Locked On You
7 Algo que esta gravado no peito
Notas iniciais
– (Que? Ela agora quer me pedir conselhos para seu namoradinho? ) — Pensei cinico. E olhei com ela, com vontade de dizer tudo oque estava me esforcando a garganta — Sim? Oque, pode dizer agora — Disse, esperando uma resposta.
Yoona que estava sem olhar ninguem todo esse tempo, levantou a cabeca e eu pude ver os olhos delas molhados como se estivessem preste a cair uma lagrima. Parecia que me pedia que eu tivesse dó dela, ou que a consola-se, mas eu mantive a mesma cara de querendo enganar que aquilo que aconteceu segundos atras não me afatou em o mais minimo.
Ela tapou a sua boca, e me disse com medo:
–JongHyun... eu.. eu beijei o Kibum...
Eu não sou de deixar uma pessoa congelar-se em tristesa, por mas que ela me tenha feito sofrer tanto. Apesar, naquele momento eu não podia controlar bem minha mente, e para não dizer nada mais que devia, disse:
–Ahh... então, parabens.
Por um segundo acreditei que seus olhos tinha humedecido mais com meu comprimento. A olhei com curiosidade, ela me deu as costas dizendo:
–Eu só... — Tentava achar as palavras certa para dizer, mas ao final acabou desistindo de completar a frase — Bom... não é nada. Nos vemos....
Eu abri o portão, e por mais que minha cabeca se sentia pesada pela situacão incomoda, observei ela indo por alguns minutos. Nesse pouco tempo, respirei fundo e coloquei a mão no meu coracão: porque aquilo se desesperou tanto assim, por aquele beijo? Eu não queria acreditar no que realmente estava sentindo, não queria escutar minha mente, porque ela me diria mil vezes o nome desse sentimento. E eu tenho medo, porque para mim tudo aquilo era novo
–JongHyun.... — Disse uma voz atras de mim, me interropendo — Ela já se foi...?
Eu não virei minha cabeca para falar com Kibum. Ainda estava olhando pelas grandes do portão ainda aberto. Eu escutei os passos deles até ficar proximo de mim, e seu braco passar justamente na altura da minha cintura que havia pensado que iria me abracar. Ele fechou o portão com um braco, e se colocou na minha frente, sorrindo com aquela cara de gato. Desta vez, aquele sorriso não fazia meu coracão pulsar só pela adrenalina mas tambem por estava cada vez mas sufocado.
–Sim; Vamos entrar, esta frio.... — Disse passando ao seu lado, e sem olhar olho a olho. A verdade é que, ainda tinha que terminar de ensaiar e apartar essa ideia louca da minha cabeca. Podia sentir que ele havia estendido o braco, como se fosse um gesto para que eu fique ali com ele. Mas fingi que não vi e entrei na sala com os outros: — Vamos continuar né, á pedi disculpas por chegar tarde, agora vamos trabalhar serio.
Onew afirmou com a cabeca, Minho estava olhando a Taemin comer sorvete, e eles dois me sorriram. Entrou Kibum, e me ficou olhando de canto.
–Estavamos falando em mostrar essa cancão daqui, é um classico...- Disse, mostrando uma folha de papel. Ai estava a cancão de Nothing Better de Brown Eyed Soul e nossos coros organizados. Eu tinha uma sensacão que tambem a conhecia pelo nome, mas pode ser que minha cabeca esteja tão pertubada naquele momento, que eu estava confundindo as coisas.
Fuimos até o quarto dos fundos da casa do Onew. Primero aquecimos a voz, e disse que não sabia direito como era a melodia.
–Eu te ajudo....- Disse Kibum- Eu adorava ela quando era crianca. Canto uma parte, presta atencão para pegar o ritmo — Me sorriu e comecou a cantar:
"ehgeh uhn-jen-gah watt-dun, nuh-yeh uhl-gool-reul giyuk-heh
mum chwuh eetdun neh-mahm eul, meebgehdoh gojangnan neh gahseum eul
nuh-yeh hwa-nan misoga shweebgehdo yun-guh-ya...
/ It always appeared before me. Your face, I remember...
My heart that stopped short
You spitefully took my disfunctional heart and with your bright smile
That's how you easily opened my heart /
eejae kkoom chureum neh mahm-eun
geudeh gyuh-teh, gah-mahn-hee mumchwuh-suh yo
han soon-gan-do kkeh-jee ah-neun "kkeut-ubbneun" kkeum-eul kkwuh yo
/ And now like a dream my heart
has gradually stopped by your side
Without awakening for a single moment,
I dream an endless dream /
eejae soom chuh-reum neh-gyuhtteh
hangsang shwee myuh, geu-ruht-keh eessuh joo myun
nothing better nothing better than you
nothing better nothing better than you
/ And now like breathing,
if you were to always rest by my side
if you were to always remain this way
nothing better nothing better than you
nothing better nothing better than you... "
–Aigoo~! Kibum, você pulou um verso! — Disse Minho, fazendo que ele preste mas atencão — Mas, você cantou lindo. Parece mesmo que voê gostava de cantar ela.
–Yah! Foi só para o JongHyun pegar o ritmo, nada mais. Você entendeu, não é...? Pegou?
Aquela melodia, aquela voz... a verdade é que faz algumas horas eu não tinha lembrado do passado por completo. Lembro que decidi cantar pelo garoto de faixa vermelha na cabeca, que cantava uma melodia linda no banco da praca, e do meu lado. Lembro que me apaixonei pela pela musica, e alem disso, aquele garoto misterioso tinha me conquistado.
Deu vontande de chegar perto do Kibum, e abracar-lo. E dizer no seu ouvido, baixinho, que era aquela cancão que ele cantava comigo quando brincavamos juntos, e que era essa musica que ficava na minha cabeca mesmo quando eu estava preso em casa pela redia dos meus pais.
–Sim...- Me controlei, e me afastei para a cadeira mais longe possivel dele. Tinha medo de que eu me descontrolasse, e realmente abraca-lo — Deixa eu tentar agora, e comecamos todos.
Eu cantei novamente, mas toda a cancão. Os primeiros versos cantava Kibum e eu sozinhos, e os versos do meio Onew, e os dois ultimos Minho e Taemin. A unica parte que repartiamos, era o refrão.
Passamos horas naquela sala, até que a cancão ficou a perfeicão. O celular do Minho comecou a tocar, e Taemin olhou para ele decepicionado, como se soubesse oque o maior iria dizer:
– Eu preciso ir gente. Eu trabalho no turno da noite em um restaurante... hey, JongHyun, me acompanha que mostro o caminho e te entrego as chaves para você poder sair amanha para ir ao colegio.
–Hyung.. você prometeu sair..! — Reclamou Taemin. O mais velho se aproximou do menor, e deu um beijo na testa. O maknae se sonrrosou, e encheu a bocheicha com ar.
–Eu te prometo que saimos amanha a tarde, Ok? Preciso ir... é somente trancar o portão?
–Eu tranco para você — Disse Kibum, me olhando pegar as mochilas. Minho e eu nos despedimos, e quando estavamos para despedir dele, agregou: — JongHyun, oque você gostaria de ganhar de aniversario? — Perguntou timidamente.
–Nada; nem penso em comemorar... — Por um minuto ficamos olhando olho a olho, e realizei que só uma vez disse meu dia de aniversario, e ele lembrou mesmo depois de anos, e mesmo eu sumindo. Meu coracão comecou descontrolar-se denovo, e tinha que ir naquele instante. Arrancar essa coisa que pulsa tanto, do meu peito — Adeus... — Disse saindo correndo até a esquina aonde já estava Minho.
Para ir ao seu apartamento, tuvimos que pegar um trem. Eu fiquei meio avoado com esse assunto, assim que tentei conversar com ele para apartar o meu conciente dizendo que tinha que dizer a Kibum que lembrei tudo sobre nós.
Minho falou do Taemin, e meio timido disse que gostava dele. Eu já sabia, mesmo que tinha fingido estar surpreso. Eu sorri para ele e perguntei se acredita que dois garotos podem ficar juntos.
–Bom... se você gosta, porque oprimir?
–E se você não tem certeza que meu irmãozinho gosta de você? — Perguntei testando ele
–Ai... vou fazer ele me amar, simples. Estariamos todos sem reclamar que não temos namorados se apaixonar fosse facil; exatamente por ser dificil e causar todo tipo de efeito no coracão, que depois estar com a pessoa que você gosta é magico, suponho.
Eu fiquei queto. Realmente era assim? Não é que eu reprimo oque sinto porque sinto que é errado, mas porque para mim sentir tudo aquilo era novo. Argh, eu disse que não queria me dar contar que isso tudo é amor.
–Ahh... parece que você entende essas coisas.
–Espero que te sirva -Me disse, piscando um olho. Eu fiquei um pouco vermelho e desviei o olhar. Tinha a sensacão de ter sido pego — Vamos descer nessa parada.
Baixamos do trem, e caminhamos um pouco até chegar a um edificio grande. Parecia que dinheiro não era problema para o moreno, até porque o apartamento dele ocupava todo o piso. Eu me sentia incomodo, e ele me disse para entrar.
–Olha, vai se acomodando, eu chego tarde. Tem comida na geladeira, antes de vim da escola para aqui compra alimentos, porque eu sempre esqueco.... Adeus~ — Disse, com uma bolsa na mão que deduzi que tinha seu uniforme de garcom e dinheiro.
Eu ajeitei minhas coisas no guarda-roupa, e antes de deitar naquela cama eu liguei o chuvero. Tomei um banho por muito tempo, até senti a pele humdecer exageradamente e me enxuguei com a toalha. Coloquei um shorts e uma camisa basica, e quando apaguei a luz senti que não podia dormir. Mesmo assim, me esforcei e adormeci bem pela madrugada.
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Passaram dias desde que ensaiamos e desde que comecei a dividir o apartamento com Minho. Na escola, Onew e Taemin continuavam os mesmos: andavamos por todas partes juntos e nos apoiavamos. Kibum faz já dois dias que não apareceu e a Yoona anda deprimida por todos lados; por mas que queria evitar, eu via ela como uma enimiga.
Ganhei presentes de aniversario, apesar que havia dito que não queria nada. Minho condividou todos para o apartamento, e fazer uma pequena festa. Eu evitava ligar para Kibum. Sentia que devia, mas eu era teimoso e me limitava a executar tal acão.
Tocou o sinal, e deixei de olhar para o vidro da janela da sala. Eu ando melhorando nas notas gracas a ajuda de todos, e vai completar 5 dias que não apareco em casa. Justo no meu aniversario, é que eu não iria voltar
–JongHyun... posso falar com você? -Disse uma voz fina, vindo de atras de mim e que sentia que estava me observando desde algum tempo
–Sim...? — Disse com um tom de voz que ela entendeu que estava atrapalhando meus pensamentos.
–Faz tempo que Kibum não vem na escola....
–Eu já sei..
–Ele não vem por mim... ele disse que .. gostava de alguem mais, e que eu tinha machucado essa pessoa. E pergunto quem poderia ser....
Meus ovidos doia pela voz de interessada dela, que dê o nome dessa pessoa. Acho que exsite uma lista muito grande, de gente a que Yoona partiu o coracão. E sabia que, era impossivél Kibum gostar de alguem. Ou ao menos, meu coracão omitia essa possibilidade.
–Não sei quem é... agora licensa — Disse, com raiva de ela me vim perguntar coisas assim, e muito menos desejar-me feliz aniversario. Me dava raiva porque, ela era tão pequena e atrante, me causa uma especie de irritacão. Eu não sabia como vencer, uma enimiga assim.
Meu celular comecou tocar, e atendi na porta de saida do colegio. Quando eu vi o nome, eu vacilei por alguns segundos em atender, mas pensar que essa podia ser a unica vez que me liga, me fez repensar e atender a chamada:
–Alô? — Disse, como se não soubesse quem era.
–JongHyun, aqui é o Kibum. Aish~ você nem me ligou, eu podia ter faltado porque estava doente, sabia?
–Hm? Doente? Você me teria falado, se fosse assim -Dei uma disculpa.
–Eu preso te ver.... hoje podemos encontrarnos na praca? Tambem preciso comemorar que a gravadora chamou agente para fazer a rodada final~
–Ah, eu aviso o Taem.... — Mal terminei de falar, ele me interrompeu:
–Yah! Só eu e você, primeiro. Vem logo, já estarei te esperando lá. Não demora, se você quer continuar vivendo — Me ameacou. Por algum motivo, eu sorri.
–Esta bem, eu vou comprar algo antes de ir ai, para gente comer....
Eu desliguei o telefone, e me puis em marcha ao mercado do bairro. Esse mercado eu acostumava vim com meu pais, quando era crianca, assim que olhava dos dois lados, querendo evitar confusão. Eu peguei umas bolachinhas e palitos de chocolate, e uns refrigerantes de fruta. Quando eu estava no caixa para pagar, senti uma mão que me puxa violentamente pelo braco, fazendo minhas coisas cairem no chão.
–YAAAAH! ME SOLTAA! — Gritava enquanto essa mão violenta me levava por algumas quadras. As pessoas ficavam olhando, mas eu estava preocupado mas em como derrubar aquele homem.
–Você faz aniversario hoje, e nem volta para casa ?! — Disse uma vo grossa. Já sabia que se tratava do meu pai.
Eu tentei sair das mãos dele, mas ele me segurava bem aonde eu tinha a minha cicatriz e doia. De longe avistei alguem, para mim era o Kibum que corria na minha direcão, mas meu pai me jogou dentro de casa e trancou a porta.
–Eu feichei com chave; e quebrei o vão debaixo da janela, para que você pense duas vezes de escapar por ai....
–CARAMBA, oque você tem na cabeca pai?! Seu louco, demente.
Ele deixou a sala e foi para seu quarto. Ao visto minha mãe não estava em casa, e eu subi correndo no meu quarto, para ver oque ele tinha modificado na janela. Agora, se eu tentasse pular, tinha certeza que não só iria ao hospital, mas morreria.
"Preso por sempre", era a palavra que encaixava com esse momento.
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