e com o atrito de seu pau na minha entrada, ele provocava como se fosse me penetrar e retirava, aquilo era frustrante, mas eu gostava de ser maltratada, comecei até imaginar-me presa totalmente a sua mercê, e aquilo me fez empinar a bunda de novo.
– Quando mais fizer isso mais demorarei a lhe dar o que quer!
– E o que eu quero?
– Meu pau enterrado nessa sua buceta apertada, sentir meu pau invadindo e você o mastigando com força e desejo, tornando o atrito bom pra você e pra mim. – ele sussurra na minha orelha e a morde e desce as mordidas por minhas costas.
Meu gemido sai falho quando ele morde forte a base da minha coluna e bate forte em minha bunda, santo Deus o que esse homem tem que ele sempre foi tão gentil? Sinto o ar de seu riso e chega meu corpo se retrai com a expectativa do que ele iria fazer, seus dentes se fecham em um aperto vigoroso sob a pele da minha bunda e sua mão arde com força na minha buceta, caralho, novamente ele repete o ato e jogo a cabeça para trás, não sei o que sentia nesse momento, se era algo com o prazer, ou se era humilhação pelo modo como estava, jamais me imaginei assim a mercê de um homem, de quatro e “apanhando”, entretanto eu também sentia prazer de estar daquele jeito era um misto de sensações que junto as fortes batidas de sua mão em minha parte intima, me fizeram quase desfalecer em um novo orgasmo, já não sabia se teria mais forças para continuar aquilo.
– Por Favor, pare já não aguento mais. – peço com a voz em um fio.
– Parar? Não era você quem queria brincar a noite toda? – sua voz era entre a raiva e a repreensão. – Lhe darei alguns minutos, mas saiba que pra mim isso não acabou aqui, quero seu corpo a minha disposição a noite toda e não me importa como você estará! – engulo em seco e ele sai da sala.
– Porque eu fui inventar essa loucura meu Deus, por qual espírito eu estava tomada quando bolei fazer isso? – sussurrei quase que inaudível.
Passou um tempo em que eu estava ali largada e sozinha que pensei que ele não voltaria mais que já levantava rumo ao meu quarto, levanto pigarreio e com o corpo ainda mole e fraco dou dois passos até sentir aquele aperto forte prendendo meu corpo no mesmo lugar.
– Onde pensou que ia princesa? Ainda temos mais o que brincar. – sinto o calor de seu corpo e a falta de roupa, ele estava nu roçando seu corpo no meu.
– Não sei, achei que tivesse desistido de mim. – algo mais forte se insinua e me faz empinar a bunda e esfregar com força em seu pau.
– Mais que vadia essa sobrinha que tenho. – ele ruge com o que faço.
– Sua vadia, que está cheia de tesão.
– Ah é, e o que podemos fazer agora? – ele beija meu pescoço e pela primeira vez toda aquela imponência e brutalidade, senti um novo tipo de prazer com seus toques.
– Estava pensando em algo meio excêntrico e diferente... – dou uma risadinha misteriosa.
– E o que seria?
– Algo lá fora.
– Aonde qualquer um pode ver?
– Aham.
– E o que mais?
– Presa e a sua mercê, pra você fazer o que quiser.
– Caralho só de imaginar isso meu pau já pulsa, você é muito ousada criatura.
– Só com e para você. – empino a bunda mais uma vez e me esfrego nele.
– Se fizer isso de novo juro que meto nesse rabo sem me importar se você quer ou não. – nesse momento ele se descuida e consigo sair de seus braços.
Corro o máximo que consigo até a porta da cozinha que saia para o jardim, onde me enrolei com a fechadura que parecia estar emperrada e quando consigo abrir para seguir em frente ele me alcança, tento ainda correr, mas é sem sucesso já que ele me pega com força e me joga pelo ar por sob seu ombro e bate duas vezes contra minha coxa.
– Sua danadinha achou que fugiria de mim por muito tempo? Nem pensar! – sua risada diabólica corta o ar silencioso e tranquilo do jardim. – Agora podemos chegar ao que você queria, presa no jardim, qualquer um de seus vizinhos fofoqueiros pode me ver fodendo a putinha aqui, totalmente presa como uma cadela de quintal. – ele me põe no chão em frente a árvore mais preciosa da casa e pega um pedaço de corda que estava na mesa de churrasco.
– Você não pode me prender aqui. – tento me afastar em direção a outro lugar, mas ele me prensa ali e me prende por pura diversão cruel.
– E por que não nessa? – ele se faz de desentendido.
– Você bem sabe que minha mãe ama essa pinheiro, é de longe sua favorita, ela sempre usa-a como arvore de natal. – minha voz sai em um muxoxo.
– E por isso mesmo quero que esse seu pecado seja ainda maior, se é pra ir ao inferno, então que seja junto, você quem começou isso e agora sem reclamar ou te amordaço também. – ele foi de uma crueldade que eu temi ir contra ele, me calei diante daquilo.
Sinto-o passar algo gelado em minhas pernas e de ferro logo quando ele bate descubro ser provavelmente uma das espátulas do jogo de meu pai, meu deus, ele queria me fazer pagar por provoca-lo, queria que eu fosse ao extremo do pecado ao usar coisas que me ligavam a lembrança da minha família e de quem ele era.
Meu lado puritano me amaldiçoava pela ideia cretina de provoca-lo e chegar onde estávamos, de onde tirei essa ideia seduzir meu tio e transar com ele em casa e ainda ser um projeto de submissa em suas mãos e ainda por cima em locais que qualquer um poderia ver e isso poderia me por em uma grande enrascada, Deus onde fui me meter? Como fui conseguir me colocar nisso?
Apesar de estar nesse conflito interno sobre o que fazer nesse momento meu lado vadia ordinária clamava por seguir em frente com aquilo e aproveitar cada segundo de prazer, mesmo com meu lado racional gritando não o ignorei e continuei naquela insanidade e me jogava naquele espiral sexy que estava de prazer proibido.
Ele batia e sempre acariciava o local e sua boca se mantinha em minhas costas, ombros e nuca em beijos molhados e quentes, quando ele joga de lado o que usava para surrar minha pele sinto suas duas mãos brincarem com meu corpo.
– Que corpo mais perfeitinho que minha sobrinha tem. – ele geme no meu ouvido e aperta meus seios.
Aquela sensação alucinante de estar ali presa e mais o que ele sussurrava safado e descarado tornavam a aura do momento ainda mais densa e mais pervertida sua mão direita desce por meu corpo, arrepiando-o e chega sobre meu clitóris o bolinando de maneira irresistível, tombo minha cabeça pra trás com um gemido alto e ele me penetra dois dedos e continua a massagear meu centro, oh deus...
– Gosta de quando dou atenção a sua boceta é putinha? – só pronuncio um “aham” baixo. – Eu quero que você implore para que eu meta em você. – seus dedos entram e saem escorregando facilmente.
– Por favor, me come, eu imploro. – digo rápido o queria dentro de mim logo.
– Mas assim tão rápido?
– Eu preciso não aguento mais, pelo amor, eu imploro
– E por que eu ouviria você sua manhosa? — ele bate com força na minha bunda. — Porque?
– Porque eu preciso do seu pau entrando e saindo da minha boceta, eu quero você me tomando, eu imploro por isso, imploro que me preencha.
– Agora estamos falando a mesma língua. — ele puxa meus cabelos. — Só não espere por romantismo sobrinha querida.
Ao menos de uns poucos segundos ele mete tudo em mim com força, forçando meu corpo na arvore, senti meu busto arranhar na arvore e com uma mão ele apertar e beliscar meus peitos e com a outra surrar minhas coxas e bundas e seu pau brutalmente entrar e sair dentro de mim, eu gemia alto sem me controlar com aquilo, a cada empurrão a cada investida dura meu corpo era arremessado pra longe.
A mão que estava em meu seio escorrega e chega até minha boceta estimulando aquilo tudo estava me deixando louca, e não aguentei, gozei copiosamente de maneira alucinante os espasmos de meu corpo me faziam querer ceder e deitar, mas ele continuava a se mover, continuava a me empurrar, achei que ia desmaiar diante de tudo aquilo, mas ele impedia-me.
Quando ele gozou dentro de mim debruçou sobre meu corpo despejando todo seu peso em mim, trazendo ainda mais o cansaço de meu corpo. Depois de um tempinho ele me solta e não aguento meus joelhos cedem e acabo por deitar e pegar no sono ali mesmo em seus braços sem me importar com nada só o êxtase em que estava me sentindo.
**************
Nosso sono era profundo apesar daquela claridade forte em meu rosto, o cansaço do esforço me fez dormir como pedra e mesmo não estando muito confortável o calor daquele corpo másculo me deixava plena, consegui o que queria. Já estava com um sono leve quando ouço aquele bater de panela vindo do muro.
–Mais que pouca vergonha é essa, em publico. — ouço o senhor Omar gritar e aquilo nos assusta. — Onde o mundo foi parar.
Salto assustada e ele também, sem dizer uma palavra corremos para dentro, antes de chegar na porta de meu quarto ele puxa-me e me dá um beijo afoito e duro, batendo em minha coxa, assim que ele me solta aperto seu membro e abro a porta entrando correndo e tranco-a.
–Sua capetinha.
***************
Assim que termino de me arrumar após meu banho meu estomago ronca em sinal de fome clamando por combustível uma vez que gasteio-os com toda aquela atividade da noite.
Assim que desço sinto o clima meio estranho, nossa empregada gritava com Klaus abismada e na mesma hora em que pus meus pés no ultimo degrau o solavanco da porta e a chegada de meus pais se dá.
– O que está acontecendo? Adeline o que foi o que nos contou.
– A senhorita e o senhor Mikaelson estavam dormindo nus quando cheguei e o senhor Omar contou-me que durante a noite eles transaram no jardim, isso é pecado o demonio irá carrega-los.
– Caroline Forbes o que me diz disso? — meus pais gritaram juntos.
– É mentira pai eu jamais faria algo assim.
– Olhe senhor eu fotografei essa pouca vergonha. — ela aproxima-se mostrando o celular simples e Klaus não abria a boca.
– Você não é minha filha sua bastarda vagabunda, quero-te fora da minha casa e você seu canalha é um velho e tocou na própria sobrinha, ajunte suas coisas e vá para qualquer buraco. Sua vadia se te ver morando em baixo da ponte não terei um pingo de dó ou piedade.
– Mas que vergonha Caroline, o que fez minha filha, isso é a escoria uma vergonha. — minha mãe disse chorando e eu também já não continha mais minhas lagrimas.
Corri para meu quarto sabia que meu pai não voltaria atras e teria que ajuntar minhas coisas depressa, mas antes precisava ligar para alguem, tentei varias vezes até enfim conseguir.
– A-Alô... –a voz de minha amiga parecia tremula e estranha
– Elena? Onde você estava que liguei no celular e você não atendia?
– Eu estava... Bom... Eu estava... É... Eu estava... Um pouco ocupada! – ela enrola-se.
– Não importa, algo muito grave aconteceu! – digo aflita.
– O que foi? Você está bem? É algo grave? Diga algo!
– Preciso que um lugar, passar uns dias na sua casa eu fui expulsa…
Já soluçava com tudo aquilo, estava perdida e quase sozinha, Deus por uma loucura o que seria de mim agora?

Fale com o autor