Cheguei a casa. Eram 2:20 da tarde e ouvi logo a minha mãe a gritar:

- ___! És tu? Não ouviste o telémovel a tocar, rapariga?

Olhei para a minha mãe. Limitei-me a dizer um '' não '' e saí para o meu quarto. ( http://fotos.sapo.pt/SjOVwZlo1Ld6IzuVyISy/500x500 )

Pus-me a pensar no rapaz da praia. Fiquei arrependida de ter '' fugido ''. Mas eu não me queria apegar a mais ninguém. Tenho tanto medo de perder os que mais amo, outra vez.

(...)

- Lia, trouxe os teus chocolates preferidos...

Sentei-me ao pé da campa e coloquei os chocolates com cuidado á frente desta.

- ... Sinto tanto a tua falta. — Acabei por dizer, vindo-me as lágrimas aos olhos. — Não imaginas o quão é díficil acordar de manhã sem te ouvir berrar ou gritar de propósito, nem ver uma cadeira vazia na mesa de jantar. Tenho tantas saudades das nossas discussões idiotas, Lia... Das compras que tu insistias fazer de mÊs em mÊs... Lia, diz me que me estás a ouvir!

Senti uma aragem fresca vinda na minha direção. Abracei a campa e comecei a chorar como um bebé.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.