Londons Sin
51 .Chapter Fifty-One.
Notas iniciais
Devido à demora nas postagens, hoje postarei dez capítulos! ^^
Enjoy!
Enjoy!
Gerard e Lauren continuavam a se ver apenas à noite. Algo que não agradava aos pais da moça nem um pouco. Os noivos namoravam no jardim, enquanto Oscar os observava pela janela, de uma forma estranha.
- Oscar...? — Ele ignorou a esposa. — Oscar!- Fale, Georgia!- Deixe-os!- Muito estranho esta história do Way vê-a apenas a noite. Que trabalho é esse? Nunca o vi na cidade. Estranho... Muito estranho!- Ele trabalha com o irmão. Repare que não não vemos o irmão dele também na cidade. Oscar, deixe-os em paz.- Não Georgia. Andei vasculhando pela cidade. Nunca ouviram falar de tal negócio da família Way. Então, conversei com Donald...- E...?- Ele me disse que os filhos dormem durante todo o dia. E que, se é que saem, não os vê saindo. — Georgia o olhou espantada. — Eu disse que estava estranho. Tenho para mim que estas visitas noturnas do senhor Way não passam de uma tentativa de desonrá-la.- Oscar!- Não me reprima. Eu sei do que digo. Já tive a idade dele. Sei como os hormônios estão à flor da pele. Mas, se ele pensa que desonrará minha filha, está muito enganado...- O que fará, Oscar?- Você verá, Georgia.Assim dizendo, Oscar virou-se para a janela e olhava para o casal enamorado no jardim.- Gee...- Hum...Gerard envolvia Lauren em um abraço terno, enquanto ela reencostava em seu peito, e ambos olhavam para as estrelas no céu negro.- Ainda falta tão pouco para nosso casamento...- Duas semanas... Para mim, é uma eternidade.Lauren riu suavemente.- Também não vejo o momento de tornar-me sua esposa.Gerard sorriu e a abraçou mais forte. Sentiu uma vontade irresistível de continuar ali com ela em seus braços para sempre. Um pressentimento ruim o invadia. Temia perdê-la para sempre, o que seria terrivelmente ruim.- Promete que nunca se esquecerá de mim?Lauren se afastou um pouco, virou-se e encarou seus olhos.- Por que esta pergunta agora, Gerard? Como eu o esqueceria? Ficaremos juntos para toda a vida! — tomou-lhe o rosto entre as mãos e beijou seus lábios docemente.- Eu sei, meu amor. Mas... por favor... Prometa-me?- Claro que eu prometo, Gerard! Eu o amarei eternamente. E isto me impedirá de tirá-lo de meu pensamento um minuto que seja...- Eu a amo tanto! Jamais se esqueça disto também...Ela acariciou o rosto másculo e aproximou os rostos. À princípio, permaneceram naquela posição por longo tempo. Depois, ele a beijou com uma paixão jamais demonstrada.- Não quero e não posso perdê-la!- Você nunca, ouviu bem? Nunca me perderá! Serei sua para sempre, Gerard...Ele a abraçou com uma ternura incomum. O amor que ambos sentiam um pelo outro era quase tocável. Era um sentimento puro, sem egoísmo ou interesse. Era doce e belo, como o verdadeiro sentimento. Era único e insubstituível.Rebecca brincava com seus dedos sobre o peito de Michael. Ele havia voltado para seu antigo quarto. Já não existia mais motivos para continuar no outro depois de ter aceito a proposta de Rebecca.A jovem vampira levantou os olhos para o amado. Ele, sentindo seu olhar, a encarou e sorriu. Ela retribuiu o sorriso com outro, encantador.- O que acha de sairmos um pouco, Michael?- Não acredito que seja uma boa idéia...- Por quê?- E se a virem na rua?- Não verão...- Como sabe?- Meus pais tinham amizade mesmo apenas com uma família na cidade. E, eles... bem, não tem o costume de sair à noite.- Pensava que sua família fosse conhecida...- Não. Não somos daqui. Viemos de Roma.- Você é romena?Rebecca riu do espanto dele.- Sim, eu sou. Porém, quando viemos para cá, eu ainda era bem nova. Mal me lembro de minha terra natal. Meu pai havia comprado a chácara e de lá quase não saíamos. A família tinha um grande vinhedo e vivíamos da venda de vinho. Em uma destas vendas, conheceu o patriarca da família Cowell e, desde então, se tornaram muito amigos. — Michael achou aquele nome familiar, porém passou despercebido. — O único amigo de meu pai. Cresci junto com sua única filha e nos tornamos as melhores amigas também... Sinto muito a falta dela... — suspirou, triste.- Bom... Levante-se e arrume-se. Vamos sair.- Jura?- Sim! Não é o que deseja?- Sim... Com todo meu coração!- Então, mova-se! — Ela soltou um pequeno grunhido e levantou-se, sorridente. — Espere! Não recebo nada em troca?Ela sorriu maliciosa e se aproximou. Mordiscou-lhe o lábio inferior e ele a puxou para mais perto, jogando-a na cama e encobrindo seu corpo com o dele, enquanto beijava-a mais intensamente.Frank assistia seus soldados lutarem contra si. Sabia que estariam prontos e preparados para o que os aguardava. Lembrou-se de seu antigo emprego. Tão diferente. Ninguém um dia poderia imaginar que se tornaria o capitão de um grande exército. Tudo por seu esforço e destaque na equipe, mesmo que em tão pouco tempo. - Descansar! — gritou. Imediatamente, os homens pararam.Um deles se aproximou de Frank. Era loiro, alto e forte. Um de seus melhores soldados.- Capitão, posso fazer um pergunta ao senhor?- Acaba de fazê-la! — Frank respondeu, sério.- Mais duas? — Ainda era inteligente!- Uma.- Por que temos treinado tanto?
- Porque uma guerra está próxima e devemos estar preparados.- Gerra?- Sim. Não me pergunte mais nada. No tempo certo saberão sobre o que se trata. Eu mesmo os avisarei. Com lincença, preciso resolver alguns assuntos.Frank virou-se e encaminhou para sua casa. Abriu a porta e adentrou a casa. Colocou o casaco sobre uma cadeira e procurou Gwendolyn pela mesma. Encontrou-a em seu quarto com uma pequena flanela em mãos, limpando seu criado-mudo.Frank desabotoava a própria camisa e a olhava intensamente. Sentindo o olhar, ela abandonou a flanela sobre o móvel e levou as mãos às costas. Desabotoou o vestido e, após o mesmo deslizar pelo seu corpo até o chão, virou-se para Frank e o encarou. Ele, por sua vez, a encarava de volta, porém surpreso.- Não é apenas para isso que me procura? Venha, Frank. Estou a sua disposição.Frank se sentia um crápula. Sem moral, sem escrúpulos. Sem dizer-lhe nada, virou-se, saiu do quarto e, apanhando o casaco, saiu de casa. Gwendolyn jogou-se à cama, chorando compulsivamente. Ambos não haviam percebido, mas Frank não trancara a porta de sua casa...Behwi observava a noite pela janela de sua cabana. Olhava para a grande floresta e sabia o que aguardava a poucos metros dali.- Breve! Muito breve. Sangue, dor e despedidas... — profetizava para as estrelas. Em seu peito uma grande angústia e saudade imensa dominava.
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