Londons Sin
12 Chapter Twelve
- Como vai, Lauren?
- Melhor agora ao vê-lo. – sorria enquanto tocava o rosto do pai com carinho.- Sua mãe está em casa?- Estou aqui Oscar. – a voz se Geórgia soou clara e grave.Ele olhou para a esposa com um brilho diferente no olhar. Andou até ela e a beijou com doçura.- Senti tanto sua falta...- E eu a sua... – Geórgia foi um tanto fria.- Vamos subir, preciso te contar algo.- Conte-me depois. Descanse primeiro.- Não. Quero contar agora. – disse com tom autoritário.- Sim, senhor. – Geórgia mumurrou.Oscar a tomou pela cintura e ambos subiram abraçados para o quarto.Lauren olhava para os pais com uma ponta de inveja. Oscar era loucamente apaixonado por Geórgia, algo que era transparente para qualquer ser que tivesse olhos.Com um suspiro, voltou ao balanço, onde permaneceu até o almoço.Horas mais tarde...Geórgia segurava-se na cabeceira da cama, enquanto seguia os ritmos cada vez mais acelerados de Oscar.- Eu... te amo... Geórgia.- Eu... te amo... – “Donald”.- Madeline?! O que houve?A jovem sentou-se na cadeira onde permanecia em seu estado de choque.- Madeline!O rapaz a sacudia levemente. Madeline olhou para ele, deu um longo suspiro e se jogou aos braços do amado.- Ele morreu, Frank. Ele morreu.- Ele quem?- Matthew. Um vampiro o atacou e...- Um vampiro?! – ela assentiu. – Malditos sejam. Isso não ficará assim. Conte-me tudo Madeline.- Estávamos andando pela floresta. Até que escutamos um barulho estranho. Ficamos com medo. Digo, falo por mim. Eu fiquei morrendo de medo. Eram eles... os homens. Vinham a toda velocidade. Algumas horas antes, Matthew havia reclamado fome. Eu não dei muita importância, já estávamos chegando mesmo... E eu sei que você havia preparado algo bem gostoso para nós. – Frank sorriu lisonjeado. – Foi então que ele voou sobre o coche e atacou um deles. Logo após, os outros fugiram pela floresta, e iniciou-se a perseguição, Frank...- E onde você estava em meio a tudo isso? Tentou ataca-los também?- Não. Eu tinha me alimentado pela manhã. Não precisava deles... Mas Matthew sim. Narrando, Frank, parece tão cruel, mas não é... Foi necessário. Ele começou a persegui-los por dentre as árvores. Se ele não o fizesse, Frank, eles iriam nos descobrir. Quando Mat atacou uma deles, o vampiro voou em cima dele e... Lutaram tão feio, Frank. Tão feio. O maldito destroçava Mat, enquanto qualquer ferida que Mat conseguia fazer-lhe era rapidamente cicatrizada...- Os vampiros são criaturas misteriosas...- Sim, muito.- Ele não devia ter se intrometido. Não era assunto dele...- Sim. Você tem razão. – Madeline se aninhava aos braços do baixinho sentado ao seu lado. Chorava discretamente, era orgulhosa demais para deixar seus verdadeiros sentimentos transparecerem. – O que faremos, Frank?- Não sei, Madeline. Não sei. Mas não ficará assim. – beijou-lhe a testa. – Tenho que ir. Preciso trabalhar.- Se humilhar, você quis dizer, não?- Precisamos nos manter, não?Madeline abaixou a cabeça.- Okay. Vá.Mais nada a dizer, saiu dali o deixando olhando-a com um brilho triste nos olhos. Ele sabia exatamente como ela estava se sentindo. Ambos haviam perdido seu melhor amigo.- Ele não veio.Todos permaneciam calados olhando-a com um medo aparente. Usando os poderes da mente, herdados de seu avô, jogou os vasos caríssimos e orientais ao chão.- Senhora... – o fiel mordomo tentava acalmá-la.- ELE-NÃO-VEIO. – pegou-o pelo pescoço e o levantou sem muito esforço. Ele, por sua vez, debatia-se, implorando por sua vida.Mia o soltou, jogando-o ao chão assim como os vasos, e olhou para todos os convidados.- Ninguém me deixa esperando. Ninguém me faz passar por ridícula na frente de meus convidados. – dizia enquanto analisava a jugular de cada ser naquele ambiente sombrio. – Ninguém viverá para contar...Assim dizendo, mesmo sozinha, atacou-os. Os que tentavam fugir, pediam os movimentos de suas pernas, braços, sendo, até mesmo, desacordados quando preciso. Mia matou a todos. Bem, nem todos... Deixou vivo, apenas, o mordomo, que assistia a cena de olhos bem arregalados.Gerard não havia conseguido dormir naquela noite. Levantou-se cedo, havia tido uma idéia: pegaria um livro na biblioteca, o mesmo que o distrairia por todo o dia. Não queria ouvir mais as conversas sem sentido de Thomas.Fora caminhando pelos corredores totalmente disperso. Ao chegar ao destino, uma surpresa.
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