Notas iniciais
JURO SOLENEMENTE NÃO FAZER NADA DE BOM.
Oi bruxos lindos do meu coração. Venho aqui deixar essa one shot minúscula que escrevi a cerca de dois anos para postar em um tumblr que eu administrava com mais duas amigas.
É bem pequenina e bom, eu sou completamente viciada em Dramione, por isso saiu essa pequena one.
Beijinhos, até lá em baixo.

Era mais uma manhã fria em Hogwarts, tudo estava gelado, mas isso não fazia muita diferença para Draco, ele era gelado por natureza, tanto por dentro, quanto por fora.

Caminhava lentamente pelos corredores vazios, provavelmente todos os fedelhos estavam atrás do mediocre Harry Potter, pensou ele depois de um longo suspiro.

Draco levava junto a ele um caderno preto de veludo, escondido por baixo de seu sobretudo o único que conhecia todos seus segredos e pensamentos. Sentara-se em baixo de uma árvore, a mesma árvore que vinha lhe fazendo companhia em todo o tempo em que escrevia em seu diário, seu esconderijo secreto. Ninguém nunca imaginaria que Draco Lucius Malfoy tinha um diário, por isso mesmo, a ideia parecia tão agradável a seus olhos.

Pegou a pena e sua tinta, abriu a tranca mágica de seu diário e começou a escrever.

“É mais um dia frio aqui em Hogwarts, mas nada se encontra mais frio do que meu coração. É difícil manter a pose de quem não liga para nada, de quem é sempre superior e inatingível por causa do dinheiro, isso cansa e como cansa.

Outra coisa do qual já estou cansado é de ter que ser o que eu não sou, todos pensam que Draco Malfoy é um filinho de papai que tem a vida dos sonhos de todos, mas não sabe como foi difícil crescer entre comensais da morte, que lhe ensinaram que esse era o caminho certo, que não lhe deixaram ter nenhuma escolha, só nós dois saberemos disso, mas as vezes, eu queria ter pais como Arthur e Molly Weasley, eles deixaram Ronald fazer o que sempre quis e mesmo que ele tomasse a escolha errada, eles o apoiariam.”

Draco suspirou fundo, massageou as temporas, não sabia se estava pronto para assumir, porem, pelo menos uma vez em sua vida, queria abusar de sua coragem, mesmo que fosse apenas para ele.

“Eu não gostaria de estar sentindo isso e por muito tempo eu quis me enganar, mas acho que cansei de me fazer de palhaço, está na hora de assumir: Hermione Jean Granger, a trouxa de sangue ruím, dona dos olhos castanhos mais bonitos que pode existir, ela de alguma forma idiota, estúpida e irritante conseguiu se tornar a dona do meu coração. Eu sei que ela nunca olharia para mim, eu sei que ela é apaixonada pelo pobre e imbecil do Weasley, mas mesmo assim, eu a amo e nunca deixarei que nada a machuque, nem mesmo o pior monstro que conheço, ou seja… Eu.”

Finalizando isso, Draco se levantou, limpou suas vestes sujas de neve e voltou para dentro de Hogwarts.

Chegando ao corredor que levava para o salão principal — que estranhamente, só tinha uma pessoa — ele avistou ali, a bruxa de sangue ruim que tanto lhe tirava o sono, Hermione. Ficou ali, parado a analisando, quando a garota o olhou com asco e perguntou:

- O que tanto olha Malfoy?

Draco sentiu que se abrisse sua boca, contaria para Hermione como se sentia então, apenas virou a cara e suspirou, estranhando sua atitude, Hermione passou por Draco, olhando novamente para seu livro de poções.

Enquanto Hermione passava ao seu lado, com uma única lágrima caindo, Draco sussurrou para que só ele ouvisse:

- Eu te amo sua trouxa, por isso olhava tanto.

O que ele não esperava era que, a linda bruxa o ouviria e nunca mais esqueceria daquelas palavras vinda de Draco Lucius Malfoy.

Notas finais
Então, é isso. Morro com esse meu Draco fofo do jeito torto dele.
Se gostaram não esqueçam de deixar um comentário pra me deixar feliz, ok?! Pago uma cerveja amanteigada para todos que comentarem, aeeew õ/
Enfim, é isso.
Mal feito, feito.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!