Lonely

59 There's no denying


Notas iniciais
Depois de anos, estou de volta! Ok, eu tenho razões, quero fazer esse ano valer a pena... Anyway, falando em ano, feliz ano novo, que 2015 seja um ano bom e vamos sair dessa cadeira de computador, dessa cama, vamos sair e vamos aproveitar e fazer esse ano valer a pena, é isso aí! Obrigada a todos que fizeram essa fanfic valer a pena, o ano que ela estreou valer a pena. Obrigada mesmo, agora, vamos continuar, né? Esse capítulo vai ser dividido em duas partes! Agradecimentos - Catherine Black linda

P.O.V Effy

Acordei naquele dia olhando para o lado e não vendo Daryl, então saí da cabana e vi que ele estava todo pronto já, estava arrumando suas flechas, ou sei lá. Eu simplesmente não parei para prestar atenção ao certo e voltei para a barraca pegando minha coturno e a calçando e logo saí, ele ainda estava lá e me parecia muito distraído, então cheguei por trás dele e apertei seus ombros fortemente e ele se virou me olhando meio assustado.

– E como você pretendia me proteger mesmo? – Perguntei irônica enquanto me sentava ao seu lado.

– Eu estou concentrado – Ele falou enquanto eu me sentava ao seu lado me arrumando. Ele mexia nas flechas.

– Concentrado no que, Daryl? – Perguntei enquanto analisava o que ele falava.

– Não estão afiadas o suficiente – Ele falou se referindo às flechas.

– Eu sei que não é só isso – Falei e ele parou jogando a flecha no chão e me encarando.

– Não vamos voltar nesse assunto – Ele falou enquanto pegava a flecha de novo.

– Dã! Nós precisamos – Eu insisti e peguei a flecha e ele me olhou, sei que ele pedia para eu não voltar naquele assunto, então decidi não voltar hoje... Mas eu iria voltar, então eu vi que ele me encarava sorrindo e ele nunca foi de sorrir, então eu sorri de volta e perguntei. – Então, você vai ficar encantado com minha beleza ou vai me ensinar a afiar essas flechas?

– Então vamos – Ele falou e começou a me explicar como eu iria fazer, e além de afiar as flechas, nós as limpávamos porque elas estavam cheias de sangue. Quando percebemos, já estavam todos acordados e nos seus afazeres e só eu e Daryl aqui em cima, Rick provavelmente iria achar que nós estávamos dormindo até agora, eu ri daquilo pois Rick era muito ciumento e ele só pensava besteiras. Daryl parou o que estava fazendo e olhou pra mim. – O que foi? – Ele perguntou.

– Nada, só pensei uma besteira – Eu respondi e ele me olhou com uma careta mas continuou, depois ouvimos Rick gritar lá em baixo: Effy! Daryl! Então Daryl olhou para minha cara e tombou a cabeça para o lado.

– Era disso que você estava prevendo – Ele falou e eu dei de ombros e ele se levantou colocando a cabeça para fora e olhando para Rick. – O que houve? – Daryl gritou de volta.

– Effy ainda está dormindo? – Rick gritou confuso.

– Não – Daryl gritou de volta, Rick permaneceu calado por um tempo.

– Então, onde diabos ela está? – Rick perguntou e eu antes que Daryl pudesse responder eu apareci e Rick me olhou um tanto aliviado.

– Qual foi, Xerife? – Eu perguntei e ele sorriu para mim, Daryl revirou os olhos e fez uma careta e Rick entendeu e se recompôs.

– Preciso de sua ajuda – Gritou Rick e eu sorri.

– Ah, eu sei que tipo de “ajuda” ele quer – Daryl resmungou do meu lado, eu empurrei ele de lado e Rick ainda estava esperando minha resposta.

– Irei descer em um minuto – Falei e ele concordou e foi falar com Carl uns instantes. Então enquanto eu me arrumava e colocava uma roupa mais descente, Daryl ficava olhando distante.

– E que tipo de ajuda ele quer, Caipira? – Perguntei enquanto trocava de blusa e ele se virou e olhou para mim.

– Você sabe – Ele falou um tanto baixo.

– Não, me explique – Eu pedi e ele começou a rir.

– Ah, a ajuda que ele quer é para tirar e colocar a calça, sabe? – Ele falou e gargalhamos juntos.

– Ridículo – Eu falei jogando a camisa que eu estava em cima dele.

– Ei, não sou eu que estou gritando para Deus e o mundo que eu quero dar uns amasso com você no canto da prisão – Ele falou.

– Asshole! – Eu falei. – Até porque você não precisaria, não é? Eu durmo com você! – Eu provoquei.

– Ah, pena que você não me quer – Ele retrucou. Eu ri.

– E aí, conquistador, vai ou não descer? – Eu perguntei.

– Eu não sou conquistador – Ele resmungou e eu ri daquilo. – E sim, Elizabeth Stonem, eu irei descer — Ele falou.

– Quando você começa a falar meu nome todo, me dá arrepios – Eu resmunguei. – Meu nome é Effy, já lhe falei Dixon – Falei e ele deu de ombros e pegou sua besta junto com suas flechas afiadas e limpas agora.

– Vamos pequena – Ele me chamou passando as mãos de leve no meu ombro e andando comigo.

– Está com medo de descer, não está? – Perguntei, não estava debochando.

– O quê? Mas é claro que não! – Ele falou como se aquilo fosse um absurdo.

– Vocês vão ficar bem – Assegurei para ele, não querendo entrar muito no assunto mas ele entendeu que era referente à Beth e ele aquilo, ele não concordou, ele não fez nenhum movimento.

– Deixe isso para lá – Ele resmungou descendo, mas ele estava segurando minha mão e continuamos andando assim, então ele levantou nossas mãos que estavam entrelaçadas e ficou olhando. – Você fez isso? – Ele perguntou se referindo à mão.

– Eu pensei que você que estava fazendo – Eu retruquei.

– Eu pensei que você que estava fazendo – Ele falou e depois soltamos nossas mãos.

– Estranho – Eu falei.

– É – Ele concordou. – De qualquer forma, estou indo trabalhar, sabe? Pode ir dá seus amasso com seu “Xerife” – Ele falou, eu ri debochada.

– Vá para o inferno, Dixon – Falei enquanto nos nós afastávamos, comecei a procurar por Rick com meus olhos, mas nada. Eu não o vi, então olhei para o lado e vi Carl vindo contente com aquela garotinha, Lizzie. Ele chegou em mim e sorriu, pisquei discretamente para ele e pude ver ele corado. – Você viu seu pai? – Perguntei.

– Ele estava procurando por você da última vez que eu o vi – Ele respondeu dando de ombros.

– Ok, hey Lizzie – Cumprimentei ela e ela me deu um abraço de lado, comecei a andar procurando por Rick e eu não o achava, vi Glenn, fui ao seu encontro. – Hey Coreano – Cumprimentei e ele riu.

– Hey, garota do Dixon – Ele falou baixinho.

– Por que está sussurrando? – Perguntei.

– Para o Rick não escutar, o que acha? – Ele perguntou.

– Ah! Não tem razões para isso – Eu tentei mudar o rumo do assunto.

– Ah, como não tem? Todos nós já sabemos. Vocês não podem mais se esconder – Ele falou.

– Mas do que está falando, Coreano?! Acho que Maggie lhe deu um trato geral – Brinquei.

– Vocês estão juntos, todos sabemos, não há mais como mentir – Ele falou, eu ri daquilo debochada mas era verdade.

– Ok, tanto faz – Eu falei. – Você viu o Rick? – Perguntei e ele riu, alto.

– Viu? Não há como negar! – Ele falou e eu fiz careta. – Mas respondendo sua pergunta, eu não o vi mais – Ele falou e depois eu dei um meio abraço nele e me despedi. Fiquei pensando, será mesmo que eu e Rick estávamos mesmo na cara?

Quando eu estava andando e meus pensamentos fervilhavam na minha cabeça, percebi que alguém me puxou pela minha cintura e quando me virei era Rick, eu sorri, assim como ele. Ele me abraçou e eu coloquei minhas mãos em volta de seu pescoço, e ele me girou e quando me colocou no chão de novo, ele me deu um beijo.

Notas finais
Amo vocês, que saudades de vocês, meus mimos