Seis meses se passaram após os incidentes. Léo estava de férias e Rebeca ganhou um recesso de quinze dias de férias.

Elisangela havia convidado os seus amigos para um passeio pelas montanhas do sul. O lugar é um famoso ponto turístico sempre visitado pelas pessoas que moram na região e os amantes de esportes radicais.

Apenas Laryssa não pode viajar com os amigos pelo fato de não ter conseguido liberação na empresa.

– Finalmente chegamos! – Disse Elisangela ao desembarcarem na rodoviária.

– É finalmente mal via a hora de chegar. – Disse Rebeca com a voz sonolenta.

Todos desceram do ônibus e aguardaram próximo a rodoviária. Rebeca e Mirela estavam carregando os bebes. Léo e Elisangela ficaram responsáveis pelas malas.

– Ar fresco como eu estava precisando disso. – Disse Elisangela com a voz alegre e Léo sorrio.

– Você não é a única eu também precisava você não imagina o quanto.

– Ei Léo, Eli, aqui venham! – Disse Mirela os chamando próximo de um táxi.

Léo e Elisangela colocaram as malas no porta malas e entraram no táxi. Elisangela informou ao taxista o chalé que iriam ficar e seguiram viajem. Após meia hora o táxi parou na frente de um chalé. Ele era branco com o telhado de tijolos vermelho escuro, possuía apenas uma porta de cor amarela, e pelo que os jovens puderam contar quarto janelas na parte da frente.

Todos desembarcaram e Léo pegou algumas malas, junto com Mirela e Rebeca caminharam em direção ao chalé. Elisangela pagou o táxi e pegou o restante das malas e caminhou até o chalé. Como era a única que possuía as chaves, levando a mão até o bolso de sua calça pegou um pequeno molho com duas chaves douras e inserido uma na fechadura abrindo a porta.

O lugar era lindo e espaçoso. O chão era de madeira polida e as paredes eram brancas, havia uma lareira no local o que atraiu a atenção de todos.

– Uauuu! – Exclamou Léo. – Gostei desse lugar.

– Eu sabia que iria gostar. – Respondeu Elisangela sorrindo. – Tem cinco quartos eu pensei que a Lary iria vir e pedi um com berços por causa dos bebes agora, qual é o quarto isso eu já não sei.

– Ok vamos procurar. – Disse Rebeca e todos entraram na casa e caminharam em direção aos quartos.

A direta da sala havia um pequeno corredor onde se encontravam os quartos. Os quartos possuíam uma numeração em romano de 1 a 5, o quarto número três, foi o primeiro a ser visitado pelo fato de ser o primeiro quarto visível ao entrarem no corredor. Elisangela girou a maçaneta percebendo que a porta estava destrancada, ligando a luz todos puderam observar que o quarto era simples, com uma cama de solteiro, um guarda roupa de cor marrom, duas janelas e um banheiro privativo.

– É não é esse o quarto. – Respondeu Elisangela.

– Se ninguém se importar eu posso ficar com ele? – Perguntou Léo e as mulheres assentiram.

Léo entrou o quarto deixando sobre a cama sua mala e a sua mochila. A chave do quarto estava na maçaneta no lado de dentro, Léo fechou a porta e todos ficaram em duvidas de qual lado deveriam seguir agora.

– Eu olho aqui na esquerda. – Disse Léo caminhando para o quarto seguinte e Rebeca o acompanhou. Elisangela e Mirela caminharam para a direita olhando para o quarto seguinte. O segundo quarto visitado por Rebeca e Léo era de número quarto, semelhante ao que Léo havia escolhido. Rebeca decidiu que iria ficar com aquele quarto, e como Léo estava carregando suas malas as deixou sobre a cama ficando com as mãos livres. Eles saíram do quarto e Denis começou a chorar Rebeca balançou o menino tentando em vão acalma-lo.

– Ele está com fome Léo poderia pegar a mamadeira dele?

– É pra já Re. – Antes de Léo começar a caminhar na direção do quarto seguinte um outro choro pode ser ouvido e o lobo começou a sorri. – É pelo jeito ele não é o único a estar com fome.

Rebeca também sorrio e caminhou até o primeiro quarto. Ao entrar no quarto encontrou os berços e aparecendo na porta falou em voz alta:

– Achei é o primeiro quarto gente!

– Ok estamos indo ai. – Respondeu Elisangela.

Os quarto chegaram ao quarto e Léo entregou a mamadeira a Rebeca e começou a amamentar o pequeno Denis. Mirela foi a última a entrar no quarto e ao entrar já estava amamentado a pequena Meliane.

– Que lugar lindo. – Comentou Mirela e todos assentiram.

– Realmente você se superou Eli. – Disse Rebeca e a amiga sorrio.

– Eu estou gostando muito desse lugar gente pena que a Lary pode vir.

– É uma pena mesmo. — O celular de Rebeca começou a tocar e ela olhou para o seu bolso. – Léo atende para mim por favor?

– Claro Re. – O lobo caminhou até ela e colocou a mão no bolso lateral de sua calça, ao pegar o aparelho e olhar o visor ele começou a sorrir. – Adivinhem quem está ligado? – Ele mostrou a todos o aparelho e a foto e o nome de Laryssa era mostrada no visor. – Alô!

– Alô oi Léo tudo bem?

– Tudo e você Lary?

– Não muito acabei de sair de uma reunião chata aaah...

– Calma não deixa isso te irritar não.

– Ok meu amor só farei por que você pediu.

– Hehe obrigado Lary.

– De nada meu amor e então chegaram bem? As meninas estão próximas de você?

– Sim chegamos sim, aliás chegamos agora mesmo e todas estão aqui a Re e a Mih estão amamentando os bebes.

– A que saudades estou dos meus bebes e a Eli está próxima de você também?

– Sim está vou passar para ela.

– Obrigado meu gato e beijinhos na boca.

– Haha obrigado e para você também! – Rindo Léo passou o telefone para Elisangela que começou a falar com a amiga.

A conversa durou em torno de cinco e muitos. Mirela e Rebeca haviam terminado de amamentar os bebes. Elisangela entregou o celular para Mirela e pegou Meliane em seu colo e sorrindo começou a balançar a menina.

Mirela conversou com Laryssa por quase dez minutos e se aproximou de Rebeca e lhe entregou o celular após segurar o seu filho. Rebeca conversou por mais cinco minutos e ao desligar o celular sentou no chão ao lado de Léo.

– Ela foi a outra reunião e disse que está com saudades dos bebes dela, e é para nos divertimos muitos e quando pudermos ligarmos para ela.

– Se ela falou está falado não é? – Comentou Léo e todos assentiram.

O restante do dia passou rápido, Elisangela saiu para contratar um guia e os demais ficaram na casa. Os bebes ficaram dormindo enquanto Rebeca e Mirela ficaram responsáveis pelo jantar. Léo foi até os fundos do chalé e encontrou um pequeno depósito, e dentro dele encontrou um machado, uma serra elétrica e lenha.

– Olha só tem lenha para uns três ou quarto dias mais ou menos. – O lobo pegou um pouco da lenha e a levou para dentro da casa. Ao entrar colocou a lenha na lareira e a acendeu.

– Ainda sou bom nisso.

– Estou vendo que é mesmo Léo. – Disse Elisangela entrando na casa.

– E ai como foi lá?

– Consegui um guia para fazermos trilha ele virá até as 10 horas.

– Ótimo dá para descansar bastante!

– Realmente dá sim.

Rebeca e Mirela anunciaram que o jantar estava pronto e todos se sentaram à mesa para comer. Todos não foram dormir muito tarde, graças ao cansaço da viagem as 23 horas todos já estavam na cama, mas foram acordados as 03:00 ao escutarem o choro dos bebes. Rebeca caminhou até o quarto de Mirela e a ajudou a amamentar os bebes e a coloca-los novamente para dormir.

***

As 10:00 em ponto o guia chegou. Era um rapaz de pele branca, cabelos loiros e olhos verdes. Aparentava ter em torno de 25 a 30 anos, tinha o corpo magro e estava usando uma bermuda cinza com camiseta branca e tênis pretos com meias da mesma cor. Seu nome era Rui e aguardava a todos para começar a caminhada.

Léo foi o primeiro a aparecer ele estava usando bermuda preta com tênis da mesma cor e meias brancas, camiseta regata laranja, e carregava uma mochila cinza.

– Léo não se esqueceu de nada? Está levando tudo na mochila? – Perguntou Rebeca de dentro da casa.

– Sim tudinho Re.

– Ótimo já estamos indo!

Cinco minutos depois as mulheres finalmente apareceram. Rebeca estava usando shorts jeans com um tênis vermelhos sem meia e camiseta branca. Ela estava com Meliane no colo, o bebe estava usando um vestidinho vermelho com meias da mesma cor e sapatinho azul escuro.

Mirela também usava um short jeans, mas de cor branca e tênis da mesma cor. Uma blusinha de alça rosa com uma faixa da mesma cor em sua cabeça. Ela carregava Denis no colo, o bebe estava usando um short branco com uma listra azul na lateral, uma camiseta azul com uma listra branca na lateral que se unia com a listra de seu short e sapatinhos azul sem meia.

Elisangela foi a última a aparecer, e, assim como Léo também carregava uma mochila, mas de cor preta. Ela estava usando um short militar com uma camiseta branca e tênis da mesma cor. Seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo. Ela fechou a porta do chalé e anunciou a todos que poderiam ir.

Guiados por Rui os jovens caminharam alguns metros e se encontraram com mais três pessoas que os aguardavam. Duas mulheres e um homem. Uma das mulheres se apresentou, ela se chamava Shirley. Era morena, corpo magro, aparentava ter em torno de vinte a vinte dois anos, um metro e sessenta a senta de altura. Estava usando uma camiseta azul aberta com uma blusinha branca, short e meias da mesma cor e tênis preto. Cabelos pretos e assim como o de Elisangela estavam presos em um rabo de cavalo.

A outra jovem se chamava Dayene, também era morena, mas diferente de Shirley era encorpada, aparentava ter a mesma idade de sua amiga, vinte a vinte dois anos. Um meto e senta a senta e cinco de altura, tinha os cabelos encaracolados e ruivos, usava uma blusinha branca com calça legue preta e tênis branco sem meias, e estava levando uma mochila branca. O rapaz se chamava Ramon, era alto um e noventa a dois de altura, pele branca, olhos verdes e careca. Carregava uma mochila do exército, estava trajando calça de agasalho azul com tênis de cor azul escuro e branco e camiseta preta.

***

A caminhada em fim começou. Todos caminharam por quase duas horas. Durante o trajeto pararam em torno de oito vezes, duas vezes foram para amamentar e trocar as fraldas dos bebes, mas três foram graças as duas jovens que reclamaram de estarem se cansando, e as três últimas Rui parou para explicar aos jovens sobre a história das montanhas. Ele explicou que no passado algumas tribos de índios viviam na região, mas com chegada do homem branco muitas tribos acabaram desaparecendo, ou por confrontos de território com os brancos, ou por migrarem para outras regiões.

Ele explicou também que os chalés onde viviam eram na verdade antigas cabanas dos primeiros homens brancos a morarem no local após a saída dos índios. Ele explicou que havia uma história de que os moradores foram mortos nos últimos confrontos com os índios, mas nada foi comprovado.

Ao chegarem em uma cachoeira todos ficaram encantados com o lugar. As águas eram cristalinas e quando os raios do sol iluminavam a cachoeira parecia que as águas eram feitas de luz.

Em volta algumas pedras eram visíveis, e alguns animais, aves, coelhos e até esquilos, foram vistos, mas ao verem os humanos os animais correram para a mata.

Rui explicou que a cachoeira era conhecia como “cachoeira da luz”, graças ao fenômeno que estavam vendo, a maneira como a luz se fundia como as águas as fazendo parecer serem feitas de luz.

Todos se sentaram na beira do pequeno rio para comer. As jovens tiraram as roupas e estavam de biquíni revelando que estavam preparadas para possivelmente nadar.

Elisangela abriu sua mochila, ela foi a responsável por levar a comida e bebida do grupo, e Léo pela comida e utensílios dos bebes.

Todos comiam, bebiam, riam, tiraram fotos e até, brincaram com os bebes, quase todos exceto Ramon que preferiu ficar insolado próximo a mata. Léo o observava atentamente, era como se Ramon esperasse que algo fosse acontecer. Ele havia comido pouco apenas um ou dois sanduíches, e havia bebido uma pequena garrafa com suco de laranja.

Léo continuava o olhando e após um tempo o seu olhar se encontrou com o dele, os dois começaram a se encarar até que algo os chamou a atenção.

– AAAAAHHHH! – Uma das jovens a mais magra Shirley voltou correndo da floresta. Ela estava de shorts e com a parte de cima do biquíni. Em suas mãos segurava algumas flores. Ela estava suada e ofegante, e mal conseguia falar. – U...u...um..ani...animal um lo....lo...lobo grande...grande!

– Lobos aqui? – Perguntou Rui confuso. – Você deve estar engada minha jovem não existem lobos por aqui!

– Tem sim eu vi e era enorme com pelos negros!

Léo olhou surpreso em direção da mata. Rebeca e Mirela seguiram o seu olhar, mas não viam nada de anormal. Alguns segundos depois. Ramon se levantou rápido e abriu sua mochila e, retirou de dentro dela duas pistolas Glock uma calibre 22 e a outra, 40. Rebeca quase teve um ataque do coração ao olhar para as armas.

Era idêntica as armas que os caçadores adentraram atirando contra os lobos na festa em que Jonathan morreu. Apontado para a mata Ramon começou a atirar. Os bebes começaram a chorar Mirela e Elisangela tentavam em vão acalma-los, mas o barulho dos tiros assustava mais os bebes.

– PARE COM ISSO! – Gritou Léo exigindo que Ramon parasse. O rapaz continuou atirando, quando suas balas acabaram ele se preparava para recarregar quando novamente Shirley voltou a gritar.

– AAAAHHHHHHHHHHHHHHH! – Não apenas ela, mas sua amiga Dayene e Rui também gritavam.

Um grande lobo com pelos negros e olhos amarelos saltou da mata na direção de Ramon e o mordeu no pescoço. O rapaz caiu no chão e o sangue, escorria por seu pescoço. O sangue do rapaz escorria pela boca do lobo que fitava atentamente o grupo.

As meninas começaram a começaram a correr na direção oposta. Léo e Rui gritaram para que as jovens voltassem, mas elas não deram ouvido o que foi a pior escolha.

Mais dois lobos surgiram da mata um com pelagem branca e preta com olhos amarelos e outro, todo branco com olhos também amarelos. Cada um dos lobos as derrubaram no chão e as morderam na jugular. O sangue das jovens escorria pelos seus pescoços e elas se debatiam agonizando no chão até que logo morreram.

Rui se desesperou e correu para o rio. O lobo de cor branca saltou pousando em sua frente e o encarou, as pernas do guia começaram a tremer e quando pensou em correr o lobo de cor branca e preta já estava em suas costas e o mordeu na jugular. Rui caiu ficando de joelhos e suas mãos, estavam em seu pescoço. Seu sangue escorria por seu corpo. O lobo de cor branca o mordeu na nuca e então o rapaz caiu no chão morto.

– NÃAAAAOOOOOOOOOOOOOO!!!! – Gritou Léo chocado com o que via. O jovem lobo não conseguiu fazer nada, apenas ficar assistindo as atrocidades que aqueles lobos estavam fazendo.

– Léo! O que é isso? – Perguntou Mirela abalada.

– Droga não deveríamos estar aqui é territórios deles!

– Deles quem? – Perguntou Mirela.

– Eles são lobos de florestas e invadimos o território deles e eles não vão perdoar isso!

– Você é um lobo Léo fale com eles, a senhora Matilde explicou que lobos não aceitam outros em seus territórios, mas diferente dos animais selvagens os lobisomens ainda podem dialogar uns com os outros e assim evitar uma briga desnecessária. – Disse Rebeca com a voz tão abalada quanto a de Mirela.

– Como é que é lobisomens? – Perguntou Elisangela confusa e com medo do que estava acontecendo.

– Eli olha... – Rebeca iria começar a explicar mas foi interrompida por Léo.

– Não há tempo para isso Re! E não dá para dialogar com eles.

– Mas por que não? Senhora Matil...

–Eles são lobos de Floresta Re! E eu sou um Lobo Urbano! Lobos de Floresta não gostam de lobos urbanos, o diálogo não funciona com eles, não viu como eles mataram os demais sem piedade?

Rebeca olhou aterrorizada para os corpos de Ramon, Rui e das meninas. Não apenas ela, mas Mirela e Elisangela seguiram o seu olhar. Os três os fitaram com ferocidade cada um próximo a alguns dos corpos.

Da floresta mais duas pessoas apareceram, ambos tinham a pele morena, cabelos negros e cumpridos, usavam calças feita da pele de animais e estavam descalços. Seus corpos eram musculosos e estavam pintados e um fato chamou a atenção de todos, os dois eram gêmeos!

– Índios! – Disse Elisangela surpresa. – Pensei que estivessem extintos ou haviam migrado para outro lugar.

– Eles também são os lobos. – Disse Léo fitando os índios atentamente os dois o fitaram da mesma forma com os seus olhos castanhos escuros.

Eles se aproximaram um passo e Léo de maneira protetora se posicionou a frente das meninas.

– Parem com isso! Não queremos brigas! Estávamos em uma excursão nem sabíamos que aqui era o território de vocês!

Os gêmeos trincarem os dentes mostrando que estavam irritados com as palavras de Léo.

– POR FAVOR PAREM! – Disse ele com a voz alarmada. – NÃO PRECISÃO FAZER ISSO!

Mas era tarde mais. Um dos gêmeos o da direita saltou na direção do grupo. Em pleno ar seu corpo começou a crescer e suas roupas a rasgar. Rebeca já tinha visto algo parecido na última vez que havia visto Jonathan se transformando. Quando ele a protegeu dos caçadores.

O corpo rapaz mudou e agora um grande lobo com pelos cinzas estava em pelo ar.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!! – Léo saltou e assim como o lobo cinza o corpo de Léo começou a crescer e suas roupas a rasgarem. Agora Léo era um lobo com pelos marrons e as pontas das orelhas, parte do focinho, das patas e, a ponta da calda eram brancas e seus olhos, eram amarelos.

Léo em pleno ar mordeu o lobo cinza na jugular e caiu alguns metros à frente das jovens com o lobo cinza caído no chão. Elisangela ficou ajoelhada, chocada com o que estava vendo. Denis chorava em seus braços. A jovem estava tão chocada com a cena que não se preocupava em tentar acalmar o bebe.

O lobo Léo girou a cabeça para o lado e o barulho de ossos se quebrando pode ser ouvido.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH!!! – Agora era o outro gêmeo quem gritava pela morte de seu irmão, ele correu na direção de Léo que esperou alguns segundos e saltou na direção do jovem!

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!