Notas iniciais
Olá amores!! Gente, não me matem, eu imploro!!!! A vida da sua amiga aqui tá uma coisa de louco e eu estou penando para conseguir escrever essa história. As duas principais causas dessa correria são: As aulas na faculdade começaram e eu ainda não sai de férias do trabalho (o que era para ter acontecido em Janeiro e agora só acontecerá em Abril)... estou hiper cansada, estafada e sem inspiração nenhuma para escrever... Bloqueio mental total (também, quem consegue escrever com tanta coisa na cabeça?)... Enfim, espero que me perdoem por isso e que não me abandone porque eu demorei... combinado??? (Os puxões de orelha estão liberados)... Enfim, vamos ao capítulo.... A explicação porque a Bel se nega a fazer o teste de gravidez e o começo da explicação de porque querem matar os Scotfields. Obs: No gif, a Bel está de cabelo escuro, meu povo, mas não liguem para isso. Eu gostaria apenas que vocês imaginassem a reação dela com a a aproximação de Dean. Obs2: Eu acabei de escrever esse capítulo e não tive como revisar, então se encontrarem algum erro, me avisem para que eu possa corrigi-lo. .. ;D

– Ninguém está grávida. – gritou Abela e se levantou, passou pelos dois recém chegados e seguiu direto para o seu quarto. Estava farta daquela conversa.

[...]

Cerca de duas horas depois e de várias explicações e perguntas, os Scotfields finalmente entenderam do que se tratava. Estavam perplexos com a idéia de que alguém da família fosse um bruxo e dos piores possíveis.

– E por isso que precisamos de todos os nomes que vocês conseguirem lembrar. – pediu Sam. Ele e Annie ficaram para explicar as coisas aos dois caçadores enquanto que Dean seguiu atrás de Abela.

– Não tem muitas pessoas vivas na nossa família. – falou Connor pegando um papel e começando a anotar os nomes. – Não que esteja diretamente ligado ao tesouro da família.

– Tesouro da família? – perguntou Annie.

– É, como vocês já sabem, os Scotfields é uma família bastante rica, mas ainda assim possuem um tesouro maior.

– Que tesouro é esse? – perguntou Sam.

– Um que o primeiro Scotfield a morar nos Estados Unidos, guardou. – falou Connor. – A cada filho dele, deixou uma chave e esse tesouro só poderia ser aberto quando a família estivesse em extrema necessidade, por isso ninguém nunca abriu.

– E quantas chaves foram? – perguntou Annie.

– Doze. – respondeu Connor. – segundo a lenda.

– E quem está com elas? – continuou a médica a perguntar.

– Eu não sei das outras onze, mas a décima segunda está bem aqui. – falou Lucy e puxou um colar que tinha como pingente, uma chave antiga.

– Isso explica algumas coisas, mas não tudo. – falou Sam. – Temos que saber com quem estão as outras chaves.

– O melhor seria agora, voltar e interrogar o restante da família, procurar saber se algum deles tem ou viu alguma coisa semelhante. – falou Annie e os outros três concordaram com a loira.

[...]

Dean abriu a porta do quarto, quando chegou da farmácia. Trazia consigo três testes de gravidez e tentaria convencer Abela a fazê-los

Entrou sorrateiramente porque imaginou que a namorada estivesse dormindo. Deixou as coisas em cima da mesa e seguiu na direção do banheiro. Sorriu ao ver a mulher se olhando no espelho, examinando a barriga e vez ou outra forçando-a para frente, o que fazia parecer uma barriga de dois ou três meses de gravidez. Ela usava uma calcinha cor de rosa e um sutiã azul marinho.

– Você fica linda assim. – falou Dean e Abela deu um salto. Puxando a toalha preta para cima de si mesma.

– Seu filho da mãe, não me dê um susto desses. – falou ela e arremessou a toalha em Dean.

– Me desculpe, eu só falei a verdade. – respondeu o loiro sorrindo e passando a toalha para ela novamente. – Você quer estar grávida, não quer?

– Quando eu era menina, eu coloquei na cabeça que quando eu estivesse adulta, eu teria dois filhos. Um menino e uma menina. Ele sendo dois anos mais velho que ela, para protegê-la no colégio. – ela respirou fundo. – Claro que isso foi antes dessa merda toda acontecer. Antes de saber que sou filha do Azazel, antes de perder meus pais e a minha memória, antes de entrar para a família Winchester.

– E o que mudou?

– Eu percebi que seria uma péssima mãe. – falou a mulher e Dean se aproximou, segurou o rosto da mulher nas mãos e deu um selo nos lábios dela.

– Não séria não. Não há mulher mais carinhosa e dedicada que você. – falou ele.

– Okay, estamos falando da mesma pessoa?

– Claro que estamos. – Dean deu outro beijo na mulher, só que dessa vez não foi apenas um selinho. Algum tempo depois, ele a largou. – Eu trouxe os testes.

– Eu não vou fazer os testes, Dean. – falou a mulher. Alisou o rosto do namorado e seguiu na direção da bolsa. Pegou uma calça jeans, uma blusa preta e começou a se vestir.

– Porque não? – perguntou o loiro. – O que é que custa você fazer e acabar com esse mistério todo?

– E se eu tiver mesmo grávida? – perguntou.

– Vamos comemorar e cuidar desse bebê.

– Não vai ter bebê para cuidar. – gritou Abela chateada. – vamos morrer em cinco meses. – Ela sentou na cadeira e começou a chorar. – Eu não quero saber que estou grávida, justamente porque se eu estiver, eu vou me sentir a pior mãe de todos os tempos, por não conseguir trazê-lo ao mundo.

– Não vamos morrer. – falou o loiro. – Vamos achar uma forma de impedir isso.

– Eu só fico ouvindo você, Sam e Annie dizendo que vão impedir, mas até o momento, não há nada concreto que realmente me dê esperanças.

– Acredite Abela, se você estiver grávida, eu vou mover o céu e o inferno para manter você e esse bebê vivos. Nem que eu tenha que morrer para isso acontecer. – Abela sorriu e beijou Dean.

– Vamos fazer um acordo? Eu faço os testes assim que a gente terminar com esse caso. É uma promessa.

– Combinado. – falou o homem e beijou a garota outra vez.

[...]

Depois de duas horas de acertos, o grupo finalmente resolveu cair na estrada em busca de respostas. Sam e Dean, seguiram para a casa do primeiro filho, aquele que havia dado a entrevista, no intuito de descobrir mais sobre as outras chaves. Abela e Annie foram para a casa da filha mais velha, que morava há algumas horas da cidade onde eles estavam hospedados. Lucy e Connor seguiram para a casa do terceiro filho, o mais jovem dos que restaram vivos.

Os seis caçadores chegaram praticamente ao mesmo tempo, em seus destinos e foi nesse exato momento que eles presenciaram a morte dos outros três filhos, ao mesmo tempo.

Aquele que eles haviam interrogado, estava lendo um jornal quando começou a se afogar no seco, em plena sala de jantar, longe de qualquer recipiente que pudesse conter água.

A segunda começou a dizer que havia uma mulher vestida de negro atrás dela e que só havia um modo de fazer com que ela desaparecesse: se jogar do terceiro andar da casa. Na queda, ela quebrou o pescoço na hora.

E o terceiro e último filho, que pesava mais de cento e cinqüenta quilos, foi secando tão rápido, como se tivesse uma maquina sugadora de gordura. Ao terminar, estava apenas pele e osso.

Nenhum dos seis caçadores, conseguiram chegar a tempo de impedir as mortes ou de achar os saquinhos de bruxas. Pior ainda, a bruxa agora sabia sobre eles, já que todos, sem exceções, juraram ver uma mulher de estatura baixa, cabeços negros como a noite e pele bem clara, na cena dos crimes e que em questão de segundos, desapareceu no ar sem deixar vestígios nenhum.

Mas o pior de tudo havia sido com os irmãos Scotfields, porque a mulher olhou bem para eles e disse, com a voz horripilante.

– Vocês serão os próximos.

Notas finais
É isso amores! Inté o próximo!!! Beijinhos ternos... E.W. Karol A.A.W.