Living With Love - Interativa

6 O sumiço da chapinha do Tio Edgar Parte 2


Notas iniciais
Oiii!!! Mais um capítulo para vocês!! Espero que gostem ^^ Acho que ficou um pouquinho bosta, mas tomara que agrade vocês. Boa leitura ^^

No capítulo anterior...

– Da próxima, você não escapa, vampira...

E saiu junto á sua prima, deixando Kiyara de olhos lacrimejando e uma cara apavorada. Seu coração batia a mil, ela estava com medo do albino...

[...]

– Vai ficar aí parada mesmo? — Utau voltou e se abaixou, ficando ao lado da morena, que desviou o olhar do chão para seu rosto vagarosamente, estava mais pálida que o normal e de olhos lacimejados.

– N-não consigo m-me mexer. — Respondeu em um fio de voz trêmulo.

– Está com medo do Fuusuke? — Perguntou à vampira que acenou positivamente e devagar com a cabeça. Utau suspirou pesadamente. — Entendo... tenho que pedir para ele parar... mas não fique assim, ele não vai mais fazer nada. — Utau levantou-se e estendeu á mão a vampira, que aceitou hesitante e tremendo. O olhar frio do albino tinha lhe penetrado de uma forma tão profunda e... assustadora, que ela mal falava.

– Ei, Fuusuke! — Utau se aproximou do primo, ainda segurando a mão de Kiyara, como se ela fosse uma criança indefesa. O albino encarou a garota de canto de olho, inexpressivo.

– O que foi? — Sua voz saiu grossa e em tom rude, o que não é nenhuma novidade.

– Assustou a garota. — Fez um leve gesto com a cabeça apontando para Kiyara. — Devia pedir desculpas.

– Não farei isso. Ela mereceu. — Respondeu friamente.

– Como você é cruel! — Utau se indignou com a atitude do primo. — Você já está passando dos limites!

– É, talvez. — Suzuno não fez nenhuma questão de continuar a conversa.

– Porque a odeia tanto? — Perguntou lhe encarando.

– Isso não é da sua conta. — Suzuno mudou seu rumo para o corredor dos quartos.

– Não vai mais procurar a chapinha? — Indgou, insistindo em continuar o diálogo.

– Não estou mais interessado no prêmio. — Disse simplesmente antes de fechar a porta de seu quarto de vez.

– Tudo bem então... — Diz Utau para em seguida dar um longo suspiro e seguir seu caminho. Levaria Kiyara para seu quarto, a mesma estava traumatizada.

[...]

– Desisto! Aquele treco deve ter evaporado de vez e... — Midorikawa reclamava enquanto voltava para a sala ofegante e lá... encontrou mais duas pessoas além de Edgar.Mioko? Madoka? O que fazem aqui?

– Achei que seria muito estressante e cansativo sair á procura de um objeto inútil então, decidi ficar aqui e dar apoio moral ao pobre homem. — Mioko respondeu sarcástica.

– Engraçadinha. — Midorikawa fez uma careta. — E você, Madoka?

– Ah, estou aqui por que... eu quis. — E sorriu, deixando Midorikawa irritado.

– Como garotas são irritantes. — O esverdado bufou, cruzou os braços e sentou-se na poltrona com as pernas na posição de borboleta.

– Realmente... — Mioko disfarçou a irônia no tom de voz.

– Vocês dois amam uma discussão! — Madoka interferiu.

– Com certeza! — Midorikawa abriu um sorriso fofo e curvou-se um pouco para frente.

– Que nada, sou da paz! — Mioko levantou os braços em rendição, jogando-se no sofá.

– Que lindo! Vocês são tão diferentes, mas tão fofos juntos! — Madoka sorriu amigávelmente observando os dois ficarem com as bochechas coradas.

– N-não diga besteiras, Madoka-chan! — A ruiva mais conhecida com Mioko inflou as bochechas rosadas e Midorikawa fez bico.

– Essa garota sofre seriamente de insuficiência mental, não é possível... — Comentou Midorikawa, fazendo escorrer uma gota pela cabeça de Mioko.

– Estamos esqueçendo do inconsolável Tio Edgar... pobre homem, sofre tanto com a perda de sua ilustre e amada chapinha... — Mioko se levantou de seu lugar que caminhou até o homem. Ela fazia gestos teatrais em quanto falava em um tom melancólico e sofrido. Agora foi a vez de Midorikawa e Madoka deixarem uma gota escorrer por suas cabeças. Mioko se aproximou do homem e pos a mão em seu ombro. — Fique tranquilo coroa, ela deve estar em um lugar melhor agora. — Mioko olhou para o nada com uma expressão determinada.

– Mas ela... — Ele tentou argumentar, mas novamente, Mioko interferiu.

– Shhhh, aprecie o valor do silêncio... veja que maravilhoso momento para se refletir sobre os problemas da vida...- Mioko com a mão, apontava o nada. Enquanto Edgar fechava os olhos, a garota aproximou-se de Midorikawa. — Ei, cara! Vai no meu quarto buscar o aparelho de som fazendo favor.. — Ela sussurou com um olhar pidão. Midorikawa suspirou.

– Okay, okay... já volto. Espera aí! — Mioko se virou. — Qual é o seu quarto?

– Aquele com a porta de madeira castanha, com maçaneta dourada!

– Ah, sim! — Enquanto o rapaz subia as escadas, Mioko deu um baita de um sorriso, se sentando no sofá novamente.

– Desculpa aí, acho que vou vazar... segurar velha não é minha praia... — Madoka saía de fininho.

Quando Mioko se tocou, começou a gritá-la, de bochechas mais vermelhas que seus cabelos.

– Ahn? Madoka? Madoka!!! Espera!! Volta aqui!! — Mas a mesma já estava longe e ria perversamente. — Grr... garota ingrata!

[...]

– Tem certeza que ela está aqui mesmo, nii-chan? — Thainan perguntava enquanto se livrava de algumas enormes folhas que haviam pelo caminho. Fudou havia enfiado na cabeça que a maldita chapinha estava no meio do mato.

– Absoluta. Confio nos meus instintos, Thainan. — Fudou disse se gabando.

– Eu não confio nem um pouco. — Kidou arqueeou a sobrancelhae Fudou se virou irritado.

– Porque veio então, Mister Sabe-Tudo? — Perguntou o moreno, sarcástico.

– Por que estou acompanhando minha namorada, Mister Sabe-Nada. — Foi a vez de Kidou usar o sarcasmo.

– Ora seu... — Fudou já estava querendo avançar novamente no garoto, mas Thainan o olhou feio. Ele parou imediatamente.

– Estou cansada de ver vocês dois brigando!! Será que não posso ter paz quando junto vocês!? Qu coisa! — Thainan deu meia-volta. Kidou e Fudou se entreolharam e começaram a correr atrás de Thainan.

– Thai-chan!! Espera aí!! — Kidou gritou enquannto empurrava Fudou.

– Thainan-nee, volte aqui! Se quiser o prêmio, terá que confiar em mim! — Fudou disse se recuperando do tombo que havia levado por causa do empurrão do garoto de óculos.

– Me esqueçam!! — Gritou ela já perto da porta.

– Thainan, você não pode me tratar assim!! Nascemos do mesmo... — Fudou gritou de volta, mas antes de ele terminar a frase, a morena o interrompeu.

– Okay, okay, não precisa terminar!! — Thainan gritou meio constrangida. Kidou correu em direção á ela.

– Thainan, meu amor, me desculpa. — Kidou ofegava um pouco.

– Ué, pelo que?

– Ahn... não sei... Ah, claro! Me perdoe por te deixar irritada... — Abaixou a cabeça.

– Sem problemas... não foi apenas culpa sua. — Terminou o assunto com um selinho.

[...]

– Vamos contratar o FBI para achar ess merda, por que está foda. — Yasmin reclamou enquanto levantava do chão, ela e seu grupo, Hikari e Rirako, procuravam entre os quartos, já que elas achavam que alguém havia pego. Estavam no quarto de Goenji.

– É sério isso Yasmin? — Hikari cruzou os braços. — Porque acha que foi o Goenji que pegou a chapinha?

– Ele me tem uma cara suspeita.. — A menina disse. Hikari bufou e se sentou na cama no garoto.

– Já pensou no caso de ele chegar aqui nesse exato momento? — Rirako colocou o indicador no queixo, fazendo uma cara pensativa.

– Não joga praga não garota!! Sai para lá!! — Yasmin fez uma cruz do Espírito Santo e se afastou um pouco da Matsukaze, que gargalhou alto.

– Eu hein! — Hikari revirou os olhos meio assustadas. Saltou da cama e se dirigiu à porta. — Não sei vocês, mas eu estou saindo e... — Ao abrir a porta, levou um susto ao ver quem estava lá. Era o dono do quarto, Goenji. Ela começou a recuar até cair de bunda no chão.

– O que fazem aqui? — Perguntou de sobrancelha arqueeada, com uma expressão séria.

– N-n-n-n-n-n-nós e-e-e-esta-tavamos p-procurando a-a... — Hikari mal consegui falar, havia levado um susto tão grandeque estava até pálida.

– Não acharam mesmo que eu iria pegar aquela porra, não é? — Goenji estava muito irritado, adentrou o quarto pisando fundo. — Agora saiam!! — Ele apontou a porta a fora, Rirako e Hikari saíram de lá mais rápido que o vento. Yasmin andava calmamente.

– Podia ser mais educado, parça... é bom de vez em quando. — Disse ao sair do quarto. Goenji se irrita e bate a porta com força, fazendo um enorme estrondo.

– E-eu nunca mais volto aqui!! — Hikari saiu correndo com o rabo entre as pernas. Yasmin e Rirako a oobservaram e Yasmin começou a gargalhar.

– Parece um gatinho assustado, hehe.. — Comentoua morena, rumando outro quarto.

[...]

– Ér... por que está aqui mesmo? — Perguntou Fubuki á Ayume, que havia aparecido misteriosamente em seu grupo, que era composto por ele, Nagumo e Fideo.

– Por que não quero ficar no mesmo grupo que o Genda. — Fez bico.

– Okay mas... — Nagumo disse um pouco contragosto, mas a morena interferiu, com um olhar assustador.

– Eu irei ficar nesse grupo, você querendo ou não, escutou? — Sua voz saiu rouca.

– T-t-tá... — Nagumo estremeceu até as entranhas.

– Caraca... a menina é bipolar... assustador... — Fideo comentou com Haruya, que assentiu positivamente, observando a garota que agora conversava alegremente com Shirou.

– Pode crer... — Haruya engoliu seco.

– Então rapazes... onde pretendem procurar? — Ayume indgou os garotos, que olharam para Shirou.

– No banheiro do Tio. — Respondeu simplesmente, dando de ombros.

– E vocês acham mesmo que ele já não procurou por lá? — Ayume arqueeou a sobrancelha com um vitorioso sorriso de canto.

– Ele devia estar tão desesperado que nem procurou direito, pode ter certeza disso. — Fubuki comentou com uma gota em sua cabeça.

– É pode ser... — Ayume pensou um pouco e concluiu que seria uma boa idéia.

[...]

– Não deixe o samba morreeeeeer.... não deixe o samba acabaaaaar.. — Ran cantarolava tentando imitar a voz da cantora, o que estava resultando em um fracasso total e muitas risadas da parte de Kazemaru e Hiroto.

– Ran... para com isso... — O ruivo pedia, estava com falta de ar de tanto dar risada. Kazemaru, limpava as lágrimas e segurava a barriga.

– Nyah... — Disse com voz manhosa e um enorme bico. — Parem de rir!!

– Não dá... — Hiroto mais uma vez deu uma gargalhada gostosa.

– Aff, estou entediada de tnto procurar aquele negócio que alisa... — Colocou os braços por trás da cabeça e fez um bico maior.

– É chapinha, Ran. — Disse Kazemaru com uma gota na cabeça.

– É, esse negócio aí. — Ela começou a andar á frente dos dois garotos, de volta á sala da mansão.

– Essa noite será longa... — Hiroto disse suspirando, Kazemaru concordou com o mesmo com um aceno.

[...]

E no meio de toda a busca, uma pessoa estava bem atenta. Olhava para os lados á todo segundo e em seus braços, uma caixa muito suspeita, que por sinal, carregava o motivo de todos estarem acordados pela noite.

Isso mesmo caros amigos, essa pessoa de identidade até agora desconhecida, havia pego a chapinha do Tio Edgar.

Porquê?

Não sabemos.

Essa mesma pessoa de identidade desconhecida, usava uma capa, obviamente para evitar ser descoberto, caso contrário, a coisa ficaria feia para o seu lado.

Mas pensem um pouco, caros amigos... quem teria tal capacidade de praticar esse ato? Quem pegariaa um bem tão precioso sem o mínimo remorso?

Mas espera... essa pessoa agora tentava devolver o objeto sem ser descoberta, para que não arrumem confusão maior.

Quem é? Porque fez? Será que conseguirá se safar dessa? Ou será que levará uma punição?

Descobriremos...

Continua...

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Me digam o que acharam pelos comentários! Até o próximo! Kiussus :*