Notas iniciais
Yey minna!! Tudo bem? Voltei linda e diwa para trazer mais um capítulo para voxeis :3 Bem, queria dar uns avisos antes... * Quero comentários! Estou sentindo falta de algumas pessoas e saibam que se deixarem de comentar sem motivo saibam que seu personagem desaparecerá ou morrerá, começarei a contar isso a partir de hoje. Faço isso pois preciso saber da opinião de vocês, se estou gostando ou odiando, fico sem motivação se não tenho comentários. * Sugestões são mais do que bem-vindas! Digamos que a demora de atualizar é justamente a falta de criatividade da autora diva de vocês então se tiverem alguma idéia legal que seja coerente ao estilo da fic, não hesite em deixar nos comentários ou me mandar um MP. * Os Pov's serão de acordo com a data de recebimento da ficha, ou seja, quem me mandou a ficha primeiro, consequentemente teve o primeiro Pov, mas cada uma terá o seu, não se preocupem quanto a isso. Acho que é isso, espero que gostem. Kiussus ~

Pov Thainan

Eu estava andando pelo corredor dos quartos afim de ir para o meu quando sou interrompida por uma voz que conheço muito bem.

– Faz tempo que não fala mais comigo, nee-san. Alconteceu algo? Está brava comigo? — Ele pergunta ironicamente, garoto abusado.

– Não é isso, nii-san, apenas não estou afim de conversar. — Respondi áspera, voltando a andar.

– Nossa, nee-san, se você continuar assim, todos vão te achar uma tremenda de uma chata. — Ele disse, fazendo um bico.

Me virei lentamente e caminhei em sua direção, ele se encontrava com as mãos atrás da cabeça com um sorriso que esbanjava cinismo.

– Eu não me importo. Nem um pouco. — Respondi secamente, me aproximando de Fudou como se quisesse mostrar mesmo que não ligava para suas "ofensas".

– Pois devia. Sabe o que irá acontecer com a minha reputação se todos daqui souberem que a minha irmã é uma garota super chata, grossa, ignorante e rude!? — Ele falava em um tom médio, quase alto. Revirei os olhos, entediada daquele assunto que mal começara.

– Você não tem nenhuma reputação aqui, e se tiver, com certeza não é uma das melhores. — Bingo! Fudou detesta que falem mal de sua "reputação", é uma das únicas coisas que o faz calar a sua maldita boca.

– Tsc, você é mesmo irritante. Devia aprender a ser uma pessoa mais gentil, faz bem. — Ele bufou e cruzou os braços, fiz o mesmo, ficando cara a cara com ele.

– Olha quem fala! O mister simpatia! — Exclamei, mesmo sem impolgação alguma.

– Mas então... se interessou por alguém? — Ele levantou as sobrancelhas sorrindo malicioso ognorando eu comentário por completo.

– Sou uma garota comprometida, palhaço.

– Saiba que eu não gosto nem um pouco daquele seu namoradinho! — Senti uma veia pulsar em minha testa, odeio quando Fudou se refere a Kidou dessa maneira tão... grossa.

– Saiba que estou cagando e andando para sua opinião. — Mal educada? Eu? Imagina, me comporto como uma verdadeira dama, mas existem pessoas que merecem, como meu irmão, por exemplo.

– Hunf, você é mesmo chata! — Fudou vira a cara novamente, como pode ser tão... chato? Não, chato é apelido.

– Nos falamos depois. Até mais, cuzão.

Se ele respondeu ou não, não me interessava no momento. Entrei em meu quarto e bati a porta com força. Por quê? Porquê eu quis.

Me sentei na escrivaninha que havia em meu querto e peguei um lápis e um papel, me pondo a escrever, uma das coisas que mais gosto de fazer.

[...]

Pov Utau

Eu e meu primo, Fuusuke, estavamos sentados no balcão da cozinha conversando sobre alguns assuntos banais. Eu observava minhas unhas recém-pintadas de vermelho e ele escorava os cotovelos sobre a bancada. Ouço uns barulhos de passos e vejo Kiyara adentrar o local. Eu e meu primo arqueeamos a sobrancelha. A cumprimento por educação.

– Olá. — Minha voz saiu um pouco baixa, mas creio que ela escutou.

– Oi. — Ela responde no mesmo tom, meio desinteressada. Vendo que Suzuno não faria o mesmo, me pus a observá-la abrir a geladeira, logo em seguida fazendo uma cara de nojo. — O que foi?

– Aqui só tem... legumes, verduras, frutas... — Ela tampou a boca com as mãos. Fuusuke a encarava descaradamente. Não sei o que ele está pensando neste momento, ele é... imprevisível. Pode estar bolando um plano de como matá-la sem que eu percebesse (o que é possível, sim), ou poderia estar guardando cada característica de seu rosto para coisas que nem eu sei para que, ou apenas observando sua beleza, já que Kiyara não é nem um pouco feia, admito.

– E o que você esperava que tivesse em uma geladeira? — Esse foi Fuusuke. O olhei com reprovação, mas ele apenas me ignorou.

– Como eu iria saber? Esses troços me dão ânsias... — Ela diz meio grog, parece que os legumes a fazem mal mesmo...

– Você está bem? — Perguntei, mesmo sem interesse.

– Estou... apenas me deem licença. — Assim que ela saiu da cozinha, me virei para encarar meu primo, o repreendendo com olhar. O mesmo arqueeou a sobrancelha novamente e eu suspirei.

– Poderia ter sido mais educado, não acha?

– Não. Meu objetivo aqui não é ficar amiguinho dessas... criaturas, sendo educado.

– E qual seria seu objetivo aqui?

– Nem eu sei ao certo. — Ele continuava encarando um ponto fixo qualquer. Suspirei.

– Você é mesmo complicado de entender...

– É, quem sabe... — Suspirei novamente, não será tão fácil compreende-lo, mesmo depois de tantos anos juntos..

[...]

Pov Normal

– Que tédio... — Endou escorregava do sofá em que estava sentado, quase babando, mas depois, saltou do sofá e sorriu abertamente. — Vamos jogar futebol!

Todos os olhares se dirigiram ao garoto da faixa laranja, que se encontrava animado como sempre.

– Futebol? — Goenji arqueeou a sobrancelha. — Parece divertido.

– E é! — Os olhos do moreno brilhavam. — Então, vamos?

– Ah, não! — Yasmin disse. — Vamos pensar em algo que todos possamos fazer.

– Mas todos podem jogar futebol! — Ele insistia sem cessar, muitos não admitiam, mas a determinação e a alegria de Endou contagiavam o local.

– Pode ser depois? Agora já está quase escurecendo. Amanhã nós prometemos jogar. — Fubuki sorri docemente.

– Ah... okay, então. — Ele se desanimou um pouco, mas voltou a sorrir novamente. — Então jogaremos com tudo amanhã!

– Hai! — Em unissono, todos responderam o garoto que sorria como se não tivesse amanhã.

[...]

Para quem convivia em constante rivalidade, em apenas alguns dias todos já haviam começado a se entender. Quer dizer, quase todos...

– Nossa, que saco. — Ayume fala entediada para si mesma, ou para alguém que a ouvisse. Ela apoiava a cabeça em sua mão e o cotovelo no braço do sofá em que estava sentada.

– Falando sozinha, garota? — Perguntou Genda, um garoto de cabelos castanhos meio jogados para o lado, olhos cinzentos e estranhas marcas alaranjadas que partiam de seus olhos.

– Agora não mais. — Ela sorriu amigavelmente, mas segundos depois sua expressão mudou para uma fria, causando um pequeno espanto no rapaz. — Mas não estou afim de falar com você.

– Eu hein, que menina estranha. — E saiu de lá.

– Não era de esperar menos. — Essa foi Thainan, falando de cima das escadas, com o rosto inexpressivo de... sempre.

– Mas você não cansa de implicar com os outros, não é mesmo, Thainan? — Kiyara aparece em cima das escadas também, com uma cara não muito agradável.

– E você não cansa de ser chata, não é mesmo, Kiyara? — Ela respondeu a outra no mesmo tom, só que com mais sarcasmo.

– Estou pressentindo uma treta malígna... — Preciso dizer quem foi? Sim, preciso. Não foi ninguém mais ninguém menos que Kiyama Ran. A azulada ria histéricamente do própio comentário, chamando mais atenção do que as duas citadas anteriormente. Ao notar isso, fez uma careta estranha, um pouco desconcertada. — O que foi? Prestem atenção nelas, não em mim. — Inflou as bochechas e virou a cara logo em seguida. Sabe aquela gota geral? Então, era exatamente isso que acontecia agora.

– Grr... quer saber, Thainan? Não quero perder tempo discutindo com você. — E a jovem vampira não tão jovem assim desceu mais dois degraus, Thainan atacou novamente.

– Ora, ora, fala isso porque não consegue responder-me? — A garota a provocava, não havia saído de seu lugar, mas cruzara os braços e a olhava com reprovação.

– O que disse? — A morena se virou para Thainan e semicerrou os olhs, em um misto de desprezo e indignação.

– Além de besta, é surda? — Thainan provocou novamente. Kiyara sentiu uma veia saltar em ua testa e caminhou até Thainan, batendo de frente com a mesma.

– Você toma cuidado com o que fala, pode se arrepender depois. — A mesma ameaçou Thainan, que lhe lançou um olhar sarcástico.

– Ah é? E o que será que a vampirazinha de merda vai fazer? Me morder? — Notava-se o tanto de sarcasmo que era usado nas palavras da garota.

– Não, não irei te morder. — Kiyara soltou um risinho. — Farei isso.

E a vampira pegou os cabelos de Thainan, os puxando com força. A platéia havia ficado de boca aberta e Ran e Midorikawa quase gritavam e batiam palmas. Thainan retribui o ato jogando a cabeça de Kiyara ara trás, que se desiquilibra e cai, levando a outra junto.

Ambas rolam escada a baixo ainda trocando puxões de cabelo e tapas,

– Não acham que deviam separá-las? — Utau arqueeia uma sobrancelha. Ela estava em pé ao lado do sofá, encarando as mesmas sem um pingo de impolgação.

– Ah, não! — Ran e Midorikawa exclamam juntos. — Quero ver sangue sair dessa bagaça. — E Ran ri de modo psicopata.

– Bando de estranhos. — Yasmin toma a palavra. Ela se mostrava um pouco empolgada com a briga. — Mas acho que deviam separá-las.

– É sério que vocês estão discutindo para decidir se vão separá-las ou não? — Rirako falava histéricamente. — Alguém entra no meio daquelas duas!

– Olha, é minha irmã, eu devia fazer isso que você disse, mas... está tão legal!

– É sério isso? — Mioko, que estava ao lado de Fudou, estava incrédula com a situação. — Se ninguém entrar lá, as duas vão acabar se matando.

– AI VADIA!!! ME SOLTA!!! — Kiyara gritava para Thainan que agora arranhava o rosto da morena de olhos vermelhos.

– NÃO ATÉ VOCÊ MORRER, PERUA!!! — Thainan arranhava com força e vontade o rosto da outra enquanto a mesma continuava puxando seus cabelos.

– Thainan, já chega. — A voz de Kidou soou firme e áspera, fazendo a namorada voltar em sua sanidade.

– Mas Kidou, eu...

– Não importa, você já passou dos limites por hoje.

– Grrr, eu te pego na próxima, putinha. — Thainan se levanta, limpando suas roupas com leves tapinhas e encarando a outra que limpava um filete de sangue da bochecha com as costas das mãos.

– Tente. — Ela diz simplesmente com um sorriso desafiador delineado em seus lábios.

Thainan já ia avançar novamente em cima de Kiyara, que continou parada, mas Kidou segurou seu pulso a impedindo novamente. Ela nada fala e ambos sobem as escadas de mãos dadas.

– Qual é a dela, hein? — Kiyara indaga para Rirako, Moiko e Madoka, que haviam ido preparar uma bolsa de gelo para ela, que colocou na cabeça.

– Meninas, qual é o motivo disso, gente? — Hikari balança a cabeça negativamente.

– Não sei, elas são loucas! — Ayume responde um pouco exaltada.

– Eu estou ouvindo, okay? — Kiyara se pronuncia, causando algumas risadas das meninas.

– Vocês são dois grandes problemas, podem ter certeza. — Angel diz, sorrindo, com as bochechas levemente rosadas. — Mas sem vocês, pode ter certeza que os dias aqui seriam muito monótonos e sem graça!

– Acho que... obrigado, Angel. — Kiyara sorri. — Você, não só você, assim como a maioria aqui são boas pessoas, disso eu posso ter certeza. — Terminando com um sorriso, elas começam a conversar animadas sobre algumas coisas banais.

No outro canto da sala, alguns meninos haviam se reunido.

– Parece que elas estão se dando bem. — Goenji arqueeia a sobrancelha enquanto observava as meninas.

– Tem algumas ali que tenho certeza que são como aquele ali. — Kazemaru aponta para Endou que conversava com Fubuki e Genda do outro lado.

– Parecem que realmente querem virar "amigas" umas das outras. — Foi a vez de Hiroto opinar. Ele procurava a irmã com o olhar, e encontrou a mesma lendo um livro qualquer, com as pernas na mesinha de centro da sala, toda largada e estirada no mesmo. Uma gota escorria em sua testa e ele desistiu de voltar a procurá-la.

– Com certeza... — Midorikawa observava as garotas, mas desviava o olhar rapidamente.

[...]

– AHH, COMO EU ODEIO AQUELA GAROTA!! — Thainan sem pensar, jogava os lençois, almofadas e travesseiros de sua cama em qualquer lugar de seu quarto, bufando sem parar.

– Já acabou? — Kidou perguntou inexpressivo.

– GRRR, JÁ!! — Ela agora sentava em sua cama, já mais calma. — Ah, Kidou, eu quero ir embora daqui! Tudo culpa daquela maldição vampiresca!

– Se acalme Thainan, xingar a coitada não vai adiantar muito...

– Coitada? Ela? Coitada de mim que tenho que compartilhar o mesmo ar que respiro com ela.

– Ah, e o que você está pensando em fazer? Fugir daqui? Matá-la?

– Ora, até que são boas idéias... como se mata um vampiro? — A mesma mostrava interesse e impolgação na voz.

– Com uma estaca de madeir... espera, Thainan, você não vai fazer o que estou pensando, não é?

– Hum, pode ser que não, pode ser que sim... — E pela primeira vez em um bom tempo, Thainan ri, mesmo que tenha sido de uma forma diabólica.

Notas finais
Bem pessoal é isso! Gostaram? Odiaram? Lembre-se dos comentários! Achei esse capítulo bem... familiar e.e (nossa, que piada escrota -_-) Me digam o que acharam! Eu achei legal, apesar de meio curtinho. Ah, um aviso. Próxima semana lotada de provas, por isso, vai demorar um pouquinho para postar. Até o próximo! Kiussus :*