Notas iniciais
WAAAAAAAAAAAAAH finalmente estou postando essa fic!
Por favor, se houver algum erro me digam nos comentários.
Espero que gostem, boa leitura.

Prólogo — O Segredo do Líder:

Na escuridão da noite, um lobo jazia solitário ao andar pela floresta. Ele não podia de jeito nenhum estar ali, mas em sua cabeça , aquilo era necessário.
Outros três lobos andavam por perto. Um vermelho estranho estava entre eles.
Já tinham sentido o cheiro do membro da Alcateia rival, porém os três reconheceram melhor o cheiro e relaxaram os ombros.
Seguindo a trilha de cheiros para chegar no lobo amigo que os saudou sem medo algum, mas parou para encarar o estranho avermelhado. Pelo cheiro descobriu que era uma fêmea, provavelmente uma isolada.

- E então... — Murmurou. — Quem é esta?

O outro lobo murmurou seco

- Ela pretende nos ajudar. Diz ter um grupo de isolados.

O lobo acena desconfiado porém firme.

- Quando poderemos atacar?

- Logo. Precisamos ser pacientes, eu preciso disfarçar o plano primeiro.

O lobo inclina a cabeça devagar concordando e se despede. Antes de sair murmura

- Nos avise durante a assembléia.

O lobo concorda com um movimento nas orelhas e corre, em direção á seu território.


A Husky rubra de pelagem vermelha, agora sem brilho e maltratada pela sujeira dos monstros dos humanos, antes quando vivia com seus humanos, era bem cuidada e tinha um belíssimo pelo macio, tinha comida e água a vontade. Era chamada por "Maya" e poucas vezes "Vermelha". Mas isso durou apenas até sua sexta lua.
Ao completar seis luas em ponto, seus humanos a largaram na rua. Agora ela passava fome e sede. Mal tinha forças para se limpar, tinha de procurar comida podre do lixo dos humanos ou caçar ratazanas enormes com um gosto horrível. Sua única motivação a ter vontade de viver, era seu melhor amigo, meio lobo e meio Husky. Se chamava White. Um cão-lobo que tinha a bonita pelagem branca e dois olhos de diferentes cores, um azul, outro âmbar.

- Você parece mais deprimida do que antes. -Ganiu White sentando-se ao seu lado.

- Não estou satisfeita com essa vida miserável. — Respondeu simplesmente.

Ele suspirou e lambeu a testa da pequena avermelhada numa tentativa carinhosa de acalma-la.
White tinha quase sua mesma idade e ao contrario de Maya, ele nunca havia convivido com humanos.

- Vou andar por aí. Até.

Ele acenou lentamente com a cabeça, movimentou a calda numa despedida, levantou-se e partiu.

Naquela tarde andou sem parar, completamente sem rumo. Correu até chegar a noite. Quando finalmente parou exausta, percebeu im cheiro novo particularmente um cheiro bom.

Ela andou com cautela e seguiu o cheiro. Ela se viu longe da cidade e suas narinas aguçadas foram limpas e não ardiam mais. Logo ali havia uma pequena casa, onde entrou no quintal pelo cheiro de comida do lixo. Uma humana, parecia idosa, viu-a procurando comida, e com uma bondade que ela jamais se esqueceria, lhe deu comida, normalmente jamais aceitaria comida de estranhos, mas estava em desespero.

Comeu com vontade a carne cozida que ela lhe oferecera, como se pudesse agradecer lambeu-lhe a mão sensível e partiu para fora do quintal onde procurou um lugar para descansar agora de barriga cheia. Encostou numa arvore onde o mato era ligeiramente mais alto e descansou olhando para a floresta que havia lá.
No meio na noite ouviu um ruído estranho, imediatamente se levantou alarmada sabendo que estava em território estranho. Levantou as orelhas tentando escutar melhor. Finalmente agora ouvia um barulho baixinho mas estava longe, curiosa ela seguiu para dentro da floresta, ouviu um baixo estalar de galhos e sentiu os pelos do pescoço se arrepiarem nervosamente. Aguçou os olhos para tentar encontrar algo que podia ser o motivo do som.
Finalmente agora sabia do que era, o som era baixinho mas era familiar que a fazia se lembrar de seus irmãos e irmãs.
Era choro de um filhote.

Sentiu o pânico tomar seu corpo.
Se realmente fosse um filhote, provavelmente uma mãe estaria a sua procura, ou estaria a espreita.
Maya seguiu em frente, teimosa, sabendo que era arriscado. Quase podia ouvir um alarme em sua mente lhe dizendo para se afastar dali, mas seguiu afrente depois de finalmente sentir o cheiro do filhote.
Era um pouco confuso, havia um cheiro misturado ao cheiro do filhote.
Os pelos na nuca e do pescoço se arrepiaram mais, desconfortavelmente, ela tentava desesperada por qual quer sinal de um filhote além do som e do cheiro.
Com os olhos arregalados e andado com muita cauta, ela finalmente viu um pequeno fardo branco caído no chão. Relaxou os ombros. Se aproximou do filhote, curiosa mas ao chegar perto do filhote, novamente, o medo lhe fez arregalar os olhos. O filhote estava quase morto com seu pequeno corpinho arranhado e ensanguentado.
Assim que percebeu que o filhote lentamente desistia da vida, sentiu o outro cheiro, porém parecia fresco, mas não tinha certeza.
Ouviu um galho estalar atras de suas costas, seu instinto materno lhe fez lamber o filhote tentando reconforta-lo da imensa dor que sentia.

Ouviu um rosnido baixo vindo de trás das arvores, virou seu corpo para encarar o que quer que tenha sido. Estreitou os olhos azuis demonstrando raiva. Uma raposa... Provavelmente a assassina do filhote.
Nunca tinha entrado numa briga assim... Mal machucara uma mosca, mas a raiva da vingança lhe fez pular em cima da raposa cujo focinho ensanguentado lhe devolveu com um arreganho, mostrando pequenos dentes afiados como agulhas.
Nunca tinha imaginado que raposas fossem tão grandes, talvez por que eu mesma não ter chegado ao meu tamanho adulto, pensou Maya.
O tamanho da raposa não a intimidou, mordeu com vontade o ombro peludo da raposa, que se sacudiu com uma força assustadora, Maya enquanto segurava com a boca, firme, fez uma careta mostrando desagrado. A raposa cheirava a carniça, e tinha o gosto pior ainda!
A raposa virou-se tentando morder seu pescoço, mas Maya foi mais rápida, desviando-se e recuou, porém, voltou a ataca-lá com toda a força. Virou a raposa de barriga para cima, e preparou-se para dar o bote fatal.
Virou as mandíbulas na direção do pescoço, mas ficou confusa. Como conseguiria morder no pescoço com aquele monte de pelo? Tinha que pensar rápido. Se ela mordesse ali, teria de desperdiçar muito tempo, esperando a raposa morrer sufocada.
Tentou arriscar, mas a raposa revidou, cravando seus dentes em sua pata. Maya soltou um ganido alto de dor, mas chutou a raposa para longe. A alguns metros de distancia, ela estava jogada e tentava se levantar, e viu ali, sua chance. Pegou a raposa desprevenida e agarrou seu pescoço com vontade. Sentiu ela se debater, e o sangue jorrar em sua boca e manchou seu focinho branco. Sem dó, esperou a raposa ficar sem forças e sem sangue suficiente... Logo sentiu o corpo peludo parar de se mexer, sem vida, mas não largou até ter certeza.
Pensou em White. Se não fosse teimosa suficiente, não estaria ali e sim ao lado de seu melhor amigo.
Finalmente soltou o corpo mole no chão empoeirado. Arfou. Sentiu o sangue sendo derramado mais e mais de sua pata. Enquanto tentava recuperar as energias, observou sua pata ferida. Estava com uma ferida incrivelmente funda e latejava dolorosamente.
Logo o cheiro da raposa já fazia arder as suas narinas, então resolveu enterra-la. Cavou com sua pata que ainda estava boa e a enterrou com um pouco de dificuldade.
Mas quando finalmente havia terminado, se deu conta de que só ouvia o leve sussurro do vento. Nada mais. Olhou de volta para o pequeno filhote branco, alarmada, se deu conta de que a pequena criatura, jazia sem vida no chão.

Lamentou em silencio a morte desnecessária.

Exausta, deitou-se no chão. A idéia de caminhar por aí com a pata dianteira neste estado, a desanimava, queria voltar para a cidade. Mas ouviu algo se aproximando. Se alarmou mas continuou deitada. Não era bem possível ganhar qual quer luta, com uma desvantagem daquelas.

Sentiu os pelos da calda e do pescoço se arrepiarem ao ver um lobo negro, de seu tamanho, surgir das amoreiras. Pelo cheiro, um macho. Pensou.
Continuou deitada inerte, com a lateral da cabeça descansada na poeira, arquejando. O lobo negro levantou a calda e arrepiou os pelos do pescoço.

- O que aconteceu aqui? — perguntou num rosnado baixo, quase uma ameaça.

Maya ignorou sua advertência e ganiu baixo em resposta, porém não quis se demonstrar submissa, portanto, não abaixou as orelhas e muito menos colocou sua calda peluda entre as patas.

- Uma raposa morta e um "alguém" com a pata ferida. O que lhe parece que aconteceu? — Estreitou os olhos.
O lobo negro não demonstrou outras hostilidades, mas sim, curiosidade. Maya esperou que ele não tivesse notado o filhote morto.
Ele passou seus olhos dourados por entre sua pata e a examinou por inteiro, até deixar seus olhos se encontrarem com o filhote morto. Maya sentiu o pelo na espinha se arrepiar ao ver os olhos do lobo se arregalarem e as orelhas se abaixarem demonstrando ódio.

- O filhote da Pedra da Chuva!

Olhou o filhote e o encarou novamente, claramente confusa. Ele conhecia o falecido filhote?
Porém antes que Maya pudesse perguntar qual quer coisa, o lobo negro pulou em cima de suas costas e apertou seu pescoço com o auxilio das patas rosnando alto. Ele tentou golpear seu pescoço, mas ela desviou na hora certa, cortando profundamente sua testa. No mesmo instante sentiu cheiro de outros lobos. Não sabia quantos, na verdade, não sabia nem se eram cheiros frescos.
Viu os dentes afiados pairarem a milímetros de distancia de seu focinho e desceram para sua garganta. Cedeu, não tinha mais forcas pra lutar. Sentiu a mordida no pescoço, mas ao mesmo tempo, um outro latido, alto e feroz... E ameaçador.

O lobo saiu de cima de Maya, finalmente livre do peso sobre o corpo, ainda os cortes que latejavam, mas ela segurou os ganidos de dor, deixando no lugar uma respiração alta e dolorida.
Continuara deitada no chão até levantar os olhos curiosos. Viu dois lobos. Um deles, cujo cheiro era feminino e o outro masculino. A fêmea tinha pelo castanho claro, bonita pelagem brilhante que destacava uma grande cicatriz na pata dianteira esquerda. Ela a encarava com olhos ameaçadores porém nobres.
Virou os olhos para encarar o outro lobo, ainda ofegante viu seus olhos ambar cintilarem na luz da lua. Sua pelagem magnifica e cinzenta o faziam parecer prata. Ele levantou as orelhas e a calda demonstrando hostilidade maior do que a da loba.

Finalmente quebrando o silencio, a voz da loba ecoou na escuridão.

- O que houve aqui? Espero que as suas primeiras palavras sejam explicativas. — Disse estreitando os olhos. Maya sentiu que aquela frase fora tanto para si mesma quando para o lobo negro.

O lobo negro foi o primeiro a protestar.

- Ela matou o filhote de Pedra da Chuva.
Disse.
O pelo da loba se eriçou, mas Maya percebeu uma calmaria hostil vinda de seus olhos quando a encarou.
Sem tirar os olhos de Maya, murmurou:

- Você a viu matando o filhote?

- Não... — Admitiu caído, como se quisesse encontrar motivos para culpa-la.

A loba estreitou os olhos e dessa vez encarou o lobo negro. Virou-se para Maya e a encarou dessa vez, com muito menos hostilidade.

- Consegue andar?

Maya viu pelo canto do olho que o lobo negro tencionou-se. Acenou positivamente.

Ela se levantou rapidamente, fazendo um pequeno sinal com as orelhas, para o lobo cinzento se afastar de Maya.

- Vamos. Precisarei falar com minha Alcateia antes de decidir o que faremos com você.

Maya protestou:

- O que fazer comigo? Por um acaso, alguém aqui sabe o que eu fiz?

Disse com olhos brilhando de raiva. A loba castanho claro a examinou por um longo período e sentou-se novamente calma.
O lobo cinzento parecia irritado.

- Você vai ouvir as palavras de uma isolada?

Ela o encarou

- Parece que ela viu o que aconteceu com o filhote. E como sinto cheiro de sangue de raposa fresco do pelo dela, não consigo acreditar que ela seja a assassina. — Disse sabiamente.

Apesar de não esconder o ódio nos olhos do lobo cinzento, ele simplesmente sentou-se ao lado da loba. O lobo negro fez o mesmo.

- Muito bem. Nos diga o que houve.

Maya suspirou. Contou a eles tudo o que havia ocorrido dês de que chegara a floresta. Eles a ouviam com respeito, principalmente a loba castanha.

Finalmente o lobo negro pôs se a falar

- Você acredita nela?

- Vamos, siga-nos até a Alcateia. — murmurou calma, ignorando o protesto raivoso do lobo.

Eles puseram-se a caminhar, porém Maya não acompanhava seu ritmo, sua pata parecia reclamar a cada passo dado, eles a esperavam, tendo conhecimento de que estava ferida.
Caminharam suficientemente longe para fazer Maya arquejar quando finalmente haviam parado.
Eles agora entravam num pequeno túnel feito de algo argiloso, coberto com espessuras de galhos e folhas de samambaias mortas. Insegura Maya hesitou por um momento. Percebeu que o lobo negro carregava o filhote branco e morto na boca.
A loba percebendo sua tensão em entrar na fenda, voltou o caminho e disse:

- Aqui é nosso acampamento. Não se preocupe com o que quer alcatéia pensará. Você não será machucada se não ser culpada.

Mesmo insegura, Maya continuou o seu caminho até o final do túnel escuro.
Um grande lugar sem vegetação, em sua volta havia arvores e galhos grossos protetores. Uma espécie de clareira.
Maya olhou a volta, curiosa. Sentiu o pelo do pescoço se eriçar diante dos olhares curiosos.
Ouviu latidos ansiosos de outros lobos quando viram o filhote morto.
Estrela da Manhã subiu numa pedra onde jazia num canto da clareira e uivou, todos os lobos, já sabendo o motivo da reunião, correram ao encontro da grande Rocha alta.
Maya seguiu atras da loba castanha e observou a Alcateia.

- Acredito que quase todos aqui já sabem o motivo da reunião. — Ela disse calmamente sentada. — Infelizmente não encontramos o filhote de Pedra da Chuva vivo. Mas ... — antes que pudesse continuar, latidos de espanto correram por todo tumulto.

- Quem é essa? É uma isolada! É um cão! — Disse uma voz na multidão.

Olhares hostis encararam a Husky vermelha que se encolheu.

- Ela matou o filhote de Pedra da Chuva?

- Vamos mata-la!

A loba castanho claro latiu e rosnou numa advertência.

- Calem-se! — Disse rosnando autoritária. — Ela diz ter encontrado o filhote ainda vivo, porém ferido, e por perto uma raposa.

Por um instante a loba parou de falar, Maya esperou ouvir a multidão novamente, porém só houve um silencio tenso.

- Sinto o cheiro de sangue de raposa do pelo dela. — Continuou. — Acredito que a versão de ter matado a raposa tenha sido real.

- Como você sabe que é sangue de raposa? — Perguntou um lobo acinzentado no fundo.
Como resposta a loba castanha o olhou feio e disse:

- Você acha que eu não conheço o cheiro de sangue uma raposa?

Ouviu-se outro silencio, quando ela continuou:

- Pata da Noite a encontrou na floresta ferida e com a raposa morta próxima...
Quando um grande estrondo invadiu a clareira.

Os lobos se levantaram alarmados e dirigiram o olhar para a direção do som, uma enorme arvore podre e oca havia caído.
Ouviu-se silencio desconfortável por toda a multidão, até que ouviram um grito doloroso do fundo da clareira.
Maya virou a cabeça com curiosidade e viu um lobo escuro pulando em cima de outro.
Logo mais outro lobo surgiu, só então percebeu que a arvore abrira uma fenda entre os densos arbustos, permitindo passagem. Logo um grupo inteiro de lobos mal cheirosos entraram e atacaram.
Maya não sabia o que fazer quando a loba castanha foi atacada ela deu um pulo de pavor, mas com uma coragem que nem ela saberia explicar, pulou nas costas do agressor e cravou seus dentes nos ombros peludos e emaranhados.
Ela havia distraído a atenção do lobo para si, e agora os dois rolavam no chão, pelo canto do olho, Maya viu a loba brigando contra outro lobo escuro.

O lobo a mordeu perto do pescoço, Maya tentou se levantar, agora lembrando-se de que sua pata estava seriamente ferida, mas agora já não tinha mais tempo para chorar de dor.

Se debateu e com um grande esforço saiu de baixo do lobo e pulou em suas costas, dessa vez mirou em sua nuca.
Cravou os dentes com toda a força, Maya sentiu o gosto do sangue que jorrava da ferida, o lobo caiu morto.
Antes que pudesse correr para acudir a loba, outro peso caiu em cima de suas costas.
Muito mais pesado do que o ultimo, ele mordeu perto da nuca dela, que reagiu se jogando no chão mesmo sabendo que era arriscado.
O lobo branco, que o pelo era cheio de nós, a encarou, quase rindo.
Rápido como uma serpente, ele avançou no pescoço dela, mas antes que chegasse, o lobo urrou de dor e correu para a fenda aberta pelo Carvalho morto.

Antes que Maya pudesse refletir sobre o que acontecera, ela deduziu que Pata da Noite fora quem a salvara. Ela apenas o encarou, depois correu a procura da loba, seus instintos lhe gritavam para ajuda-la.
Mesmo com o corpo completamente dolorido e sangrando, parecia que estava em chamas. Haviam cortes por todo o lado, sua barriga que deveria estar branca, agora estava encharcada de sangue.
Encontrou um lobo negro, duas vezes maior que ela mesma em cima da loba, sem hesitar, mordeu sua pata traseira com toda sua força, ele ganiu de dor, o distraindo suficientemente para que a loba castanho o atacasse.
Ele ganiu de dor surpreso e fugiu.

Depois de ainda lutar com outros lobos de cheiro forte, Maya notou que os lobos queriam machucar a loba, não o resto da alcateia.
Porém depois que o ultimo lobo fugiu, Maya viu que provavelmente era a mais machucada ali.
Sua cabeça estava inteiramente arranhada e mordida, seus flancos sangravam em abundância, sua pata ainda sangrava e latejava, ela mal conseguia se manter de pé.

A loba castanho se aproximou dela mancando ligeiramente.

- Você teria morrido por mim. — Disse com os olhos brilhando. — Eu jamais poderia ficar tão grata.

A loba se aproximou e lambeu a testa avermelhada, tanto da pelagem quanto do sangue.
Ela parecia querer dizer outra coisa para a alcateia, mas Maya antes de começar a ouvir, sua visão se nublou e ela caiu, desmaiando de exaustão antes de sentir o chão duro.

Notas finais
Obrigado se vocês leram até aqui, se puderem deixei seu comentário para que eu possa saber a opinião de vocês, por que é muito válida!

Caso queira mais capítulos, eu irei publica-los em breve
e tanto críticas quanto elogios são muito bem vindos.

~Obrigado por ler.