Lobos de Veneza
18 Soneto da fidelidade
Notas iniciais
Capítulo extra II
2 anos atrás
O que ele estava fazendo ali? Não sabia ao certo, mas se arrependera da decisão de ir para festa, assim que chegara a festa. Ah sim, Sansa! Sansa que havia escolhido sua fantasia, segundo ela, algo que combinava bastante com a personalidade dele, e também o havia convencido a leva-la (já que ainda não era aluna da escola e não poderia entrar sem estar na companhia de um). Arya tentara alerta-lo, sobre o quão chata seria a festa, cheia das pessoas que ele não gostava, mas, apesar de saber que ela estava certa, sentia-se tão em dívida com sua outra irmã (por não dá-la a devida atenção e carinho), que decidiu atender ao menos um de seus pedidos. Claro que não fora apenas aquilo que o ajudara na decisão. O clima em sua casa não estava dos melhores, o pai e a madrasta haviam protagonizado mais uma briga (como sempre por sua causa) e então decidiram se separar. Nunca gostara da madrasta e ela nunca gostara dele, porém, por mais feliz que estivesse por ela estar indo embora, não conseguiria assistir a cena. Rickon e Bran, com apenas 3 e 11 anos de idade, respectivamente, iriam embora com a mãe, porque eram os únicos que não tinham idade o suficiente para decidir com quem iriam ficar. Arya, que nunca se dera muito bem com Catelyn, se recusou a sair de perto do pai. Sansa, que não queria sair da casa e deixar seu quarto, também ficou. E Robb, não estava em casa quando tudo aconteceu. Mas, de qualquer forma, Catelyn sabia que ele não iria embora. Talvez, se Robb estivesse lá no momento da briga, a própria Catelyn não teria ido embora. – Olha só quem está aqui! –A voz feminina sussurrou junto ao seu ouvido. – Jon Stark... – Eu. –Virou-se para encarar a desconhecida, não sabia como ela o conhecia, porque parecia ser mais velha que ele (que era apenas um calouro do primeiro ano), mas ela o conhecia. E muito bem pelo visto, para reconhecê-lo mesmo de costas. –Quem é você? – Uh, isso me magoou um pouco. –Ela, que estava vestida de coelho, ou algo parecido, fez um bico e remexeu os ombros, insinuando o decote para seu lado. Então, deu alguns passos para frente, chegando mais perto dele, com intuito de ter sua total atenção. No entanto, o que realmente atraiu o olhar de Jon, foi a garota vestida toda de branco logo mais a frente, que tinha os braços elevados para o céu, e balançava-se ao som daquela música extremamente ruim. Daenerys. – Eu acho que vou ter que te magoar novamente. –Disse e passou direto pela desconhecida, ignorando seu apelo para contato corporal. Aproximou-se lentamente de Daenerys, que estava, naquela noite, literalmente um anjo. Os cabelos dela agitavam-se pra lá e cá, acompanhando os movimentos do corpo. Ela sorria tão genuinamente, igual ao dia em que se conheceram, quando Jon tinha apenas nove anos, e eles brincaram juntos no parque. Naquele dia, a primeira vez que Jon escutara seu pai e sua madrasta brigando por sua causa, havia decidido ir embora para nunca mais voltar, mas a conversa que tivera com aquela garota, o fizera mudar de ideia. – Você tem a minha idade, não é? –Ela perguntara enquanto balançavam-se um ao lado do outro. – Acho que sim. –Respondera. –9 anos. –A garota loira abrira um grande sorriso. – Isso significa que, quando nós crescermos, podemos casar. –Daenerys lhe dissera, fazendo um gesto afirmativo com ambas as mãos. A princípio Jon ficara espantado, aquela garota só poderia ser louca, assim como todas as outras garotas. No entanto, não foi isso que ele lhe dissera, não a chamara de louca, nem tentara derruba-la do balanço, como a maioria das crianças faziam umas com as outras. Conversando com aquela garota, cujos olhos claros, lhe davam a impressão de ser quase violetas, ele sentira-se adulto. – Eu vou ter que trabalhar para te comprar flores? –Perguntara por fim, numa tentativa de entrar no espírito da coisa. – E um anel! – Hum... –Balbuciara, remexendo nos bolsos a procura de algo de valor, mas eles estavam vazios. –Não podem ser só as flores? – Eu gostaria assim. –O sorriso dela sumira de repente. –Mas o meu irmão não deixaria, ele diz que tenho que ser a melhor e me casar com o melhor, para ter apenas o melhor. – O melhor? – É. –Ela apertara as mãos em torno das correntes laterais do balanço. – Ei. –Saíra de seu balanço e ajoelhara-se na frente dela, segurando as correntes de metal para manter o equilíbrio. –Eu vou me tornar o melhor garoto pra você, então vamos casar e... Ser o melhor. – Obrigada. –O sorriso de Daeny voltara e ela lhe dera um beijo rápido na testa, fazendo ambos ficarem com as bochechas rosadas de vergonha. Naquele dia, Jon voltara para casa e decidira que, mesmo que sua madrasta o quisesse longe dali, ele não iria embora. Porque tinha uma promessa a cumprir. E lá estava ela, sorrindo daquela maneira novamente. Por um lado, Jon ficava feliz ao notar que ainda havia algo da velha Daenerys que ele conhecera ali, mas, outro lado ficava preocupado. Aquele não era o comportamento que ela tinha normalmente, não na frente das pessoas. Por longos minutos ela gritou, parecia estar movida por uma força (provavelmente álcool) e, pela reação que estava tendo, Jon desconfiava que Daeny não fosse o tipo de pessoa resistente a bebidas.
Arrastou-a do meio daquela multidão, quando suas suspeitas se concretizaram e viu uma Daenerys louca quase tirar a roupa no meio das pessoas. Ela tentou protestar, sacudindo os braços e dizendo que queria voltar para festa. Bateu-se contra seu tronco e perguntou-lhe a plenos pulmões: Você sabe quem eu sou por acaso? Aquela era uma pergunta engraçada. Jon sabia exatamente. Reconheceu-a logo que se reencontraram no primeiro dia de aula, mas ela, por sua vez, mal olhara na sua cara. Não conseguiu conter a risada, tinha vontade de devolver-lhe a pergunta: Você sabe quem eu sou, Daenerys? – Você deveria tirar a máscara. –Foi puxado de seus pensamentos pela voz dela novamente. E só então se deu conta de que estava de máscara, talvez devesse tira-la, talvez devesse deixar que ela visse seu rosto. Porém, sabia o que aconteceria, ela perguntaria quem ele era, porque mesmo que se conhecessem há tanto tempo, ela não se lembrava de sua existência. Então apenas balançou a cabeça negativamente. –Ok. –Ela respondeu frustrada. –Posso voltar pra festa, então? –Volveu o olhar para o vestido rasgado dela e quase perdeu sua paciência, Daeny era louca. –É, eu acho que me excedi um pouco... Ela continuou falando, mas ele não prestava atenção realmente. Como se estivesse vendo um filme e o pudesse passar em câmera lenta, era assim que os lábios de Daeny se moviam a sua frente. Tinha vontade de beija-la e realmente o teria feito, ali mesmo, interrompendo seu falatório imenso, se a voz de seu pai não tivesse soado. Essa gente não presta. Era o que ele dizia e, mesmo sem saber o motivo de tanto ódio, Jon, que só acatava as ordens do pai para não lhe causar problemas desnecessários, mantinha-se afastado dela. Ou era assim que tentava fazer. Olhou para sua própria mão, que se mantinha fechada em torno do pulso da garota e solto-a repentinamente, como se o mínimo toque fosse capaz de queima-lo. E talvez fosse. Sentou na grama, de costas para ela e encarando as estrelas. Desejava que ela fosse embora, desejava nunca a ter conhecido primeiramente. Quem sabe se ele não falasse nada, ela não se zangasse e voltasse para festa? Daenerys era acostumada a ter toda atenção voltada para si, se ela não a tivesse com ele, acabaria indo procurar em outro lugar. No entanto, ao olhar para o lado, lá estava ela. Sentada ao seu lado, encarando-o pelo canto do olho. Por que ela não foi embora? Não, a pergunta certa era: Por que ele mesmo não dizia que queria que ela fosse embora? Essa gente não presta, Jon. O aviso de Ned Stark ecoou novamente. Afaste-se dessa garota. Ele completou. Porém, que mal ela poderia lhe oferecer ali? Parecia tão sozinha e indefesa... Retirou o casaco que compunha sua fantasia e aproximou-se dela, cobrindo-a com o tecido. Estavam novamente próximos demais. E as vozes na cabeça de Jon pareciam competir para ver quem falava mais alto. Afasta-se. Corra. Ela não presta Jon. Como você pode ajuda-la? Ela nem se lembra de você. Saia daí. Saia. Mas, antes que pudesse pensar em fazer qualquer coisa, Daeny apoiou a cabeça em seu ombro, escondendo o rosto na curva de seu pescoço. Sentiu o corpo inteiro ficar alerta, o que ela estava fazendo? – Eu posso te contar uma coisa? –Talvez não seja uma boa ideia, Daeny. Pensou em dizê-la, mas, novamente, antes que pudesse dizer algo, ela prosseguiu. –Hoje de manhã, eu recebi uma notícia maravilhosa, de que o meu desenho foi selecionado em um concurso... –Então você desenha? -Um concurso em que eu tenho me inscrito nos últimos três anos e só agora eu fui selecionada. Isso é bom não é? –Isso parece bom, então por que você está tão angustiada? –Mas meu irmão não se importa comigo, ou com o meu bem estar... Ninguém realmente se preocupa comigo. –Seu irmão? Ele ainda importuna sua vida?–Todos só se preocupam em estar perto de mim e sugar o máximo que meu sobrenome pode lhes dar. –Eu fujo do seu sobrenome Daeny, talvez você também devesse fugir do meu. -Eu só queria pode ser quem eu sou. –E quem você realmente é Daenerys? Fez mais uma pergunta silenciosa e olhou-a, em busca da resposta. Ela não era nada parecida com a rainha dos dragões, não ali. Ali, ela parecia a garotinha que o pedira em casamento. Ah sim, gosto do seu eu verdadeiro. Pensou e, quando deu por si, estava a envolvê-la em um abraço. Num momento tudo parecia perfeito. Sentados ali, onde o barulho alheio não podia alcança-los, de frente para um céu repleto de estrelas, ele teve a impressão de que ela iria beija-lo, mas, o rosto calmo de Daenerys transformou-se repentinamente e um jato de vômito atingiu sua camisa. Olhou aquilo espantado, será que alguém já tinha visto a rainha dos dragões numa situação tão cômica quanto aquela? Então com os olhos arregalados, ela iniciou os pedidos incessantes de desculpas... Aquela Daenerys sem jeito era engraçada. Começou a rir involuntariamente, sendo acompanhado pela própria Daeny, logo se sentiu ser arrastado pelos corredores, mas não prestou a mínima atenção onde estava indo. Até que se viu num ambiente fechado e escuro, será que... – Tira a camisa. –Ela falou confiantemente e o ar lhe faltou nos pulmões. Será que... Oh não, ela não estava pensando no que ele estava pensando, estava? –É sério, eu preciso te limpar. –Explicou e, como num passe de mágica, ele notou o pano e garrafa dágua que ela tinha nas mãos. Então era isso que ela queria? Só limpar sua camisa suja de vômito? Decepcionante. -Você sabe o quão é frustrante estar há horas conversando sozinha? Você não me disse uma palavra, uma mísera palavra. –Enfim ela mostrou-se afetada pela aparente falta de atenção. Mas Jon gostava daquilo, de ficar em silêncio, talvez uma hora ela se irritasse e decidisse ataca-lo para tirar sua máscara. Decidiu acatar uma das vontades dela e retirar a camisa. –Okay, talvez não tenha sido uma boa ideia... – Ela murmurou para si mesma, mas ele escutou. Talvez, muitas coisas naquela noite tivessem sido uma péssima ideia. Ir para festa, ou ignorar a veterana e ir ajudar a garota que não se lembrava dele. Ter deixado que ela o arrastasse para um armário escuro. E pior, querer que muitas coisas acontecessem naquela noite. Riu por conta de seus pensamentos pervertidos. Era errado não era? Querer aproveitar-se da garota que o estava ajudando? Com certeza era errado. No entanto, havia uma falha em seu caráter, que fazia com que tudo que fosse errado lhe parecesse interessante. Ignorando as vozes de sua consciência e, principalmente, a de seu pai, decidido a não perder mais tempo, caminhou até Daeny, colando seus lábios aos dela. Como queria fazer a muito tempo. A princípio, ela pareceu assustada, e Jon pensou que essa não havia sido uma de suas decisões mais sábias. Mais uma para sua coleção. Mas logo as mãos dela enterrarem-se em seus cabelos, dando-lhe a certeza de que ela queria aquilo tanto quanto ele. Aprofundou o beijo, pedindo passagem ao mesmo tempo em que pedia carinho. Suplicava em silêncio, que a reserva de ar que possuía em seus pulmões, fosse suficiente, não queria se separar dela. Porque tinha medo principalmente. Medo de que todas as vozes voltassem a atormenta-lo, medo de que ela o rejeitasse. O dissesse para ir embora. Ou que fosse embora. E ele não queria nem uma coisa nem outra. Sim, aquilo era muito errado. Errado demais e igualmente bom. O coração bateu mais rápido contra as costelas, quando ele sentiu as mãos de Daenerys subirem por suas costas, até a nuca. Logo em seguida, ela as desceu, arranhando-o levemente. Todos os pelos de seu corpo se eriçaram, aquela garota estava a provocar seu autocontrole. Relutantemente, segurou as mãos dela, que começavam a traçar um caminho para afagos impróprios, e colocou-as sobre seu tórax. Os olhos dela o observaram em desaprovação e, fechando as mãos em punhos, Daeny socou seu peitoral repetidas vezes. – O que é isso? –Reclamou. –Por que você parou? –Apesar da vontade de respondê-la, permaneceu em silêncio, apenas abrindo um sorriso e dando de ombros, afastando-se dela e observando o lugar. Não, aquele não era o lugar adequado para que ficassem juntos. –O que é, hã? Isso é algo sobre não se aproveitar de mim? –Girou sobre os calcanhares para voltar a encara-la. Ela tinha as mãos na cintura e uma careta no rosto, não pôde deixar de rir antes de murmurar um hm em resposta àquela pergunta. –Então você não vai se aproveitar de mim? –Fez que não com a cabeça. –Não mesmo? –Insistiu na pergunta, aproximando-se dele. –Então, garoto mudo e misterioso, eu vou me aproveitar de você. –Dizendo isso, ela voltou a beija-lo.
******* – Por que eu estou vendada? –Ela perguntou pela milésima vez no último minuto e Jon murmurou mais uma onomatopeia pedindo silêncio. Havia decidido venda-la para fazer-lhe uma surpresa, mas com as opções disponíveis duvidava que pudesse fazer algo decente. Diante da impaciência dela, resolveu ser rápido e não pensar demais. Pegou uma das toalhas eram guardadas ali e cobriu o baú usado para guardar os produtos. Abriu mais outra gaveta a procura de algo que pudesse lhe servir e encontrou algumas sacolas de tecido, encheu-as com os panos que Dany já havia encontrado, para que ficassem como travesseiros, e jogou-as sobre o baú. Olhou para sua decoração minimalista, sentia que faltava algo. Remexeu mais um pouco naquela bagunça e encontrou duas lanternas. Acendeu-as, deixando-as de pé, cada uma numa extremidade, ao lado do baú. Caminhou por fim até Daenerys e, antes de retirar o pano que lhe cobria os olhos, apagou a luz, deixando o ambiente ser iluminado apenas pela tênue luz das lanternas. – Era isso que você estava aprontando? –Ela perguntou e ele balançou a cabeça afirmativamente. –Quase compensa o fato de você não querer falar nada, sabia? –Deu de ombros e se aproximou do baú, puxando-o pela mão. –Ninguém nunca fez nada assim pra mim. –Usar os objetos do armário de limpeza? Jon imaginava que não. –Obrigada. Segurou o rosto dela entre suas mãos, voltando a tocar-lhe os lábios. Desta vez, não se demorou muito ali, desceu sua boca pela pele alva e, após beija-la no queixo, mordiscou-lhe o pescoço, ouvindo um murmúrio de aprovação dela. Colocou uma de suas mãos nas costas femininas, enquanto a outra tratava de despi-la de seu casaco, ao mesmo tempo em que a empurrava para cima do baú. Prensou-a contra suas pernas e a lateral do móvel e deteve-se, parando para olha-la nos olhos, para que ela lhe desse a certeza de que era o que queria. Com um leve aceno de cabeça, Daeny concordou, tratando de tirar o vestido. Ele, que não falara uma palavra sequer a noite inteira, conseguiu perde-las ainda mais, quando viu o corpo seminu a sua frente. Tomou uma das mãos dela e girou-a, fazendo-a ficar de costa para ele. Enrolou seus dedos nos fios de cabelo loiros e depois arrastou, lentamente, sua mão até o meio das costas dela. A fim de soltar o fecho do sutiã. Com ela ainda de costas para si, abraçou-a fortemente, trilhando um caminho, do queixo até o ventre feminino, com seu dedo indicador. Daenerys arfou e contorceu-se, quando ele continuou a carícia. Sentiu-a pronta para ele, e ele, que sempre estivera pronto para e por ela, já não podia mais esperar. Virou-a de volta para si, livrando-se da última peça de roupa que a cobria, para, em seguida, livrar-se das próprias roupas. Cobriu o corpo dela com o seu, percebendo todo o calor que dali emanava. Beijou-lhe os lábios mais uma vez, e mais outra. Então a penetrou, sentindo uma estranha sensação de aconchego, quando seu membro foi envolvido por completo. Entrelaçou as mãos com as dela e, olhando-a nos olhos mais uma vez, repetiu seu movimento. Preenchendo-a. Preenchendo-se. As unhas femininas cravaram-lhe a pele das costas e uma mordida forte foi deixada em seu ombro, quando ambos atingiram o ápice. Aconchegou-a em seus braços e fechou os olhos, fazendo um pedido silencioso. Sabia que era impossível, mas desejava que aquela noite nunca acabasse. De tudo ao meu amor serei atento. Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto. Que mesmo em face do maior encanto, dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento. E em seu louvor hei de espalhar meu canto. E rir meu riso e derramar meu pranto, ao seu pesar ou seu contentamento. E assim, quando mais tarde me procure, quem sabe a morte, angústia de quem vive, quem sabe a solidão, fim de quem ama, eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.
Notas finais
Poeminha de Vinicius de Moraes porque sim ♥
Eu ia postar o capítulo quando cheguei em casa, como falei a vocês quando respondi os comentários, mas tive um problema chamado "minha internet caiu", daí resolvi esperar ela voltar pra postar o quanto antes, ela só voltou agora (e eu tô com sono :()
Jon super mudo a noite toda, e eu já tava com vontade de dar um socão na cara dele. Como a Dany aguentou, zeus? Pelo menos ele foi fofinho. SIM SENHORAS E SENHORES JON FOI FOI FOFO UM DIA MÉM. "Ai mds nanda esse hentai foi tão pouco" FOI NÃO MANAS, BAIXEM O FOGO OK! O que acontteceu entre eles foi exatamente isso, olho no olho, sentimento. Foi mais o significado do que o ato em si, entendem?
Bem, o próximo capítulo vai ser postado daqui a uma semana. Por quê? Porque tá tretoso, pois é.
Ah! Vocês sempre falam que gostam do que eu escrevo e pá, então, enquanto o próximo capítulo não sai, vocês bem que podiam ler minha historinha nova QUE TAL? É uma original, de romancinho, chamada As Cartas Que Escrevi Após O Nosso Término (nome grande sim huahua) Passem lá e façam uma autora feliz ohooooo
É só isso por hoje, até mais. E obrigada pelos peixes!
Beijos de luz
ATENÇÃO:::: O capítulo não vai sair no tempo previsto e vai demorar um pouco mais, porque estou com alguns problemas. Peço desculpas, mas como todos aqui sabem, existe um mundo imenso além das fanfics. Obrigada e até o próximo capítulo.
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