Livin' on a Supernatural - Season 3

16 You Can Never Forget the First Love, But the Second... - Parte 5


Notas iniciais
Oiii amores!!! Gente, eu estou passando rapidinho aqui apenas para atualizar a nossa fic. Espero que gostem do capítulo de hoje. Amanhã, finalmente, é o nosso momento DEBELA definitivo e eu estou contando as horas para isso (eu sei, disse que ia postar de três em três dias, mas não vou conseguir esperar, até porque já está pronto... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk) Enfim, vamos ao que interessa... No Gif: Christopher Meloni - David (Participação especial)

– Você mentiu para mim. – falou Penny. – Disse que era um mecânico.

– Estamos quites, você me disse que era uma bibliotecária de Wisconsin. – respondeu Dean.

– Queria que eu saísse por ai, avisando a todos que eu era uma criatura mitológica? – respondeu a mulher ainda sentada na cama. Sua irmã, Clarisse, se acalmou e voltou a se sentar. – Todos tínhamos segredos. Acha que foi por isso que não deu certo?

– Talvez. – respondeu Dean e olhou Abela se soslaio. – Sabe que não temos escolhas, não é?

– Não somos nós. – respondeu a outra irmã, a mais nova.

– Cala a boca, Tricia. – falou Clarisse dando uma tapa no braço da irmã.

– Não são vocês? – perguntou Sam se levantando. – Como assim?

– Vocês estão aqui por causa dos assassinatos, não estão? – perguntou Penny.

– Não, estamos aqui porque vocês mexeram com a cabeça de meu irmão e de Abela. Sabemos agora que para desfazer isso, temos que matar quem causou, ou seja, matar vocês.

– Estão cometendo um erro gravíssimo. – falou Tricia.

– Eu já mandei você calar a boca, Tricia. – gritou Clarisse.

– Foda-se, Clarisse. Eu não vou morrer por causa dele. – falou a mulher.

– Ele? – perguntou Abela se levantando. – Ele quem?

– Outro de nós. – respondeu Penny. – O namorado de Clarisse, David.

– Achei que harpias fossem mulheres. – falou Annie ainda sentada na poltrona.

– Existem os dois gêneros. – respondeu Penny e olhou para Dean que fez uma cara. – O que foi, Dean?

– Nada! Passou uma coisa por minha cabeça agora. – respondeu ele e recebeu uma tapa de Abela.

– Nós estamos atrás dele também. – falou Tricia. – Clarisse e ele tiveram uma discussão feia há algumas semanas e ele jurou que se vingaria. Colocaria todos os caçadores em nosso encalço. Ele cumpriu o que prometeu.

– Estávamos prontas para deixar a cidade quando vocês apareceram. – concluiu Penny.

– Okay, vocês sabem onde ele está? – perguntou Sam.

– Porque diríamos a vocês? – respondeu Clarisse seriamente.

– Porque podemos impedi-lo.

– Mas vão nos matar antes de seguir, não vão? – perguntou Tricia.

– Não podemos deixá-las vivas. – respondeu Dean.

– Nós não matamos pessoas, Dean.

– Vocês precisam se alimentar e fazem isso através dos sentimentos e lembranças. – falou o loiro.

– Animais também têm lembranças e sentimentos tanto quanto um humano. – respondeu Penny e se levantou, caminhou até o loiro e ficou de frente para ele. – Você tem que confiar em mim, pelos velhos tempos. Nós não matamos mais pessoas, justamente para manter os caçadores longe. – Os seus olhos se encheram de lágrimas. – Por favor, Dean.

– Droga. – falou Dean e passou a mão na cabeça. Olhou para os outros três caçadores e depois para as três irmãs.

– Prometem nos ajudar a caçar o David? – perguntou o loiro.

– Prometemos. – falou Tricia e Penny, ao mesmo tempo. Dean olhou para a terceira irmã que levou uma cutucada da mais nova.

– Que seja, prometo.

– Okay. – respondeu o loiro e se abaixou, afastou a linha de sal e quando se levantou, foi preso na parede por Clarisse.

– Nunca mais, em sua vida, me desafie outra vez. – falou ela ficando com os mesmo olhos vermelhos e deixando as unhas crescerem.

– Clarisse, já chega. – falou Penny e a mulher liberou Dean. – Nós temos trabalho a fazer.

[...]

Dean estava terminando de guardar as coisas em uma bolsa verde. Colocou o sal e algumas armas, entre elas, uma enorme faca.

– Sabe onde acertar uma harpia, com isso? – perguntou Penny.

– Direto no coração quando estiverem com a sua forma total. – respondeu o loiro sem olhar para a mulher atrás dele.

– E sabe onde fica o coração de uma harpia?

– No mesmo lugar, eu imagino. – falou ele e se virou para encarar Penny.

– Não. – respondeu ela e se aproximou, pegou na mão de Dean e colocou em seu decote. – um pouco acima de onde estaria um coração humano.

– Bom saber. – respondeu Dean e a mulher o beijou, empurrando-o na cama e sentando em seu colo.

– Eu senti sua falta. – falou ela e voltou a beijá-lo, até que Dean a afastou.

– Eu não posso. – falou ele e saiu de baixo da mulher, sentando na beirada da cama.

– Porque não? – perguntou ela, mas depois entendeu. – É outra garota, não é?

– É. – respondeu ele seriamente e se levantou, pegou a bolsa e colocou nas costas.

– Ela é uma mulher de sorte.

– Obrigado. – respondeu ele e deu a mão para ajudá-la a sair da cama. Depois, os dois saíram do quarto para encontrar os outros.

[...]

– Acha mesmo que isso vai dar certo? – perguntou Abela.

– Nós temos que tentar. – respondeu Penny enquanto Clarisse discava o número no celular.

– Alô, David! É a Clarisse. – falou a mulher e olhou para os outros. – caçadores, quem? – ele continuou a falar e ela não tirava os olhos dos outros, até que respirou fundo e balançou a cabeça. – A Penny está encrencada. Eles são do FBI. – ela escutou outra vez. – Não, só os rapazes. As garotas são testemunhas de algum crime e precisa de proteção. – Ela parou outra vez. – Eu sei lá, eu acho que ela deve ter tido uma recaída. – Ela saiu de onde estava parada e começou a dar a volta entorno da mesa. – Bem, não acha que já está na hora de conversarmos? – Ela parou e fez um sinal para que Penny lhe trouxesse papel e caneta. – Pode falar. – o homem lhe deu o endereço e ela escreveu no papel, depois desligou.

– O que foi que ele disse? – perguntou Dean.

– Ele desconfia que vocês são caçadores. – ela entregou o celular para a irmã. – e se ele desconfia, ele vai se prevenir.

– Nós não temos escolhas. – falou Abela. – Onde ele está?

– Aqui. – ela passou o papel para ela.

– Okay, é melhor a gente ir. – falou Dean.

– Vocês sabem que haverá armadilhas, não sabem? – perguntou Penny.

– Sabemos. – respondeu Sam e colocou a bolsa nas costas.

– E mesmo assim vocês vão? – perguntou Tricia.

– Como Abela disse: “Não temos escolhas”. – respondeu Dean e se aproximou de Penny. – Obrigado pela ajuda.

– Sem essa. – falou a mulher. – Nós vamos com vocês.

– Não mesmo. – respondeu o loiro. — Eu não posso proteger vocês três.

– E quem disse que a gente precisa de proteção? – perguntou Tricia e sorriu. O loiro respirou fundo e concordou.

[...]

O Impala 67, e o Maverick 73, pararam em frente ao moinho abandonado onde o David havia dito que estaria.

– Fiquem juntos com seu parceiro e nada de heroísmo, entenderam? – falou o loiro para as outras seis pessoas. Eles concordaram. – Penny, Abela e Clarisse, vocês vêm comigo.

– Okay. – respondeu Penny.

– Deixem o telefone celular como se fosse um walk talk.

– Sim, senhor. – falou Abela em deboche.

– Eu tenho uma conversa com você quando tudo isso acabar. – falou o loiro e tirou a faca da bolsa.

– Você é o chefe. — Dean sorriu ironicamente. Sabia que ela estava perturbando ele.

– Vamos nessa. – falou ele e puxou as três mulheres com ele. Sam, Annie e Tricia, seguiram pelo fundo do galpão.

Os quatro entraram cautelosos no lugar. Dean e Abela empunhavam as facas enquanto que Clarisse e Penny estavam com as unhas crescidas.

– Dean, porque você sumiu daquele jeito, sem nem ao menos dizer adeus? – falou Penny quase sussurrando.

– Meu pai se meteu em problemas, enquanto caçava com um amigo. O homem morreu e o papai quase ia junto. Ele me ligou e mandou-me pegar o Sammy e sair dali, encontrar um amigo dele e ficar lá até que ele nos encontrasse. – Ele respirou fundo. – Eu não tive escolhas a não ser sair dali, o mais rápido que eu consegui.

– E nem sequer disse adeus. – falou a mulher e segurou no braço de Dean que se virou para encará-la. – Eu estava apaixonada por você.

– Me perdoe, Penny. – falou ele e encarou a mulher.

– Não. Você me perdoe, Dean. – falou ela e empurrou o loiro que se chocou contra uma parede e desmaiou na hora. Abela tentou reagir, mas Clarisse a atacou e a jogou contra alguns galões de metal que estavam mais a frente. Ela também desmaiou.

– Bravo, bravíssimo. – falou um homem aplaudindo. Levantou-se da cadeira onde estava e se aproximou das duas mulheres. – Vocês são as melhores. – Ele agarrou Clarisse pela cintura e a beijou. – Obrigada por me avisar que eles eram caçadores.

– Por nada, querido. – respondeu Penny.

[...]

Os quatro caçadores foram presos em quatro cadeiras, com as mãos para trás e um do lado do outro. Penny acabava de amarrar as mãos de Dean. Quando apertou, o loiro acordou.

– Ora, ora, ora. Olha só o que os ventos nos trouxeram? Quatro caçadores prontos para a transformação. – falou o homem, acompanhado pelas três irmãs e mais duas mulheres.

– Transformação? – perguntou Dean.

– É claro. – respondeu ele. – Acha que nascemos dessa forma?

– Oh não, eu tenho certeza que você nasceu mais bonito. – falou Abela fixando a vista no homem que sorriu.

– Eu adorei essa. – falou ele e apontou para a morena. — Quero para mim.

– Vai sonhando. – respondeu ela e de repente, ele se aproximou muito rápido, parando a alguns centímetros dela.

– Eu consigo tudo que eu quero. – ele deu uma fungada no pescoço da caçadora e Dean se contorceu na cadeira. Penny notou a inquietação. – E com você não vai ser diferente.

– Então, você quer nos transformar em harpias? – falou Sam e o homem o olhou de soslaio.

– É, infelizmente a quantidade de homens no grupo está escassa. Para mim, seria melhor não ter nenhum macho na equipe, mas precisamos de fêmeas também e vocês dois, vão ser os melhores recrutadores do mundo.

– Recrutadores? – falou Annie.

– Sim. – respondeu ele e se aproximou dela, da mesma forma que fez com Abela. Sam não soube o porque, mas quis matar o cara, só por causa daquilo. – Estamos em um mundo onde não conseguimos mais andar entre os humanos, sem que haja caçadores em nosso encalço. – ele sorriu. – Nossa!!! Ainda me lembro da época em que éramos temidos na Grécia, era algo surreal, mas isso está prestes a mudar. Vamos fazer com que metade dos humanos sejam transformados em harpias e a outra metade, seja comida. – ele sorriu e Dean gargalhou do outro lado.

– Seu plano é bem ambicioso. – respondeu ele. – mas acho que não vai dar certo.

– Porque diz isso?

– Porque você é um panaca, imbecil e prepotente. – Dean observou o homem com um sorriso na cara, até que ele começou a se transformar e virar na verdadeira harpia. Com asas no lugar dos braços e com garras enormes nos pés.

– Quero ver se você tem coragem de dizer outra vez. – falou ele com uma voz horripilante.

– Eu não quero repetir, prefiro... – ele se levantou correndo e enfiou a faca na altura do coração da coisa. -... Enfiar uma faca no seu coração.

As duas outras mulheres se transformaram em harpias. Clarisse e Penny enfiaram as garras afiadas na altura do coração delas e puxaram o órgão, ainda pulsando, para fora do corpo e as duas caíram no chão.

– O que aconteceu aqui? – falou Abela encarando os três com uma incógnita enorme no olhar.

– Eu combinei uma coisinha com Penny, para não chamarmos muita atenção. – ele se virou para a harpia e sorriu, passando a mão no pescoço. – Não precisava me empurrar com tanta força.

– Eu tinha que fazê-lo pensar que estava do lado dele.

– Desculpa pelo empurrão. – falou Clarisse enquanto soltava Abela.

– Okay, eu entendo... – antes que pudesse continuar, a mulher caiu ajoelhada no chão e assim também aconteceu com Sam e Annie que haviam acabados de serem soltos por Tricia e Dean.

– Ei, ei... Está tudo bem? – perguntou ele, acudindo Abela. Não sabia que diante dos olhos da caçadora, todas as memórias passavam como se fosse um filme que alguém apertou o botão de aceleração. Todas as memórias retonaram rapidamente: O sonho do Djinn, as provocações com o Connor, o pacto para salvar Annie, o afastamento dos rapazes, a caçada ao aswang e, principalmente, o que Annie falou a respeito de Dean.

– Sim. – respondeu ela respirando fundo e puxando Dean para um abraço. – Agora eu estou bem.

Notas finais
É isso gente, espero que gostem!!! Sobre a pergunta do capítulo passado, a resposta é: Jared chama Jensen de J-Dog e Jensen chama Jared de Jarheard. A pergunta de hoje é: Qual é o livro favorito de Jared? (1 Ponto) É isso meus amores! Inté mais!!! E.W. Karol A.A.W.