Notas iniciais
Boa tarde, anjos meus!!!! Passando aqui rapidinho, ates de ir enfrentar uma fila miserável no BB (Banco do Brasil) para falar com a gerente, mas enfim, espero que gostem do capítulo. PS: Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!! Morri com a recomendação Candy... ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei de paixão!!!! Foi lindo demais... muito obrigada!!! Você é uma fofa e é um prazer estar aqui para você!!!! PS2: Tentarei responder os comentários quando eu voltar do banco, meus anjos!!! MOMENTO DEBELA MODE ON!!!

As irmãs McAllen apresentaram os convites na entrada da mansão e com elas, entraram os rapazes, vestidos a caráter e usando óculos de sol.

– Cobriremos mais áreas se nos dividirmos. – falou Sam.

– Acho melhor não, irmãozinho. – falou Dean. – Não sabemos ainda contra o que estamos lutando. O ideal é identificarmos o que pode ser essa criatura e depois resolveremos o que fazer.

– Poderia ser um espírito, não poderia? – falou Annie.

– Poder pode, mas a questão é que eu pesquisei e não houve mortes violentas na propriedade e nem na família. – respondeu Sam.

– Que saco. – falou Dean e olhou para Abela que não tirava os olhos de um lugar em potencial. – O que foi, Bel?

– Eu tive uma idéia. – respondeu a mulher. Retirou a blusa transparente e o short Jeans. Foi até um lugar onde tinha um mini freezer e pegou um picolé. Voltou ao grupo e começou a sessão de tortura para Dean. Ela chupou, lambeu e se lambuzou com o picolé, sempre olhando na mesma direção, até que um homem se levantou do meio de todas as outras mulheres que o cercava e veio caminhando devagar na direção dos caçadores.

– Não pude deixar de perceber que você é linda. – falou o cinquentão e Abela ergueu uma das sobrancelhas. – Vocês são as filhas do italiano, não é?

– Sim, somos sim. – respondeu ela carregando no sotaque.

– Eu estive na Itália há alguns anos atrás. – ele falou e tocou no braço de Abela. Dean deu um passo a frente, o homem o encarou sério e então parou de tocar na caçadora. Achou que o loiro estivesse fazendo o papel dele de segurança, mas era somente ciúmes. – Eu queria ter passado mais tempo lá e aprender o seu idioma, acho lindo, como tudo naquela cidade. Incluindo as mulheres.

Grazzie. – respondeu ela.

– Qual é o seu nome?

– Giulia Vicenza. – respondeu Abela e estendeu a mão para ele que beijou delicadamente. Dean estava a ponto de perder a cabeça. – e essa é mia irmã, Giovanna Vicenza.

Ciao. – respondeu Annie e o homem sorriu para ela. A mulher mordeu os lábios somente para ser sensual. Sam deu uma cutucada no braço dela. O bichinho do ciúme deu uma mordidinha nele também.

– Enfim, estão gostando da festa? – perguntou o homem.

– Está magnífica. – respondeu Abela.

– Bom, embora eu seja o anfitrião, não gosto muito de lugares movimentados. – Ele pegou na mão da caçadora. – Então, o que acha da gente sair daqui e ir para um lugar mais calmo?

– Eu adoraria. – respondeu ela e virou-se para Annie. – Scoprirò lo che há successo qui. Spiega ai ragazzi. – Ela sorriu. — Non c’è nessuno meglio per raccontare le storie della casa, che il proprietario.

Si, lo farò. – respondeu Annie e também sorriu. Abela segurou no braço do homem e seguiu para mansão.

– Aquilo é uma tatuagem? – perguntou Dean forçando as vistas para ver, detalhadamente, as letras em japonês que seguia na extensão da coluna vertebral de Abela, bem no meio das costas.

– É! Ela fez tem cerca de um mês. – respondeu Annie. – E ela mandou avisar que vai tentar descobrir o que aconteceu aqui e que não existe ninguém melhor para contar a história da casa do que o próprio dono.

– Isso explica muita coisa. – respondeu Sam sorrindo e Annie fez cara de interrogação. – O que foi?

– Nada, eu só fico me perguntando: Como ela consegue seduzir um homem, dessa forma?

– Annie, Annie... Se você fosse um homem e uma mulher fizesse para você, o que ela acabou de fazer com o sorvete, eu garanto que você também seria seduzida.

– Que nojo, Dean.

– É uma arte. – respondeu o loiro.

– Ela é a minha irmã. Dá para parar de falar nela dessa forma?

– E daí? Não entendo porque você está dessa forma. Não é com você que eu tenho pensamentos pecaminosos. – respondeu Dean olhando para Annie e depois sorriu. Sam estava doido para dar uma gargalhada, mas sabia que a namorada ia ficar chateada com ele.

– Okay. – falou o moreno voltando ao caso. – Só há uma forma de saber se realmente é um espírito.

– EMF. – concluiu Dean e puxou o aparelho do bolso do terno.

– Você trouxe? – perguntou Annie.

– Não saio de casa sem ele. – respondeu. – Eu vou atrás da coisa.

– Nós vamos com você. – respondeu Sam.

– É melhor eu ir só, irmãozinho. Vai ficar muito suspeito nós três andando pela mansão. Se me pegarem, posso dizer que estou fazendo a proteção da senhorita Giulia Vicenza. – ele falou o nome fazendo bico e imitando o sotaque que, há pouco, Abela havia feito.

– É verdade.

– Vocês podem ficar vigiando aqui fora. Qualquer coisa, me avisa. – concluiu Dean e tocou no ponto que estava no ouvido. Sam tinha um igual. O loiro deu a volta na piscina, e entrou na casa rapidamente.

[...]

Abela saiu da mansão apressada e seguiu direto para onde estava Sam e Annie. O moreno estava em pé, com as mãos para trás, atuando como se fosse realmente um segurança.

– Gostei da pose. – comentou ela.

– É para passar a impressão errada. – respondeu Sam sorrindo.

– Onde está o cinquentão? – perguntou Annie.

– Recebeu uma chamada urgente do escritório e correu para lá. – A caçadora terminou de vestir o short jeans, olhou para a irmã e sorriu. – você não fez isso.

– Se eu soubesse que você estava gostando, tinha deixado ele lá. Não teria ligado.

– Eu já disse que amo você, irmãzinha? – falou a caçadora e os três sorriram, mas depois a mulher ficou séria. – Onde está o Dean?

– Foi registrar as ondas EMF. – respondeu Annie.

– Sozinho? – perguntou Abela. – Vocês têm merda na cabeça? Não sabe que essa coisa mata homens? — Imediatamente Sam ligou o ponto e só havia estática. – Eu vou atrás dele.

– Nós vamos juntos. – falou Annie.

– Vocês ficam. – reclamou Abela e seguiu para a mansão irritada.

[...]

Dean caminhava pela casa, segurando o EMF em uma das mãos e usando fones de ouvidos. Estava sorrateiro e atento a qualquer movimento. No momento, tinha só a sua pistola que nunca abandonava e não sabia se ela ajudaria caso a coisa aparecesse.

Andou por um corredor e virou em uma curva que dava acesso a sala onde o homem havia sido morto e assim que entrou no lugar, tomou um baita susto.

– Abela. – gritou ele. – Não faça isso.

– Ficou com medo, caçador? – respondeu a mulher sorrindo.

– Eu sou humano, droga! – respondeu o homem ainda tomando fôlego. – tenho o direito de me assustar.

– Eu já disse que você fica uma gracinha quando tá nervoso? – falou ela fazendo voz meiga. Dean fez uma careta para ela e deu as costas, sorrindo quando a mulher não podia mais vê-lo.

– Então, o que descobriu com o dono da casa? Porque não é um fantasma. – ele desligou o EMF e colocou no bolso. – Essa coisa nem deu sinal de vida.

– Não é um fantasma.

– O que pode ser então?

– É uma deusa. – respondeu a mulher. – uma divindade chinesa.

– Como você sabe?

– Ele me contou as histórias. – falou a mulher e cruzou os braços. – Disse que essa deusa veio para cá junto com a família que viveu nessa casa, antes dele a comprar. Sempre há mortes por aqui.

– Eu odeio deuses! – concluiu Dean seriamente. – Disse o nome da deusa?

– Huli Jing. – respondeu.

– Ótimo, vamos encontrar os outros e achar uma forma de matar essa coisa. – falou Dean e passou na frente da mulher, mas antes que pudesse dar algum passo, a mulher o agarrou, pressionou contra a parede e o beijou.

Dean ergueu Abela nos braços e a colocou sentada na mesa de centro, onde atrás havia um espelho.

Entre as carícias, o loiro abriu os olhos e olhou através do espelho, reparando que não havia a tatuagem nas costas dela. Sendo assim, se afastou.

– O que foi? – perguntou ela.

– Acho melhor a gente encontrar os outros e dá logo um ponto final em tudo isso. – Ele deu as costas para ela.

– Ei, Dean! Você me acha bonita?

O loiro se virou e o rosto da mulher começou a rasgar de um lado a outro. Ela abriu a boca e a respiração de Dean ofegou.

– Abaixa. – gritou Abela e o loiro obedeceu. Ela descarregou a sua arma contra aquela coisa que desapareceu. – Você está bem?

– Eu estou. – respondeu ele. – Obrigado.

– Qual é o seu problema? – gritou Abela. – vir aqui sozinho? Você quer se matar é?

– Cala a boca, vai. – falou Dean e beijou a verdadeira Abela.

Notas finais
TRADUÇÃO: * Grazzie: Obrigada * Mia: Minha * Ciao: Olá * Scoprirò lo che há successo qui. Spiega ai ragazzi: Descobrirei o que aconteceu aqui. Explica aos rapazes. * Non c’è nessuno meglio per raccontare le storie della casa, che il proprietario: Não existe ninguém melhor para contar as histórias da casa, do que o proprietário. * Si, lo farò: Sim, o farei! É isso gente!! Espero que gostem!!! E.W.