Longed for Love
4 Fatality
Notas iniciais
– Três meses depois –
POV’S Isabella
Eu estava com oito meses de gestação e o tempo estava passando rápido demais, minha mãe já dizia que eu era mãe, mas so teria certeza disso quando olhasse meus bebes pela primeira vez, minha cesárea já estava marcada e provavelmente não chegaria aos nove meses, estava tudo muito bem com a gente, mas os médicos não queriam correr riscos. Eu tinha ganhado uns nove quilos e estava me sentindo enorme, mas estava linda e todo mundo dizia que nunca tinha visto uma gravida tão linda e eu ficava toda boba tenho certeza que minha vida nunca mais será a mesma, mas sei exatamente o que minha mãe sentiu em relação a mim quando diz que enfrentaria tudo que enfrentou pra me ter ao lado dela, algumas lagrimas vinherão acompanhando este pensamento, pois é eu agora chorava mas era por conta dos hormônios.
Eu e Ed estávamos mais juntos do que nunca e decidimos que nos casaríamos quando terminássemos o ensino médio não que Carlisle ou meu pai desconfiassem disso eles não iriam gostar tanto da ideia, mas era inevitável Edward é tudo que eu sempre sonhei e eu o amo de um jeito que deveria ser proibido.
...
Já era final da tarde quando Ed finalmente chegou eu queria ir ate Port Angeles, tudo já estava comprado pro enxoval e só faltava pintar o quarto e eu queria que o quarto fosse cheio de ursinhos de pelúcia e era isso que eu queria comprar Carlisle e minha mãe eram dois corujas e os dois me deram um cartão pra comprar as coisas. Ed entrou.
– Ate que em fim, achei que ia me fazer esperar mais. – disse com cara de brava.
– Desculpa meu amor, mas é que tive que esperar o taxi não vou sair por ai com você de ônibus.—ele disse vindo na minha direção e dando um beijo na minha barriga, e era incrível os bebes se moviam apenas em escutar sua voz. – Mas vamos que o taxista ta esperando.
– Eu não ganho beijinho também? – disse com cara de dó e ele me deu um super beijo.
– Agora vamos. – ele disse e saímos de mãos dadas em direção ao taxi.
POV’S Edward
Nem podia acreditar eu ia ser pai e a cada dia esse momento estava mais próximo, eu amava Bella e sinto que nunca iremos nos separar acho que nada podia ser capaz de acabar o que existe entre a gente, tudo estava perfeito já ate sabíamos que nomes daríamos, Bella queria muito por Renesme pra misturar o nome da minha vó com o de Esme, mas tirei essa ideia da cabeça dela e agora estava decidido nossa menininha se chamaria Amy e o nosso menininho se chamaria Ethan. Pedi um taxi e fui direto pra casa da Bella ela com oito meses ainda queria ficar andando por ai apesar da Esme e do meu pai a refrear, mas hoje ela conseguiu os convencer e nos iriamos ate Port Angeles comprar sei lá o que para o quarto dos bebes tinha horas que ela e Esme falavam de tantas coisas que tinha que comprar que o máximo que eu me lembrava era das fraldas, no meio do caminho parei numa joalheria pra pegar o presente que mandei fazer pra minha Bella era uma aliança de prata que era pra ser de compromisso ate nos casarmos e eu mandei escrever dentro FOREVER, pois dentro de mim tinho a certeza que nosso amor ira durar para sempre.
Cheguei na casa dela e já fui entrando e ela estava linda com uma legging preta, tênis e uma blusa toda larguinha e com os cabelos soltos.
– Ate que em fim, achei que ia me fazer esperar mais. – ela disse dando uma de brava pro meu lado e eu ri.
– Desculpa meu amor, mas é que tive que esperar o taxi não vou sair por ai com você de ônibus.—isso era verdade e tinha também as alianças mas isso eu contaria daqui a pouco, fui ate ela e beijei sua barriga e senti eles se mexendo eu amava isso. – Mas vamos que o taxista ta esperando. – disse e já ia a puxando.
– Eu não ganho beijinho também? – ela falou fofa e eu não resisti e lhe dei um super beijo.
– Agora vamos. – segurei sua mão e fomos em direção ao taxi.
Demoraríamos mais ou menos uma hora ate lá então eu a abracei e fiquei fazendo carinho nela e ela começou a retribuir ate que passou a mão na minha perna e sentiu o volume da caixinha no meu bolso.
– O que tem aqui Ed? – ela disse.
– VocÊ estragou minha surpresa.
– Surpresa? – ela disse com um sorrisinho nos lábios.
– É uma surpresa, mas você já estragou.
– Ah não Ed me fala logo disso eu to ansiosa agora. – ela disse feliz.
– Ok. – disse e tirei a caixinha do meu bolso e abri mostrando pra ela e vi seus olhos lacrimejar ultimamente ela estava muito chorona.
– Alianças Ed? – ela disse segurando o choro.
– Não é só uma aliança, é algo que simboliza tudo o que sinto por você – disse e peguei a aliança e mostrei pra ela – ta vendo o que ta gravado aqui? Esta escrito forever e o que eu sinto em relação a gente ...vai ser pra sempre eu te amo Isabella Plat. – ela não parava de chorar e eu peguei sua mão que tremia e coloquei a aliança e beijei sua mão.
– Ed nem sei o que dizer só sei que te amo....e que – a parei.
– Não precisa dizer mais nada isso é tudo o que importa. – disse e nos beijamos, quando nos separamos ela colocou a outra aliança no meu dedo e seguimos caminho para Port Angeles.
...
POV’S Carlisle
Meu dia hoje estava sendo um caos o hospital estava lotado de trabalho e eu não tive tempo nem de tomar café e isso é porque já era hora do almoço que pelo jeito eu também não teria.
– Carlisle? – minha chefe chamou.
– Oi?
– Pode ir almoçar e eu cuido das coisas aqui.
– Obrigada e prometo não demorar apesar de estar com muita fome.
– Relaxe você tem uma hora e meia começando a contar de agora e aproveite e chame Irina ela também ainda não comeu nada hoje.
– Pode deixar. – disse, mas fui infeliz chamar Irina ela tinha uma paixão platônica por mim e todo mundo sabia disso ela era mulher linda, mas não fazia meu tipo e sem falar que a única mulher que consigo pensar ultimamente e na Esme, era incrível o domínio que aquela mulher tem sobre mim e eu não aguentava mais ela fugir de mim e muito menos seus joguinhos.
– Irina? – disse chamando ela que preenchia alguns papeis.
– Oi Carl. – ela disse com um sorriso radiante.
– Carlisle, por favor.
– Ok me desculpe, posso te ajudar em alguma coisa?
– Fomos liberados pra almoçar.
– Nossa serio? Não me aguentava mais de fome.
– Já vou indo. – disse e já ia me retirando, quando ela segurou meu braço.
– Posso almoçar com você? – ela disse e eu não tinha como dizer não.
– Pode Irina, mas não entenda as coisas de outro jeito.
– Tudo bem. – ela disse triste.
Nos fomos pro estacionamento e decidi ir no meu carro, ela falou pra irmos em um restaurante próximo do hospital e lá fomos nos, ela tentou puxar assunto e eu so assentia por fim ela entendeu como as coisas iriam funcionar e parou. Chegamos no restaurante e o lugar era bem agradável, fizemos nossos pedidos e minutos depois quem entra acompanhada de um grupo Esme, senti meu estômago encolher de tamanho e hoje ela estava particularmente linda, com um vestido vermelho e saltos, estava com os cabelos presos e mesmo assim linda, ela nem me notou, mas parecia animada com sua turma.
POV’S Esme
Conseguimos fechar um ótimo contrato com um grupo de advogados e resolvemos almoçar juntos pra comemorar, estávamos em cinco eu Carmem, Rene e os dois advogados Hugh e Derek, ambos bem charmosos o primeiro estava cheio das conversas pro lado da Rene que trabalhava comigo e o segundo não tirava os olhos de mim e eu já estava sem graça, pois de manhã enquanto assinávamos o contrato ele pediu me telefone e eu disse que ele já tinha ai ele disse que queria meu telefone pessoal e eu passei pra ele, estávamos terminando de comer quando olhei pra trás e o avistei, Carlisle estava sentado com uma bela loira e senti vontade de ir até lá e acabar com aquilo, na hora ele percebeu meu olhar e sorriu pra mim e eu sorri de volta, a mulher que estava com ele me olhou de um jeito e eu resolvi me aproximar.
– Vocês me dão licença, acabei de ver um amigo. – disse e vi na hora a decepção de Derek, ele era um gato, mas Carlisle era muito mais, fui na direção dele e ele se colocou de pé.
– Oi Carlisle.
– Esme. – ele disse e nos cumprimentamos com um beijinho no rosto e um abraço apertado ate demais.
– Como você tá?
– Ótimo e você? Nunca te vi por esses lados.
– Estou bem, é só um almoço de negócios e o pessoal quis vir pra ca. – disse e olhei pra criatura loira que estava com ele, fingindo te la notado agora.
– Me desculpe, deixa eu apresentar vocês. Irina essa aqui é Esme mãe da namorada do meu filho e uma grande amiga e Esme essa é Irina que trabalha comigo. – ele disse e em nenhum momento tirou os olhos de mim.
– Prazer. – disse ao cumprimentar Irina era esse o nome dela.
– O prazer é meu. – ela disse forçando um sorriso.
– Bom já vou indo não quero atrapalhar.
– VocÊ nunca atrapalha. – Carlisle disse passando a mão no meu braço de modo carinhoso.
– Obrigada. – disse sem graça – Mas já vou indo estão me esperando.
– Tudo bem. – ele disse e eu voltei pra mesa ciente de que ele me olhava, Carlisle era muito previsível isso eu já tinha notado.
– Ate que enfim voltou. – Derek disse assim que cheguei na mesa.
– Fui falar com um amigo. – disse me sentando e Rene só disse no meu ouvido:
– E que amigo em. – eu ri e Derek me olhava.
....
Terminamos de almoçar e de cinco em cinco minutos lançava olhares pra Carlisle e aquela mulher dando em cima dele estava me deixando nervosa, olhei pra eles e eles já estavam indo embora também e uma ideia passou na minha cabeça.
– Meninas vocês vão pra reunião daqui? – disse, tinha vindo de carona com elas.
– Sim e você vai precisar de um taxi. – Carmem disse.
– Eu posso te levar. – Derek disse e eu não queria que ele me levasse.
– Não obrigada, não quero incomodar. – nisso Carlisle estava indo na direção da porta e me deu um tchaulzinho e eu fiz um sinal pra ele me esperar. – e eu vou pegar uma carona com meu amigo, mas mesmo assim obrigada. – disse e peguei minha bolsa e fui ao encontro do Carlisle.
– Você me da uma carona?
– Claro. – ele disse sorrindo. – Meu carro ta ali na frente. – ele disse e eu o acompanhei e Irina me olhava com ódio.
– Não vou te atrapalhar né? – disse passando o braço ao redor do seu e ele adorou.
– De jeito nenhum e Irina não quero te atrasar te deixo no hospital antes. – ele disse olhando pra loira que assentiu, ele abriu a porta pra mim e depois pra Irina e entrou, fomos em silencio ate o hospital e assim que Irina desceu me senti satisfeita. – Pra onde vamos?
– Pro meu escritório, na rua principal.
– Você esta sumida desde o almoço com os molhos. – ele disse sorrindo.
– Pois é, não é muito boa a sensação de ter molho por boa parte do seu corpo. – disse brincando e ele riu.
– Desculpa por aquilo. – ele disse.
– Desculpo não, aquele molho tava uma delicia. – disse e ele me olhou de um jeito que me arrepiei.
– Agente podia cozinhar e comer junto qualquer dia, só nos dois. – ele disse e eu recusaria se fosse em qualquer outro momento, mas só de imaginar ele fazendo esse convite a outra...
– Quando você quiser. – disse e ele me olhou sério.
– De verdade?
– Não mentiria, não sobre isso. – disse seria e ele ficou calado. Alguns minutos e já estávamos no meu escritório. – Obrigada pela carona.
– Disponha. – ele disse e eu abri a porta. – Eu abro pra você.
– Não precisa, não quero te atrasar mais. – disse e ele pois a mão no meu braço e eu me arrepiei.
– Tudo bem então, tchau. – ele disse e veio me dar um beijo, mas percebi que ele iria me beijar na boca se eu não virasse e virei pouco e seu beijo pegou no canto da minha boca.
– Tchau. – disse sorrindo e ele sorriu de volta, eu estava eufórica.
...
POV’S Edward
Já era quase oito da noite quando estávamos pegando o taxi pra voltar pra casa e minha Bella estava cansada mais muito feliz, nos tínhamos comprados tantas coisas e mal coube no porta malas, ela segurava um urso enorme de pelúcia e quando viu que eu a olhava sorriu.
– O que foi?
– Nada só to olhando a mulher da minha vida. – disse e ela me deu aquele sorriso doce e então nos beijamos, o motorista dirigia rapidamente. – Da pro senhor ir um pouco mais devagar?
– Claro. – ele respondeu.
– Onde agente tava? – eu disse olhando Bella e voltamos a nos beijar quando nos separamos eu segurei seu rosto. – Eu te amo muito e nunca se esqueça disso.
– Ed eu também te amo. – ela disse linda e eu só senti um baque, foi tudo muito rápido e só percebi o que tinha acontecido quando o carro já rolava barranco a baixo, minha cabeça bateu com força e tudo sumiu.
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