Léo! Disse Laryssa ao chegar do hospital e avistar o jovem lobo. Ela estava trajando roupas sociais, um terno cinza com sapatos preto e camisa branca. Como ela está? O que aconteceu?

Calma Lary vamos explicar tudo! Disse Elisangela se levando do banco. Laryssa estava tão preocupada que nem reparou na amiga que estava ao lado de Léo.

Elisangela estava usando uma camiseta branca com o emblema de seu batalhão estampando em seu peito, junto com uma calça de agasalho azul e tênis brancos.

Perdão Eli é que...estou muito preocupada os bebes...

Eles estão bem graças o Léo que a trouxe a tempo!

Eu me assustei...ela desmaiou e quase bateu a cabeça no chão.

E a Re Léo? Alguma notícia?

Infelizmente nada...

Mas quem faria uma coisa dessas sequestra-la?

Ótima pergunta... Mas Léo sabia quem poderia fazer uma coisa dessas. Um lobo chamado Casemiro!

Um médico apareceu perguntando sobre a família de Mirela, os três se apresentaram e o olharam atentamente. Ele tinha a pele branca e um pouco enrugada, aparentava ter em torno de 40 a 50 anos, cabelos grisalhos, olhos verdes, 1,70 de altura, estava usando calça social preta com sapatos da mesma cor, camisa e jaleco branco.

Eu sou o doutor Frederico eu atendi a jovem Mirela e gostaria de informar que ela está bem! — Todos respiraram aliviados ao escutarem a notícia.

E os bebes doutor? Perguntou Laryssa aflita.

Eles estão bem e fora de perigo, tivemos que realizar um parto de emergência pois o susto foi muito para ela, mas como eu disse ela e os bebes estão bem, mas como nasceram prematuros estamos em uma incubadora e por enquanto não podem vê-los, mas se quiserem podem ver Mirela ela já está consciente.

Obrigado doutor. Léo apertou a mão do médico que assentiu e se retirou.

Quando todos estavam se dirigindo ao quarto a família de Rebeca apareceu. Seus pais e irmãos estavam assustados e preocupados com Rebeca. Léo inventou uma desculpa que haviam recebido uma ligação, e que os sequestradores logo ligariam para exigir o resgate. Antes de chegarem ao hospital o jovem lobo acionou Paulo e informando da situação, e ele garantiu que iria encontrá-la.

***

Rebeca estava dormindo e algo a acordou. Um barulho a fez despertar assustada. Ela olhava em volta, mas estava escuro.

Onde eu estou? Perguntou ela enquanto tentava reconhecer onde estava. Era um quarto de solteiro, com apenas uma cama onde a jovem estava deitada.

No quarto havia uma janela. Saindo da cama Rebeca caminhou até a janela e a abriu. Estava escuro e já era de noite. Ela percebeu que estava no alto de uma colina, e isso não a ajudava a ter uma noção do lugar onde se encontrava.

Onde estou? E que horas são? Ela olhou em volta e percebeu que sua bolsa havia sido levada, e também seu relógio e seu celular. Rebeca estava usando calça jeans com tênis brancos e uma camisa polo da mesma cor. Ela caminhou até a porta de seu quarto e virando a maçaneta, percebeu que a porta estava trancada. Droga! Ela bateu na porta e gritava. TEM ALGUÉM AI? ME TIREM DAQUI! EI ALGUÉM? ALGUÉM?

Seus esforços eram em vão percebeu ela, ninguém aparecia para ajudá-la. Rebeca voltou para a cama e se sentou, levando a mão no rosto a jovem tentava se acalmar e se lembrar do que tinha acontecido.

Eu estava saindo do trabalho... Disse Rebeca e fechando os olhos tentava se lembrar do que tinha acontecido com ela. Eu estava indo até ponto quando de repente... Ela foi interrompida ao escutar passos se aproximando da porta. Alguém parou e inseriu a chave na fechadura e destrancou a porta.

O coração de Rebeca batia forte e acelerado, e sua respiração começou a ficar acelerada. Ela queria correr, mas suas pernas não a obedeciam. A porta se abriu e junto com ela a luz do corredor iluminou parte do quarto. Rebeca levou a mão ao rosto se protegendo da luz. Quando sua visão se adaptou a claridade uma figura ficou visível em seu ângulo de visão, ao ver quem era o coração de Rebeca quase pulou para fora de sua boca.

Acordou meu amor? Que bom você deveria estar cansada pois dormiu a tarde toda.

Ca...semiro? Sussurrou Rebeca e o lobo assentiu alegre e sorridente.

Olha só já sabe o meu nome? Me sinto lisonjeado Rebeca! O lobo sorrio com malicia e se aproximou da jovem.

***

De volta ao hospital todos estavam no quarto de Mirela. Contaram a ela que os bebes estavam bem e estavam na incubadora, e assim que estivem melhor ela iria vê-los. Ela perguntou de Rebeca e todos informaram que não tinham nenhuma notícia sobre ela, o que deixou Mirela triste novamente.

Naquele momento alguém entrou no quarto e surpreendeu a todos.

Senhora Matilde? Comentou Laryssa e Léo a olhou surpreso.

Olá minhas jovens eu vi mais rápido que pude ao saber do que aconteceu com Mirela e Rebeca. — A senhora estava usando uma calça moletom cinza com tênis preto e uma camiseta da mesma cor com uma blusa roxa que estava aberta. Léo apresentou ela aos pais de Rebeca que a cumprimentaram. A senhora Matilde os apoiou dizendo que tudo ficaria bem e que Rebeca voltaria para a casa sã e salva. A senhora caminhou até Mirela e começou a conversar com a jovem a acalmando, e repetiu o que disse aos pais de Rebeca lhe dizia que tudo daria certo.

As 21 horas a enfermeira apareceu e disse a todos que o horário de visitas havia terminado. Cada um de despediu de Mirela e quando chegou a vez de Léo ela sussurrou em seu ouvido.

Léo por favor encontre a Re!

Pode deixar Mih eu vou procurar ela agora mesmo eu prometo!

Obrigada...

As meninas prometeram voltar na manhã seguinte, todos saíram e se dirigiram para a casa de Rebeca. Assim que chegaram uma viatura da polícia parou em frente à casa. Paulo se apresentou e junto com ele estavam mais dois policiais. Todos entraram na casa, ele informou que até o momento não haviam descoberto nada sobre o paradeiro de Rebeca, mas que continuariam procurando. Ele informou também que a delegacia disponibilizou alguns policiais que iriam fazer ronda em volta da casa, e logo uma equipe especializada em sequestro chegaria para orienta-los caso os ladrões ligassem novamente.

Antes de sair Paulo chamou Léo em particular junto com a senhora Matilde.

Eu não posso sair sozinho garoto e por isso vou precisar da sua ajuda para procurar a jovem!

O que tenho que fazer?

Os demais estão na floresta e nas montanhas, mas o lugar é grande. Já vasculhamos a cidade e não a achamos então... eles devem estar na floresta ou nas montanhas!

Léo vá eu irei cuidar da família de Rebeca e das meninas.

Obrigado! Ao dizer essas palavras Léo, passou por todos e ao sair de casa começou a correr. Ele ouviu as meninas gritando o seu nome, mas as ignorou e continuou correndo se perdendo na escuridão.

***

Rebeca estavam com medo. Seu corpo tremia e a jovem, não conseguia parar de tremer.

Estamos sozinhos agora meu amor...logo mais você...será só minha... As palavras de Casemiro ecoavam na cabeça de Rebeca que ao lembrar dessas palavras seu corpo tremia mais e mais. Ela se lembrou de como tinha parado naquele lugar. Quando estava se aproximando do ponto, Casemiro apareceu misteriosamente a surpreendendo. Ele a segurou com força e sussurrou em seu ouvido para que ela ficasse em silêncio.

Quando voltou a olha-la seus olhos estavam diferentes estavam azuis, mas de um azul intenso e gélido. Só de olhar para aqueles olhos Rebeca tinha medo. Não medo do lobo, mas ao lembrar o que eles significavam.

Quantos inocentes ele deve ter matado? Perguntou-se Rebeca enquanto olhava atentamente nos olhos de Casemiro. Quantos meu Deus?

Queria te levar para um legal me acompanha? Ele a olhou nos olhos e apertou mais o seu braço. Rebeca foi obrigada a aceitar e juntos caminharam até um beco e depois...

O que aconteceu mesmo depois? Rebeca tentava se lembrar, mas tudo estava em branco. Deitando novamente na cama ela sentiu a parte de trás de sua cabeça bem na nuca dolorida. Agora eu entendi o que aconteceu, ele bateu em mim e me deixou inconsciente maldito!

Novamente ela ouviu os passos de Casemiro se aproximando do quarto e o medo voltou a tomar conta de Rebeca. Rapidamente ela se levantou da cama e quando a porta se abriu lá estava Casemiro. Agora, ele estava usando apenas uma calça jeans preta. Estava descalço e com o tronco nu. Seu corpo era definido lembrando o corpo de Léo, mas diferente do jovem Rebeca não sentiu atração em ver o corpo de Casemiro mas sim medo.

Ele se aproximou um passo e Rebeca se encolheu na cama.

Não tenha medo meu amor sou eu, não precisa ter medo de mim. Ele se aproximou de Rebeca que prendeu a respiração e ficou imóvel na cama. Despreocupado Casemiro sentou ao seu lado e passou o braço pelo seu ombro e a abraçou. Seu corpo estava muito quente Rebeca pode sentir. Ele a olhou nos olhos. Novamente aqueles olhos azuis e gélidos eram visíveis em seu rosto, diferente da última visita quando Rebeca acordou seus olhos estavam na cor natural castanho, mas por que agora estavam com aquela coloração?

Então meu amor...já te disseram que a sua pele é macia igual a de um bebe?

Rebeca o olhou mostrando estar com medo, não encabulada ou ressentida com o comentário, mas com medo. Por que ele estava perguntando aquilo? Com certeza não era uma coisa boa.

Se sua pele é macia eu fico me perguntando...como será a macies dos seus lábios?

Arregalando os olhos Rebeca estranhou mais ainda aquele comentário, seu coração batia mais rápido e mais forte. Seu medo só aumentava e no final algo que Rebeca temia que pudesse acontecer e em fim aconteceu.

Com um movimento rápido Casemiro deitou Rebeca na cama e deitou sobre o seu corpo, prendendo suas mãos na lateral de seu corpo. E antes que Rebeca pudesse gritar ou dizer algo que fosse contra Casemiro a beijou intensamente, enquanto a beijava ele começava a roçar o seu corpo sobre o dela passando suas partes intimas sobre a dela e Rebeca o sentiu ficar excitado e uma palavra se repetia em sua cabeça.

ELE VAI ME ESTUPRAR!